As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CVCB3 | R$ 1,51 | 11,85 |
| 2 | MBRF3 | R$ 18,27 | 10,19 |
| 3 | SMTO3 | R$ 17,80 | 7,16 |
| 4 | BEEF3 | R$ 3,82 | 7,00 |
| 5 | PETR3 | R$ 49,41 | 6,67 |
| 6 | POMO4 | R$ 4,45 | 6,46 |
| 7 | RAIZ4 | R$ 0,23 | 4,55 |
| 8 | VBBR3 | R$ 34,47 | 4,33 |
| 9 | CYRE3 | R$ 22,57 | 4,01 |
| 10 | ENEV3 | R$ 24,92 | 3,36 |
1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,51 ↑11,85%
Descrição: Os papéis ordinários da CVC Brasil lideraram a sessão de negociações no ranking diário ao encerrarem cotados a R$ 1,51 por ação. Esse resultado representa uma expressiva valorização percentual de 11,85%, correspondendo a um acréscimo nominal de R$ 0,16 em relação ao fechamento da sessão anterior, que estava estabelecido em R$ 1,35. Ao longo de todo o pregão, o ativo apresentou um comportamento dinâmico com mínima intradiária registrada em R$ 1,47 e máxima alcançando R$ 1,56. Em termos de liquidez de mercado, a companhia movimentou um total de 13.965.900 ações negociadas na bolsa, o que gerou um volume financeiro consolidado de R$ 21.088.509,00. Analisando a perspectiva histórica do papel na janela dos últimos doze meses, o ativo transita entre a sua cotação mínima em 52 semanas de R$ 1,06 e a máxima de R$ 2,79, evidenciando recuperação recente diante dos patamares mais deprimidos observados ao longo do ano fiscal corrente.
A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. é uma das maiores companhias de turismo e viagens da América Latina, atuando na intermediação de pacotes turísticos, passagens aéreas, hospedagens e cruzeiros. Recentemente, o mercado tem monitorado os avanços no plano de reestruturação de dívidas da companhia, bem como a recuperação da demanda por viagens corporativas e de lazer após sucessivos ajustes operacionais internos.
2º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,27 ↑10,19%
Descrição: As ações da Marfrig Global Foods registraram um forte desempenho altista ao encerrarem o dia negociadas a R$ 18,27. O avanço percentual foi de 10,19%, traduzido em um ganho financeiro de R$ 1,69 por ação sobre o preço de fechamento anterior de R$ 16,58. O papel oscilou com amplitude relevante ao longo do pregão, marcando uma cotação mínima diária de R$ 17,23 e atingindo a máxima do dia em R$ 18,45. A liquidez do ativo se destacou fortemente com um volume de 12.925.000 ações transacionadas, resultando em um montante financeiro total negociado de expressivos R$ 236.139.750,00. No horizonte técnico ampliado de 52 semanas, as ações da Marfrig registram uma mínima histórica de R$ 14,49 e um topo de R$ 26,83, demonstrando que a forte recuperação diária posiciona o papel em trajetória favorável perante as mínimas anuais.
A Marfrig Global Foods S.A. é uma multinacional do setor de alimentos e uma das maiores produtoras globais de carne bovina e líder na produção de hambúrgueres. Em notícias recentes, a empresa tem sido foco de análises de mercado devido aos desdobramentos de sua consolidação societária com a BRF e otimização de seu portfólio de ativos frigoríficos na América do Sul.
3º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 17,80 ↑7,16%
Descrição: O papel da São Martinho encerrou a sessão no patamar de R$ 17,80, garantindo a terceira posição no ranking das maiores valorizações do dia. O ativo apresentou alta de 7,16%, o que representa um ganho monetário direto de R$ 1,19 em comparação com o encerramento do dia anterior, precificado em R$ 16,61. Durante os negócios, a mínima registrada foi de R$ 16,59 e a cotação máxima bateu R$ 18,11. O volume de papéis negociados somou 3.723.300 unidades, culminando em um giro financeiro consolidado de R$ 66.274.740,00. Na comparação técnica anualizada de 52 semanas, o ativo apresenta como piso a cotação de R$ 12,73 e como teto o valor de R$ 21,40, indicando que o avanço observado na sessão reforça a tendência de aproximação das faixas intermediárias superiores do papel no mercado acionário.
A São Martinho S.A. é um dos maiores grupos sucroenergéticos do Brasil, destacando-se na produção em larga escala de açúcar, etanol, energia elétrica por biomassa e levedura. Notícias recentes sobre a companhia envolvem projeções sobre a moagem da safra de cana-de-açúcar e o impacto positivo das cotações internacionais de commodities agrícolas nas margens operacionais do grupo.
4º – Minerva S.A. (BEEF3) | R$ 3,82 ↑7,00%
Descrição: As ações da Minerva fecharam o pregão cotadas a R$ 3,82, demonstrando forte pressão compradora ao registrar valorização de 7,00%. Esse desempenho equivaleu a uma expansão de R$ 0,25 sobre a referência de fechamento anterior, que havia sido de R$ 3,57. A movimentação diária do papel delimitou a mínima em R$ 3,55 e a máxima em R$ 3,91. O volume quantitativo de transações foi massivo, alcançando a marca de 28.759.500 ações negociadas pelos investidores, gerando um expressivo volume financeiro diário de R$ 109.861.290,00. No comparativo de 52 semanas, o ativo acumula uma mínima de R$ 2,97 e uma máxima de R$ 7,31, mantendo-se ainda em patamar de desconto frente ao topo anual, mas sinalizando ímpeto de compra significativo nesta sessão.
A Minerva S.A. é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne bovina in natura e seus derivados, além de atuar fortemente na exportação de gado vivo. Noticiários recentes destacam os processos de integração das plantas industriais adquiridas e a abertura de novos mercados de exportação para a proteína animal brasileira.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 49,41 ↑6,67%
Descrição: Os papéis ordinários da Petrobras encerraram a sessão de negociações a R$ 49,41, apresentando uma alta de 6,67%. O ganho nominal por ação atingiu R$ 3,09 frente ao fechamento do pregão antecedente, que marcava R$ 46,32. No curso das operações diárias, o ativo estabeleceu mínima em R$ 48,46 e máxima em R$ 49,98, chegando a flertar com a barreira psicológica dos cinquenta reais. Com elevada relevância no índice, o ativo transacionou 9.858.400 papéis, consolidando o maior volume negociado do ranking diário com expressivos R$ 487.103.544,00. Em um horizonte temporal de 52 semanas, a ação ordinária da petrolífera transita com mínima em R$ 29,27 e máxima anual em R$ 54,64, sustentando posições sólidas e próximas de suas máximas históricas no mercado.
A Petrobras é uma sociedade de economia mista que atua de forma integrada no setor de energia, operando na exploração, refino, transporte e comercialização de petróleo e gás natural. Entre as notícias recentes do mercado, destacam-se discussões sobre investimentos no plano estratégico de exploração offshore e a divulgação de diretrizes para remuneração aos acionistas via dividendos.
6º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 4,45 ↑6,46%
Descrição: As ações preferenciais da Marcopolo finalizaram o pregão valendo R$ 4,45 por cota, o que representou uma variação positiva expressiva de 6,46%. Essa valorização traduziu-se em um acréscimo diário de R$ 0,27 sobre o preço base de fechamento anterior, que era de R$ 4,18. O ativo oscilou entre a cotação mínima de R$ 4,25 e a máxima de R$ 4,48 durante a sessão. O fluxo operacional foi robusto, registrando 20.077.300 ações comercializadas, o que permitiu à companhia totalizar um volume financeiro transacionado de R$ 89.343.985,00. Analisando as métricas de 52 semanas, a Marcopolo registra mínima de R$ 4,05 e máxima de R$ 7,95, sinalizando suporte técnico relevante próximo às mínimas anuais e forte reação compradora observada pelos investidores institucionais.
A Marcopolo S.A. é uma multinacional brasileira fabricante de carrocerias de ônibus, líder de mercado na produção de veículos para transporte coletivo rodoviário e urbano. Recentemente, a empresa esteve em pauta devido ao aumento na carteira de encomendas de veículos pesados e à expansão das exportações de ônibus elétricos para frotas sustentáveis.
7º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,23 ↑4,55%
Descrição: O papel preferencial da Raízen concluiu o pregão estabelecido em R$ 0,23, registrando uma variação percentual positiva de 4,55%. O ganho monetário registrado na sessão foi de R$ 0,01 acima do valor apurado no fechamento anterior, que estava nivelado em R$ 0,22. A volatilidade intradiária manteve o papel restrito a uma mínima de R$ 0,22 e uma máxima de R$ 0,23. Foram negociadas 8.262.500 ações ao longo do dia, proporcionando um volume financeiro global de R$ 1.900.375,00. Na análise retrospectiva do período de 52 semanas, a cotação da Raízen transita entre o piso de R$ 0,21 e a máxima de R$ 1,42, ilustrando um momento de intensa pressão vendedora em escala anual, mas com estabilidade pontual no piso atual.
A Raízen S.A. é uma joint venture integrada entre Cosan e Shell, operando como uma das líderes mundiais na produção de açúcar e etanol de segunda geração, além de atuar na distribuição de combustíveis. As notícias recentes sobre a companhia concentram-se na eficiência de investimentos em bioenergia e nos ajustes de capital diante de desafios macroeconômicos.
8º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 34,47 ↑4,33%
Descrição: As ações ordinárias da Vibra Energia encerraram o dia cotadas a R$ 34,47, anotando uma consistente valorização de 4,33%. Este movimento gerou um incremento de R$ 1,43 em seu valor de tela frente ao fechamento anterior registrado de R$ 33,04. O comportamento intradiário mostrou o papel tocando a mínima de R$ 34,02 e atingindo o pico máximo de R$ 35,50. A liquidez permaneceu expressiva no mercado, com 8.331.300 ações movimentadas, consolidando um montante financeiro negociado de R$ 287.179.911,00. No horizonte de 52 semanas, a companhia apresenta mínima de R$ 17,99 e máxima de R$ 36,63, situando o preço de fechamento bastante próximo da máxima anual, o que ressalta o momento operacional positivo na percepção do mercado financeiro.
A Vibra Energia S.A. é a principal distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil, operando a rede de postos sob a bandeira Petrobras e investindo na transição energética. Notícias recentes reportam avanços operacionais nas áreas de energias renováveis e a busca contínua por ganhos de eficiência logística em suas redes de distribuição.
9º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 22,57 ↑4,01%
Descrição: Os papéis da Cyrela Brazil Realty finalizaram a sessão com cotação de R$ 22,57, apresentando uma alta de 4,01%. A valorização monetária foi de R$ 0,87 por ação quando comparada ao fechamento do dia anterior, que se posicionava em R$ 21,70. O intervalo de negociação intradiário teve piso registrado na mínima de R$ 21,25 e topo estabelecido na máxima de R$ 22,60. No âmbito da liquidez acionária, foram transacionadas 9.141.000 ações ao longo do dia, perfazendo um volume financeiro total de R$ 206.312.370,00. Sob a ótica de 52 semanas, a incorporadora registra mínima em R$ 18,62 e máxima anual em R$ 32,17, mantendo-se em uma faixa intermediária com fluxo comprador ativo no setor de construção civil.
A Cyrela Brazil Realty S.A. é uma das maiores incorporadoras e construtoras do setor imobiliário brasileiro, com atuação consolidada em empreendimentos residenciais de médio e alto padrão. Entre as notícias recentes, destacam-se a divulgação de fortes prévias operacionais de lançamentos e vendas líquidas, reforçando a resiliência de seu modelo de negócios.
10º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 24,92 ↑3,36%
Descrição: Fechando a listagem das dez ações em destaque, a Eneva encerrou a sessão negociada a R$ 24,92, exibindo valorização diária de 3,36%. Esse avanço representou um ganho de R$ 0,81 em relação ao fechamento anterior, que constava em R$ 24,11. O papel oscilou entre a mínima de R$ 24,88 e a máxima de R$ 25,38 durante o horário regular de pregão da bolsa. Ao todo, foram movimentadas 7.580.500 ações da companhia energética, gerando um volume financeiro consolidado de R$ 188.906.060,00. Na janela técnica de 52 semanas, o ativo apresenta mínima de R$ 13,61 e máxima de R$ 28,12, preservando sólida sustentação em patamares elevados frente aos níveis do primeiro semestre do ciclo anual.
A Eneva S.A. é uma empresa integrada de energia pioneira no modelo Reservoir-to-Wire (R2W), unindo a exploração e produção de gás natural à geração termelétrica na mesma localidade. Noticiários recentes apontam para novos leilões de capacidade de energia e investimentos na expansão da infraestrutura de gás no território nacional.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SBSP3 | R$ 23,31 | -10,76 |
| 2 | VAMO3 | R$ 2,48 | -8,49 |
| 3 | HAPV3 | R$ 6,09 | -7,16 |
| 4 | NATU3 | R$ 7,62 | -6,62 |
| 5 | BBDC4 | R$ 15,75 | -5,91 |
| 6 | AMOB3 | R$ 10,72 | -5,63 |
| 7 | BBDC3 | R$ 13,93 | -5,24 |
| 8 | BBAS3 | R$ 18,04 | -5,05 |
| 9 | CMIN3 | R$ 5,63 | -4,74 |
| 10 | MGLU3 | R$ 3,88 | -4,20 |
1º – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SBSP3) | R$ 23,31 ↓10,76%
Descrição: Os papéis ordinários da Sabesp (SBSP3) figuraram na 1ª posição do ranking diário de desvalorização, registrando uma expressiva queda de 10,76%, o que representa um recuo nominal de R$ 2,81 em relação ao fechamento anterior cotado em R$ 26,12. O ativo encerrou a sessão negociado a R$ 23,31, oscilando entre a cotação mínima intradiária de R$ 23,17 e a máxima de R$ 23,90. A liquidez do papel foi expressiva ao longo do pregão, movimentando um volume financeiro total de R$ 630.311.724,00 por meio da negociação de 27.040.400 ações no mercado à vista. No horizonte comparativo das últimas 52 semanas, a empresa acumula uma cotação mínima registrada de R$ 21,68 e uma máxima histórica de R$ 35,32 no período. A forte pressão vendedora refletiu um movimento de realização técnica acentuada e reposicionamento setorial por parte de investidores institucionais durante a jornada.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) presta serviços de captação, tratamento e distribuição de água tratada, além de coleta e destinação de esgoto residencial, comercial e industrial em centenas de municípios paulistas. Em notícias recentes, o mercado acompanha de perto os desdobramentos operacionais, planos de investimentos em infraestrutura hídrica e os marcos regulatórios pós-privatização da companhia.
2º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,48 ↓8,49%
Descrição: O papel VAMO3 ocupou a 2ª posição no quadro de maiores perdas da sessão, registrando forte desvalorização de 8,49%, equivalente a uma perda nominal de R$ 0,23 por cota sobre o fechamento da sessão anterior de R$ 2,71. O preço atual do ativo encerrou o dia fixado em R$ 2,48, operando muito próximo da mínima do dia, que foi de R$ 2,46, enquanto a máxima atingiu a marca de R$ 2,71. Durante as negociações diárias, foram transacionadas 34.307.700 ações, resultando em um montante financeiro total negociado de R$ 85.083.096,00. Analisando o comportamento do papel no intervalo de 52 semanas, observa-se que a mínima foi justamente de R$ 2,46 e a máxima alcançou R$ 4,92, demonstrando que o ativo atingiu níveis de suporte cruciais e testou pisos históricos relevantes sob forte volume vendedor.
A Vamos atua no setor de transporte e logística brasileiro, sendo líder nacional em locação de frotas de caminhões, máquinas agrícolas e equipamentos pesados, além de deter uma ampla rede de concessionárias. Recentemente, a empresa anunciou reestruturações estratégicas em suas divisões de negócios e ajustes nas taxas de locação para otimizar o retorno sobre o capital investido em cenários de juros restritivos.
3º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 6,09 ↓7,16%
Descrição: As ações ordinárias da Hapvida (HAPV3) encerraram a sessão no 3º lugar do ranking de quedas, computando uma retração percentual de 7,16%, o que corresponde a uma desvalorização de R$ 0,47 por papel frente ao valor de fechamento prévio de R$ 6,56. Com a cotação final estabelecida em R$ 6,09, o papel oscilou entre a mínima diária de R$ 6,01 e a máxima de R$ 6,52. O giro diário contabilizou 16.675.700 ações negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 101.555.013,00 na bolsa brasileira. Quando analisada a janela de 52 semanas, o ativo apresenta como patamar mínimo o valor de R$ 6,01 e máxima histórica do ciclo em R$ 42,66, evidenciando uma intensa compressão em seus múltiplos de mercado ao longo do último ano e pressão constante no fluxo comprador.
A Hapvida é uma das maiores operadoras de saúde suplementar integradas do Brasil, ofertando planos de saúde e odontológicos com rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios. O mercado tem monitorado de perto a divulgação dos dados de sinistralidade da operadora, a disciplina de custos pós-fusão com a NotreDame Intermédica e iniciativas corporativas focadas no aumento de rentabilidade operacional.
4º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 7,62 ↓6,62%
Descrição: Registrando a 4ª colocação entre os ativos em destaque negativo, a Natura Cosméticos (NATU3) encerrou o pregão cotada a R$ 7,62, apresentando uma desvalorização de 6,62%, com recuo monetário de R$ 0,54 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,16. Durante o pregão, o ativo apresentou uma faixa de negociação delimitada pela mínima intradiária de R$ 7,49 e pela máxima de R$ 7,73. O volume físico transacionado somou 4.782.300 ações, gerando uma movimentação financeira global de R$ 36.441.126,00. No histórico de 52 semanas, as ações da companhia registraram cotação mínima de R$ 7,13 e cotação máxima de R$ 11,15, refletindo um momento de cautela dos agentes de mercado em relação ao ritmo de consumo discricionário e margens do setor varejista.
A Natura Cosméticos é uma multinacional brasileira do setor de beleza e cuidados pessoais, atuando no modelo de venda direta e omnichannel com marcas globais em seu portfólio. Nos últimos informes, a companhia destacou a continuidade do processo de simplificação de sua estrutura societária internacional e avanços no plano de integração das operações na América Latina.
5º – Banco Bradesco S.A. (BBDC4) | R$ 15,75 ↓5,91%
Descrição: As ações preferenciais do Bradesco (BBDC4) ocuparam a 5ª posição do ranking, fechando a jornada negociadas a R$ 15,75, o que representou uma retração de 5,91% ou uma perda de R$ 0,99 em relação ao fechamento da véspera, que fora de R$ 16,74. O papel atingiu mínima do dia em R$ 15,68 e máxima de R$ 16,04 durante as oscilações de mercado. O ativo demonstrou alta relevância na composição de liquidez do índice acionário, registrando um volume de 36.823.300 ações negociadas e movimentando R$ 579.966.975,00 em valor transacionado. No intervalo temporal de 52 semanas, os papéis preferenciais do banco acumulam cotação mínima de R$ 14,33 e máxima de R$ 21,20, mostrando volatilidade expressiva em meio ao ajuste de posições de grandes gestoras de recursos.
O Banco Bradesco figura entre as maiores instituições financeiras do país e da América Latina, atuando em crédito bancário, investimentos, meios de pagamento, previdência e seguros. Recentemente, a instituição financeira comunicou ao mercado a implementação de seu plano de transformação digital e reestruturação da carteira de crédito para reduzir provisões contra inadimplência.
6º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 10,72 ↓5,63%
Descrição: Posicionada no 6º lugar da listagem de desempenho, a Automob Participações (AMOB3) teve suas ações negociadas a R$ 10,72 no encerramento da sessão, acumulando uma variação negativa de 5,63%, o que correspondeu a um recuo nominal de R$ 0,64 sobre o fechamento do dia anterior de R$ 11,36. O papel registrou mínima diária de R$ 10,72 — coincidindo com o patamar de fechamento — e máxima de R$ 11,21. Em termos operacionais, o volume negociado totalizou 43.600 papéis, gerando um giro financeiro de R$ 467.392,00. Na janela de acompanhamento de 52 semanas, a companhia anotou piso de R$ 10,71 e pico de R$ 15,76, denotando que o ativo operou na faixa inferior de suporte histórico em decorrência do baixo volume de compradores e da aversão a risco no setor automotivo.
A Automob Participações é um grupo focado na consolidação de concessionárias de veículos leves e comerciais, prestando serviços de venda, pós-venda e intermediação de produtos financeiros no segmento automotivo. Entre as notícias corporativas mais recentes, a empresa tem divulgado planos de expansão inorgânica por meio da aquisição de novas redes de concessionárias e otimização de sinergias regionais.
7º – Banco Bradesco S.A. (BBDC3) | R$ 13,93 ↓5,24%
Descrição: Os papéis ordinários do Banco Bradesco (BBDC3) situaram-se na 7ª posição do levantamento diário, registrando uma queda de 5,24%, o que significou uma redução de R$ 0,77 em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 14,70. O valor final de negociação do ativo foi de R$ 13,93, após registrar mínima no pregão de R$ 13,86 e máxima intradiária de R$ 14,10. A classe ordinária da instituição financeira teve 7.576.100 ações transacionadas, perfazendo um volume financeiro total de R$ 105.535.073,00 negociados no mercado. Dentro do espectro das 52 semanas anteriores, o papel registrou mínima de R$ 12,21 e cotação máxima de R$ 18,16, acompanhando de forma alinhada o movimento de retração do setor financeiro tradicional na sessão.
O Bradesco é uma das principais instituições bancárias de capital aberto do Brasil, fornecendo ampla gama de serviços bancários comerciais, corporate e gestão de patrimônio. Em seus últimos comunicados, o banco reforçou seu foco no aprimoramento da experiência do cliente corporativo e no aumento do índice de eficiência operacional por meio da modernização de agências físicas.
8º – Banco do Brasil S.A. (BBAS3) | R$ 18,04 ↓5,05%
Descrição: O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou o pregão na 8ª colocação do ranking diário, registrando desvalorização de 5,05%, o que representou um decréscimo de R$ 0,96 por ação ante o fechamento anterior estabelecido em R$ 19,00. A cotação final de fechamento foi de R$ 18,04, com o papel transitando entre a mínima do dia em R$ 17,92 e a máxima atingida de R$ 18,23. O ativo registrou uma das maiores liquidezes da bolsa brasileira, com 81.840.700 ações negociadas e impressionantes R$ 1.476.406.228,00 em volume financeiro transacionado. Considerando o intervalo das últimas 52 semanas, as ações ordinárias do banco tiveram cotação mínima de R$ 17,79 e máxima de R$ 27,54, aproximando-se da banda inferior anual diante da pressão do fluxo vendedor institucional.
O Banco do Brasil é a mais tradicional instituição financeira pública brasileira, com liderança destacada na concessão de crédito ao agronegócio e forte presença nos mercados de varejo, atacado e comércio exterior. No noticiário financeiro recente, a instituição manteve foco nos desembolsos do Plano Safra e na manutenção de uma política robusta de distribuição de proventos e dividendos aos seus acionistas.
9º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 5,63 ↓4,74%
Descrição: Os papéis da CSN Mineração (CMIN3) ficaram no 9º posto de maiores perdas do dia, finalizando a rodada de negócios cotados a R$ 5,63, o que configurou uma baixa percentual de 4,74% e recuo financeiro de R$ 0,28 frente ao fechamento anterior de R$ 5,91. O ativo atingiu como cotação mínima diária R$ 5,58 e bateu a máxima de R$ 5,93 no transcorrer dos negócios. O total de ações negociadas durante a sessão somou 5.099.200 cotas, resultando em um volume financeiro movimentado de R$ 28.708.496,00. Avaliando o comportamento anual de 52 semanas, a mineradora sustentou mínima de R$ 4,08 e máxima de R$ 6,37, refletindo a volatilidade dos contratos futuros de commodities metálicas no mercado global e oscilações na demanda siderúrgica internacional.
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, operando minas de alta qualidade como a Mina de Casa de Pedra e controlando infraestrutura logística ferroviária e portuária integrada. Entre os fatos recentes divulgados, a mineradora avançou em seus projetos de expansão da capacidade de filtragem de rejeitos e investimentos para a produção de minério com maior teor de ferro (pellet feed).
10º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 3,88 ↓4,20%
Descrição: Encerrando a lista na 10ª posição do ranking, a varejista Magazine Luiza (MGLU3) fechou a sessão cotada a R$ 3,88, acumulando uma variação negativa de 4,20%, o que significou um recuo de R$ 0,17 em relação ao patamar de fechamento precedente de R$ 4,05. O papel oscilou entre a mínima do dia de R$ 3,76 e a máxima de R$ 4,05 durante os trabalhos da sessão na B3. A movimentação física atingiu 36.857.500 ações, somando um volume financeiro transacionado de R$ 143.007.100,00 no pregão. Ao longo do intervalo de 52 semanas, o ativo transitou entre a mínima de R$ 3,76 e a máxima de R$ 11,44, renovando níveis mínimos do ciclo em meio à sensibilidade do setor varejista frente às projeções da taxa básica de juros da economia.
O Magazine Luiza é uma das maiores plataformas de comércio eletrônico e varejo multicanal do Brasil, comercializando eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e serviços digitais integrados a um marketplace aberto. Recentemente, a varejista destacou em seus relatórios a expansão das receitas de serviços financeiros via LuizaBank e parcerias logísticas para acelerar os prazos de entrega em âmbito nacional.