Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 24/08/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 YDUQ3 R$ 8,88 12,83
2 USIM5 R$ 7,12 8,70
3 CSNA3 R$ 5,16 7,72
4 SMTO3 R$ 19,27 4,67
5 CVCB3 R$ 1,62 3,85
6 CYRE3 R$ 23,94 3,59
7 SUZB3 R$ 46,32 3,00
8 VAMO3 R$ 2,82 2,92
9 ENEV3 R$ 26,10 2,92
10 VALE3 R$ 77,13 2,80

1º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,88 ↑ 12,83%

Descrição: O ativo ordinário YDUQ3 liderou as altas da sessão com uma valorização expressiva de 12,83%, representando um acréscimo nominal de R$ 1,01 por ação em relação ao fechamento anterior cotado a R$ 7,87. O papel encerrou as negociações precificado a R$ 8,88, flutuando em um canal intradiário delimitado pela mínima de R$ 8,45 e máxima de R$ 8,93. Ao longo do pregão, foram movimentados 9.637.600 papéis, o que gerou um volume financeiro total negociado de R$ 85.581.888,00. Analisando o desempenho histórico no acumulado das últimas 52 semanas, o ativo apresenta como patamar mínimo o valor de R$ 7,02 e máxima estabelecida em R$ 15,29. O comportamento do dia demonstra forte pressão compradora, aproximando a cotação da sua máxima intradiária e superando com folga os níveis médios recentes de negociação.

A YDUQS Participações S.A. é um dos maiores grupos educacionais privados do Brasil, focado no ensino superior presencial e a distância, além de cursos de medicina e pós-graduação. Recentemente, a companhia tem focado na otimização de custos e expansão de suas plataformas de ensino digital para sustentar o crescimento operacional e melhorar a margem de rentabilidade.

2º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 7,12 ↑ 8,70%

Descrição: As ações preferenciais USIM5 registraram um avanço expressivo de 8,70% na sessão, configurando um ganho de R$ 0,57 frente ao fechamento anterior de R$ 6,55. O ativo concluiu as negociações fixado em R$ 7,12, tendo estabelecido a mínima do dia em R$ 6,45 e a máxima em R$ 7,17, muito próxima ao fechamento. A liquidez do pregão foi acentuada, com um volume de 21.143.000 ações negociadas, totalizando um montante financeiro de R$ 150.538.160,00. No horizonte técnico de 52 semanas, os papéis da siderúrgica registraram piso de R$ 4,12 e teto de R$ 12,18. A performance sólida reflete um fluxo positivo consistente, impulsionado pelo apetite a risco no setor de materiais básicos e siderurgia durante todo o intervalo de negociação da sessão.

A Usiminas é uma das empresas líderes no setor siderúrgico nacional e da América Latina, atuando na produção e transformação de aços planos para as indústrias automotiva, naval e de construção civil. Entre os destaques recentes, a empresa realizou a modernização de seus altos-fornos industriais visando elevar a eficiência energética e reduzir custos operacionais de longo prazo.

3º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 5,16 ↑ 7,72%

Descrição: O ativo CSNA3 encerrou as operações do pregão em alta de 7,72%, com avanço financeiro de R$ 0,37 em comparação com a marcação anterior de R$ 4,79. A cotação final estabeleceu-se em R$ 5,16, após registrar piso intradiário de R$ 4,73 e atingir a máxima do dia em R$ 5,30. O volume de ações transacionadas somou 22.125.600 unidades, movimentando um capital expressivo de R$ 114.168.096,00. No quadro comparativo das últimas 52 semanas, a mínima histórica no período foi de R$ 4,19, enquanto a máxima foi de R$ 11,32. A dinâmica operacional do papel ao longo do pregão confirmou o suporte dos compradores, mantendo a cotação em território de forte valorização percentual e sustentando o ritmo positivo do segmento industrial de base.

A CSN é um conglomerado siderúrgico integrado que atua em mineração de ferro, logística portuária e ferroviária, cimento e energia, com presença estratégica no mercado doméstico e exportador. Notícias recentes apontam avanços na reestruturação de seu portfólio de ativos e iniciativas para redução da alavancagem financeira corporativa.

4º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 19,27 ↑ 4,67%

Descrição: Os papéis ordinários da São Martinho S.A. (SMTO3) apresentaram valorização de 4,67% no pregão, com acréscimo de R$ 0,86 por ação sobre o fechamento prévio de R$ 18,41. O preço de encerramento foi de R$ 19,27, situando-se próximo à cotação máxima do dia de R$ 19,30, após registrar mínima em R$ 18,44. Foram negociadas 4.955.300 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 95.488.631,00. No intervalo de 52 semanas, o ativo transitou entre o piso de R$ 12,73 e a máxima de R$ 21,40. O fluxo de negociação foi caracterizado por uma demanda compradora contínua, aproximando a ação de suas máximas anuais e refletindo um momento favorável para o setor sucroalcooleiro.

A São Martinho é um dos principais grupos sucroenergéticos do país, dedicada ao processamento de cana-de-açúcar para a fabricação de açúcar, etanol, cogeração de energia elétrica e derivados de milho. No noticiário recente, o grupo destacou projeções favoráveis para a safra e ganhos de produtividade em suas unidades industriais no interior paulista e goiano.

5º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,62 ↑ 3,85%

Descrição: O papel CVCB3 finalizou a sessão cotado a R$ 1,62, o que representa um incremento de 3,85% e uma valorização de R$ 0,06 frente ao valor anterior de R$ 1,56. Durante as movimentações do dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 1,53 e a máxima de R$ 1,63. O volume transacionado totalizou 9.387.600 ações, totalizando um giro financeiro de R$ 15.207.912,00. No histórico anual de 52 semanas, o ativo apresenta como menor patamar R$ 1,06 e máxima de R$ 2,79. A evolução do ativo durante a sessão refletiu uma postura cautelosamente otimista dos investidores no setor de turismo e varejo de serviços, consolidando o ganho intradiário próximo à faixa de resistência do dia.

A CVC Brasil é a maior rede de agências de turismo e intermediação de viagens da América Latina, oferecendo pacotes turísticos, passagens aéreas, reservas de hospedagem e cruzeiros. Em suas divulgações recentes, a empresa comunicou o avanço de sua transformação digital e a ampliação da concessão de crédito direto aos viajantes para impulsionar as vendas de pacotes.

6º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 23,94 ↑ 3,59%

Descrição: As ações CYRE3 registraram alta de 3,59% na sessão, o que equivale a um acréscimo de R$ 0,83 por papel sobre o fechamento precedente de R$ 23,11. O preço de fechamento foi fixado em R$ 23,94, com a mínima diária registrada em R$ 22,79 e a máxima em R$ 24,09. O giro totalizou 9.811.200 ações negociadas, convertendo-se em um volume financeiro robusto de R$ 234.880.128,00. Na janela de 52 semanas, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 19,76 e o patamar mais elevado em R$ 32,17. A solidez do volume transacionado reforça a preferência dos investidores institucionais pelo segmento imobiliário residencial focado na média e alta renda diante do cenário macroeconômico atual.

A Cyrela Brazil Realty é uma das mais tradicionais e consolidadas incorporadoras e construtoras residenciais do país, com foco nos segmentos de média e alta renda, além de parcerias econômicas. Recentemente, a companhia divulgou dados operacionais positivos, reforçando o ritmo consistente de lançamentos imobiliários e elevado índice de vendas sobre oferta (VSO).

7º – SUZANO S.A. (SUZB3) | R$ 46,32 ↑ 3,00%

Descrição: O ativo SUZB3 concluiu o dia cotado a R$ 46,32, marcando uma valorização de 3,00% e uma elevação nominal de R$ 1,35 em comparação com o preço anterior de R$ 44,97. A ação oscilou no pregão entre o piso de R$ 45,14 e o teto intradiário de R$ 46,98. Ao todo, foram movimentadas 12.154.100 ações na sessão, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 562.977.912,00. No acumulado das últimas 52 semanas, os papéis da exportadora marcaram mínima de R$ 39,17 e máxima de R$ 59,64. O fluxo financeiro pesado evidenciou forte procura por ativos com receita atrelada à moeda estrangeira e estabilidade nos preços internacionais de commodities florestais.

A Suzano S.A. é a maior produtora global de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papel e produtos de base biológica da América Latina. Notícias recentes destacam a plena operação e expansão de capacidade de suas novas plantas fabris, reforçando sua competitividade em custos globais de exportação.

8º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,82 ↑ 2,92%

Descrição: O ativo VAMO3 encerrou as operações do dia em alta de 2,92%, apontando um ganho de R$ 0,08 por cota em relação ao fechamento anterior de R$ 2,74. O valor final de negociação foi de R$ 2,82, com a cotação oscilando entre o valor mínimo de R$ 2,65 e a máxima de R$ 2,85. Foram transacionadas 14.073.100 ações ao longo da jornada, movimentando um montante financeiro total de R$ 39.686.142,00. Ao analisar a janela das últimas 52 semanas, a ação transitou entre a mínima de R$ 2,46 e o pico de R$ 4,92. A recuperação observada no dia reflete recomposição de posições compradoras em ativos de logística e locação de frotas pesadas.

A Vamos é líder no mercado brasileiro de locação e comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas e pesados, operando sob uma vasta rede de concessionárias. Entre as últimas notícias, a empresa reforçou sua disciplina de alocação de capital e gestão de frotas para otimizar o retorno sobre o capital investido.

9º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 26,10 ↑ 2,92%

Descrição: Os papéis ordinários da Eneva S.A. (ENEV3) subiram 2,92% na sessão, registrando um ganho nominal de R$ 0,74 em relação ao fechamento prévio de R$ 25,36. O preço no encerramento atingiu R$ 26,10, após o ativo ter registrado mínima de R$ 25,00 e máxima de R$ 26,36 durante o pregão. A atividade de negociação envolveu 9.025.400 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 235.562.940,00. No horizonte temporal de 52 semanas, a mínima observada foi de R$ 14,49 e a máxima foi de R$ 28,12. O desempenho do papel mostra sustentação compradora, alinhada à demanda por companhias integradas do setor de geração de energia e exploração de gás natural.

A Eneva é uma empresa integrada de energia com modelo de negócios voltado ao desenvolvimento de campos terrestres de gás natural e geração termelétrica conectada ao Sistema Interligado Nacional. Notícias recentes apontam a ampliação de seus ativos de geração e consolidação de sinergias em suas concessões de exploração em bacias terrestres brasileiras.

10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 77,13 ↑ 2,80%

Descrição: O ativo ordinário VALE3 encerrou a sessão com avanço de 2,80%, representando uma variação positiva de R$ 2,10 por ação sobre o fechamento anterior de R$ 75,03. O papel terminou o dia cotado a R$ 77,13, operando em um intervalo intradiário delimitado pela mínima de R$ 74,71 e a máxima de R$ 78,36. Como principal destaque de liquidez do mercado acionário, registrou 28.756.000 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 2.217.950.280,00. Nas últimas 52 semanas, a mineradora oscilou entre o piso de R$ 50,54 e o teto de R$ 89,12. A liquidez bilionária e a alta sustentada refletem a relevância sistêmica do papel e o fluxo positivo de investidores institucionais voltados para o setor mineral.

A Vale S.A. é uma das maiores mineradoras globais, líder na produção e exportação de minério de ferro, pelotas e níquel, com extensa infraestrutura de ferrovias e portos no Brasil. Recentemente, a mineradora destacou avanços na descarbonização operacional, estabilidade na produção trimestral e a continuidade de sua política de distribuição de dividendos e recompras.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 4,73 -6,71
2 MBRF3 R$ 18,46 -5,53
3 AZZA3 R$ 14,54 -3,96
4 CSAN3 R$ 3,50 -3,85
5 BRAV3 R$ 18,15 -3,46
6 LREN3 R$ 10,65 -3,09
7 HAPV3 R$ 6,36 -2,75
8 PETR3 R$ 46,94 -2,51
9 PETR4 R$ 42,11 -2,32
10 VBBR3 R$ 33,86 -2,17

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 4,73 ↓6,71%

Descrição: Os papéis preferenciais da Braskem lideraram as perdas do pregão, posicionando-se no 1º lugar do ranking de desvalorização. O ativo encerrou cotado a R$ 4,73, registrando uma expressiva retração de 6,71%, o que corresponde a uma perda nominal de R$ 0,34 em relação ao fechamento anterior, estabelecido em R$ 5,07. Ao longo da sessão, a mínima atingida foi de R$ 4,70 — renovando a própria mínima de 52 semanas da companhia —, enquanto a cotação máxima do dia foi de R$ 5,05. O volume de negociação foi intenso, somando 11.880.200 ações transacionadas e gerando um volume financeiro total de R$ 56.193.346,00. No horizonte anual de 52 semanas, os papéis oscilam entre a mínima de R$ 4,70 e a máxima de R$ 13,78, evidenciando uma trajetória de forte pressão vendedora no médio prazo e consolidando um momento técnico delicado com o ativo sendo negociado no piso de sua faixa histórica recente de doze meses.

A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, atuando fortemente nos setores petroquímico e químico. Recentemente, a companhia tem estado no radar dos investidores em meio às discussões sobre reestruturação de capital, contingências geológicas em Alagoas e negociações societárias envolvendo a fatia da Novonor.

2º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,46 ↓5,53%

Descrição: Ocupando a 2ª posição entre os destaques negativos do dia, os papéis ordinários da Marfrig fecharam cotados a R$ 18,46, acusando uma desvalorização de 5,53% na sessão. A variação nominal representou um recuo de R$ 1,08 ante o fechamento anterior de R$ 19,54. A cotação mínima registrada durante o pregão coincidiu com o fechamento em R$ 18,46, demonstrando pressão vendedora até o término das negociações, enquanto a máxima intradiária alcançou R$ 19,61. A liquidez do ativo permaneceu robusta, com 6.113.300 ações negociadas, resultando em uma movimentação financeira de R$ 112.851.518,00. No acumulado das últimas 52 semanas, a ação transita entre o piso de R$ 14,49 e o teto de R$ 26,83, mantendo-se atualmente em uma faixa intermediária em relação aos extremos anuais, após realizar lucros recentes frente à volatilidade do setor frigorífico global.

A Marfrig Global Foods S.A. é uma das companhias líderes globais na produção de carne bovina e uma das principais acionistas controladoras da BRF. Notícias recentes destacam o contínuo processo de otimização operacional e integração de sinergias com a BRF para balancear sua exposição geográfica e mitigar os impactos dos ciclos da pecuária na América do Norte e no Brasil.

3º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 14,54 ↓3,96%

Descrição: Na 3ª colocação do ranking diário, as ações da Azzas 2154 encerraram o dia a R$ 14,54, o que representa uma baixa de 3,96% ou uma diminuição de R$ 0,60 por ação comparada à cotação base anterior de R$ 15,14. O papel registrou uma mínima de R$ 14,46 — ficando muito próxima da mínima anual do ativo — e atingiu a máxima de R$ 15,16 durante o pregão. Ao todo, foram movimentadas 3.767.200 ações no mercado, consolidando um montante financeiro negociado de R$ 54.775.088,00. Quando avaliado o intervalo das últimas 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo entre a mínima de R$ 14,40 e a máxima de R$ 32,65, demonstrando que a ação segue bastante pressionada e operando perto de suas mínimas históricas anuais, refletindo o cenário desafiador para o varejo de moda discricionário.

A Azzas 2154 S.A. é o conglomerado de moda resultante da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, detentor de marcas consagradas como Arezzo, Schutz, Farm e Animale. O mercado acompanha atentamente os desdobramentos da integração operacional pós-fusão e os esforços da gestão para capturar sinergias operacionais em um ambiente de consumo ainda cauteloso.

4º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,50 ↓3,85%

Descrição: Registrando a 4ª maior desvalorização da tabela, as ações da Cosan finalizaram a sessão no patamar de R$ 3,50, anotando um recuo percentual de 3,85%, o que equivale a uma variação negativa nominal de R$ 0,14 frente ao fechamento anterior de R$ 3,64. A mínima observada no dia foi justamente de R$ 3,50, igualando o preço de fechamento, enquanto a máxima bateu em R$ 3,63. O papel registrou expressiva movimentação em volume físico, com 23.508.100 ações trocando de mãos, totalizando um volume negociado de R$ 82.278.350,00 no dia. Na perspectiva das últimas 52 semanas, a faixa de preços do ativo está delimitada entre a mínima de R$ 3,09 e a máxima de R$ 8,03, ilustrando que a companhia segue próxima dos níveis inferiores do ano em meio ao processo de desalavancagem financeira.

A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados industriais do Brasil, com atuação relevante e diversificada em energia, logística, infraestrutura e agronegócio através de subsidiárias como Raízen, Rumo, Compass e Moove. Notícias recentes têm enfatizado as estratégias da holding para reduzir seu endividamento corporativo por meio de reciclagem de ativos e reorganizações societárias.

5º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 18,15 ↓3,46%

Descrição: Em 5º lugar entre as baixas observadas, a Brava Energia fechou o pregão cotada a R$ 18,15, registrando uma queda de 3,46% na sessão diária. A perda nominal foi de R$ 0,65 em comparação ao valor de fechamento prévio de R$ 18,80. Ao longo do dia, as ações transitaram entre a mínima de R$ 18,06 e a máxima de R$ 18,55, com uma negociação total de 5.439.100 papéis, que culminou em um volume financeiro de R$ 98.719.665,00. No panorama ampliado das últimas 52 semanas de negociação, a ação tem como limite inferior o valor de R$ 13,21 e como patamar superior a marca de R$ 22,15, mantendo o ativo em uma faixa mediana de consolidação após oscilações recentes decorrentes do mercado internacional de commodities energéticas.

A Brava Energia S.A. (resultado da consolidação entre 3R Petroleum e Enauta) é uma produtora independente brasileira de petróleo e gás com foco no desenvolvimento de campos maduros e offshore. O foco do mercado tem sido o avanço na integração dos ativos operacionais e o cronograma de produção dos principais campos da companhia na Bacia de Campos e de Santos.

6º – Lojas Renner S.A. (LREN3) | R$ 10,65 ↓3,09%

Descrição: Posicionada na 6ª colocação da sessão, a Lojas Renner encerrou o dia comercializada a R$ 10,65, o que configura uma retração de 3,09%, correspondente a uma variação nominal negativa de R$ 0,34 em relação ao fechamento anterior fixado em R$ 10,99. A mínima do pregão foi registrada no próprio fechamento em R$ 10,65, ao passo que a máxima atingiu R$ 10,97. A liquidez do papel foi de grande magnitude, atingindo 16.910.800 ações transacionadas e um volume financeiro de R$ 180.100.020,00. Ao analisar a oscilação em 52 semanas, o papel transita entre a mínima de R$ 10,48 e a máxima de R$ 16,51, sinalizando que a varejista está testando novamente suportes importantes próximos da sua mínima anual de doze meses.

A Lojas Renner S.A. é a maior varejista de moda omnicanal do Brasil, operando redes consolidadas como Renner, Camicado, Youcom e a financeira Realize CFI. Entre as notícias mais recentes do setor, analistas acompanham o ritmo de concessão de crédito, os impactos da concorrência de plataformas internacionais e a gestão de estoques para preservação de margens operacionais.

7º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 6,36 ↓2,75%

Descrição: Ocupando o 7º lugar na lista de desvalorizações, os papéis da Hapvida fecharam o dia negociados a R$ 6,36, recuando 2,75% ante o fechamento do dia anterior de R$ 6,54, o que significa uma queda nominal de R$ 0,18. A cotação mínima do dia foi de R$ 6,36, estabelecida nas últimas negociações, enquanto a máxima alcançada foi de R$ 6,58. O giro diário registrou um volume de 5.554.800 ações, totalizando R$ 35.328.528,00 em volume financeiro negociado. Na métrica de 52 semanas, o ativo apresenta uma mínima de R$ 6,01 e uma máxima de R$ 42,66, revelando o longo processo de ajuste de preços pelo qual a companhia vem passando após reestruturações societárias e ajustes em sua carteira de planos de saúde.

A Hapvida Participações e Investimentos S/A é a maior operadora de saúde suplementar verticalizada do país, integrando serviços de assistência médica e odontológica com ampla rede própria de hospitais. A atenção dos investidores continua voltada para os esforços de controle da sinistralidade hospitalar e recuperação do ticket médio de seus beneficiários.

8º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 46,94 ↓2,51%

Descrição: Figurante na 8ª colocação do levantamento, a ação ordinária da Petrobras fechou o pregão em R$ 46,94, com variação negativa de 2,51%, representando uma retração nominal de R$ 1,21 ante o encerramento prévio de R$ 48,15. Durante a sessão diária, o papel tocou a mínima de R$ 46,28 e atingiu a máxima de R$ 47,60. A liquidez do papel com direito a voto foi expressiva, somando 8.723.900 ações negociadas e movimentando R$ 409.499.866,00 no mercado à vista. No comparativo de 52 semanas, os papéis PETR3 variam entre a mínima de R$ 29,27 e a máxima de R$ 54,64, refletindo uma valorização relevante acumulada em termos anuais, apesar do ajuste observado na presente sessão decorrente de fatores macroeconômicos e do setor petrolífero.

A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) é a estatal brasileira líder nos segmentos de exploração, refino e comercialização de petróleo e gás natural, com destaque para as operações de alta produtividade no pré-sal. Recentes divulgações institucionais destacam a execução do seu plano de investimentos em descarbonização e as projeções para a distribuição de dividendos extraordinários.

9º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 42,11 ↓2,32%

Descrição: No 9º posto do ranking diário, os papéis preferenciais da Petrobras encerraram a sessão cotados a R$ 42,11, registrando uma queda de 2,32%, o que se traduz em uma redução de R$ 1,00 exato sobre o preço de fechamento anterior de R$ 43,11. O ativo registrou mínima de R$ 41,62 e máxima intradiária de R$ 42,64. Como papel de maior liquidez da bolsa brasileira, movimentou impressionantes 49.458.000 ações, resultando em um volume financeiro líder de R$ 2.082.676.380,00 negociados no pregão. Ao longo das últimas 52 semanas, a cotação preferencial oscila entre a mínima de R$ 27,58 e a máxima de R$ 49,18, situando-se em patamares elevados do intervalo anual em decorrência de sua forte geração de caixa livre.

A Petrobras é a maior petrolífera integrada do Brasil, sendo a preferência de grandes investidores institucionais globais devido ao seu expressivo volume diário de negociação e governança de dividendos. Notícias recentes no mercado financeiro continuam monitorando os desdobramentos sobre a política de preços de combustíveis e os planos de exploração na Margem Equatorial brasileira.

10º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 33,86 ↓2,17%

Descrição: Fechando a lista na 10ª posição entre as quedas do pregão, as ações da Vibra Energia encerraram o dia a R$ 33,86, apresentando uma desvalorização de 2,17%, correspondente ao recuo nominal de R$ 0,75 perante a cotação anterior de R$ 34,61. O ativo marcou sua mínima diária em R$ 33,61 e alcançou a máxima de R$ 34,36 ao longo dos negócios. A movimentação diária envolveu 5.474.900 ações negociadas, alcançando um volume financeiro correspondente a R$ 185.380.114,00. Dentro do intervalo de 52 semanas, o papel acumula uma mínima de R$ 19,02 e uma máxima de R$ 36,63, mantendo-se próximo ao topo de sua faixa histórica anual, o que evidencia a solidez de seu desempenho estrutural nos últimos doze meses.

A Vibra Energia S.A. (antiga BR Distribuidora) é a maior distribuidora de combustíveis e lubrificantes do Brasil, operando uma ampla rede de postos de serviços e atuando fortemente no mercado livre de energia e transição energética. Notícias recentes destacam o avanço de sua rentabilidade por meio de ganhos de eficiência logística e a expansão de seus negócios em energias renováveis e comercialização.

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