Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 16,30 | 6,19 |
| 2 | GZIT11 | R$ 36,95 | 4,00 |
| 3 | VCJR11 | R$ 69,29 | 3,02 |
| 4 | HSLG11 | R$ 77,25 | 2,77 |
| 5 | MCRE11 | R$ 8,25 | 2,74 |
| 6 | RBRX11 | R$ 7,25 | 2,40 |
| 7 | LIFE11 | R$ 6,99 | 2,04 |
| 8 | VINO11 | R$ 4,25 | 1,67 |
| 9 | RBRY11 | R$ 78,10 | 1,60 |
| 10 | KCRE11 | R$ 8,50 | 1,55 |
1º – CARTESIA RECEBIVEIS IMOB CEF (CACR11) | R$ 16,30 ↑6,19%
Descrição: O fundo imobiliário Cartesia Recebíveis Imobiliários liderou o ranking diário de valorização, ocupando a 1ª posição com uma expressiva alta de 6,19%, correspondente a um acréscimo nominal de R$ 0,95 por cota. O papel encerrou a sessão cotado a R$ 16,30, após ter registrado uma cotação de fechamento anterior em R$ 15,35. Ao longo do pregão, o ativo oscilou entre a mínima diária de R$ 14,80 e a máxima intradia de R$ 16,49, demonstrando forte pressão compradora próxima ao topo das negociações do dia. Em termos de liquidez e atividade de mercado, foram transacionadas 46.263 cotas, totalizando um volume financeiro negociado de R$ 754.086,90. Na análise do horizonte temporal estendido de 52 semanas, o fundo apresenta sua mínima histórica recente em R$ 12,90 e a sua máxima anual registrada no patamar de R$ 82,95, evidenciando uma considerável amplitude de variação ao longo do último ano de negociação na B3.
O CACR11 é um fundo imobiliário do tipo papel gerido pela Cartesia Capital, cujo objetivo principal é auferir rendimentos e ganhos de capital por meio do investimento focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e outros títulos de crédito estruturado imobiliário. Recentemente, a gestão vem comunicando ao mercado a manutenção da regularidade no fluxo de distribuição mensal de proventos e o monitoramento rigoroso das taxas médias da carteira para preservar o carrego real frente às oscilações dos índices de inflação.
2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 36,95 ↑4,00%
Descrição: Posicionado na 2ª colocação da tabela de desempenho, o Gazit Malls Fundo de Investimento Imobiliário registrou uma valorização percentual de 4,00% na sessão, o que representa um avanço financeiro absoluto de R$ 1,42 por cota. O preço atual do ativo fixou-se em R$ 36,95, partindo de um fechamento anterior registrado no patamar de R$ 35,53. Durante toda a movimentação da sessão diária, o papel operou de maneira estável em sua faixa de negociação, marcando tanto a mínima do dia quanto a máxima diária exatamente na cotação de R$ 36,95. O volume total de ações e cotas negociadas atingiu a marca de 6.494 unidades, movimentando um volume financeiro correspondente a R$ 239.953,30. Vale salientar que a base histórica de 52 semanas consta sem dados cadastrados para a mínima e a máxima do período anual, refletindo seu histórico recente de registro e negociação na bolsa.
O GZIT11 é um fundo imobiliário de tijolo focado no segmento de shopping centers e centros comerciais, gerido e patrocinado pelo braço brasileiro da multinacional Gazit Globe, com ativos localizados prioritariamente em grandes centros urbanos e foco em operações de alta densidade. Em suas últimas atualizações ao mercado, o fundo destacou o crescimento consistente das vendas dos lojistas e a resiliência operacional do portfólio, mantendo baixos níveis de inadimplência e taxa de ocupação equilibrada.
3º – VECTIS JUROS REAL FII CF (VCJR11) | R$ 69,29 ↑3,02%
Descrição: Ocupando a 3ª colocação no levantamento, o Vectis Juros Real FII encerrou as negociações negociado a R$ 69,29 por cota, consolidando uma alta diária de 3,02%, o equivalente a uma valorização de R$ 2,03 por unidade em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 67,26. A dinâmica de preços no pregão evidenciou uma mínima diária de R$ 67,40 e uma máxima do dia de R$ 69,30, operando muito próximo da máxima até o término dos negócios. O ativo demonstrou liquidez robusta, registrando a negociação de 40.143 cotas, que culminaram em um expressivo volume financeiro negociado de R$ 2.781.508,47. Observando a janela técnica das últimas 52 semanas, o fundo transitou entre o valor mínimo de R$ 64,12 e a cotação máxima de R$ 76,93, mantendo-se atualmente em um patamar intermediário consistente de recuperação de preços dentro do mercado secundário.
O VCJR11 é gerido pela Vectis Gestão e atua preponderantemente na estruturação e aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários indexados à inflação (IPCA + spread), visando proporcionar rentabilidade real e previsibilidade de caixa aos cotistas. Entre as notícias e fatos relevantes recentes, a equipe de gestão informou a conclusão satisfatória da alocação de novos recursos em operações de crédito com sólidas garantias reais e reafirmou a estabilidade nos proventos distribuídos por cota.
4º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 77,25 ↑2,77%
Descrição: Na 4ª posição do ranking, o fundo HSI Logística apresentou um desempenho expressivo ao fechar o pregão cotado a R$ 77,25, registrando uma valorização positiva de 2,77%, o que significou um incremento de R$ 2,08 frente ao fechamento anterior de R$ 75,17. Durante as operações do dia, a cotação do fundo registrou oscilação entre a mínima diária de R$ 75,20 e a máxima intradia de R$ 77,79. A atividade dos investidores somou a troca de 33.055 cotas, movimentando um montante financeiro total de R$ 2.553.498,75 no pregão. Ao avaliar o comportamento histórico do ativo no intervalo das últimas 52 semanas, constata-se que a cota mínima observada foi de R$ 70,57, enquanto o teto máximo negociado no período alcançou R$ 93,07, refletindo a volatilidade intrínseca do setor imobiliário logístico ao longo do ciclo macroeconômico recente.
O HSLG11 é gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos) e foca seus investimentos no desenvolvimento e aquisição de condomínios logísticos e galpões de padrão construtivo classe A, estrategicamente localizados próximos a grandes eixos de consumo. Em seus últimos informes aos investidores, a administração destacou a renovação e revisão contratual de locatários relevantes com reajustes favoráveis, mantendo a vacância física em níveis reduzidos no portfólio.
5º – MAUA CAPITAL REAL ESTATE FII CF (MCRE11) | R$ 8,25 ↑2,74%
Descrição: O Mauá Capital Real Estate FII alcançou o 5º lugar entre os maiores destaques, finalizando o dia a R$ 8,25 por cota, o que representou uma variação positiva de 2,74% e um ganho nominal de R$ 0,22 por unidade sobre o fechamento anterior, que havia sido de R$ 8,03. O ativo registrou uma amplitude intradiária com mínima do dia em R$ 7,95 e máxima do dia atingindo R$ 8,34. O fundo se destacou pelo elevado giro de mercado, sendo o mais negociado em quantidade de papéis na lista, com 522.572 cotas transacionadas, o que gerou o maior volume financeiro diário entre os analisados, totalizando R$ 4.311.219,00. No retrospecto acumulado das últimas 52 semanas, o menor patamar de negociação da cota foi de R$ 7,31, enquanto a sua máxima do período atingiu o valor de R$ 9,34.
O MCRE11 é um fundo imobiliário híbrido sob gestão da Mauá Capital, focado em originar e estruturar operações de crédito imobiliário e títulos de dívida corporativa atrelados ao setor de real estate. Em comunicados recentes, a gestora enfatizou a estratégia de reciclagem de parte do portfólio de CRIs para capturar prêmios adicionais no mercado secundário e sustentar a distribuição de dividendos mensais atrativos para a sua base de cotistas.
6º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 7,25 ↑2,40%
Descrição: Ocupando o 6º lugar no ranqueamento, o RBR Plus Multiestratégia Real Estate encerrou a sessão no patamar de R$ 7,25, acumulando uma valorização percentual de 2,40%, o que corresponde a um ganho de R$ 0,17 em comparação direta ao fechamento anterior fixado em R$ 7,08. A cotação movimentou-se dentro de uma faixa contida no dia, tocando a mínima de R$ 7,20 e atingindo a máxima de R$ 7,25, coincidindo com o preço final de fechamento. O volume de cotas negociadas somou 261.010 unidades, movimentando um capital expressivo de R$ 1.892.322,50 no decorrer do pregão. No que se refere ao histórico anual de 52 semanas, a tabela indica ausência de registros disponíveis (sem dados) tanto para a mínima quanto para a máxima do período, sinalizando ajustes cadastrais ou fases recentes de listagem plena no mercado aberto.
O RBRX11 é um fundo imobiliário multiestratégia administrado e gerido pela conceituada RBR Asset Management, desenhado para alocar capital dinamicamente entre CRIs, cotas de outros FIIs e projetos estruturados de equity. As últimas divulgações ao mercado apontam para a alocação tática de liquidez em ativos de crédito com taxas indexadas ao CDI e inflação, buscando otimizar o rendimento composto em meio ao cenário de juros.
7º – LIFE CAPITAL PARTNERS FII CEF (LIFE11) | R$ 6,99 ↑2,04%
Descrição: Na 7ª posição da listagem diária, o Life Capital Partners FII fechou o pregão com sua cota avaliada em R$ 6,99, estabelecendo um avanço de 2,04% no dia, o que equivale a um acréscimo de R$ 0,14 por cota sobre o preço de fechamento anterior de R$ 6,85. Durante a sessão, o ativo tocou o valor mínimo diário de R$ 6,80 e registrou sua máxima diária exatamente na marca de R$ 6,99. Foram movimentadas 69.916 cotas ao longo da jornada de negócios, gerando um volume financeiro total de R$ 488.712,84. Ao examinar a trajetória de preços nas últimas 52 semanas, o fundo apresentou a sua mínima anual registrada em R$ 6,49 e a máxima do período estabelecida no valor de R$ 8,35, refletindo um comportamento de sustentação de suporte em suas cotações recentes.
O LIFE11 é gerido pela Life Capital Partners e opera com mandato amplo no setor imobiliário, com foco na geração de renda passiva recorrente por meio de investimentos em ativos imobiliários, instrumentos de dívida e recebíveis urbanos. Entre as recentes notícias corporativas divulgadas, o fundo reportou aos cotistas a continuidade dos pagamentos mensais de dividendos e a manutenção do acompanhamento de crédito preventivo em sua carteira de debêntures e títulos imobiliários.
8º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR (VINO11) | R$ 4,25 ↑1,67%
Descrição: O fundo imobiliário Vinci Offices situou-se na 8ª colocação da sessão de negócios, cotado a R$ 4,25 por cota, consolidando uma alta de 1,67%, com incremento de R$ 0,07 em relação ao preço de fechamento anterior de R$ 4,18. O ativo apresentou reduzida volatilidade no dia, marcando sua cotação mínima em R$ 4,19 e a máxima em R$ 4,25, patamar em que finalizou as atividades do pregão. O número de cotas negociadas atingiu a marca de 69.266 unidades, resultando em um volume financeiro movimentado de R$ 294.380,50. No histórico comparativo de 52 semanas, o fundo registra seu valor mínimo anual em R$ 4,17 e seu patamar máximo alcançado no período em R$ 5,33, operando em um canal consolidado de preços no mercado financeiro nacional.
O VINO11 é um fundo de lajes corporativas gerido pela Vinci Real Estate, cujo portfólio é composto por edifícios de escritórios e imóveis institucionais de alto padrão técnico em importantes polos empresariais, como São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, a gestora comunicou ao mercado avanços nas negociações para redução de vacância e estratégias de desinvestimento parcial e readequação de alavancagem para otimizar o fluxo de caixa do fundo.
9º – FD INV IMOB RBR PVT CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 78,10 ↑1,60%
Descrição: Figurante na 9ª posição do ranking diário, o FII RBR Private Crédito Imobiliário concluiu as negociações a R$ 78,10 por cota, o que representou uma variação positiva de 1,60% e um aumento de R$ 1,23 em termos monetários frente ao fechamento anterior de R$ 76,87. Na análise intradiária, a mínima registrada foi de R$ 76,87 e a máxima alcançou R$ 78,29, demonstrando estabilidade com viés altista ao longo do pregão. O ativo apresentou alta demanda, com 44.015 cotas transacionadas e um expressivo volume financeiro negociado de R$ 3.437.571,50. No intervalo compreendido pelas últimas 52 semanas, o ativo marcou sua cotação mínima em R$ 75,33 e o seu teto máximo no período em R$ 92,78, evidenciando resiliência e solidez operacional no segmento de crédito imobiliário privado.
O RBRY11 é um fundo de papel da RBR Asset focado primariamente em crédito imobiliário de perfil “high grade” e “core”, investindo em CRIs estruturados com devedores de elevada qualidade de crédito corporativo e sólidas garantias. Em seus relatórios gerenciais recentes, a gestão ressaltou a saúde financeira das operações investidas, sem histórico de inadimplência no portfólio, e a manutenção de uma taxa de retorno ajustada ao risco altamente competitiva.
10º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,50 ↑1,55%
Descrição: Encerrando o levantamento na 10ª posição, o Kinea Creditas FII finalizou a sessão cotado a R$ 8,50 por cota, o que representou uma valorização percentual de 1,55%, traduzida em um ganho financeiro de R$ 0,13 sobre o preço de fechamento anterior fixado em R$ 8,37. Durante todo o pregão, o comportamento dos preços foi perfeitamente linear, registrando a mínima do dia e a máxima do dia rigorosamente no valor de R$ 8,50. Foram movimentadas 30.416 cotas na sessão, resultando em um volume financeiro negociado correspondente a R$ 258.536,00. Assim como outros papéis de estruturação recente na listagem, o histórico de 52 semanas do fundo consta como “sem dados” tanto para os valores de mínima quanto para a máxima do período anual.
O KCRE11 é fruto de uma parceria estratégica entre a gestora Kinea Investimentos (do grupo Itaú) e a fintech Creditas, com o propósito de investir em carteiras de crédito imobiliário residencial originadas por meio de modelos com garantia imobiliária (home equity). Os últimos informes operacionais apontam crescimento na originação de novos contratos com baixa taxa de inadimplência e manutenção da distribuição consistente de rendimentos periódicos aos investidores.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | TRBL11 | R$ 44,93 | -3,56 |
| 2 | TGAR11 | R$ 42,85 | -2,39 |
| 3 | ITRI11 | R$ 74,95 | -2,27 |
| 4 | SNFF11 | R$ 69,75 | -1,76 |
| 5 | RBFM11 | R$ 9,47 | -1,66 |
| 6 | VILG11 | R$ 90,16 | -1,63 |
| 7 | TRXF11 | R$ 70,65 | -1,60 |
| 8 | AIEC11 | R$ 63,60 | -1,55 |
| 9 | DEVA11 | R$ 16,53 | -1,49 |
| 10 | KISU11 | R$ 5,96 | -1,49 |
1º – FII TELLUS RIO BRAVO RENDA LOG CEF (TRBL11) | R$ 44,93 ↓3,56%
Descrição: O fundo imobiliário encerrou o pregão cotado a R$ 44,93, registrando uma desvalorização de R$ 1,66 no dia, o que equivale a uma variação percentual negativa de 3,56%. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a cotação mínima de R$ 44,71 e a máxima de R$ 48,14, partindo de um fechamento anterior estabelecido em R$ 46,59. No que tange à liquidez de mercado, foram contabilizadas 19.905 cotas negociadas ao longo do dia, movimentando um volume financeiro total de R$ 894.331,65. Ao analisar a janela histórica das últimas 52 semanas, observa-se que a cotação atual se encontra muito próxima da mínima anual de R$ 44,71, distanciando-se consideravelmente da máxima registrada no mesmo período, que atingiu o patamar de R$ 82,51. Essa dinâmica reflete um momento de pressão vendedora acentuada sobre as cotas do fundo, colocando-o no topo do ranking das maiores baixas observadas no monitoramento diário da carteira setorial.
O TRBL11 é um fundo de investimento imobiliário focado no segmento logístico e industrial, gerido pela Tellus e administrado pela Rio Bravo Investimentos, voltado para a aquisição e locação de galpões logísticos de alto padrão. Recentemente, a gestão vem comunicando ao mercado ajustes nos contratos de locação e estratégias de ocupação para preservar a previsibilidade da distribuição de proventos.
2º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 42,85 ↓2,39%
Descrição: O ativo fechou as negociações negociado a R$ 42,85, o que representa uma perda diária de R$ 1,05 por cota, traduzida em uma queda de 2,39%. Durante o pregão, a cota registrou oscilação entre a mínima de R$ 42,32 e a máxima de R$ 44,11, após ter encerrado o dia anterior no patamar de R$ 43,90. A liquidez do fundo permaneceu representativa, somando 111.538 cotas transacionadas e gerando um volume financeiro total de R$ 4.779.403,30. Em uma análise técnica estendida de 52 semanas, o fundo operou rente ao seu piso anual, visto que a mínima do período foi de R$ 42,32 e a máxima chegou a R$ 87,32. A movimentação reflete a volatilidade comum ao segmento de desenvolvimento imobiliário e títulos atrelados, mantendo o investidor atento ao fluxo de liquidez e aos patamares de suporte de preço que foram testados durante o dia.
O TGAR11 é um fundo imobiliário gerido pela TG Core, caracterizado por sua estratégia híbrida voltada principalmente para ativos de desenvolvimento urbano, loteamentos residenciais e participações imobiliárias diretas. Entre as últimas divulgações, a gestão destacou o andamento das obras dos empreendimentos no Centro-Oeste e a regularidade nos repasses de dividendos aos cotistas.
3º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 74,95 ↓2,27%
Descrição: No fechamento do mercado, o fundo registrou a cotação de R$ 74,95, configurando um recuo de R$ 1,74 em seu valor unitário e uma variação negativa de 2,27%. A amplitude intradiária mostrou um patamar mínimo de R$ 74,50 e uma máxima de R$ 76,64, partindo da cotação de referência anterior fixada em R$ 76,69. A movimentação diária contou com a negociação de 17.449 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 1.307.802,55. Ao confrontar o preço atual com o histórico de 52 semanas, nota-se que o ativo se situa em uma faixa intermediária, afastado da mínima de R$ 66,26, mas também abaixo da pontuação máxima do período de R$ 87,37. Os dados demonstram uma realização pontual de lucros por parte dos investidores, mantendo um giro financeiro relevante para o porte do fundo dentro da grade negociada.
O ITRI11 é gerido pelo Itaú Asset Management e adota uma política de alocação de “total return”, buscando rentabilidade através de uma carteira diversificada composta por recebíveis imobiliários, cotas de outros fundos e ativos reais. Relatórios recentes apontam um foco em manter o portfólio indexado a taxas de juros reais e inflação para otimizar os rendimentos mensais.
4º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 69,75 ↓1,76%
Descrição: O fundo imobiliário encerrou o pregão avaliado em R$ 69,75 por cota, o que representou uma retração de R$ 1,25, equivalente a um declínio percentual de 1,76%. Ao longo do pregão diário, o ativo atingiu a cotação mínima de R$ 69,49 e a máxima de R$ 71,05, tendo como referência o fechamento da sessão anterior em R$ 71,00. As negociações somaram 6.595 cotas, movimentando um montante financeiro correspondente a R$ 460.001,25. Considerando o intervalo de 52 semanas, o fundo mantém-se acima de sua mínima anual de R$ 58,35, embora distante da cotação máxima de R$ 76,34 registrada no mesmo período. A movimentação do dia espelhou o movimento de cautela do mercado de FOFs (Fundos de Fundos), que tendem a responder rapidamente ao comportamento das cotas dos fundos que compõem sua carteira de investimentos.
O SNFF11 é o fundo de fundos gerido pela Suno Asset, cujo objetivo principal é auferir ganhos de capital e rendimentos através da seleção ativa de uma cesta diversificada de outros fundos imobiliários. Em suas atualizações de carteira, a gestão informou recentes rebalanceamentos táticos visando aproveitar descontos patrimoniais no mercado secundário.
5º – RIO BRAVO MULTI FII RESP LIM (RBFM11) | R$ 9,47 ↓1,66%
Descrição: A cotação do fundo foi fixada em R$ 9,47 no encerramento da sessão, contabilizando uma desvalorização de R$ 0,16 por cota e uma variação percentual negativa de 1,66%. O comportamento do preço no dia oscilou entre a cotação mínima de R$ 9,33 e o teto intradiário de R$ 9,65, tendo fechado a sessão prévia a R$ 9,63. Em termos operacionais, o volume de cotas transacionadas foi de 75.030 unidades, resultando em um giro financeiro consolidado de R$ 710.534,10. Observando os parâmetros de 52 semanas, a mínima apurada foi de R$ 8,17 e a máxima alcançou R$ 11,12, situando o fechamento atual em patamar intermediário no gráfico anual. A estabilidade de preços em patamares unitários mais baixos atrai investidores de varejo, mantendo a liquidez em níveis consistentes mesmo diante de correções diárias.
O RBFM11 é um fundo imobiliário de base multiestratégia administrado pela Rio Bravo, focado na aquisição de recebíveis, debêntures e participações em empreendimentos imobiliários com garantias robustas. Notícias recentes da administradora detalham a manutenção dos fluxos de amortização e a distribuição equilibrada de dividendos dentro do cronograma semestral.
6º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 90,16 ↓1,63%
Descrição: O fundo de galpões logísticos concluiu o pregão com sua cota cotada a R$ 90,16, sofrendo uma redução diária de R$ 1,49, o que traduz uma retração de 1,63%. O intervalo de negociação no dia abrangeu uma mínima de R$ 89,60 e uma máxima de R$ 91,55, após fechar a sessão anterior no patamar de R$ 91,65. O mercado movimentou um volume expressivo de 27.884 cotas, culminando em um montante financeiro negociado de R$ 2.514.021,44. Dentro do histórico de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 73,06 e a máxima atingiu R$ 100,81. O comportamento do ativo reflete o ajuste nos papéis do setor de tijolo logístico, consolidando um volume representativo que demonstra o interesse contínuo de investidores institucionais e pessoas físicas pela liquidez do fundo.
O VILG11, gerido pela Vinci Real Estate, é um dos mais representativos fundos logísticos do mercado brasileiro, detentor de um portfólio de galpões padrão classe A alugados para grandes operadores e varejistas. Recentemente, o fundo informou a renovação antecipada de contratos de locação e manutenções preventivas em seus principais condomínios logísticos.
7º – TRX REAL ESTATE FII CF (TRXF11) | R$ 70,65 ↓1,60%
Descrição: O ativo encerrou o dia comercializado a R$ 70,65, exibindo uma queda de R$ 1,15 em sua cotação e um desempenho negativo de 1,60%. O papel registrou uma mínima no pregão de R$ 68,86 e atingiu a máxima de R$ 72,00, ante o fechamento precedente cotado a R$ 71,80. Destacou-se como o ativo de maior liquidez da lista, somando expressivas 976.085 cotas negociadas e movimentando R$ 68.960.405,25 no mercado financeiro. Na análise anual de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 68,86 (alcançada durante o pregão de hoje) e a máxima chegou a R$ 92,30. O expressivo volume financeiro negociado reforça a robustez do ativo, sendo altamente demandado mesmo em momentos de realização técnica ou ajustes de portfólio de grandes fundos.
O TRXF11 é um fundo imobiliário gerido pela TRX Investimentos voltado ao segmento de renda urbana, com foco em imóveis no formato “built to suit” e “sale-leaseback” locados para gigantes como GPA, Leroy Merlin e Assaí. As últimas notícias destacam a continuidade do seu plano de expansão patrimonial por meio de novas aquisições de lojas e emissões de cotas.
8º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 63,60 ↓1,55%
Descrição: No fechamento do pregão, as cotas do fundo foram negociadas a R$ 63,60, marcando um recuo financeiro de R$ 1,00 por cota, o que representou uma variação percentual de 1,55% negativos. Durante a jornada de negociações, o papel bateu na mínima de R$ 60,80 e alcançou a máxima de R$ 64,00, tendo partido de um fechamento anterior de R$ 64,60. A atividade do mercado somou 6.025 cotas transferidas, resultando em um volume financeiro de R$ 383.190,00. Analisando as métricas de 52 semanas, a mínima apurada foi de R$ 42,90 e a cotação máxima atingiu R$ 64,60, indicando que o fundo opera próximo aos seus patamares mais altos do ano. A leve baixa diária sinaliza uma resistência técnica após o ativo ter testado recentemente seus valores máximos das últimas 52 semanas.
O AIEC11 é gerido pela Autonomy Investimentos e atua no segmento de edifícios corporativos de alto padrão (lajes corporativas Triple A) localizados em centros financeiros estratégicos. Em comunicados recentes, o fundo anunciou acordos de revisão de aluguel e manteve a estabilidade na taxa de ocupação de seus edifícios corporativos.
9º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 16,53 ↓1,49%
Descrição: O fundo de papel fechou a sessão cotado a R$ 16,53, apresentando uma desvalorização de R$ 0,25 no valor por cota, o equivalente a uma perda de 1,49%. Ao longo do pregão, as negociações oscilaram entre a mínima de R$ 16,52 e a máxima de R$ 16,78, partindo exatamente do fechamento da sessão anterior estabelecido em R$ 16,78. O volume de cotas transacionadas atingiu 22.711 unidades, totalizando um giro financeiro de R$ 375.412,83. No retrospecto das últimas 52 semanas, o fundo operou próximo da sua mínima de R$ 15,33, permanecendo bastante distante da máxima histórica do período de R$ 25,47. Esse patamar de preço evidencia a cautela do mercado com a carteira de crédito imobiliário em períodos de maior volatilidade de taxas de inadimplência e indexadores econômicos.
O DEVA11 é um fundo imobiliário de papel administrado pela Vórtx e gerido pela Devant Asset, focado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com perfil “high yield”. Notícias recentes tratam do acompanhamento do fluxo de pagamentos de certas operações de sua carteira e de esforços para reestruturação de garantias.
10º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 5,96 ↓1,49%
Descrição: O fechamento das negociações do ativo consolidou o valor de R$ 5,96 por cota, anotando uma redução diária de R$ 0,09, o que corresponde a uma retração percentual de 1,49%. No decorrer do pregão, o fundo operou entre a pontuação mínima de R$ 5,95 e a cotação máxima de R$ 6,05, partindo de um fechamento anterior registrado em R$ 6,05. Foram negociadas 62.769 cotas ao longo da sessão, gerando um volume financeiro total de R$ 374.103,24. No histórico de 52 semanas, a mínima verificada foi de R$ 5,72 e a máxima alcançou R$ 6,96. A cotação segue sendo negociada na faixa dos R$ 5,00 a R$ 6,00, mantendo uma alta liquidez em número de transações diárias devido ao seu preço unitário reduzido e à sua indexação ao índice Suno 30.
O KISU11 é um fundo de fundos gerido pela Kilima Gestão de Recursos que busca replicar a rentabilidade teórica do índice Suno 30 FII, investindo nos fundos imobiliários mais relevantes da indústria. Informes recentes destacam o balanceamento periódico da carteira conforme a metodologia do índice para preservar a diversificação entre tijolo e papel.