As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | BRKM5 | R$ 4,35 | 3,08 |
| 2 | PETR4 | R$ 43,55 | 1,99 |
| 3 | PETR3 | R$ 48,25 | 1,99 |
| 4 | B3SA3 | R$ 16,04 | 1,97 |
| 5 | SANB11 | R$ 30,01 | 1,83 |
| 6 | CPFE3 | R$ 44,80 | 1,68 |
| 7 | IRBR3 | R$ 56,13 | 1,63 |
| 8 | CSAN3 | R$ 3,77 | 1,62 |
| 9 | BBSE3 | R$ 40,02 | 1,44 |
| 10 | UGPA3 | R$ 33,63 | 1,39 |
1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 4,35 ↑3,08%
Descrição: O papel BRKM5 liderou o ranking de valorização no pregão em análise, encerrando o dia cotado a R$ 4,35, o que representa um avanço expressivo de 3,08% ou um acréscimo nominal de R$ 0,13 em relação ao fechamento anterior de R$ 4,22. Ao longo da sessão de negociação, o ativo registrou uma oscilação intradiária entre a cotação mínima de R$ 4,07 e a máxima de R$ 4,42. O volume operacional somou 9.295.100 ações transacionadas, totalizando um giro financeiro correspondente a R$ 40.433.685,00. Em uma análise técnica e histórica de 52 semanas, observa-se que o papel transitou entre a mínima anual de R$ 3,52 e a máxima de R$ 13,78, indicando que o preço atual ainda se encontra próximo aos patamares inferiores de sua faixa histórica de negociação, mantendo a atenção dos investidores voltada para a recuperação de suas margens operacionais e estabilização de preço no mercado de capitais brasileiro.
A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, atuando com destaque no segmento petroquímico e químico integrado. Recentemente, a companhia tem sido foco de notícias do mercado financeiro acerca de negociações de venda de fatia societária por parte de seus controladores, bem como sobre os desdobramentos de acordos de indenização e mitigação geológica relacionados aos eventos em Alagoas.
2º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 43,55 ↑1,99%
Descrição: As ações preferenciais da estatal PETR4 fecharam o pregão cotadas a R$ 43,55, consolidando uma alta de 1,99%, equivalente a uma valorização de R$ 0,85 sobre o valor de fechamento anterior fixado em R$ 42,70. Durante a jornada, o papel oscilou entre a mínima de R$ 42,62 e atingiu a máxima de R$ 43,60. A liquidez do papel demonstrou extrema força, movimentando um expressivo total de 46.064.700 ações e liderando amplamente o montante financeiro da bolsa com R$ 2.006.117.685,00 transacionados. No intervalo de 52 semanas, o ativo apresenta como patamar mínimo o valor de R$ 26,74 e máxima acumulada de R$ 47,69. Esse desempenho mantém a ação posicionada próxima aos picos anuais de negociação, refletindo uma sólida sustentação de demanda compradora por parte de investidores institucionais e estrangeiros atraídos pela forte geração de fluxo de caixa e atratividade nos dividendos.
A Petrobras é uma sociedade anônima de capital aberto que atua de forma integrada no setor de energia, explorando, produzindo, refinando e comercializando petróleo, gás natural e derivados. Notícias recentes sobre a estatal destacam os anúncios de pagamento de proventos extraordinários a acionistas, discussões sobre o plano estratégico de investimentos em transição energética e atualizações nas diretrizes de política de preços de combustíveis.
3º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 48,25 ↑1,99%
Descrição: O papel ordinário PETR3 encerrou o dia precificado em R$ 48,25, registrando uma valorização diária de 1,99%, o que corresponde a uma elevação de R$ 0,94 frente ao fechamento do dia anterior de R$ 47,31. Durante o dia, a cotação mínima registrada foi de R$ 47,16, alcançando a sua máxima do dia exatamente no preço de fechamento em R$ 48,25. A negociação contou com um volume de 5.425.300 papéis transacionados, gerando um movimento financeiro total de R$ 261.770.725,00. Analisando o histórico anual de 52 semanas, a ação ordinária oscilou entre o piso de R$ 28,47 e o topo de R$ 53,14. O encerramento no pico intradiário demonstra apetite comprador sustentado até o final da sessão, acompanhando o desempenho favorável do setor de óleo e gás e alinhado aos números apresentados pela classe de ações preferenciais.
A Petrobras é uma das maiores empresas integradas de energia do mundo, controlada pela União e focada em atividades de exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas (Pré-Sal). Entre as últimas notícias veiculadas, destacam-se dados sobre novos recordes operacionais na extração de óleo no pré-sal e o acompanhamento dos desdobramentos de licenciamento ambiental para exploração da Margem Equatorial brasileira.
4º – B3 S.A – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) | R$ 16,04 ↑1,97%
Descrição: Os ativos B3SA3 finalizaram a sessão cotados a R$ 16,04, exibindo um ganho percentual de 1,97%, o que representa um acréscimo de R$ 0,31 em comparação ao fechamento da sessão anterior de R$ 15,73. No decorrer do pregão diário, o papel testou a cotação mínima de R$ 15,59 e tocou a máxima de R$ 16,11. O fluxo de negociações registrou um volume de 25.157.100 ações transacionadas, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 403.519.884,00 no mercado à vista. No horizonte de 52 semanas, a mínima apurada foi de R$ 11,61 e a máxima foi de R$ 20,03. O resultado positivo da data evidencia um fluxo relevante para a infraestrutura de mercado financeiro, sustentado pela expectativa de ampliação nas receitas com volumes negociados e serviços de custódia e liquidação de ativos.
A B3 S.A. é a bolsa de valores oficial do Brasil, fornecendo sistemas de negociação, registro, compensação e liquidação de ações, títulos de renda fixa, derivativos e financiamento de veículos. Notícias recentes sobre a companhia envolvem a expansão e lançamento de novos contratos futuros, iniciativas ligadas ao mercado de crédito privado e programas contínuos de recompra de ações e distribuição de juros sobre capital próprio.
5º – BCO SANTANDER UNT (SANB11) | R$ 30,01 ↑1,83%
Descrição: As units SANB11 concluíram a sessão negociadas a R$ 30,01, marcando uma valorização de 1,83% ou um avanço de R$ 0,54 sobre o fechamento imediatamente anterior de R$ 29,47. Durante as operações do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 29,55 e a cotação máxima de R$ 30,08. O volume totalizou 3.060.900 unidades negociadas, resultando em um giro financeiro de R$ 91.857.609,00. Na janela de 52 semanas, o ativo apresenta piso histórico de R$ 24,94 e teto de R$ 36,46. O fechamento acima da barreira psicológica dos R$ 30,00 reflete uma postura construtiva dos investidores institucionais quanto à carteira de crédito e rentabilidade do banco em períodos de ciclos econômicos mais desafiadores no setor financeiro doméstico.
O Banco Santander Brasil é uma das maiores instituições financeiras privadas do país, prestando serviços bancários completos para pessoas físicas, pequenas empresas e grandes corporações multinacionais. Em suas notícias mais recentes, o banco reportou avanços na qualidade de sua carteira de crédito, redução na inadimplência em linhas de varejo e a aprovação periódica de distribuição de dividendos intercalares.
6º – CPFL ENERGIA S.A. (CPFE3) | R$ 44,80 ↑1,68%
Descrição: Os papéis ordinários CPFE3 registraram alta de 1,68% no pregão, encerrando a R$ 44,80 por ação e somando R$ 0,74 frente ao fechamento do dia anterior de R$ 44,06. O ativo manteve uma trajetória consistente ao longo da sessão, atingindo a mínima diária de R$ 44,08 e a máxima de R$ 44,83. O volume registrado foi de 1.158.100 ações, totalizando um montante financeiro negociado de R$ 51.882.880,00. Sob a ótica de 52 semanas, a menor cotação observada foi de R$ 34,68, enquanto o pico histórico atingiu R$ 52,99. Com essa performance, o papel reafirma sua estabilidade característica do setor de utilidade pública, demonstrando atratividade para perfis de investidores focados em previsibilidade de caixa, regulação estável e histórico constante de proventos.
A CPFL Energia S.A. é um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração, comercialização de energia e serviços integrados. Notícias recentes sobre a companhia envolvem a execução de seu plano plurianual de investimentos na modernização de redes elétricas e a aprovação de pagamentos complementares de dividendos aprovados em assembleia.
7º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 56,13 ↑1,63%
Descrição: A ação IRBR3 encerrou o dia cotada a R$ 56,13, alcançando uma valorização de 1,63%, o que reflete um aumento nominal de R$ 0,90 em relação ao fechamento precedente de R$ 55,23. Na movimentação intradiária, o papel tocou a mínima de R$ 54,90 e atingiu a máxima de R$ 56,16. O volume operacional computou 634.000 ações negociadas, movimentando R$ 35.586.420,00 na sessão. Observando o intervalo de 52 semanas, o ativo transitou entre o valor mínimo de R$ 44,50 e a máxima de R$ 64,75. O desempenho positivo do dia mostra uma consolidação nos preços do papel, com investidores monitorando a evolução de seus índices de sinistralidade e a eficiência da reestruturação operacional da carteira de resseguros.
O IRB-Brasil Resseguros S.A. é a maior resseguradora do Brasil e líder no mercado latino-americano, oferecendo capacidade de cobertura de riscos para seguradoras nos mais diversos ramos de seguros. Notícias recentes a respeito da empresa destacam a divulgação de relatórios periódicos à Susep indicando lucro líquido positivo e a manutenção de índices saudáveis de solvência regulatória.
8º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,77 ↑1,62%
Descrição: Os ativos CSAN3 terminaram o pregão negociados a R$ 3,77, configurando uma valorização percentual de 1,62% e acréscimo de R$ 0,06 comparado ao fechamento anterior de R$ 3,71. O papel registrou uma cotação mínima de R$ 3,60 e fechou na sua cotação máxima do dia em R$ 3,77. A liquidez do ativo foi bastante expressiva, totalizando 27.279.700 ações movimentadas e correspondendo a um giro financeiro de R$ 102.844.469,00. Na janela técnica de 52 semanas, a mínima apurada foi de R$ 3,09, enquanto o teto anual ficou em R$ 8,03. O volume substancial e o encerramento na máxima refletem um dia de alívio e atração de compradores, em um cenário em que a companhia busca otimizar a estrutura de seu balanço e gerenciar alavancagem.
A Cosan S.A. é um dos maiores conglomerados industriais do Brasil, com investimentos relevantes em setores como distribuição de combustíveis (Raízen), gás canalizado (Compass), logística ferroviária (Rumo) e gestão de terras agrícolas. Entre as notícias recentes relacionadas ao grupo, ganham evidência as estratégias de desalavancagem financeira, reestruturação de ativos e monetização de participações em subsidiárias.
9º – BB Seguridade Participações S.A. (BBSE3) | R$ 40,02 ↑1,44%
Descrição: Os papéis BBSE3 concluíram o dia com cotação de R$ 40,02, registrando um ganho diário de 1,44% ou avanço de R$ 0,57 em relação ao fechamento anterior estabelecido em R$ 39,45. A oscilação no decorrer da sessão variou entre a mínima de R$ 39,49 e a máxima de R$ 40,21. As negociações somaram 5.088.900 ações transacionadas, gerando um volume financeiro total de R$ 203.657.778,00. No intervalo de 52 semanas, a cotação mínima atingida foi de R$ 28,11 e a máxima foi de R$ 40,77. A proximidade do fechamento atual com a máxima anual evidencia a robustez do ativo no mercado, amparada por receitas financeiras consistentes, solidez no seguro rural e de vida, além da atratividade defensiva da companhia.
A BB Seguridade Participações S.A. atua na exploração e consolidação de negócios de seguros, previdência aberta, capitalização e corretagem de seguros comercializados por meio da rede de distribuição do Banco do Brasil. Notícias recentes sobre a empresa enfatizam o crescimento na emissão de prêmios no agronegócio e a continuidade de fortes distribuições de dividendos semestrais.
10º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 33,63 ↑1,39%
Descrição: A ação UGPA3 finalizou o dia cotada a R$ 33,63, apresentando um aumento percentual de 1,39%, o que representa uma valorização de R$ 0,46 frente ao fechamento anterior de R$ 33,17. Durante o pregão, o papel oscilou entre o valor mínimo de R$ 33,13 e a máxima de R$ 33,69. Foram negociadas 5.276.100 ações na jornada, gerando uma movimentação financeira total de R$ 177.435.243,00. Na análise de 52 semanas, o ativo marcou mínima de R$ 16,68 e máxima de R$ 34,21. A negociação próxima ao topo de 52 semanas confirma o bom momento operacional da empresa, sustentado por ganhos de eficiência na distribuição de combustíveis e sinergias obtidas após a simplificação de seu portfólio de negócios.
A Ultrapar Participações S.A. é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, controlando marcas de grande relevância no mercado nacional como a rede de postos Ipiranga e a distribuidora de gás liquefeito de petróleo Ultragaz. Notícias recentes sobre o grupo destacam o contínuo ganho de rentabilidade por metro cúbico na Ipiranga e a expansão de serviços de transição energética através da Ultragaz.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | MRVE3 | R$ 5,19 | -5,12 |
| 2 | PCAR3 | R$ 2,64 | -5,04 |
| 3 | MGLU3 | R$ 4,62 | -4,55 |
| 4 | CVCB3 | R$ 1,72 | -3,37 |
| 5 | CYRE3 | R$ 23,02 | -3,28 |
| 6 | CSNA3 | R$ 5,21 | -2,98 |
| 7 | BRAV3 | R$ 17,00 | -2,86 |
| 8 | VIVA3 | R$ 21,97 | -2,79 |
| 9 | MBRF3 | R$ 18,24 | -2,77 |
| 10 | EMBJ3 | R$ 95,22 | -2,45 |
1º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 5,19 ↓5,12%
Descrição: As ações ordinárias da MRV Engenharia e Participações S.A. (MRVE3) lideraram as movimentações negativas do ranking diário, encerrando a sessão cotadas a R$ 5,19. O desempenho representou uma retração de 5,12%, o que equivale a uma variação nominal negativa de R$ 0,28 em relação ao fechamento anterior, estabelecido em R$ 5,47. Ao longo da jornada, o papel oscilou entre a mínima intradiária de R$ 5,14 e a máxima de R$ 5,58, demonstrando forte pressão vendedora próxima ao encerramento. O volume total de ações negociadas atingiu a marca de 12.093.800 papéis, gerando uma movimentação financeira de R$ 62.766.822,00. No horizonte técnico de médio e longo prazo, observa-se que a ação opera mais próxima de sua mínima em 52 semanas, fixada em R$ 4,20, mantendo uma distância expressiva da máxima anual de R$ 10,53, refletindo a volatilidade persistente e os desafios setoriais enfrentados pela companhia no período recente de negociações na bolsa brasileira.
A MRV Engenharia e Participações S.A. é uma das maiores construtoras e incorporadoras do Brasil, com foco expressivo na habitação popular e no programa habitacional federal Minha Casa Minha Vida, expandindo sua atuação também para o mercado de locação residencial e empreendimentos nos Estados Unidos através da subsidiária Resia. Recentemente, a empresa divulgou sua prévia operacional reportando crescimento no volume geral de vendas (VGV) de lançamentos no mercado nacional, enquanto foca na reestruturação e venda de ativos estratégicos no exterior para fortalecer sua estrutura de capital.
2º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,64 ↓5,04%
Descrição: Os papéis da Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3), controladora do Grupo Pão de Açúcar, encerraram o pregão cotados a R$ 2,64, ocupando a segunda posição do ranking com uma desvalorização de 5,04%. Esse movimento correspondeu a um recuo financeiro direto de R$ 0,14 frente ao fechamento anterior de R$ 2,78. Durante a sessão, o ativo registrou sua cotação mínima do dia em R$ 2,54 e alcançou a máxima intradiária de R$ 2,75. O pregão totalizou um giro de 12.335.500 ações negociadas, resultando em um volume financeiro consolidado de R$ 32.565.720,00. Analisando o histórico acumulado de 52 semanas, o preço atual situa-se acima da mínima anual de R$ 1,40, mas ainda consideravelmente abaixo da máxima de R$ 4,60 registrada no intervalo, evidenciando o cenário de readequação de preços e volatilidade que acompanha as ações da varejista no ambiente doméstico.
A Companhia Brasileira de Distribuição (Grupo Pão de Açúcar – GPA) atua fortemente no setor de varejo alimentar no Brasil, operando redes consolidadas como Pão de Açúcar, Mercado Extra e Minuto Pão de Açúcar, além de canais digitais de e-commerce. Em seus comunicados mais recentes ao mercado, a companhia tem detalhado o avanço do seu plano de desalavancagem financeira, venda de ativos não essenciais (como postos de combustível e imóveis) e o foco na expansão de lojas de proximidade e no aumento de margens operacionais.
3º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,62 ↓4,55%
Descrição: As ações ordinárias do Magazine Luiza S.A. (MGLU3) finalizaram as negociações do dia com queda de 4,55%, com o preço por cota atingindo R$ 4,62 e marcando a terceira posição do ranking de perdas. A desvalorização representou uma contração nominal de R$ 0,22 comparada à cotação do fechamento prévio, que fora de R$ 4,84. A dinâmica intradiária registrou a mínima do dia em R$ 4,50 e o pico de máxima em R$ 4,90. O volume negociado no pregão foi bastante robusto, alcançando 22.983.900 ações, o que totalizou um expressivo montante financeiro transacionado de R$ 106.185.618,00. No panorama ampliado das últimas 52 semanas de negociação, o ativo transita entre a cotação mínima de R$ 3,76 e a máxima de R$ 11,44, refletindo as oscilações típicas do setor de consumo discricionário diante do ambiente macroeconômico de taxa de juros e crédito.
O Magazine Luiza S.A. é um dos maiores ecossistemas de varejo e comércio eletrônico do país, integrando uma extensa rede de lojas físicas a uma plataforma tecnológica multicanal que engloba marketplace, fintech (MagaluPay) e serviços de logística integrada. Nas notícias corporativas recentes, a varejista firmou uma parceria estratégica de distribuição cruzada com a plataforma internacional AliExpress e segue focada na ampliação da rentabilidade do seu ecossistema digital e na monetização de serviços de publicidade na plataforma Magalu Ads.
4º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,72 ↓3,37%
Descrição: O papel representativo da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) concluiu a sessão no valor de R$ 1,72, configurando um declínio de 3,37% em sua cotação diária. A oscilação resultou em uma perda nominal de R$ 0,06 por ação ante o fechamento anterior, que estava situado em R$ 1,78. O intervalo de negociação intradiário apresentou a mínima em R$ 1,67 e a máxima em R$ 1,81. O fluxo de negociações registrou 12.820.100 ações transacionadas, o que movimentou um montante financeiro total de R$ 22.050.572,00. Sob a ótica do histórico de 52 semanas, a companhia registra uma mínima de R$ 1,06 e um teto máximo de R$ 2,79, espelhando a sensibilidade do ativo ao custo de passagens, flutuação cambial e ao poder de compra do consumidor para pacotes de viagens e turismo.
A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. é a maior operadora e agência de viagens da América Latina, atuando no segmento de turismo de lazer e corporativo por meio de uma vasta rede de franquias, plataformas digitais e marcas parceiras. Entre os fatos recentes divulgados pela administração, destaca-se a continuidade do reperfilamento de suas dívidas e a aposta na ampliação de crédito próprio e financiamento exclusivo de viagens para acelerar as reservas confirmadas nos canais físicos.
5º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 23,02 ↓3,28%
Descrição: As ações da Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) encerraram a jornada cotadas a R$ 23,02, sofrendo uma desvalorização de 3,28% no pregão. Essa performance traduziu-se em uma retração de R$ 0,78 sobre o preço de fechamento anterior de R$ 23,80. Ao longo do dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 22,45 e a máxima de R$ 24,49. Com expressiva liquidez no mercado acionário, o volume de ações transacionadas alcançou 13.042.800 unidades, correspondendo a uma movimentação financeira expressiva de R$ 300.245.256,00. No retrospecto de 52 semanas, o papel mantém-se em uma faixa delimitada pela mínima de R$ 19,76 e a máxima de R$ 32,17, evidenciando sua resiliência relativa e forte posicionamento competitivo mesmo em momentos de maior cautela no setor imobiliário e de incorporação de alta renda.
A Cyrela Brazil Realty é uma das mais tradicionais e consolidadas incorporadoras e construtoras imobiliárias do país, reconhecida pela forte atuação nos segmentos de médio e alto padrão, além de operar em outras faixas de renda por meio de marcas associadas e joint ventures como Vivaz e Lavvi. Em notícias recentes, a companhia reportou sólidos números em suas prévias de lançamentos e vendas contratadas, impulsionados pela entrega de projetos icônicos e manutenção de uma sólida geração de caixa operacional.
6º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 5,21 ↓2,98%
Descrição: Os ativos ordinários da Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) encerraram o dia cotados a R$ 5,21, registrando uma baixa de 2,98% no ranking diário. O recuo representou uma redução de R$ 0,16 em relação à cotação do fechamento precedente, estabelecida em R$ 5,37. A variação intradiária do papel apresentou piso mínimo em R$ 5,05 e topo máximo em R$ 5,42. O pregão consolidou um total de 13.881.500 ações negociadas, gerando um volume financeiro movimentado de R$ 72.322.615,00. Quando avaliado o período das últimas 52 semanas, constata-se que o papel transitou entre a cotação mínima de R$ 4,19 e a máxima de R$ 11,32, acompanhando os ciclos internacionais de preços das commodities metálicas e a demanda por produtos siderúrgicos no mercado interno e global.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é um complexo siderúrgico e minerário integrado de grande relevância, atuando na produção de aços planos, mineração de ferro (via CSN Mineração), cimentos, logística portuária e ferroviária e geração de energia. Recentemente, a empresa esteve em destaque no noticiário econômico devido aos planos e discussões em torno de potenciais desinvestimentos de ativos não essenciais e renegociações voltadas à redução de sua dívida líquida consolidada.
7º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 17,00 ↓2,86%
Descrição: A Brava Energia S.A. (BRAV3) fechou a sessão com seus papéis cotados a R$ 17,00, anotando um recuo de 2,86% na classificação do pregão. Em termos monetários, a contração foi de R$ 0,50 frente ao fechamento do dia anterior, que fora de R$ 17,50. A ação teve como piso mínimo diário a cotação de R$ 16,97 e atingiu a máxima de R$ 17,65 ao longo dos negócios. O total de ações negociadas durante a sessão somou 3.038.300 papéis, perfazendo um volume financeiro de R$ 51.651.100,00. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, os papéis da companhia registraram a cotação mínima de R$ 13,21 e uma máxima de R$ 22,15, refletindo o período de transição corporativa, volatilidade na precificação do barril de petróleo e expectativas operacionais dos campos produtores da empresa.
A Brava Energia S.A. é uma produtora independente de petróleo e gás natural no Brasil, fruto da consolidação e união estratégica das operações da 3R Petroleum e Enauta, com portfólio diversificado de ativos onshore e offshore. No noticiário recente, a companhia destacou a evolução dos trabalhos de integração operacional e a retomada/ampliação da capacidade de extração e escoamento em campos estratégicos na Bacia de Campos e Bacia de Santos.
8º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 21,97 ↓2,79%
Descrição: As ações da Vivara Participações S.A. (VIVA3) finalizaram a sessão cotadas em R$ 21,97, registrando uma depreciação de 2,79% no mercado à vista. A perda de valor correspondeu a R$ 0,63 por ação em comparação com o preço de fechamento anterior, registrado em R$ 22,60. Durante as negociações do dia, a mínima observada foi de R$ 21,91 e a máxima bateu em R$ 23,17. Foram negociadas 2.756.100 ações ao longo do pregão, resultando em um volume financeiro equivalente a R$ 60.551.517,00. Na janela temporal de 52 semanas, a ação anotou mínima de R$ 20,04 e máxima de R$ 35,89, mantendo-se em um patamar próximo aos menores níveis do período anual, sob constante escrutínio dos investidores quanto à rentabilidade e expansão de suas redes de lojas físicas.
A Vivara Participações S.A. é a maior rede de joalherias do Brasil, detentora de marcas consagradas como Vivara e Life by Vivara, atuando na manufatura, design e comercialização de joias, relógios e acessórios. Entre os acontecimentos recentes mais repercutidos no mercado financeiro estiveram as reorganizações na governança corporativa e diretoria executiva, além do anúncio do plano de expansão contínua de lojas Life em centros comerciais de destaque.
9º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,24 ↓2,77%
Descrição: A Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) encerrou as negociações diárias com o preço de R$ 18,24 por ação, acumulando uma baixa de 2,77%. Esse movimento determinou uma retração de R$ 0,52 em confronto com o fechamento anterior, que estava cotado a R$ 18,76. A mínima do dia coincidiu com o fechamento em R$ 18,24, enquanto a cotação máxima atingiu R$ 18,93 no melhor momento do pregão. O montante de papéis negociados foi de 5.286.500 unidades, gerando um volume financeiro consolidado de R$ 96.425.760,00. Ao verificar o histórico de 52 semanas, o ativo apresenta piso em R$ 14,49 e teto em R$ 26,83, refletindo a dinâmica internacional dos preços de proteínas bovinas e de aves, ciclos pecuários no Brasil e Estados Unidos e a consolidação de participações societárias relevantes.
A Marfrig Global Foods S.A. é uma das companhias líderes globais na produção e processamento de carne bovina e produtos de alto valor agregado, além de deter o controle societário da BRF, gigante no setor de aves e suínos. Em notícias recentes, a empresa celebrou a conclusão da alienação de certas plantas de abate para a Minerva e a contínua captura de sinergias comerciais e logísticas na operação combinada com a BRF.
10º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 95,22 ↓2,45%
Descrição: Fechando a lista dos destaques da sessão, a EMBRAER S.A. (EMBJ3) concluiu o dia negociada a R$ 95,22, registrando um recuo de 2,45%. A desvalorização em termos absolutos foi de R$ 2,39 em relação ao preço de fechamento anterior, fixado em R$ 97,61. O ativo atingiu no intradia a mínima de R$ 94,52 e alcançou a máxima de R$ 98,52. O papel apresentou expressiva liquidez financeira, somando 4.863.400 ações negociadas e movimentando o montante expressivo de R$ 463.092.948,00, o maior valor financeiro entre os ativos listados no relatório. Na métrica de 52 semanas, a empresa negocia próxima aos seus maiores patamares históricos recentes, com mínima em R$ 67,84 e máxima em R$ 105,11, demonstrando sólida valorização no ciclo anual.
A Embraer S.A. é uma das líderes mundiais na fabricação de aeronaves comerciais de até 150 assentos, atuando também nos segmentos de aviação executiva, defesa e segurança (com o cargueiro multimissão C-390 Millennium) e mobilidade aérea urbana por meio da subsidiária Eve. Recentemente, a companhia reportou a expansão de sua carteira de pedidos firmes (backlog) e novas encomendas e acordos internacionais de cooperação de defesa e aviação comercial em fóruns aeronáuticos globais.