Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 28/08/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BLMG11 R$ 32,50 6,91
2 DEVA11 R$ 17,60 4,70
3 TRXF11 R$ 78,31 3,19
4 HCTR11 R$ 14,11 2,99
5 OUJP11 R$ 69,48 2,93
6 CLIN11 R$ 86,10 2,77
7 KISU11 R$ 6,05 2,72
8 TGAR11 R$ 45,37 2,46
9 ICRI11 R$ 90,37 2,25
10 RBRY11 R$ 80,98 2,17

1º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 32,50 ↑6,91%

Descrição: O fundo imobiliário Bluemacaw Logística liderou os ganhos da sessão ao registrar uma expressiva valorização diária de 6,91%, correspondente a um avanço nominal de R$ 2,10 por cota. O papel encerrou as negociações cotado a R$ 32,50, valor que coincidiu exatamente com a máxima intradiária registrada, partindo de uma mínima no dia de R$ 30,44 e superando o fechamento anterior consolidado em R$ 30,40. A liquidez do ativo totalizou um volume de 6.787 cotas negociadas, movimentando um montante financeiro de R$ 220.577,50 no pregão. Ao analisar a trajetória histórica do ativo no intervalo das últimas 52 semanas, observa-se que a cota transitou entre o piso de R$ 26,96 e o teto de R$ 34,75, demonstrando que o preço atual se reaproxima do patamar superior de sua faixa anual de negociação após a forte pressão compradora observada ao longo desta sessão de mercado.

O BLMG11 é um fundo de investimento imobiliário focado no segmento logístico e industrial, gerido com a estratégia de auferir renda e ganho de capital por meio da locação de galpões de alta qualidade para grandes operadores. Entre as notícias recentes do ativo, a gestão informou ao mercado ajustes em contratos de locação visando mitigar a vacância e otimizar a distribuição de proventos aos cotistas.

2º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 17,60 ↑4,70%

Descrição: O Devant Recebíveis Imobiliários obteve a segunda colocação entre os maiores avanços do pregão ao apresentar uma valorização de 4,70%, traduzida em um incremento positivo de R$ 0,79 por cotação. O ativo fechou o dia negociado a R$ 17,60, valor equivalente à sua máxima diária, tendo oscilado a partir de uma mínima de R$ 16,80 e superando o fechamento da sessão anterior estabelecido em R$ 16,81. A liquidez de mercado foi expressiva, somando 41.605 cotas transacionadas e gerando um volume financeiro total de R$ 732.248,00. No retrospecto acumulado das últimas 52 semanas, o fundo operou entre o valor mínimo de R$ 15,33 e a máxima de R$ 25,47. Com esse desempenho, o ativo recupera terreno em relação aos seus menores níveis anuais, impulsionado pelo fluxo comprador que dominou a sessão até os minutos finais de negociação.

O DEVA11 é um fundo imobiliário do tipo papel gerido pela Devant Asset, com foco predominante no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com taxas de retorno atrativas e garantias estruturadas. Em suas últimas atualizações, a gestora comunicou o andamento dos processos de reestruturação de créditos inadimplentes da carteira e a manutenção da regularidade no fluxo de dividendos.

3º – TRX REAL ESTATE FII CF (TRXF11) | R$ 78,31 ↑3,19%

Descrição: O TRX Real Estate encerrou o dia com uma valorização de 3,19%, correspondente a uma elevação absoluta de R$ 2,42 em seu valor patrimonial negociado. A cotação final fixou-se em R$ 78,31, após atingir a mínima diária de R$ 74,03 e a máxima intradiária de R$ 78,67, avançando sobre o fechamento prévio fixado em R$ 75,89. O fundo destacou-se com uma liquidez institucional volumosa, registrando 766.233 cotas transacionadas e um expressivo montante financeiro total de R$ 60.003.706,23, o maior giro entre os ativos do levantamento. Na janela dos últimos 12 meses (52 semanas), o papel transitou entre a cotação mínima de R$ 68,86 e a máxima de R$ 92,30. Esse desempenho expressivo confirma a consistência da demanda pelo papel, impulsionada por investidores institucionais e pessoas físicas durante todo o pregão.

O TRXF11 é um fundo imobiliário híbrido administrado pela BRL Trust e gerido pela TRX, cujo portfólio é composto por imóveis comerciais urbanos e centros de distribuição locados para grandes corporações como Assaí e Grupo Pão de Açúcar em contratos atípicos. Recentemente, o fundo anunciou a expansão do seu portfólio através da aquisição de novas lojas e a emissão bem-sucedida de cotas para financiar projetos de expansão.

4º – HECTARE CE FDO INV IMOB (HCTR11) | R$ 14,11 ↑2,99%

Descrição: O Hectare CE FII alcançou o quarto lugar do ranking diário com uma alta de 2,99%, representando uma valorização de R$ 0,41 por cotação. O fundo finalizou o dia cotado a R$ 14,11, próximo à máxima intradiária de R$ 14,16, tendo tocado a mínima de R$ 13,71 e avançando frente ao preço de fechamento anterior de R$ 13,70. As negociações somaram 45.055 cotas movimentadas, resultando em um volume financeiro consolidado de R$ 635.726,05 no mercado à vista. No horizonte de 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo de negociação compreendido entre a mínima de R$ 13,51 e o patamar máximo de R$ 21,09. O resultado deste pregão reflete uma tentativa consistente de recuperação da cota após testes recorrentes em seus suportes históricos mais recentes.

O HCTR11 é gerido pela Hectare Capital e atua primordialmente na aquisição de títulos de dívida imobiliária (CRIs) voltados a empreendimentos de loteamento e multipropriedade turística. Dentre as notícias recentes, a gestão vem detalhando relatórios mensais com foco na evolução das obras lastreadas e nos esforços de amortização e repactuação de garantias dos papéis que compõem sua carteira.

5º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 69,48 ↑2,93%

Descrição: O Ourinvest JPP FII encerrou a sessão com um avanço de 2,93%, o que representou um ganho de R$ 1,98 por cota em relação ao fechamento antecedente de R$ 67,50. O papel terminou as operações no valor de R$ 69,48, coincidindo com a máxima do dia, enquanto a mínima registrada foi de R$ 67,72. Ao todo, foram negociadas 4.525 cotas do fundo, totalizando uma movimentação financeira de R$ 314.397,00 no ambiente da B3. No panorama de 52 semanas, o ativo flutuou entre o piso de R$ 63,64 e a máxima de R$ 84,94. O fechamento na máxima diária sinaliza uma pressão compradora sustentada, mantendo o papel em trajetória de recuperação frente aos patamares médios dos últimos meses de negociação no mercado secundário.

O OUJP11 é um fundo imobiliário de papel gerido pela JPP Capital, voltado ao investimento em títulos de dívida como CRIs indexados à inflação e ao CDI com foco em crédito corporativo de baixo risco. Recentemente, a administração destacou a manutenção do spread médio das operações da carteira e a resiliência no repasse das variações inflacionárias aos dividendos distribuídos.

6º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 86,10 ↑2,77%

Descrição: O Clave Índices de Preços registrou uma valorização de 2,77% no fechamento, correspondente a um incremento nominal de R$ 2,32 em sua cotação. O ativo encerrou o dia negociado a R$ 86,10, patamar que representou o teto diário das operações, partindo de uma cotação mínima de R$ 85,36 e superando o valor de fechamento prévio fixado em R$ 83,78. O volume de cotas transacionadas somou 7.409 unidades, o que gerou um giro financeiro de R$ 637.914,90. Os registros históricos de 52 semanas não contam com dados disponíveis para mínima e máxima no relatório. A consistência da alta ao longo do pregão refletiu a preferência de investidores por ativos atrelados a índices de preços em cenários de busca por proteção patrimonial.

O CLIN11 é um fundo de investimento imobiliário gerido pela Clave Capital, estruturado para alocar recursos em títulos imobiliários de renda fixa com rentabilidade associada prioritariamente a índices inflacionários como o IPCA. Nas últimas divulgações ao mercado, a gestora reiterou a estratégia de carrego de papéis de alta qualidade de crédito e a previsibilidade nos proventos mensais.

7º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,05 ↑2,72%

Descrição: O Kilima FIC FII Suno 30 alcançou uma alta de 2,72% na sessão, proporcionando um ganho diário de R$ 0,16 por cota frente ao valor de fechamento anterior de R$ 5,89. O ativo encerrou o pregão cotado a R$ 6,05, cotação idêntica à máxima atingida no dia, tendo registrado a mínima diária de R$ 5,89. O volume operacional alcançou 31.896 cotas negociadas, totalizando um giro financeiro de R$ 192.970,80. Ao verificar o histórico de 52 semanas, o fundo operou dentro da faixa entre a mínima de R$ 5,82 e a cotação máxima de R$ 6,96. A valorização observada reflete um movimento de consolidação do fundo, que segue com valorização sustentada após testar níveis próximos ao piso anual do seu intervalo operacional.

O KISU11 é um fundo de fundos (FOF) gerido pela Kilima Gestão de Recursos, cujo objetivo é replicar a carteira teórica do índice Suno 30 FII por meio do investimento diversificado em cotas de outros fundos imobiliários. Dentre os fatos recentes, a gestão comunicou ajustes táticos na ponderação dos fundos constituintes para capturar ganhos de capital no mercado secundário e otimizar o dividend yield.

8º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 45,37 ↑2,46%

Descrição: O TG Ativo Real fechou a sessão no oitavo lugar do ranking com uma elevação de 2,46%, o que significou um incremento de R$ 1,09 por cota no mercado à vista. O papel encerrou as negociações em R$ 45,37, movimentando-se entre a mínima diária de R$ 44,28 e a máxima intradiária de R$ 45,69, após ter fechado o dia anterior cotado a R$ 44,28. A liquidez do fundo envolveu 68.722 cotas negociadas, gerando um expressivo volume financeiro de R$ 3.117.917,14 durante a sessão. Na perspectiva das últimas 52 semanas, o ativo acumulou uma faixa histórica com piso em R$ 42,32 e teto em R$ 87,32. A recuperação observada na jornada evidencia a entrada de fluxo comprador, impulsionando a cota a patamares superiores à sua abertura.

O TGAR11 é gerido pela TG Core Asset e investe no desenvolvimento imobiliário e títulos de crédito com atuação voltada a loteamentos, multipropriedades e empreendimentos residenciais no interior do país. Recentemente, a gestora informou aos cotistas o avanço no cronograma de entrega de obras e as estratégias de reciclagem do portfólio para destravar valor patrimonial.

9º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 90,37 ↑2,25%

Descrição: O Itaú Crédito Imobiliário IPCA apresentou um ganho de 2,25% ao término das negociações, acumulando um avanço de R$ 1,99 por cotação frente ao fechamento anterior fixado em R$ 88,38. O ativo finalizou o pregão cotado a R$ 90,37, tendo operado entre a mínima de R$ 87,83 e a máxima intradiária de R$ 90,69. A movimentação diária contou com a negociação de 8.813 cotas, somando um valor financeiro transacionado de R$ 796.430,80. Ao longo do período de 52 semanas, a cota oscilou entre a marca mínima de R$ 76,84 e a máxima de R$ 96,98. Os números do pregão colocam o papel em trajetória favorável dentro de sua faixa intermediária-alta anual, sustentada pela demanda consistente por ativos atrelados a papéis defensivos com gestão tradicional.

O ICRI11 é um fundo imobiliário de papel gerido pela Itaú Asset Management, concentrado na aquisição de CRIs com remuneração atrelada ao IPCA acrescida de juros reais, primando pela solidez de balanço dos devedores. Em relatório gerencial recente, a instituição reportou a adimplência total de sua carteira de recebíveis e detalhou os pagamentos de rendimentos mensais em linha com as projeções.

10º – FD INV IMOB RBR PVT CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 80,98 ↑2,17%

Descrição: O RBR Private Crédito Imobiliário fechou o ranking na décima posição com valorização de 2,17%, correspondente ao acréscimo de R$ 1,72 por cota. O papel encerrou o dia a R$ 80,98, valor que igualou a máxima da sessão, após iniciar de uma mínima diária de R$ 79,61 e superar a cotação de fechamento anterior de R$ 79,26. A liquidez do fundo registrou 39.491 cotas negociadas, perfazendo um volume financeiro total de R$ 3.197.981,18. Na análise comparativa das últimas 52 semanas, o ativo flutuou entre o patamar mínimo de R$ 75,33 e o limite superior de R$ 92,78. O encerramento no topo da cotação diária reflete um fechamento com forte convicção compradora no mercado secundário de cotas imobiliárias.

O RBRY11 é um fundo imobiliário administrado e gerido pela RBR Asset Management, estruturado para originar e investir em dívida imobiliária privada de alto padrão com balanceamento entre taxas indexadas ao CDI e ao IPCA. Entre as notícias recentes do fundo, destaca-se a alocação eficiente dos recursos das últimas captações em CRIs corporativos com garantias reais e robusto fluxo de caixa operacional.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 TRBL11 R$ 48,98 -4,15
2 MFII11 R$ 36,20 -2,69
3 PORD11 R$ 8,30 -1,54
4 PATL11 R$ 64,15 -1,26
5 MCRE11 R$ 8,02 -1,23
6 PVBI11 R$ 67,59 -1,20
7 BTAL11 R$ 80,97 -1,05
8 BROF11 R$ 58,20 -0,99
9 HFOF11 R$ 6,25 -0,79
10 WHGR11 R$ 8,52 -0,58

1º – FII TELLUS RIO BRAVO RENDA LOG CEF (TRBL11) | R$ 48,98 ↓4,15%

Descrição: O fundo imobiliário encerrou o pregão cotado a R$ 48,98, registrando uma expressiva desvalorização diária de -4,15%, o que equivale a um decréscimo nominal de R$ 2,12 em relação ao preço de fechamento anterior, que havia sido de R$ 51,10. Durante o dia, as negociações oscilaram entre a mínima de R$ 48,27 e a máxima de R$ 52,91, refletindo volatilidade na sessão. Em termos de liquidez e atividade de mercado, o fundo contabilizou um volume total de 58.771 cotas negociadas, gerando uma movimentação financeira de R$ 2.878.603,58. Quando analisado em uma perspectiva mais ampla de 52 semanas, o ativo apresenta como patamar mínimo o valor de R$ 43,67 e como cotação máxima o nível de R$ 82,51. O desempenho atual reflete a pressão vendedora exercida no pregão, consolidando o ativo no topo do ranking diário de desvalorização entre os pares observados.

O TRBL11 é um fundo imobiliário focado no segmento logístico e industrial, gerido pela Tellus e Rio Bravo, com portfólio composto por galpões voltados à locação corporativa de longo prazo. Recentemente, a gestão comunicou aos cotistas atualizações a respeito da ocupação de seus galpões logísticos e o cronograma de amortização de suas obrigações financeiras para otimização de caixa.

2º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I (MFII11) | R$ 36,20 ↓2,69%

Descrição: O ativo finalizou a sessão cotado em R$ 36,20, apresentando uma retração diária de -2,69%, com perda nominal de R$ 1,00 frente ao fechamento do pregão anterior, estabelecido em R$ 37,20. Ao longo do dia de negociações, o papel registrou sua cotação mínima em R$ 36,04 e alcançou a máxima intradiária de R$ 38,00. A liquidez do pregão foi marcada por um volume de 12.756 cotas transacionadas, resultando em um montante financeiro total de R$ 461.767,20 negociados no mercado secundário. Na análise de amplitude referente às últimas 52 semanas, a cotação do fundo transitou entre a mínima histórica do período em R$ 27,40 e a máxima de R$ 73,79. Os dados do dia evidenciam uma realização de lucros ou ajuste de posições, mantendo a cotação próxima da faixa inferior registrada no dia.

O MFII11 é um fundo imobiliário gerido pela Mérito Investimentos com estratégia de desenvolvimento e incorporação imobiliária residencial, comercial e loteamentos. Em seus últimos comunicados de mercado, o fundo divulgou o andamento das obras de seus projetos em carteira e os dados de velocidade de vendas das unidades em desenvolvimento.

3º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS (PORD11) | R$ 8,30 ↓1,54%

Descrição: Encerrando a sessão de negócios cotado a R$ 8,30, o ativo registrou uma queda de -1,54%, correspondendo a uma variação negativa nominal de R$ 0,13 sobre o preço do fechamento anterior de R$ 8,43. Na movimentação intradiária, o fundo marcou a mínima de R$ 8,15 e atingiu a máxima de R$ 8,50. A liquidez do ativo se destacou no dia, registrando um volume de 140.509 cotas transacionadas pelos investidores, perfazendo um volume financeiro total negociado de R$ 1.166.224,70. Considerando a métrica de desempenho em 52 semanas, o fundo operou entre o piso de R$ 6,79 e o teto de R$ 8,50, demonstrando que a máxima intradiária do dia igualou a máxima anual do período. Os números mostram solidez no giro diário, ainda que sob leve viés corretivo no encerramento.

O PORD11 é um fundo de papel gerido pela Polo Capital, focado primariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) com estratégias diversificadas de crédito e indexadores. Em sua mais recente divulgação de resultados, a gestão apresentou a manutenção da distribuição linear de rendimentos e a revisão das taxas médias da carteira de crédito.

4º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%

Descrição: O fundo logístico concluiu o pregão negociado a R$ 64,15, acusando uma desvalorização de -1,26% no período, o que representa um recuo nominal de R$ 0,82 comparado ao fechamento prévio de R$ 64,97. Durante os negócios do dia, o papel oscilou entre a mínima registrada de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93. A atividade transacional foi expressiva, com um total de 51.942 cotas negociadas, totalizando um volume financeiro de R$ 3.332.079,30 ao longo do dia. Na janela de 52 semanas, o ativo apresenta uma mínima de R$ 47,48 e uma máxima de R$ 64,93, evidenciando que o topo alcançado hoje tangenciou a maior marca do último ano. O volume financeiro reflete forte presença institucional e de varejo na negociação das cotas.

O PATL11 é gerido pelo Pátria Investimentos e destina seus recursos à aquisição e locação de galpões logísticos de alto padrão construtivo (classes A e A+). Recentemente, o fundo anunciou a renovação antecipada de contratos de locação e estudos para aquisição de novos módulos logísticos em eixos industriais estratégicos.

5º – MAUA CAPITAL REAL ESTATE FII CF (MCRE11) | R$ 8,02 ↓1,23%

Descrição: Com o preço de fechamento estabelecido em R$ 8,02, o fundo apresentou um decréscimo diário de -1,23%, sofrendo uma contração nominal de R$ 0,10 quando comparado ao fechamento do dia útil anterior, cotado a R$ 8,12. O intervalo diário de negociação revelou uma cotação mínima de R$ 7,97 e uma máxima de R$ 8,13. O ativo demonstrou alta liquidez operacional, somando 373.713 cotas transacionadas, o que impulsionou o volume financeiro movimentado para a expressiva marca de R$ 2.997.178,26. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, o fundo registra seu valor mínimo em R$ 7,31 e a máxima do período em R$ 9,34. Os dados demonstram que, apesar da desvalorização pontual, o fundo mantém liquidez diária bastante elevada na bolsa.

O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e investe preponderantemente em títulos de dívida imobiliária (CRIs) com foco em estruturas de garantia sólidas e retornos atrelados à inflação e ao CDI. Em seu último relatório gerencial, a gestão pontuou a resiliência da carteira de crédito e a taxa média de retorno dos papéis alocados.

6º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 67,59 ↓1,20%

Descrição: O ativo encerrou a sessão no patamar de R$ 67,59, registrando uma baixa de -1,20% no pregão, correspondente a uma perda de R$ 0,82 ante a cotação de fechamento anterior fixada em R$ 68,41. Os extremos do dia apontam que o preço mínimo coincidiu com o próprio fechamento em R$ 67,59, enquanto a cotação máxima alcançou R$ 68,95. Durante a sessão, foram movimentadas 43.368 cotas, consolidando um volume negociado de R$ 2.931.243,12 no mercado secundário. No acumulado das últimas 52 semanas, o fundo possui registro de mínima em R$ 63,81 e máxima em R$ 82,24. O encerramento na cotação mínima do dia indica predomínio da força vendedora nos minutos finais da negociação.

O PVBI11 é um fundo gerido pela VBI Real Estate dedicado ao segmento de lajes corporativas de alto padrão (Triple A) localizadas nas principais regiões financeiras de São Paulo. Recentemente, o fundo noticiou avanços na integração de novos ativos ao seu portfólio corporativo e a manutenção da baixa taxa de vacância física.

7º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 80,97 ↓1,05%

Descrição: O fundo finalizou o pregão cotado a R$ 80,97, amargando uma variação negativa de -1,05%, o que equivale a um recuo nominal de R$ 0,86 frente ao fechamento do dia anterior, que fora de R$ 81,83. A oscilação diária do papel situou-se entre a cotação mínima de R$ 79,55 e a máxima de R$ 81,99. Foram transacionadas 6.257 cotas ao longo da jornada financeira, gerando um volume total movimentado de R$ 506.629,29. Observando a série histórica das últimas 52 semanas, o ativo apresenta um piso de R$ 66,28 e um teto de R$ 87,77. Os indicadores mostram que o fundo segue transitando em uma faixa intermediária em relação aos limites de preço do último ano.

O BTAL11 é administrado e gerido pelo BTG Pactual com foco no desenvolvimento e aquisição de imóveis logísticos e de armazenagem voltados à cadeia do agronegócio. Em suas últimas notícias ao mercado, o gestor detalhou o cronograma de recebimento de aluguéis e a indexação integral dos contratos atípicos ao IPCA.

8º – BRPR CORPORATE OFFICES FII CF (BROF11) | R$ 58,20 ↓0,99%

Descrição: O ativo concluiu o dia cotado a R$ 58,20, o que representa um recuo percentual de -0,99%, equivalente a uma baixa de R$ 0,58 em comparação com o encerramento da sessão anterior, posicionado em R$ 58,78. Na amplitude do pregão diário, o papel anotou mínima de R$ 57,23 e máxima de R$ 60,84. A liquidez do fundo registrou a negociação de 6.092 cotas, correspondendo a um giro financeiro de R$ 354.554,40. Na janela temporal de 52 semanas, o fundo exibe uma cotação mínima de R$ 45,70 e máxima de R$ 64,86. A movimentação diária reflete estabilidade dentro de sua faixa recente de consolidação, com volume moderado de negócios.

O BROF11 é um fundo imobiliário focado no investimento e exploração comercial de edifícios corporativos e escritórios de grande porte. Em seus últimos comunicados, o fundo informou o status de negociações para locação de áreas vacantes e planos de reestruturação de passivos financeiros para melhora da distribuição de dividendos.

9º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,25 ↓0,79%

Descrição: O fundo encerrou as negociações negociado a R$ 6,25, acumulando uma retração de -0,79% na sessão diária, com uma diferença nominal de R$ 0,05 em relação ao fechamento precedente de R$ 6,30. Os negócios do dia se desenvolveram entre a mínima de R$ 6,17 e o patamar máximo de R$ 6,34. O ativo apresentou expressivo volume transacional de 319.033 cotas, somando uma liquidez financeira de R$ 1.993.956,25 durante o pregão. Na análise de 52 semanas, o histórico de preços oscilou entre a mínima de R$ 5,22 e a máxima de R$ 6,76. A alta quantidade de cotas movimentadas confirma o perfil de alta liquidez do fundo mesmo em dias de ajuste leve de preço.

O HFOF11 é um fundo de fundos (FOF) gerido pela Hedge Investments, cuja tese consiste em alocar recursos em cotas de outros fundos imobiliários com desconto patrimonial. Recentemente, a gestão publicou a readequação tática de suas alocações entre cotas de tijolo e papel para captura de ganhos de capital no mercado secundário.

10º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 8,52 ↓0,58%

Descrição: Fechando a listagem de monitoramento, o ativo encerrou o dia cotado a R$ 8,52, correspondendo a uma variação negativa moderada de -0,58%, com decréscimo de R$ 0,05 comparado ao valor de fechamento anterior de R$ 8,57. Ao longo da sessão, o fundo apresentou reduzida oscilação, marcando a mínima de R$ 8,50 e a cotação máxima de R$ 8,52. O volume de cotas transacionadas atingiu 17.854 unidades, o que gerou uma movimentação financeira total de R$ 152.116,08 no pregão. Para a métrica de 52 semanas (mínima e máxima), a base de dados registra a informação “SEM DADOS”. O ativo manteve comportamento defensivo com variação contida durante toda a sessão regular.

O WHGR11 é gerido pela WHG (Wealth High Governance) com foco em investimentos imobiliários híbridos, combinando estratégias em títulos de crédito, certificados imobiliários e cotas de fundos. Em suas últimas atualizações ao mercado, a gestora destacou a alocação dos recursos remanescentes de suas emissões e a manutenção de pagamentos consistentes de proventos aos cotistas.

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