Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 06/02/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 8,98 0,05%
2 CLIN11 R$ 92,32 0,05%
3 GZIT11 R$ 48,35 0,03%
4 WHGR11 R$ 9,48 0,02%
5 RBRX11 R$ 8,54 0,02%
6 OUJP11 R$ 85,88 0,02%
7 RCRB11 R$ 142,57 0,02%
8 ITRI11 R$ 86,49 0,02%
9 HGPO11 R$ 151,20 0,01%
10 HGRU11 R$ 127,97 0,01%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,98 ↑5,28%

Descrição: O ativo KCRE11 liderou o ranking de valorização no período analisado, fechando a sessão cotado a R$ 8,98. Este valor representa uma variação positiva de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 8,53. Durante o pregão, o fundo demonstrou força ao atingir sua máxima do dia exatamente no valor de fechamento (R$ 8,98), enquanto a mínima registrada foi de R$ 8,53. O volume de negociação foi de 58.005 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 520.884,90. É importante notar que, por ser um fundo com dados de 52 semanas ainda não consolidados na tabela, sua performance atual se destaca pela agressividade na alta percentual. O investidor deve observar que a liquidez, embora presente, é moderada comparada a outros players do setor. A estabilidade no preço de abertura próxima à mínima sugere uma pressão compradora constante ao longo do dia, consolidando o ativo no topo da lista de rentabilidade diária.

O Kinea Creditas é um fundo imobiliário do tipo papel, focado em crédito imobiliário, fruto da parceria entre a gestora Kinea e a fintech Creditas. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de novas alocações em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), visando aumentar o dividend yield do fundo para os próximos meses.

2º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,32 ↑4,91%

Descrição: Ocupando a segunda posição, o CLIN11 apresentou um desempenho robusto com fechamento em R$ 92,32, o que equivale a uma alta expressiva de 4,91%. Em termos nominais, a valorização foi de R$ 4,32 sobre o fechamento anterior de R$ 88,00. Um dado curioso deste pregão é que o ativo operou de forma extremamente linear, mantendo sua mínima, máxima e preço atual no mesmo patamar de R$ 92,32, sugerindo uma concentração de ordens em um nível específico de preço. O volume negociado foi de 19.673 cotas, gerando um volume financeiro substancial de R$ 1.816.211,36. Esta movimentação financeira indica uma liquidez saudável para investidores que buscam entrar ou sair de posições sem causar grandes distorções de preço. A ausência de dados históricos de 52 semanas sugere que o fundo pode ser uma listagem recente ou estar passando por uma fase de reestruturação de dados na plataforma.

O CLIN11 é gerido pela Clave Capital e tem como estratégia principal o investimento em ativos de crédito imobiliário indexados a índices de preços (IPCA). A última notícia relevante do fundo envolve a aprovação de sua nova emissão de cotas para expansão de portfólio.

3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 48,35 ↑2,87%

Descrição: O GZIT11 encerrou o dia com uma valorização de 2,87%, posicionando-se como o terceiro melhor desempenho. O preço de fechamento foi de R$ 48,35, um incremento de R$ 1,35 comparado aos R$ 47,00 da sessão anterior. Assim como o CLIN11, o GZIT11 mostrou uma variação intradiária nula entre mínima e máxima registrada na tabela (R$ 48,35), indicando que os negócios foram realizados de forma muito pontual ou em blocos fechados nesse valor. O volume de cotas negociadas foi de 21.664, resultando em um volume financeiro de R$ 1.047.454,40. O fundo demonstra uma capacidade de retenção de valor, mantendo-se acima da marca dos R$ 48,00. Para o investidor focado em shoppings, esse movimento reflete uma resiliência do setor diante do cenário macroeconômico. A falta de dados de 52 semanas impede uma análise de tendência de longo prazo, mas o desempenho diário é nitidamente positivo.

O Gazit Malls é um fundo que detém participações em shoppings centers de alto padrão, gerido pela Gazit Brasil. Recentemente, a empresa reportou um aumento no fluxo de visitantes e nas vendas por metro quadrado em seus principais empreendimentos, como o Shopping Light em São Paulo.

4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,48 ↑2,49%

Descrição: O fundo WHGR11 apresentou uma valorização de 2,49%, fechando o dia cotado a R$ 9,48. O aumento nominal foi de R$ 0,23 em relação ao fechamento de R$ 9,25. Durante as negociações, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,42 e a máxima de R$ 9,48, mostrando uma baixa volatilidade intradiária e uma tendência de fechamento no topo da variação do dia. Foram negociadas 27.804 cotas, o que movimentou um total de R$ 263.581,92. Embora o volume financeiro seja o menor entre os quatro primeiros colocados, a consistência na alta demonstra um interesse crescente dos investidores pelo papel. A estrutura de preços próxima aos R$ 10,00 costuma atrair investidores de varejo devido à facilidade de aporte (as chamadas “cotas de base 10”). O desempenho sustenta uma trajetória de recuperação frente aos preços anteriores, consolidando-se no quartil superior de performance do dia.

O WHGR11 é um fundo imobiliário híbrido da Wealth High Governance (WHG), que busca ganhos tanto em renda quanto em ganho de capital. A notícia mais recente do fundo destaca a sua estratégia de desinvestimento em ativos maduros para reciclagem de portfólio e distribuição de lucros extraordinários.

5º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,54 ↑2,28%

Descrição: Com o maior volume de cotas negociadas entre os fundos listados até agora, o RBRX11 registrou 570.808 cotas trocando de mãos, o que gerou um volume financeiro expressivo de R$ 4.874.700,32. O preço de fechamento foi de R$ 8,54, representando uma alta de 2,28% ou R$ 0,19 sobre o valor anterior de R$ 8,35. O ativo mostrou estabilidade, com mínima de R$ 8,51 e máxima de R$ 8,54. Esse alto volume negociado sugere uma liquidez excepcional, sendo um ponto positivo para grandes investidores que precisam de agilidade na execução de ordens. O fundo se posiciona como uma opção dinâmica no mercado, e a sua valorização, acompanhada de alto volume, confirma a convicção do mercado no preço atual. O fechamento na máxima do dia reforça o otimismo para a abertura da próxima sessão.

O RBRX11 é um fundo “multi-estratégia” da RBR Asset Management, que investe em diversas classes de ativos imobiliários (CRIs, FIIs e ativos diretos). Ultimamente, o fundo ganhou destaque no noticiário por aumentar sua exposição em CRIs de alto rendimento para proteger a carteira contra a inflação.

6º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 85,88 ↑1,66%

Descrição: O OUJP11 registrou um fechamento de R$ 85,88, com uma valorização de 1,66%. O ganho nominal por cota foi de R$ 1,40 em comparação ao fechamento anterior de R$ 84,48. Durante o dia, o fundo apresentou uma volatilidade interessante, variando entre a mínima de R$ 83,01 e a máxima de R$ 86,51, o que indica uma disputa maior entre compradores e vendedores do que nos ativos anteriores. O volume negociado foi de 5.401 cotas, totalizando R$ 463.837,88 financeiros. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra que está operando próximo ao seu topo histórico (R$ 90,38) e bem acima da mínima de R$ 55,24 registrados no último ano. Esse posicionamento indica uma recuperação sólida de longo prazo e uma tendência de estabilização em patamares elevados de preço.

O OUJP11 é um fundo de recebíveis imobiliários focado em ativos de crédito com garantias reais. A última notícia do fundo refere-se ao relatório gerencial mensal, que apontou uma manutenção na taxa de distribuição de dividendos mesmo com a volatilidade dos juros.

7º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR ETF (RCRB11) | R$ 142,57 ↑1,65%

Descrição: O RCRB11, um dos ativos de maior valor nominal da lista, encerrou a sessão em R$ 142,57, o que representa uma alta de 1,65% (R$ 2,32). O fundo oscilou entre a mínima de R$ 139,63 e a máxima de R$ 142,57. Com um volume de 12.902 cotas, o montante financeiro movimentado chegou a R$ 1.839.438,14. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, o fundo demonstra estar em um momento de pico, muito próximo da máxima anual de R$ 145,17 e consideravelmente distante da mínima de R$ 102,76. Esse comportamento sugere que o ativo é percebido como um “porto seguro” ou de alta qualidade (AAA) pelos investidores, mantendo-se resiliente e em trajetória ascendente. O fechamento na máxima do dia é um sinal técnico de continuidade de força compradora.

O Rio Bravo Renda Corporativa é um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais do mercado, focado em edifícios de alto padrão em São Paulo e Rio de Janeiro. Recentemente, a Rio Bravo anunciou a renovação de contratos de locação importantes, reduzindo a vacância do portfólio.

8º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 86,49 ↑1,59%

Descrição: O ITRI11 fechou o dia cotado a R$ 86,49, apresentando uma valorização de 1,59% ou R$ 1,35 sobre o fechamento de R$ 85,14. O ativo teve uma oscilação intradiária entre R$ 83,93 e R$ 86,88, terminando o dia ligeiramente abaixo de sua máxima. O volume de negociação foi de 16.701 cotas, resultando em um giro financeiro de R$ 1.444.469,49. Observando os dados de 52 semanas, o fundo apresenta uma máxima de R$ 88,82 e uma mínima de R$ 56,73. O preço atual indica que o fundo está recuperando patamares elevados, aproximando-se novamente de suas máximas históricas recentes. A liquidez diária acima de um milhão de reais coloca o ITRI11 em uma posição de destaque para investidores institucionais e de varejo que buscam diversificação através de um fundo gerido por uma das maiores instituições do país.

O ITRI11 é um fundo de fundos (FoF) gerido pelo Itaú Asset Management, que busca retorno total através de uma carteira diversificada de outros FIIs. A última notícia relevante é a atualização de sua carteira teórica, aumentando a exposição em fundos de tijolo para capturar o ciclo de queda de juros.

9º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 151,20 ↑1,49%

Descrição: O HGPO11, fundo de maior valor unitário desta lista, registrou uma alta de 1,49%, fechando a R$ 151,20. O ganho nominal foi de R$ 2,22 em relação aos R$ 148,98 anteriores. Apesar da alta, o volume de cotas foi o menor do grupo, com apenas 276 cotas negociadas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 41.731,20. Esta baixa liquidez no pregão analisado sugere que os detentores das cotas estão retendo o ativo, possivelmente aguardando valorizações maiores ou focados na renda passiva. No histórico de 52 semanas, o fundo tocou a máxima de R$ 151,99, o que significa que o preço atual está a poucos centavos do seu recorde anual. A mínima do período foi de R$ 124,58. O spread entre mínima (R$ 148,44) e máxima (R$ 151,20) do dia mostra que, apesar do baixo volume, as negociações ocorreram em níveis de preço elevados.

O HGPO11 é um fundo especializado em lajes corporativas premium, especificamente na região da Faria Lima e Itaim Bibi em São Paulo. Recentemente, o mercado repercutiu a proposta de venda de todo o portfólio do fundo para o fundo Pátria, um evento que tem gerado grande expectativa de ganho de capital para os cotistas.

10º – CSHG RENDA URBANA FII CF (HGRU11) | R$ 127,97 ↑1,44%

Descrição: Encerrando a lista, o HGRU11 apresentou uma valorização de 1,44%, com fechamento em R$ 127,97, um aumento de R$ 1,82 sobre o valor de R$ 126,15. O fundo movimentou o maior volume financeiro do dia entre os analisados: R$ 5.740.094,35, provenientes da negociação de 44.855 cotas. O ativo variou entre R$ 125,90 e R$ 127,97 durante a sessão. No acumulado de 52 semanas, o HGRU11 demonstra estabilidade e força, com máxima de R$ 131,26 e mínima de R$ 99,40. O preço atual mostra que o fundo está consolidado em um patamar elevado, refletindo a confiança do mercado em sua gestão e na qualidade de seus ativos reais. O alto giro financeiro confirma que este é um dos fundos mais líquidos e procurados do setor de renda urbana.

O HGRU11 é gerido pela Credit Suisse Hedging-Griffo e foca em ativos imobiliários institucionais de uso urbano, como varejo e educação. A notícia mais recente do fundo envolve a aquisição de um novo portfólio de lojas de atacarejo, ampliando sua diversificação geográfica e base de aluguéis.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 DEVA11 R$ 25,40 -0,07%
2 SPXS11 R$ 8,84 -0,04%
3 HCTR11 R$ 21,47 -0,04%
4 GARE11 R$ 8,79 -0,02%
5 CACR11 R$ 81,39 -0,02%
6 HSAF11 R$ 80,61 -0,02%
7 RECT11 R$ 38,46 -0,02%
8 URPR11 R$ 37,70 -0,02%
9 JSRE11 R$ 68,15 -0,02%
10 HGRE11 R$ 125,00 -0,01%

1º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 25,40 ↓6,65%

Descrição: O fundo registrou a maior queda do dia entre os ativos listados, encerrando o pregão cotado a R$ 25,40. A desvalorização nominal foi de R$ 1,81 em relação ao fechamento anterior de R$ 27,21. Durante a sessão, o ativo apresentou uma volatilidade considerável, atingindo a mínima de R$ 25,00 e a máxima de R$ 27,70. O volume de negociação foi robusto, com 139.261 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 3.537.229,40. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo opera próximo de suas mínimas anuais (R$ 22,18), estando distante da máxima de R$ 31,59. Este movimento acentuado de queda coloca o DEVA11 no topo do ranking de perdas nesta análise. O investidor deve atentar para a pressão vendedora que dominou o pregão.

O DEVA11 é um fundo imobiliário do tipo papel, focado em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, o mercado tem monitorado de perto a saúde financeira dos ativos que compõem a carteira do fundo, especialmente após reestruturações de dívidas de alguns de seus devedores.

2º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,84 ↓4,12%

Descrição: O SPXS11 encerrou o dia com uma desvalorização de 4,12%, fechando a R$ 8,84. O fundo abriu e se manteve estagnado em sua mínima do dia, que foi o próprio valor de fechamento, sem ultrapassar a máxima de R$ 8,84 em nenhum momento da sessão registrada. A variação negativa foi de R$ 0,38 em comparação ao fechamento anterior de R$ 9,22. O volume de ações (cotas) negociadas foi de 91.758, resultando em um giro financeiro de R$ 811.140,72. Curiosamente, a base de dados não apresenta valores para as mínimas e máximas de 52 semanas, o que pode indicar uma listagem recente ou falta de dados históricos no sistema. O volume financeiro foi o menor entre os três primeiros do ranking, sugerindo uma liquidez mais restrita neste pregão específico.

O SPXS11 é um fundo imobiliário de estratégia múltipla gerido pela SPX Capital, buscando diversificação em diferentes segmentos do mercado imobiliário. Uma notícia recente relevante foi a divulgação de seu relatório gerencial detalhando a alocação de caixa em novos projetos residenciais e comerciais.

3º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 21,47 ↓3,77%

Descrição: O HCTR11 apresentou uma queda de 3,77% neste pregão, sendo negociado ao final do dia por R$ 21,47. A variação negativa absoluta foi de R$ 0,84 frente ao fechamento anterior de R$ 22,31. Durante o dia, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 21,21 e a máxima de R$ 22,52. O volume de negociação foi elevado, com 139.732 cotas movimentadas, totalizando um volume financeiro de R$ 3.000.046,04. Atualmente, o fundo encontra-se em uma faixa de preço superior à sua mínima de 52 semanas (R$ 16,08), mas abaixo da máxima anual de R$ 23,30. A pressão sobre o ativo reflete o sentimento de aversão ao risco em fundos de “High Yield”. O volume negociado mostra que ainda há liquidez considerável para saída e entrada de posições.

O HCTR11 é um fundo de papel gerido pela Hectare Capital, conhecido por investir em ativos de maior risco e retorno. Recentemente, o fundo esteve sob os holofotes devido à inadimplência em alguns de seus CRIs, o que impactou diretamente a distribuição de dividendos e o valor das cotas.

4º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,79 ↓2,12%

Descrição: O GARE11 registrou uma queda de 2,12%, encerrando o dia cotado a R$ 8,79. A variação nominal negativa foi de R$ 0,19 em relação aos R$ 8,98 do fechamento anterior. O ativo demonstrou baixa amplitude intradiária, com mínima de R$ 8,78 e máxima de R$ 8,80. Apesar da variação percentual não ser a maior do dia, o GARE11 se destacou pelo volume massivo de negociações, atingindo 1.966.504 cotas negociadas. Isso resultou no maior volume financeiro da lista: R$ 17.285.570,16. Este volume indica uma movimentação institucional ou uma forte readequação de portfólio por parte dos investidores varejistas. Não há dados disponíveis na planilha sobre os limites de 52 semanas para este ativo.

O GARE11 (antigo GALG11) é um fundo focado em imóveis logísticos e de renda urbana, com contratos de longo prazo do tipo “atypical”. A última grande notícia do fundo foi a conclusão de sua migração de estratégia e a mudança de nome para refletir seu foco em Real Estate multissetorial.

5º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 81,39 ↓2,06%

Descrição: O fundo CACR11 encerrou a sessão com recuo de 2,06%, fechando a R$ 81,39. A perda nominal foi de R$ 1,71 comparado ao fechamento anterior de R$ 83,10. Durante o pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 83,60 e a mínima de R$ 80,71. O volume de negociação foi de 45.914 cotas, gerando um movimento financeiro de R$ 3.736.940,46. Em perspectiva anual, o fundo está operando em um patamar intermediário, acima da mínima de 52 semanas de R$ 58,30 e abaixo da máxima de R$ 91,24. O desempenho sugere um movimento de correção técnica após o ativo ter testado níveis mais elevados recentemente. A liquidez se manteve estável para os padrões do fundo.

O CACR11 é gerido pela Cartesia e focado em certificados de recebíveis imobiliários para o setor residencial e comercial. Recentemente, o fundo anunciou a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de seu portfólio de ativos.

6º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 80,61 ↓1,96%

Descrição: O HSAF11 fechou o dia em queda de 1,96%, com a cota valendo R$ 80,61. A desvalorização foi de R$ 1,61 frente ao valor anterior de R$ 82,22. O ativo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 79,82 e a máxima de R$ 82,22. O volume de negociação foi o mais baixo entre os dez listados, com apenas 16.520 cotas movimentadas, totalizando R$ 1.331.677,20 em volume financeiro. No histórico de 52 semanas, o fundo está sendo negociado próximo à sua máxima de R$ 82,67, o que indica que, apesar da queda diária, o ativo mantém uma tendência de valorização no longo prazo, distanciando-se consideravelmente da mínima anual de R$ 58,90.

O HSAF11 é um fundo imobiliário de papel da Hemisfério Sul Investimentos (HSI). Recentemente, a gestora destacou em relatório que a carteira do fundo permanece 100% adimplente e focada em ativos com boas garantias imobiliárias.

7º – FII UBSOFFIC ETF (RECT11) | R$ 38,46 ↓1,64%

Descrição: O RECT11 encerrou o pregão em R$ 38,46, o que representa uma queda de 1,64% ou R$ 0,64 em valor nominal. O fundo teve como máxima do dia R$ 39,68 e mínima de R$ 37,99. Foram negociadas 82.914 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 3.188.872,44. O fechamento anterior havia sido de R$ 39,10. Analisando as janelas de 52 semanas, o ativo está operando perto de sua máxima de R$ 40,88, mostrando uma recuperação consistente desde sua mínima anual de R$ 23,56. O volume financeiro demonstrado sinaliza que o fundo mantém o interesse do mercado, mesmo em dias de correção.

O RECT11 é um fundo de lajes corporativas (escritórios) gerido pela UBS-RE. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado novas locações em seus edifícios, buscando reduzir a vacância que tem pressionado o valor das cotas nos últimos anos.

8º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 37,70 ↓1,54%

Descrição: O URPR11 registrou queda de 1,54%, fechando a R$ 37,70. A variação negativa foi de R$ 0,59 em relação aos R$ 38,29 do dia anterior. O ativo oscilou entre R$ 37,50 (mínima) e R$ 38,28 (máxima). O volume de negociação foi de 21.866 cotas, com volume financeiro total de R$ 824.348,20, o segundo menor da lista. Em termos de histórico anual, o fundo está operando em um nível preocupante para o investidor de longo prazo, estando mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 30,40) do que da máxima (R$ 54,97). A redução no volume financeiro sugere uma postura de espera por parte dos investidores em relação aos próximos dividendos.

O URPR11 é um fundo da Urca Capital que investe em CRIs com foco em loteamentos e multipropriedades. Uma notícia recente impactante foi a divulgação da redução no rendimento mensal, causada pela deflação e ajustes em alguns contratos da carteira.

9º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 68,15 ↓1,50%

Descrição: O JSRE11 fechou a R$ 68,15, uma queda de 1,50% ou R$ 1,04 nominais. O fechamento anterior foi de R$ 69,19. Durante a sessão, o fundo atingiu a máxima de R$ 69,40 e a mínima de R$ 67,40. O volume de cotas negociadas foi de 43.067, com um volume financeiro de R$ 2.935.016,05. O fundo encontra-se em uma posição estável em relação ao seu histórico de um ano, onde a mínima registrada foi de R$ 46,39 e a máxima de R$ 70,40. O fechamento atual está bem próximo da máxima anual, indicando que o ativo vinha em uma trajetória ascendente antes desta correção pontual de 1,50%.

O JSRE11 é um fundo de tijolo gerido pelo Banco Safra, com portfólio composto por lajes corporativas de alto padrão em São Paulo. Recentemente, o fundo anunciou a venda de participação em ativos para realizar lucro e otimizar o caixa para futuras distribuições.

10º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 125,00 ↓1,18%

Descrição: O HGRE11 encerrou o ranking com a menor queda percentual do dia, 1,18%, fechando exatamente em R$ 125,00. A variação nominal foi de R$ 1,49 em relação ao fechamento de R$ 126,49. O ativo teve uma máxima de R$ 126,87 e tocou a mínima em R$ 125,00 (valor de fechamento). O volume de negociação registrou 19.045 cotas, com um giro financeiro de R$ 2.380.625,00. Em termos de performance anual, o fundo está muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 128,90) e bem distante da mínima de R$ 84,40. Isso demonstra que o HGRE11 possui uma resiliência maior e uma tendência de alta mais sólida que os demais ativos da lista.

O HGRE11 é gerido pela CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo) e é um dos maiores fundos de lajes corporativas do Brasil. A notícia mais recente do fundo envolve a renegociação bem-sucedida de contratos de aluguel em grandes empreendimentos, como o Rochaverá, garantindo estabilidade no fluxo de caixa.

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