Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,25 | 0,045198 |
| 2 | CLIN11 | R$ 93,00 | 0,023778 |
| 3 | BLMG11 | R$ 32,74 | 0,016139 |
| 4 | SNFF11 | R$ 75,50 | 0,01424 |
| 5 | VRTA11 | R$ 77,99 | 0,013384 |
| 6 | MFII11 | R$ 68,80 | 0,01236 |
| 7 | GARE11 | R$ 8,39 | 0,010843 |
| 8 | VINO11 | R$ 5,04 | 0,01002 |
| 9 | OUJP11 | R$ 87,18 | 0,009145 |
| 10 | CACR11 | R$ 80,00 | 0,0087 |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,25 ↑ 4,52%
Descrição: O fundo KCRE11 liderou o ranking de valorização do dia, apresentando um fechamento expressivo em R$ 9,25. Durante a sessão, o ativo operou com estabilidade de preços extremos, registrando tanto sua mínima quanto sua máxima no exato valor de fechamento (R$ 9,25), o que demonstra uma pressão de compra concentrada que elevou o preço em R$ 0,40 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,85. O volume de negociações atingiu 57.547 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 532.309,75. Vale notar que o fundo não possui dados registrados de mínima e máxima para as últimas 52 semanas na base fornecida, o que pode indicar uma listagem recente ou ajuste de base de dados. A performance de 4,52% em um único dia é considerada alta para o setor de FIIs, colocando-o em evidência para investidores de renda variável que buscam ganho de capital rápido em fundos de crédito.
O KCRE11 é um fundo imobiliário gerido pela Kinea, focado em ativos de crédito (Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRIs) estruturados em parceria com a fintech Creditas. Recentemente, a Kinea e a Creditas têm reforçado a estratégia de expansão da carteira de crédito com garantia imobiliária (home equity), visando manter yields competitivos mesmo em cenários de juros voláteis.
2º – CLAVE INDICES DE PREÇOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,00 ↑ 2,38%
Descrição: O CLIN11 ocupou a segunda posição no ranking, consolidando um fechamento em R$ 93,00. O ativo registrou uma valorização nominal de R$ 2,16 sobre o preço de fechamento anterior, que era de R$ 90,84. Assim como o líder do ranking, o fundo operou em uma faixa estreita de preço no dia, com mínima e máxima travadas em R$ 93,00, sugerindo uma liquidez de execução direta no preço de mercado atual. O volume de ações movimentadas foi de 4.975 unidades, gerando um montante negociado de R$ 462.675,00. A ausência de dados históricos de 52 semanas sugere um histórico de negociação ainda em formação ou uma base de dados específica para o período atual. A variação de 2,38% é robusta e reflete o apetite por fundos de índice de preço em momentos de ajuste inflacionário.
Este fundo é gerido pela Clave Capital e foca prioritariamente na aquisição de CRIs indexados à inflação (IPCA), buscando proteger o poder de compra do investidor. Uma notícia recente relevante envolve o anúncio da Clave Capital sobre o fortalecimento de seu time de gestão imobiliária para otimizar a originação própria de ativos, visando aumentar o spread sobre os índices de referência.
3º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 32,74 ↑ 1,61%
Descrição: O BLMG11 apresentou um desempenho sólido, fechando o dia cotado a R$ 32,74, o que representa uma alta de 1,61% (R$ 0,52) comparado ao fechamento anterior de R$ 32,22. Ao longo do pregão, o fundo demonstrou volatilidade controlada, com uma mínima de R$ 32,04 e máxima de R$ 32,74, sinalizando que o ativo encerrou o dia no topo de sua força compradora. Foram negociadas 10.382 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 339.906,68. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo transita em uma zona intermediária, longe de sua mínima de R$ 27,21 e abaixo da máxima de R$ 36,73. O volume negociado mostra que há interesse recorrente no ativo, embora em escala menor que os gigantes de logística do mercado, mantendo-se como uma opção de valor para portfólios diversificados.
O BlueMacaw Logística é um fundo que investe em galpões logísticos de alto padrão (Classe A), focando em localizações estratégicas para o e-commerce. A última notícia relevante do fundo diz respeito à gestão ativa de seus contratos de locação, buscando reduzir a vacância financeira e física, que tem sido um ponto de atenção para os cotistas nos últimos relatórios gerenciais.
4º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 75,50 ↑ 1,42%
Descrição: O SNFF11, fundo de fundos da Suno Asset, fechou a sessão em R$ 75,50, acumulando uma alta de 1,42% ou R$ 1,06 em relação aos R$ 74,44 anteriores. O comportamento intradiário mostrou oscilação entre a mínima de R$ 74,60 e a máxima de R$ 75,56, indicando um equilíbrio saudável entre oferta e demanda. O volume negociado foi de 7.559 cotas, movimentando R$ 570.704,50. Em uma perspectiva anual, o fundo demonstra recuperação, estando consideravelmente acima da mínima de 52 semanas (R$ 60,52) e próximo de sua máxima histórica no período (R$ 80,59). Por ser um FOF (Fundo de Fundos), essa valorização reflete a boa performance geral da carteira de FIIs que o fundo detém, acompanhando o otimismo do IFIX no dia da análise.
O SNFF11 é o “Fundo de Fundos” da Suno Asset, que busca superar o IFIX através de uma gestão ativa que seleciona outros FIIs de tijolo e papel. Recentemente, a Suno Asset anunciou uma redução na taxa de gestão para tornar o fundo mais competitivo perante os pares, visando atrair uma base maior de investidores pessoa física.
5º – FATOR VERITA FDO INV IMOB OF (VRTA11) | R$ 77,99 ↑ 1,34%
Descrição: O VRTA11 apresentou um fechamento positivo em R$ 77,99, registrando uma variação de 1,34% (R$ 1,03) frente ao fechamento de ontem de R$ 76,96. O ativo tocou a mínima de R$ 76,93 e a máxima de R$ 77,99 durante o dia, fechando no limite superior. O volume de negociações foi relevante, com 18.021 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 1.405.457,79, o que atesta a alta liquidez do fundo no mercado secundário. Analisando o intervalo de 52 semanas, o valor atual de R$ 77,99 está bem posicionado em relação à mínima de R$ 67,85 e encostado na máxima de R$ 79,72. Isso sugere que o fundo está testando zonas de resistência técnica, impulsionado pela qualidade de seu carrego de recebíveis imobiliários e confiança dos investidores na gestão da Fator.
O VRTA11 é um dos fundos de papel mais tradicionais do mercado, gerido pela Fator Asset, com foco em CRIs de baixo risco (High Grade). A última notícia de mercado sobre o VRTA11 destaca a sua resiliência na distribuição de dividendos mesmo com a deflação pontual ocorrida em meses anteriores, devido à sua estratégia de proteção de cupons inflacionários.
6º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 68,80 ↑ 1,24%
Descrição: O MFII11 fechou o dia em R$ 68,80, o que representa um incremento de 1,24% (R$ 0,84) sobre o valor anterior de R$ 67,96. O ativo apresentou movimentação entre R$ 67,80 (mínima) e R$ 68,99 (máxima). Um ponto de destaque é o volume de cotas negociadas, que chegou a 39.239 unidades, resultando no maior volume financeiro desta lista até o momento: R$ 2.699.643,20. Historicamente, o fundo opera em patamares próximos aos atuais, com mínima de 52 semanas em R$ 67,80 (atingida hoje) e máxima em R$ 77,95. O fechamento acima da mínima do dia após tocá-la indica uma reação compradora importante em um suporte histórico, o que pode ser interpretado como um sinal de defesa de preço por parte dos investidores institucionais e de varejo.
O MFII11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário gerido pela Mérito Investimentos, que atua no financiamento e participação direta em projetos de construção civil. Recentemente, a Mérito informou ao mercado sobre a evolução das obras de seus principais empreendimentos residenciais em São Paulo, prevendo antecipação de algumas etapas de comercialização.
7º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,39 ↑ 1,08%
Descrição: O GARE11 registrou um fechamento em R$ 8,39, com uma variação positiva de 1,08% (R$ 0,09) em relação aos R$ 8,30 do dia anterior. O fundo destacou-se pela liquidez massiva, com 1.718.003 cotas negociadas, o que gerou o maior volume financeiro de toda a amostra: impressionantes R$ 14.414.045,17. A flutuação de preço foi pequena, entre R$ 8,36 e R$ 8,39, demonstrando que, apesar do alto volume, o preço encontrou um patamar de equilíbrio estável. Assim como outros ativos da lista, não constam dados de mínima e máxima de 52 semanas na planilha fornecida, possivelmente devido à mudança de ticker ou reestruturação recente (antigo GALG11). A alta liquidez torna este ativo um dos preferidos para day trade e investidores que precisam de fácil entrada e saída.
O GARE11 (ex-GALG11) é um fundo focado em imóveis logísticos e de renda urbana, com contratos de locação atípicos (longo prazo). A notícia mais recente sobre o fundo envolve a sua mudança de nome e estratégia para “Guardian Real Estate”, visando ampliar o leque de atuação para outros setores além da logística pura, como o varejo.
8º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 5,04 ↑ 1,00%
Descrição: O VINO11 encerrou o dia cotado a R$ 5,04, uma alta de 1,00% (R$ 0,05) sobre o fechamento de R$ 4,99. Durante a sessão, o ativo variou entre R$ 4,98 e R$ 5,10. O volume de cotas negociadas foi alto, totalizando 170.139 unidades, com volume financeiro de R$ 857.500,56. Em termos anuais, o fundo está operando em um patamar de recuperação, vindo de uma mínima de R$ 4,45 e ainda distante de sua máxima de 52 semanas de R$ 5,52. O valor nominal baixo da cota facilita a entrada de pequenos investidores, o que explica o elevado número de ações movimentadas. O setor de lajes corporativas, onde o fundo atua, tem mostrado sinais de estabilização, refletidos na valorização percentual positiva do dia.
O VINO11 é um fundo de escritórios gerido pela Vinci Real Estate, possuindo ativos de alta qualidade técnica (Triple A) em São Paulo e Rio de Janeiro. A última notícia de relevância foi a conclusão da venda parcial de ativos para redução de alavancagem financeira, uma estratégia da gestão para diminuir as despesas financeiras e melhorar o repasse de dividendos.
9º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 87,18 ↑ 0,91%
Descrição: O OUJP11 registrou um fechamento de R$ 87,18, o que equivale a uma subida de 0,91% (R$ 0,79) comparado ao fechamento anterior de R$ 86,39. O fundo operou entre R$ 86,38 e R$ 87,18 ao longo do dia, demonstrando uma tendência de alta consistente até o final do pregão. O volume de cotas foi de 3.645, com um volume financeiro de R$ 317.771,10. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra uma trajetória de valorização clara, estando muito próximo de sua máxima anual de R$ 88,34 e bem acima da mínima de R$ 63,24. Esse comportamento sugere que o mercado está precificando positivamente a qualidade dos ativos do fundo e sua gestão de recebíveis, consolidando-o como uma opção resiliente no setor de papel.
O OUJP11 é um fundo de recebíveis imobiliários focado em CRIs, gerido pela JPP Capital em parceria com a Ourinvest. Uma notícia recente importante é o relatório de gestão que aponta uma carteira 100% adimplente e com garantias robustas, o que tem atraído investidores que buscam segurança em crédito privado imobiliário.
10º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 80,00 ↑ 0,87%
Descrição: O CACR11 fechou a lista com uma valorização de 0,87% (R$ 0,69), encerrando o dia a exatos R$ 80,00. O fechamento anterior foi de R$ 79,31. O ativo flutuou entre R$ 79,35 e R$ 80,37, mostrando que houve uma leve realização de lucros no final do dia, já que o fechamento ficou abaixo da máxima. O volume de negociação foi de 16.774 cotas, resultando em R$ 1.341.920,00 em volume financeiro negociado. Olhando para o período de 52 semanas, o fundo apresenta uma performance sólida de recuperação, distanciando-se da mínima de R$ 56,60 e aproximando-se da máxima de R$ 88,58. O CACR11 mantém uma liquidez diária acima de um milhão de reais, o que o torna atraente para investidores que buscam exposição a recebíveis imobiliários com giro de mercado.
O CACR11 é um fundo de papel gerido pela Cartier Capital, focado em operações de crédito estruturado no setor imobiliário. Recentemente, o fundo anunciou a liquidação antecipada de algumas séries de CRIs, o que gerou um prêmio adicional de rentabilidade aos cotistas, refletindo positivamente no interesse pelo ativo nas últimas semanas.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,00 | -0,028698 |
| 2 | VGRI11 | R$ 6,52 | -0,028316 |
| 3 | RBRL11 | R$ 80,11 | -0,021856 |
| 4 | KORE11 | R$ 72,61 | -0,014121 |
| 5 | BROF11 | R$ 60,50 | -0,009171 |
| 6 | RZAK11 | R$ 85,84 | -0,008776 |
| 7 | XPCI11 | R$ 83,54 | -0,008427 |
| 8 | MCRE11 | R$ 9,62 | -0,008247 |
| 9 | JSRE11 | R$ 65,81 | -0,007391 |
| 10 | HGCR11 | R$ 96,18 | -0,00702 |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,00 ↓ 2,87%
Descrição: O fundo GZIT11 apresentou a maior retração percentual do grupo analisado, fechando o pregão cotado a R$ 44,00. Durante a sessão, o ativo demonstrou baixa volatilidade intraday, oscilando entre a mínima de R$ 44,00 e a máxima de R$ 44,03, evidenciando uma pressão vendedora constante que o manteve próximo ao piso do dia. O volume de negociação registrou 11.547 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 508.068,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 45,30, o recuo nominal foi de R$ 1,30. É importante notar que o relatório aponta ausência de dados históricos para as métricas de 52 semanas, sugerindo uma listagem recente ou ajuste de base. O fundo é focado na gestão de ativos de shopping centers, detendo participações em empreendimentos consolidados. Recentemente, a Gazit Brasil, administradora do portfólio, tem focado na otimização operacional de seus principais shoppings, como o Internacional Shopping Guarulhos, buscando elevar a taxa de ocupação e o NOI (Net Operating Income) do portfólio.
2º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,52 ↓ 2,83%
Descrição: O VGRI11 encerrou o dia com uma desvalorização de 2,83%, sendo negociado a R$ 6,52. O ativo movimentou um volume expressivo de 284.576 ações (cotas), resultando em um giro financeiro de R$ 1.855.435,52. A oscilação diária posicionou o fundo muito próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 6,39), o que pode atrair investidores em busca de oportunidades de desconto patrimonial, embora a tendência de curto prazo seja de queda. O fechamento anterior foi de R$ 6,71, representando uma perda nominal de R$ 0,19 por cota. A mínima do dia tocou os R$ 6,51, reforçando o suporte imediato nessa região. Este fundo é um FII de “papel” focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com estratégia de alocação em ativos de crédito imobiliário. Em notícias recentes, a gestão da Valora reiterou o compromisso com o monitoramento de crédito da carteira para mitigar riscos de inadimplência em cenários de juros elevados.
3º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 80,11 ↓ 2,19%
Descrição: O RBRL11 registrou um fechamento de R$ 80,11, o que representa uma queda de 2,19% em relação ao dia anterior (R$ 81,90). O volume financeiro movimentado foi de R$ 1.915.590,32, com 23.912 cotas trocando de mãos. O fundo operou em uma banda entre R$ 80,11 e R$ 81,88. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o preço atual encontra-se em um patamar intermediário, distante tanto da mínima de R$ 63,25 quanto da máxima de R$ 92,67. A variação negativa nominal foi de R$ 1,79. O RBRL11 é um fundo de tijolo focado no segmento logístico, possuindo galpões de alto padrão (Classe A). Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da venda de ativos logísticos com lucro imobiliário, visando a reciclagem de portfólio e a distribuição de ganhos de capital extraordinários aos seus cotistas, mantendo o foco em ativos estrategicamente localizados próximos a grandes centros consumidores.
4º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 72,61 ↓ 1,41%
Descrição: Com uma queda de 1,41%, o KORE11 fechou o dia cotado a R$ 72,61. A variação nominal negativa foi de R$ 1,04 frente ao fechamento anterior de R$ 73,65. O volume de negociação alcançou 26.966 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.958.001,26. O ativo demonstrou resiliência ao longo do ano, visto que sua máxima de 52 semanas é de R$ 77,26 e a mínima de R$ 59,80. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 72,55 e a máxima de R$ 73,75. Este fundo, gerido pela Kinea Investimentos, atua de forma híbrida e oportunista no setor imobiliário, buscando ganhos tanto em renda quanto em desenvolvimento. A última notícia relevante do KORE11 envolveu a atualização de seu guidance de dividendos, onde a gestão destacou a manutenção de fluxos estáveis provenientes de sua carteira de ativos de alta qualidade, apesar da volatilidade macroeconômica.
5º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 60,50 ↓ 0,92%
Descrição: O BROF11 encerrou a sessão com recuo de 0,92%, cotado a R$ 60,50. Houve uma variação negativa de R$ 0,56 comparado ao fechamento de R$ 61,06. O volume de cotas foi relativamente baixo, com 3.185 negociações, totalizando R$ 192.692,50 em volume financeiro. O ativo trabalhou dentro de um intervalo estreito, entre R$ 60,40 e R$ 60,98. Em 52 semanas, o fundo operou entre R$ 42,29 e R$ 63,35, indicando que o preço atual está próximo ao topo histórico recente. O BROF11 é focado em lajes corporativas, detendo edifícios de escritórios premium. Recentemente, o mercado repercutiu a movimentação da BR Properties (originadora do fundo) em reduzir sua alavancagem, o que traz uma percepção de maior segurança para os fundos sob sua chancela, embora o setor de escritórios ainda enfrente desafios de vacância em determinadas regiões.
6º – RIZA AKIN FDO DE INV IMOB CF (RZAK11) | R$ 85,84 ↓ 0,88%
Descrição: O fundo RZAK11 apresentou queda de 0,88%, fechando a R$ 85,84. A variação negativa nominal foi de R$ 0,76 em relação ao fechamento de R$ 86,60. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 1.949.426,40 com 22.710 cotas negociadas. O ativo atingiu uma máxima diária de R$ 86,57, mas perdeu fôlego até a mínima de R$ 85,73. Curiosamente, a cotação atual está muito próxima de sua máxima de 52 semanas (R$ 86,60), sinalizando um momento de forte valorização acumulada. O Riza Akin é um fundo de papel que investe majoritariamente em CRIs com foco em retorno de crédito (high yield). A notícia mais recente do fundo trata da sua 5ª emissão de cotas, captando recursos para expandir a carteira de recebíveis e aproveitar as taxas de juros reais elevadas no mercado de crédito privado.
7º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 83,54 ↓ 0,84%
Descrição: O XPCI11 fechou o dia em R$ 83,54, uma retração de 0,84%. A desvalorização nominal foi de R$ 0,71 sobre o valor anterior de R$ 84,25. Foram negociadas 22.105 cotas, movimentando R$ 1.846.651,70. O fundo operou entre a mínima de R$ 83,50 e a máxima de R$ 84,28. Em um panorama de um ano, o ativo oscilou entre R$ 66,08 e R$ 86,69, mostrando que o valor atual está consolidado em um patamar elevado. Este fundo é gerido pela XP Asset Management e foca em ativos de renda fixa vinculados ao setor imobiliário. Recentemente, o XPCI11 divulgou seu relatório gerencial apontando uma carteira diversificada com indexação equilibrada entre IPCA e CDI, o que tem protegido o rendimento dos cotistas contra a inflação, mantendo dividendos competitivos no setor de recebíveis.
8º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,62 ↓ 0,82%
Descrição: O MCRE11 registrou queda de 0,82%, fechando a R$ 9,62 por cota. O volume de negociação foi o maior da lista em termos de quantidade de cotas, com 302.741 papéis transacionados, gerando R$ 2.912.368,42 em volume financeiro. O ativo teve oscilação mínima no dia, variando apenas entre R$ 9,60 e R$ 9,70. O fechamento anterior foi de R$ 9,70, exatamente o valor da sua máxima de 52 semanas. Isso indica que, apesar da queda diária, o ativo está em um momento de pico histórico. O MCRE11 é um fundo de papel com estratégia High Yield, buscando ativos de maior risco e maior retorno. Notícias recentes indicam que o fundo tem tido sucesso na originação de novos ativos com taxas atrativas, o que reflete diretamente na manutenção de seus dividendos em patamares elevados para o segmento.
9º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 65,81 ↓ 0,74%
Descrição: O JSRE11 encerrou a sessão a R$ 65,81, representando uma queda de 0,74%. A redução nominal foi de R$ 0,49 em relação aos R$ 66,30 anteriores. O volume negociado foi de R$ 1.700.793,64, com 25.844 cotas. O fundo flutuou entre R$ 65,56 e R$ 66,40. No acumulado de 52 semanas, o ativo saiu de uma mínima de R$ 54,25 para uma máxima de R$ 69,40, situando-se agora em uma zona de consolidação. O fundo é administrado pelo Banco Safra e possui uma estratégia multi-estratégia, investindo tanto em lajes corporativas quanto em outros FIIs. Recentemente, a gestão do JSRE11 tem trabalhado na redução da vacância de seus imóveis em São Paulo, como o Edifício Tower Bridge, buscando inquilinos de alto crédito para garantir a perenidade das distribuições mensais.
10º – FDO INV IMOB CSHG RECEBIVEIS CF (HGCR11) | R$ 96,18 ↓ 0,70%
Descrição: O HGCR11 apresentou a menor queda do ranking, com recuo de 0,70%, fechando a R$ 96,18. A variação nominal foi de R$ 0,68 abaixo do fechamento de R$ 96,86. Foi o maior volume financeiro do dia entre os analisados, com R$ 2.993.891,04 movimentados através de 31.128 cotas. O fundo chegou a bater a máxima de R$ 97,30 no dia, muito perto de sua máxima anual de R$ 98,04. O HGCR11 é um dos fundos de recebíveis mais tradicionais do mercado, gerido pela Credit Suisse (CSHG). A última notícia de impacto para o fundo foi a conclusão de sua última emissão de cotas, que teve forte adesão do mercado, permitindo ao fundo alocar capital em novos CRIs com garantias reais robustas, mantendo sua posição como um dos benchmarks de segurança no setor de papel.