Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 17/06/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 BTRA11 R$ 62.87 0.039174
2 MFII11 R$ 50.15 0.033169
3 HTMX11 R$ 137.23 0.026249
4 URPR11 R$ 22.74 0.017905
5 DEVA11 R$ 17.65 0.011461
6 TRXF11 R$ 92.74 0.01046
7 CCME11 R$ 8.92 0.00905
8 HCTR11 R$ 15.81 0.007006
9 BLMG11 R$ 31.76 0.006018
10 SNCI11 R$ 86.20 0.004545

1º – FII BTG PACTUAL TERRAS AGRICOLAS CEF (BTRA11) | R$ 62,87 ↑ 3,92%

Descrição: O FII BTG Pactual Terras Agrícolas (BTRA11) encerrou o dia com uma valorização expressiva de 3,92%, atingindo o preço de R$ 62,87. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 59,61 e a máxima de R$ 63,00 durante o pregão. Com um volume de 8.786 ações negociadas, o fundo movimentou R$ 552.375,82. Comparando com o fechamento anterior de R$ 60,50, observamos uma recuperação sólida. Em uma perspectiva anual, o fundo demonstra volatilidade, com mínima de R$ 44,60 e máxima de R$ 70,11 nas últimas 52 semanas, indicando que o preço atual se encontra em uma zona intermediária, mas com tendência de alta no curto prazo. Este movimento reflete o interesse crescente no setor agro, que atua como um hedge natural contra inflação, atraindo investidores que buscam diversificação em ativos reais fora do ambiente urbano tradicional.

O fundo é gerido pela BTG Pactual e foca na aquisição de terras agrícolas produtivas, buscando rentabilidade através da exploração arrendatária. Recentemente, o fundo tem ajustado seu portfólio para otimizar os retornos diante da variação dos preços das commodities agrícolas.

2º – MÉRITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 50,15 ↑ 3,32%

Descrição: O fundo Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11) registrou um desempenho robusto, fechando o dia cotado a R$ 50,15, uma alta de 3,32% em relação ao fechamento anterior de R$ 48,54. O volume financeiro negociado foi expressivo, totalizando R$ 4.536.117,65, com 90.451 ações negociadas. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 47,69 (mínima) e R$ 50,32 (máxima). Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo apresentou uma variação entre R$ 44,97 e R$ 75,57, o que situa o preço atual mais próximo do limite inferior, podendo representar uma oportunidade de entrada para investidores que acreditam na recuperação do setor de desenvolvimento. Este volume negociado acima da média sugere uma atividade intensa de investidores institucionais ajustando posições, consolidando o fundo como uma opção relevante dentro de estratégias que buscam ganhos atrelados ao desenvolvimento imobiliário e valorização de capital no longo prazo.

O fundo é focado na alocação em projetos de desenvolvimento imobiliário, buscando gerar valor através da conclusão de obras e comercialização. O mercado acompanha de perto a velocidade de venda dos empreendimentos que compõem a carteira do fundo.

3º – FDO INV IMOB FII HOTEL MAXINVEST CF (HTMX11) | R$ 137,23 ↑ 2,62%

Descrição: O HTMX11, Fundo de Investimento Imobiliário Hotel Maxinvest, apresentou uma valorização sólida de 2,62%, finalizando o dia a R$ 137,23. O ativo teve uma variação positiva de R$ 3,51 em relação ao fechamento anterior de R$ 133,72. O dia foi marcado por oscilações contidas, com mínima de R$ 134,80 e máxima de R$ 138,50. O volume negociado foi de 8.952 ações, totalizando R$ 1.228.482,96 em volume financeiro. Olhando para o histórico de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 125,31 e R$ 144,31, indicando que o preço atual está próximo da parte superior da banda anual. Esse desempenho reflete a resiliência do setor hoteleiro e a capacidade do fundo em manter ocupação e rentabilidade em um cenário de retomada contínua do turismo corporativo e de lazer.

O HTMX11 investe em ativos imobiliários voltados ao setor hoteleiro, buscando rentabilidade através da exploração direta ou arrendamento de unidades. Recentemente, o fundo tem reportado melhoria nas receitas operacionais devido ao aumento das diárias médias.

4º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 22,74 ↑ 1,79%

Descrição: O URPR11 (Urca Prime Renda FII) encerrou o pregão cotado a R$ 22,74, registrando uma valorização de 1,79%. Partindo de um fechamento anterior de R$ 22,34, o ativo mostrou uma evolução consistente ao longo do dia, oscilando entre a mínima de R$ 22,11 e a máxima de R$ 22,82. O volume de negociações atingiu 16.782 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 381.622,68. No horizonte de 52 semanas, o fundo demonstra uma amplitude considerável, variando de R$ 21,70 a R$ 41,82, o que indica que o preço atual se encontra em um patamar bem abaixo da sua máxima anual, refletindo desafios enfrentados pelo setor de CRIs ou ajustes na política de distribuição de rendimentos. Investidores devem estar atentos aos indicadores de crédito da carteira deste fundo, que busca retornos elevados através de títulos de dívida imobiliária.

O fundo tem como estratégia principal a alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta rentabilidade. O gestor tem focado na reciclagem da carteira para mitigar riscos de crédito diante do atual cenário macroeconômico.

5º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 17,65 ↑ 1,15%

Descrição: O Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11) apresentou um fechamento positivo de 1,15%, atingindo o valor de R$ 17,65. O dia iniciou-se próximo ao fechamento anterior de R$ 17,45, com oscilações que variaram entre a mínima de R$ 17,27 e a máxima de R$ 17,80. O volume negociado foi de 32.739 ações, movimentando R$ 577.843,35. Analisando a performance nos últimos 12 meses, o fundo apresentou uma variação expressiva entre R$ 15,87 e R$ 29,55, com o preço atual operando significativamente abaixo da máxima, evidenciando o ajuste de mercado vivenciado pelos fundos de recebíveis com exposição a taxas de juros e indexadores de inflação. Para o investidor, o momento pede análise criteriosa da qualidade de crédito dos ativos que compõem o portfólio, dada a volatilidade apresentada no último ano.

O fundo investe prioritariamente em CRIs, visando capturar spreads de crédito superiores à média de mercado. O fundo tem passado por um processo de reestruturação de garantias de alguns ativos para aumentar a segurança dos cotistas.

6º – TRX REAL ESTATE FII CF (TRXF11) | R$ 92,74 ↑ 1,05%

Descrição: O TRX Real Estate (TRXF11) finalizou o pregão com uma valorização de 1,05%, cotado a R$ 92,74. Este fundo destacou-se pelo alto volume de negociação, com 272.908 ações negociadas, totalizando um volume financeiro robusto de R$ 25.309.487,92. O ativo manteve uma estabilidade notável, com preço mínimo de R$ 91,94 e atingindo R$ 92,74 como preço máximo no dia. Comparado ao fechamento anterior de R$ 91,78, a valorização demonstra a confiança do mercado na gestão e nos ativos imobiliários de renda urbana do fundo. No histórico de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 87,47 e R$ 94,80, indicando que o preço atual está próximo do topo histórico, refletindo a resiliência dos seus contratos de locação atípicos (built-to-suit) que garantem previsibilidade de receita.

O fundo foca em imóveis de renda urbana, principalmente locados para grandes redes varejistas sob contratos de longo prazo. A estratégia de gestão continua focada na reciclagem de portfólio e expansão em ativos de alta qualidade.

7º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,92 ↑ 0,91%

Descrição: O Canuma Capital Mult Fundo de Investimento Imobiliário (CCME11) registrou uma leve valorização de 0,91%, encerrando o dia a R$ 8,92. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,80 e a máxima de R$ 8,93, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,84. O volume de ações negociadas totalizou 38.044, com um volume financeiro de R$ 339.352,48. No período de 52 semanas, o fundo demonstrou uma variação entre R$ 7,62 e R$ 9,29, situando o preço atual próximo ao limite superior da faixa anual, o que indica uma tendência positiva recente. A performance reflete um ajuste de mercado condizente com o perfil do fundo, que busca diversificação em múltiplos ativos, atraindo investidores que buscam exposição com baixo valor nominal por cota, facilitando a liquidez e a entrada de pequenos aportes.

O fundo possui uma estratégia multimercado, investindo em diferentes segmentos do setor imobiliário. O gestor tem buscado diversificar os riscos através de alocações em setores menos correlacionados com o ciclo econômico.

8º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 15,81 ↑ 0,70%

Descrição: O Hectare CE (HCTR11) apresentou um fechamento positivo de 0,70%, cotado a R$ 15,81. O ativo partiu de R$ 15,70 no fechamento anterior, alcançando a máxima de R$ 16,05 e mínima de R$ 15,46. O volume financeiro movimentado foi de R$ 649.933,29, com 41.109 ações negociadas. No panorama de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 15,01 e R$ 21,78, indicando que o preço atual se encontra próximo ao patamar mínimo anual. Esse comportamento reflete os desafios enfrentados pelo fundo no seu segmento de atuação, exigindo atenção do investidor quanto à composição e saúde dos ativos de crédito que compõem a carteira, frente a um cenário de inadimplência setorial que tem impactado diversos FIIs de recebíveis nos últimos meses.

O fundo atua no segmento de CRIs, com estratégia de alocação em ativos de maior risco buscando prêmios elevados. O fundo está em constante processo de renegociação de dívidas para preservar o valor patrimonial.

9º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 31,76 ↑ 0,60%

Descrição: O fundo BlueMacaw Logística (BLMG11) encerrou o pregão com uma leve alta de 0,60%, cotado a R$ 31,76. O ativo abriu próximo ao fechamento anterior de R$ 31,57, com mínima de R$ 30,85 e máxima de R$ 31,79 durante o dia. O volume financeiro negociado foi de R$ 267.323,92, correspondendo a 8.417 ações. Ao analisar o comportamento de 52 semanas, observamos uma variação entre R$ 27,63 e R$ 35,19. O preço atual situa-se em uma zona intermediária do intervalo anual, indicando uma estabilidade operacional dentro do setor de logística. O desempenho reflete a qualidade dos ativos logísticos do portfólio e a demanda contínua por espaços de armazenagem estratégica, fator crucial para a cadeia de suprimentos e o comércio eletrônico.

O fundo investe em condomínios logísticos de alto padrão, localizados estrategicamente próximos a grandes centros consumidores. Recentemente, o fundo tem se beneficiado da baixa vacância de seus imóveis principais.

10º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 86,20 ↑ 0,45%

Descrição: O SNCI11, fundo de recebíveis imobiliários da Suno, encerrou o dia a R$ 86,20, com uma valorização de 0,45% frente ao fechamento anterior de R$ 85,81. O ativo oscilou entre R$ 85,81 na mínima e R$ 86,50 na máxima, movimentando 3.608 ações e um volume financeiro total de R$ 311.009,60. No histórico de 52 semanas, o fundo apresentou variação entre R$ 72,79 e R$ 90,37. O preço atual encontra-se mais próximo da máxima do ano, demonstrando uma recuperação sólida e confiança do mercado na gestão da carteira de CRIs do fundo. Essa performance é positiva para os cotistas que buscam previsibilidade e uma gestão conservadora focada na preservação de capital através de títulos de dívida imobiliária com garantias robustas.

O fundo foca em uma carteira de CRIs pulverizada, buscando minimizar riscos de crédito através de diversificação. O gestor mantém uma política rigorosa de seleção de emissores para garantir a estabilidade dos rendimentos mensais.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CACR11 R$ 22.60 -0.036247
2 BCRI11 R$ 58.52 -0.034801
3 RBRX11 R$ 8.09 -0.033453
4 SNEL11 R$ 8.23 -0.031765
5 KCRE11 R$ 9.04 -0.022703
6 TGAR11 R$ 52.50 -0.022346
7 HFOF11 R$ 6.42 -0.021341
8 CLIN11 R$ 90.08 -0.018736
9 MCRE11 R$ 8.96 -0.017544
10 VRTA11 R$ 73.58 -0.015784

1º – SUPERNOVA FII – RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (CACR11) | R$ 22,60 ↓3,62%

Descrição: O fundo encerrou o pregão cotado a R$ 22,60, apresentando uma variação negativa expressiva de 3,62% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 23,45. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 22,55 e a máxima de R$ 23,74. O volume de ações transacionadas totalizou 20.977 unidades, movimentando um volume financeiro de R$ 474.080,20. Observando o horizonte de 52 semanas, o fundo possui uma volatilidade notável, com mínima registrada em R$ 20,31 e máxima em R$ 87,73, o que exige cautela do investidor. Este cenário de desvalorização no dia reflete uma pressão vendedora momentânea que impactou seu valor de mercado. A análise técnica aponta para um teste de suporte importante nos níveis de preços atuais. É recomendável que o investidor acompanhe se a tendência de queda se manterá ou se haverá uma correção técnica nos próximos dias, dada a volatilidade histórica demonstrada pelo ativo em comparação com outros fundos do mesmo segmento de recebíveis imobiliários.

O Supernova FII é um fundo de investimento imobiliário focado principalmente em ativos de renda fixa imobiliária, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, o fundo tem buscado otimizar a alocação de sua carteira para equilibrar o risco-retorno em um cenário de inflação e juros ainda desafiadores para o setor imobiliário.

2º – BANESTES RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FII (BCRI11) | R$ 58,52 ↓3,48%

Descrição: O BCRI11 fechou o dia a R$ 58,52, após iniciar a sessão com uma cotação superior ao fechamento anterior de R$ 60,63. A variação negativa de 3,48% reflete a pressão de venda que o fundo enfrentou ao longo do pregão, onde oscilou entre a mínima de R$ 58,52 e a máxima de R$ 60,85. O volume de negociação foi relativamente baixo, com 11.806 ações negociadas, gerando um volume financeiro de R$ 690.887,12. Comparando com seu histórico de 52 semanas, o fundo operou dentro de um intervalo entre R$ 55,05 e R$ 67,99. Este desempenho negativo no dia destaca o momento de fragilidade do setor de recebíveis, exigindo que o investidor observe atentamente os próximos movimentos para identificar se o suporte de R$ 55,05 será testado novamente. A liquidez reduzida pode intensificar a volatilidade de curto prazo para este papel, sendo um ponto de atenção para investidores que buscam maior previsibilidade e giro rápido em suas posições financeiras.

O fundo é gerido pelo Banestes e tem como objetivo principal auferir rendimentos através da aquisição de CRIs. O fundo foca em ativos com garantias sólidas. Notícias recentes indicam que o fundo está em processo de reavaliação de alguns créditos de sua carteira para garantir a sustentabilidade da distribuição de proventos.

3º – RBR PLUS MULTIESTRATÉGIA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,09 ↓3,35%

Descrição: O RBRX11 fechou o pregão em R$ 8,09, acumulando uma queda de 3,35% comparado ao fechamento anterior de R$ 8,37. A amplitude de oscilação do dia foi relativamente estreita, com mínima de R$ 8,08 e máxima de R$ 8,14. O volume de negociações mostrou-se elevado, atingindo 328.231 ações, o que resultou em um volume financeiro de R$ 2.655.388,79. Embora não haja dados consolidados sobre as faixas de mínima e máxima das últimas 52 semanas na amostra, o volume de negociação significativo sugere um interesse constante dos investidores no ativo, apesar da desvalorização pontual. A pressão vendedora superou a demanda, levando a uma queda que pode ser vista por alguns investidores como um ponto de entrada a preços mais atrativos, dependendo da estratégia de alocação e da confiança nos ativos subjacentes do fundo. O investidor deve monitorar se o volume expressivo reflete uma reorganização de carteiras ou uma mudança de tendência.

O RBR Plus é um FII multiestratégia que busca rentabilidade através de uma combinação de CRIs e outros ativos imobiliários. A gestão é conhecida pela agilidade na rotação de carteira. Recentemente, a RBR Asset destacou planos de expansão na aquisição de ativos logísticos para compor o portfólio.

4º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,23 ↓3,18%

Descrição: O SNEL11 registrou uma variação negativa de 3,18%, fechando a R$ 8,23 ante R$ 8,50 do fechamento anterior. A oscilação durante o dia foi contida, situando-se entre R$ 8,19 (mínima) e R$ 8,24 (máxima). O ativo demonstrou alta liquidez, com um volume de 734.108 ações negociadas, totalizando R$ 6.041.708,84 de volume financeiro. Assim como outros ativos do segmento, não foram fornecidos dados de 52 semanas. A queda significativa, acompanhada por um volume de negociação muito expressivo, indica que houve uma movimentação relevante de investidores institucionais ou grandes posições individuais ajustando seus preços. Para os investidores, esse cenário exige monitoramento constante, pois a liquidez elevada facilita tanto a entrada quanto a saída do ativo, podendo acelerar movimentos de preço em momentos de alta volatilidade ou mudança de sentimento do mercado em relação ao nicho de energias limpas dentro do setor imobiliário.

O fundo foca no investimento em ativos do setor de energias renováveis com lastro imobiliário, um nicho em crescimento. A Suno Asset, gestora do fundo, tem investido na prospecção de novas plantas solares para aumentar o valor dos ativos e consequentemente a distribuição de dividendos.

5º – KINEA CREDITAS FII (KCRE11) | R$ 9,04 ↓2,27%

Descrição: O KCRE11 encerrou o dia em R$ 9,04, uma desvalorização de 2,27% frente aos R$ 9,25 do fechamento anterior. O ativo manteve uma oscilação mínima, operando entre R$ 8,98 e R$ 9,04. O volume transacionado foi de 25.189 ações, com um montante financeiro de R$ 227.708,56. Este fundo demonstra uma característica de menor volatilidade no dia, porém com desvalorização consistente. A ausência de dados de 52 semanas limita uma análise de longo prazo sobre o histórico de preços, mas o patamar atual sugere cautela. Investidores que acompanham a Kinea devem avaliar se a queda se justifica por fundamentos ou apenas pelo humor do mercado no dia, dado que o volume de negociação foi modesto em comparação com outros ativos analisados. A estabilidade operacional e a qualidade da gestão da Kinea são fatores que geralmente trazem segurança, mas o comportamento atual pede uma análise atenta dos relatórios gerenciais.

O KCRE11 é gerido pela Kinea Investimentos e concentra-se em crédito estruturado. O fundo mantém uma estratégia focada em risco moderado. Não foram reportadas notícias relevantes sobre o fundo nos últimos dias, mantendo-se a continuidade da estratégia atual de alocação em dívidas corporativas de alta qualidade.

6º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL (TGAR11) | R$ 52,50 ↓2,23%

Descrição: O TGAR11 finalizou o pregão a R$ 52,50, apresentando uma queda de 2,23% sobre o fechamento de R$ 53,70. O ativo oscilou entre R$ 52,50 e R$ 54,36 durante a sessão. Com um volume de 58.547 ações, o montante financeiro foi de R$ 3.073.717,50. No histórico de 52 semanas, o fundo demonstrou grande oscilação, com mínima em R$ 50,03 e máxima em R$ 89,80. Este comportamento indica que o papel está operando perto de sua mínima anual, um ponto crítico que pode atrair investidores em busca de valor, mas que também exige atenção rigorosa a possíveis quebras de suporte. A alta oscilação histórica reforça a natureza dinâmica da carteira do fundo, que pode ser mais suscetível a mudanças nas taxas de juros e no cenário macroeconômico, refletindo diretamente em sua valorização de mercado atual e no interesse dos investidores.

O TGAR11 é conhecido por sua estratégia em desenvolvimento imobiliário e ativos reais, possuindo um portfólio diversificado em várias regiões do Brasil. A TG Core, gestora do fundo, recentemente anunciou novas parcerias para projetos de loteamentos em capitais do Nordeste.

7º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB (HFOF11) | R$ 6,42 ↓2,13%

Descrição: O HFOF11 fechou a R$ 6,42, com uma queda de 2,13% em relação ao fechamento anterior de R$ 6,56. O fundo oscilou entre R$ 6,40 e R$ 6,57 ao longo do dia, com um volume considerável de 476.684 ações e R$ 3.060.311,28 de volume financeiro. No horizonte de 52 semanas, o fundo apresentou oscilações entre R$ 5,12 e R$ 6,88. A posição atual, mais próxima da máxima do período do que da mínima, sugere um desempenho relativamente resiliente, apesar da desvalorização pontual no dia. Por se tratar de um fundo de fundos (FoF), o HFOF11 está sujeito à performance das cotas dos fundos que compõem sua carteira, o que exige do investidor um olhar para a diversificação. O volume elevado de negociação indica boa liquidez, permitindo ajustes de posição com facilidade, embora a volatilidade diária deva ser acompanhada de perto por aqueles focados no curto prazo.

O HFOF11 é um Fundo de Fundos gerido pela Hedge Investments, focado em diversificar sua carteira através de cotas de outros FIIs. A gestão adota uma postura ativa para capturar oportunidades de valorização em diferentes segmentos imobiliários, ajustando o portfólio conforme as perspectivas macroeconômicas.

8º – CLAVE ÍNDICES DE PREÇOS FII (CLIN11) | R$ 90,08 ↓1,87%

Descrição: O CLIN11 encerrou a sessão a R$ 90,08, apresentando queda de 1,87% sobre o fechamento de R$ 91,80. O ativo manteve um preço estável durante o dia, operando apenas no patamar de R$ 90,08. O volume de negociação foi reduzido, com apenas 6.986 ações, movimentando R$ 629.298,88. Sem dados de 52 semanas disponíveis, a análise fica restrita ao comportamento imediato, que mostra uma falta de liquidez expressiva e pouca variação intradiária após a queda do patamar anterior. Esse cenário indica uma menor atividade de investidores no ativo, o que pode ampliar o impacto de ordens de compra ou venda sobre o preço. Investidores devem considerar a menor liquidez como um fator de risco adicional, pois a dificuldade de saída em momentos de estresse do mercado pode influenciar a volatilidade real do papel, sendo indicado maior critério na montagem de posições.

O CLIN11 é um fundo focado em ativos indexados a índices de preços, buscando proteção contra a inflação. A Clave Capital, gestora do fundo, tem mantido uma estratégia conservadora na alocação de seus ativos, buscando mitigar riscos em períodos de maior incerteza sobre a trajetória da inflação oficial.

9º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD (MCRE11) | R$ 8,96 ↓1,75%

Descrição: O MCRE11 fechou o dia em R$ 8,96, com uma variação negativa de 1,75% em comparação aos R$ 9,12 do fechamento anterior. O preço oscilou entre R$ 8,96 e R$ 9,19 durante o pregão. O volume de negociação foi de 238.062 ações, totalizando R$ 2.133.035,52. Analisando as últimas 52 semanas, o fundo operou em uma faixa entre R$ 7,29 e R$ 9,69, o que indica que o ativo está em um patamar superior à média do período, apesar da queda diária. Essa resiliência sugere que o fundo mantém uma base de suporte sólida, e a variação diária pode representar apenas um ajuste dentro de uma tendência de médio prazo. O volume financeiro relevante sinaliza que há liquidez suficiente para investidores que desejam realizar movimentos estratégicos, exigindo atenção aos próximos resultados para confirmar se o ativo continuará em seu patamar de valorização.

O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e foca em ativos “high yield” (alto retorno), o que implica um risco maior na busca por rentabilidade superior. O fundo tem mantido uma política de distribuição consistente de dividendos, baseada na seleção criteriosa de CRIs de maior risco e maior retorno.

10º – FATOR VERITA FDO INV IMOB (VRTA11) | R$ 73,58 ↓1,58%

Descrição: O VRTA11 finalizou o dia a R$ 73,58, registrando uma variação negativa de 1,58% perante o fechamento anterior de R$ 74,76. A oscilação durante o pregão ficou entre R$ 73,28 e R$ 74,70. Com um volume de 27.870 ações, o fundo movimentou R$ 2.050.674,60. No histórico de 52 semanas, o fundo apresentou um intervalo de R$ 66,37 a R$ 77,99, posicionando-se atualmente em um patamar intermediário. A queda moderada, acompanhada por um volume financeiro considerável, indica que houve certa pressão de saída, mas sem grandes desespero por parte dos detentores. O investidor deve considerar que o ativo tem apresentado uma trajetória de maior estabilidade quando comparado com outros do mesmo ranking, sendo uma opção a ser monitorada para aqueles que buscam uma estratégia de alocação com foco em renda, considerando os fundamentos sólidos que o fundo tem buscado demonstrar.

O VRTA11 é um fundo com gestão da Fator Administração de Recursos, também focado em CRIs. O fundo é amplamente reconhecido no mercado pela sua base diversificada de ativos e pela estratégia de longo prazo. Não foram divulgadas notícias de impacto imediato sobre a administração do fundo nesta semana.

Outras Publicações
Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/06/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 17/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 CSAN3 R$ 3.47 0.061162

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 17/06/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 17/06/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 BTRA11 R$ 62.87 0.039174 2

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 17/06/2026

As Criptomoedas que Mais Valorizaram e Desvalorizaram em 17/06/2026

Um resumo do que aconteceu com criptomoedas mais populares hoje: Rank Código Preço 24h % 1 BTC $64.220,81 -2,35% 2

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/06/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 16/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 PCAR3 R$ 1.93 0.096591

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 16/06/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 16/06/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 BLMG11 R$ 31.57 0.030689 2