Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AIEC11 | R$ 64,60 | 5,47 |
| 2 | RBRP11 | R$ 43,94 | 4,40 |
| 3 | ITRI11 | R$ 76,69 | 4,38 |
| 4 | PCIP11 | R$ 72,20 | 4,17 |
| 5 | BROF11 | R$ 58,30 | 4,03 |
| 6 | MFII11 | R$ 31,55 | 3,44 |
| 7 | RZTR11 | R$ 84,33 | 3,22 |
| 8 | PSEC11 | R$ 50,92 | 3,20 |
| 9 | PVBI11 | R$ 66,66 | 3,19 |
| 10 | GZIT11 | R$ 36,46 | 2,62 |
1º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 64,60 ↑5,47%
Descrição: O fundo imobiliário Autonomy Edifícios Corp encerrou a sessão na liderança do ranking diário de valorização, cotado a R$ 64,60 por cota. Esse desempenho reflete um avanço expressivo de 5,47%, o que representa um acréscimo nominal de R$ 3,35 em comparação com o fechamento anterior estabelecido em R$ 61,25. Ao longo do pregão, o ativo apresentou comportamento sólido, atingindo a cotação mínima intradiária de R$ 60,05 e tocando a máxima do dia no mesmo valor de fechamento, R$ 64,60. A liquidez do fundo registrou a negociação de 14.036 cotas, totalizando um volume financeiro movimentado de R$ 906.725,60. Na análise do intervalo técnico de 52 semanas, o fundo operou entre o piso histórico de R$ 42,77 e o teto de R$ 64,60, indicando que o fechamento atual coincide com a máxima anual do papel, demonstrando forte pressão compradora recente no mercado secundário.
O AIEC11 é um fundo imobiliário do segmento de lajes corporativas, com portfólio focado na aquisição e gestão de edifícios comerciais de alto padrão técnico voltados para locatários corporativos de primeira linha. Recentemente, a gestão tem divulgado relatórios gerenciais com atualizações sobre a taxa de ocupação física de seus edifícios e o andamento das revisões e renovações contratuais com inquilinos corporativos.
2º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 43,94 ↑4,40%
Descrição: O fundo RBR Properties conquistou a 2ª posição entre os destaques positivos do dia, fechando cotado a R$ 43,94. O ativo apurou uma valorização de 4,40%, agregando R$ 1,85 em relação ao preço de fechamento anterior, que havia sido de R$ 42,09. Durante a jornada de negociações, o papel oscilou entre a mínima diária de R$ 41,90 e a máxima de R$ 43,95, mantendo-se próximo do patamar mais elevado do pregão até o encerramento. Foram transacionadas 18.917 cotas no total, movimentando um volume financeiro de R$ 831.212,98. Em uma perspectiva ampliada de médio e longo prazo, considerando a janela de 52 semanas, o fundo transita entre o menor valor de R$ 40,77 e o patamar máximo de R$ 53,55, posicionando o preço de tela atual ligeiramente acima do seu suporte anual.
O RBRP11 é um fundo imobiliário híbrido gerido pela RBR Asset Management, atuando estrategicamente na aquisição de lajes corporativas, galpões e ativos com potencial de retrofit e valorização de capital. Entre as notícias e fatos relevantes recentes, o fundo tem reportado amortizações e ajustes pontuais em sua estrutura de capital e na composição de inquilinos de seus imóveis corporativos.
3º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 76,69 ↑4,38%
Descrição: O fundo Itaú Total Return finalizou o dia no 3º lugar do ranking, cotado a R$ 76,69. Essa marca representa uma elevação percentual de 4,38%, traduzida em um ganho nominal de R$ 3,22 ante o fechamento da sessão anterior, que estava fixado em R$ 73,47. Durante as operações do mercado, o ativo estabeleceu sua mínima intradiária em R$ 73,51 e a máxima em R$ 76,69, replicando o pico no encerramento das negociações. A liquidez foi robusta, com a troca de titularidade de 21.231 cotas, o que gerou um volume financeiro total de R$ 1.628.205,39. Ao observar o histórico das últimas 52 semanas, o ativo registra mínima de R$ 65,98 e máxima de R$ 87,37, situando o preço atual em uma faixa intermediária de recuperação técnica no mercado da B3.
O ITRI11 é gerido pela Itaú Asset Management e adota uma tese de retorno total, combinando alocação diversificada entre ativos imobiliários de tijolo, títulos de renda fixa imobiliária e cotas de outros fundos. Em comunicados recentes, a gestão destacou o rebalanceamento de sua carteira de recebíveis e a sustentabilidade no fluxo de distribuição de dividendos mensais.
4º – PATRIA CI INDICE DE PRECOS FII CF (PCIP11) | R$ 72,20 ↑4,17%
Descrição: Ocupando a 4ª colocação do ranking diário, o fundo Pátria CI Índice de Preços encerrou as negociações negociado a R$ 72,20. O desempenho representou uma valorização de 4,17% na sessão, configurando uma variação positiva de R$ 2,89 frente ao preço anterior de R$ 69,31. A dinâmica diária registrou oscilação entre a cotação mínima de R$ 69,45 e a máxima de R$ 72,45. O papel se destacou pela expressiva liquidez institucional, registrando o giro de 56.173 cotas e um volume financeiro negociado de expressivos R$ 4.055.690,60, o maior volume entre os fundos listados no levantamento. No acumulado das 52 semanas anteriores, o fundo registrou cotação mínima de R$ 69,26 e máxima de R$ 84,29, demonstrando recuperação a partir de sua base inferior.
O PCIP11 é um fundo imobiliário de papel sob gestão da Pátria Investimentos, prioritariamente indexado a índices de inflação (IPCA) por meio de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta qualidade de crédito. Recentemente, a gestora comunicou a conclusão de novas alocações em ativos de crédito privado imobiliário com taxas atrativas de carrego.
5º – BRPR CORPORATE OFFICES FII CF (BROF11) | R$ 58,30 ↑4,03%
Descrição: O fundo imobiliário BRPR Corporate Offices encerrou a sessão na 5ª posição entre as maiores valorizações, com sua cota precificada a R$ 58,30. O movimento configurou uma alta diária de 4,03%, correspondente a um incremento de R$ 2,26 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 56,04. Ao longo do dia, o ativo registrou como piso o valor de R$ 55,87 e alcançou o teto de R$ 58,36, consolidando um fechamento próximo da máxima da jornada. A movimentação contou com um volume negociado de 7.951 cotas, que somaram R$ 463.543,30 em capital financeiro transacionado. Na métrica temporal de 52 semanas, os registros apontam uma cotação mínima de R$ 45,70 e máxima de R$ 64,86, mostrando que o fundo avança gradativamente em direção às suas médias superiores.
O BROF11 tem como foco o investimento em edifícios corporativos institucionais e escritórios de alto padrão, buscando geração de renda estável por meio de contratos de locação atípicos e típicos. Notícias recentes sobre o fundo concentram-se no acompanhamento da vacância física de seus empreendimentos corporativos e nas negociações de novos contratos de locação.
6º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I (MFII11) | R$ 31,55 ↑3,44%
Descrição: Posicionado em 6º lugar no levantamento diário, o Mérito Desenvolvimento Imobiliário I concluiu o pregão cotado a R$ 31,55 por cota. Esse patamar representa uma variação positiva de 3,44%, refletindo um ganho nominal de R$ 1,05 em comparação ao fechamento precedente estabelecido em R$ 30,50. A cotação flutuou entre o valor mínimo de R$ 30,60 e a máxima de R$ 32,00 durante o expediente da bolsa de valores. No período, foram movimentadas 18.329 cotas, perfazendo um montante financeiro total de R$ 578.279,95. Quando analisado o desempenho histórico de 52 semanas, o fundo possui amplitude entre a mínima de R$ 27,40 e a máxima de R$ 73,79, evidenciando uma recuperação importante em relação ao suporte inferior recente.
O MFII11 é um fundo imobiliário com estratégia voltada para o desenvolvimento e incorporação imobiliária residencial e comercial, capturando valor desde a fase de obras até a venda final dos empreendimentos. Relatórios recentes divulgados pela Mérito Investimentos enfatizam o avanço físico dos canteiros de obra e o cronograma de repasses e comercialização de unidades.
7º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 84,33 ↑3,22%
Descrição: Na 7ª posição do ranking diário, o fundo Riza Terrax encerrou o dia comercializado a R$ 84,33. Esse patamar consagra uma alta de 3,22%, gerando um avanço financeiro de R$ 2,63 por cota frente ao valor de fechamento anterior de R$ 81,70. Durante o pregão, o piso das negociações foi fixado exatamente em R$ 81,70, enquanto o valor máximo atingido coincidiu com o fechamento em R$ 84,33. O ativo registrou liquidez expressiva, com 37.570 cotas negociadas e um volume financeiro total de R$ 3.168.278,10. Em relação ao retrospecto de 52 semanas, o fundo apresenta mínima acumulada de R$ 78,44 e máxima de R$ 92,25, demonstrando consistência operacional e estabilidade técnica em sua faixa de negociação no mercado secundário.
O RZTR11 é um fundo imobiliário com tese voltada ao agronegócio, estruturando operações nos modelos de Sale & Leaseback e Buy to Lease focados em terras agrícolas produtivas nas principais regiões do país. Recentemente, a Riza Asset informou aos cotistas o cumprimento regular dos contratos de arrendamento e o fluxo estável no recebimento das parcelas de recompra por parte dos produtores.
8º – PATRIA SECURITIES FII CF (PSEC11) | R$ 50,92 ↑3,20%
Descrição: O Pátria Securities FII garantiu o 8º lugar na sessão de negócios ao fechar cotado a R$ 50,92. A evolução da cota registrou um acréscimo de 3,20%, o que equivale a um incremento nominal de R$ 1,58 ante o fechamento da sessão anterior de R$ 49,34. Durante as oscilações do pregão, o valor mínimo atingido foi de R$ 48,05, e a máxima alcançou R$ 51,33. O fundo apresentou elevado fluxo de negociação, com 50.789 cotas transacionadas, resultando em um volume financeiro movimentado de R$ 2.586.175,88. Ao analisar a janela das 52 semanas anteriores, constata-se que a mínima foi registrada a R$ 48,05 e a máxima a R$ 61,17, apontando que o ativo reagiu a partir de sua faixa de suporte mais baixa.
O PSEC11 é gerido pela Pátria Investimentos e opera com foco em títulos de dívida imobiliária e valores mobiliários do setor, priorizando crédito corporativo e operações estruturadas com garantia real. As notícias mais recentes veiculadas pela administração abordam o monitoramento da carteira de crédito e a manutenção da remuneração recorrente aos investidores.
9º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 66,66 ↑3,19%
Descrição: O fundo VBI Prime Properties figurou na 9ª colocação no painel de valorizações, finalizando o pregão com sua cota avaliada em R$ 66,66. O ativo marcou uma alta diária de 3,19%, o que representa um ganho de R$ 2,06 em comparação direta ao fechamento anterior de R$ 64,60. A cotação mínima do dia foi de R$ 64,60, enquanto a máxima tocou o valor final de R$ 66,66. Com forte demanda de mercado, o ativo contabilizou 54.634 cotas negociadas e movimentou um expressivo volume financeiro de R$ 3.641.902,44. No panorama das últimas 52 semanas, o fundo variou entre a cotação mínima de R$ 63,81 e a máxima de R$ 82,24, mostrando que o encerramento do dia marca uma recuperação sobre os níveis de piso anual.
O PVBI11 é um dos principais fundos de lajes corporativas institucionais do país, investindo em edifícios de padrão Triple A situados nas regiões financeiras mais nobres de São Paulo, como Faria Lima e Itaim Bibi. Em suas últimas divulgações, a gestora VBI Real Estate atualizou o mercado sobre os índices de ocupação de seus ativos e a estratégia de alocação de recursos em novas aquisições de participações imobiliárias.
10º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 36,46 ↑2,62%
Descrição: Encerrando a lista dos dez fundos imobiliários com melhor desempenho no 10º lugar, o Gazit Malls fechou o pregão cotado a R$ 36,46. O avanço percentual registrado foi de 2,62%, representando uma alta nominal de R$ 0,93 em relação ao fechamento da sessão anterior de R$ 35,53. O papel oscilou em uma faixa estreita ao longo do dia, com mínima registrada em R$ 36,39 e máxima tocando o valor de fechamento em R$ 36,46. Foram negociadas 7.360 cotas durante a sessão, perfazendo um volume financeiro total de R$ 268.345,60. Para as métricas de 52 semanas, constam registros “SEM DADOS” tanto para a mínima quanto para a máxima do período na base fornecida, caracterizando uma fase de consolidação de histórico de negociação recente.
O GZIT11 é um fundo imobiliário especializado no segmento de shopping centers e centros comerciais urbanos integrados, com portfólio administrado sob a expertise internacional da Gazit Brasil. Relatórios recentes do fundo detalham a evolução das vendas dos lojistas, o fluxo de visitantes nos centros de compras e o comportamento dos custos de ocupação e taxas de inadimplência.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | CACR11 | R$ 16,51 | -13,01 |
| 2 | TRXF11 | R$ 71,80 | -2,97 |
| 3 | BTAL11 | R$ 79,44 | -2,94 |
| 4 | RBRX11 | R$ 6,93 | -2,12 |
| 5 | SNCI11 | R$ 80,23 | -1,38 |
| 6 | PATL11 | R$ 64,15 | -1,26 |
| 7 | RECT11 | R$ 32,17 | -0,86 |
| 8 | HCTR11 | R$ 13,75 | -0,79 |
| 9 | KCRE11 | R$ 8,37 | -0,71 |
| 10 | TRBL11 | R$ 46,59 | -0,62 |
1º – CARTESIA RECEBIVEIS IMOB CEF (CACR11) | R$ 16,51 ↓13,01%
Descrição: O fundo imobiliário encerrou o último pregão negociado a R$ 16,51, registrando uma expressiva desvalorização diária de 13,01%, o que representa uma perda absoluta de R$ 2,47 em relação ao preço de fechamento anterior, cotado em R$ 18,98. Durante a sessão operacional, a cota oscilou entre a mínima de R$ 16,51 e a máxima de R$ 19,89, evidenciando uma pressão vendedora contínua que levou o papel a encerrar no piso do dia. A liquidez do pregão registrou um volume transacionado de 109.749 cotas, totalizando um montante financeiro negociado de R$ 1.811.955,99. Ao analisar a janela temporal de 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo histórico compreendido entre a cotação mínima de R$ 11,86 e a máxima de R$ 76,23, posicionando a cotação atual consideravelmente mais próxima dos patamares mínimos do período analisado, o que reflete a volatilidade recente enfrentada pelo ativo.
O CACR11 é um fundo de investimento imobiliário focado no segmento de recebíveis imobiliários (papel), estruturado para auferir rendimentos por meio da aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e outros títulos de crédito com lastro imobiliário. Recentemente, o fundo tem concentrado seus relatórios na gestão de risco de sua carteira de crédito e no acompanhamento do fluxo de amortizações em meio ao cenário de juros.
2º – TRX REAL ESTATE FII CF (TRXF11) | R$ 71,80 ↓2,97%
Descrição: No fechamento do mercado, o TRXF11 registrou uma retração de 2,97%, com suas cotas cotadas ao valor de R$ 71,80, indicando um recuo financeiro de R$ 2,20 na comparação direta com o fechamento anterior estabelecido em R$ 74,00. O comportamento intradiário demonstrou uma mínima de R$ 70,30 e uma máxima de R$ 73,90. O fundo apresentou expressivo volume institucional e de varejo, movimentando um montante total de R$ 87.994.777,20 a partir de 1.225.554 cotas negociadas no dia, destacando-se como o maior volume financeiro da sessão. Em sua trajetória no intervalo de 52 semanas, o fundo operou entre o piso de R$ 70,30 e o teto de R$ 92,30, mostrando que o preço do fechamento atual tocou os menores níveis observados nos últimos doze meses de negociação.
O TRX Real Estate é um fundo imobiliário de tijolo com estratégia híbrida, atuando com foco prioritário em imóveis logísticos e de varejo “big box”, locados sob contratos atípicos de longo prazo para grandes corporações. Notícias recentes sobre o fundo destacam movimentações estratégicas de reciclagem de portfólio, aquisições de lojas operadas por grandes redes supermercadistas e expansão do patrimônio líquido via novas emissões de cotas.
3º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 79,44 ↓2,94%
Descrição: O BTAL11 encerrou o dia cotado a R$ 79,44, acumulando uma variação negativa de 2,94%, equivalente a uma queda de R$ 2,41 frente à cotação base do fechamento anterior de R$ 81,85. Durante a sessão de negócios, a cotação atingiu a mínima intradiária de R$ 78,50 e a máxima de R$ 82,10. A movimentação diária contou com a troca de titularidade de 19.648 cotas, gerando um volume financeiro total de R$ 1.560.837,12. Na perspectiva de 52 semanas, o papel acumula uma faixa de negociação que varia entre a mínima de R$ 66,02 e a máxima de R$ 87,77, mantendo-se no terço superior de sua média anual, apesar da realização pontual de lucros observada ao término deste pregão.
O FII BTG Pactual Agro Logística é voltado ao investimento em ativos imobiliários da cadeia logística do agronegócio, incluindo armazéns, silos, terminais e centros de distribuição estratégicos para o escoamento de safras. Recentemente, a gestão reportou a manutenção de 100% de adimplência em seus contratos atípicos e avanços na estruturação de novos galpões logísticos no Centro-Oeste brasileiro.
4º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 6,93 ↓2,12%
Descrição: O RBRX11 finalizou o pregão a R$ 6,93 por cota, o que configurou uma desvalorização de 2,12% em seu valor de mercado, subtraindo R$ 0,15 em relação ao fechamento da sessão prévia de R$ 7,08. A oscilação diária do ativo permaneceu bastante estreita, registrando mínima de R$ 6,93 e máxima de R$ 6,95 durante as operações. Foram negociadas 255.442 cotas ao longo da jornada, consolidando um volume financeiro negociado de R$ 1.770.213,06. O histórico de métricas de 52 semanas não possui dados registrados na base fornecida, reforçando a importância do monitoramento do volume e do suporte de preços verificado no pregão corrente para avaliação de liquidez.
O RBR Plus Multiestratégia Real Estate é um fundo imobiliário que adota uma tese flexível, alocando recursos em cotas de outros fundos imobiliários, CRIs, ações do setor imobiliário e projetos de desenvolvimento. Notícias recentes da gestora RBR Asset apontam para ajustes táticos na alocação de ativos para capturar ganhos de capital em oportunidades de valor relativo no mercado secundário.
5º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 80,23 ↓1,38%
Descrição: O fundo imobiliário fechou o dia negociado a R$ 80,23, registrando uma queda percentual de 1,38%, que representou uma redução de R$ 1,12 ante o fechamento anterior de R$ 81,35. No decorrer do pregão, a mínima anotada foi de R$ 79,50, enquanto o valor máximo atingido foi de R$ 81,35. O volume de cotas transacionadas alcançou 12.756 unidades, resultando em uma liquidez financeira diária de R$ 1.023.413,88. Na análise abrangente das últimas 52 semanas, o ativo transitou entre o valor mínimo de R$ 71,08 e a máxima de R$ 88,24, situando sua cotação próxima à região intermediária do canal de negociação anual.
O SNCI11 é gerido pela Suno Asset com foco exclusivo na originação e estruturação de recebíveis imobiliários de alta qualidade de crédito (high grade), indexados tanto à inflação (IPCA) quanto ao CDI. Entre os fatos recentes, destaca-se a divulgação recorrente de distribuições de dividendos consistentes e a diversificação de garantias em seus títulos de dívida corporativa.
6º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%
Descrição: O PATL11 encerrou os trabalhos do mercado cotado a R$ 64,15, registrando retração de 1,26%, com desvalorização monetária de R$ 0,82 comparado aos R$ 64,97 do fechamento anterior. O papel operou entre a mínima de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93 no dia. A movimentação financeira totalizou R$ 3.332.079,30, impulsionada pela negociação de 51.942 cotas. Em sua série de 52 semanas, o fundo possui mínima registrada de R$ 45,37 e máxima de R$ 64,93, indicando que a cotação atual se encontra praticamente no topo histórico do intervalo anual, mesmo após o leve ajuste corretivo de fechamento.
O Pátria Logística é um fundo imobiliário que investe diretamente no segmento de galpões logísticos e centros de distribuição modernos (padrão classe A), visando renda por meio de locações para indústrias e e-commerce. A administração divulgou recentemente relatórios enfatizando a taxa de ocupação física de seus empreendimentos e a renegociação de prazos contratuais de inquilinos relevantes.
7º – FII REC RENDA IMOBILIARIA CF (RECT11) | R$ 32,17 ↓0,86%
Descrição: O fundo imobiliário concluiu a sessão cotado em R$ 32,17, apontando uma leve retração de 0,86%, o que representa uma diferença nominal negativa de R$ 0,28 frente ao valor de fechamento antecedente de R$ 32,45. A oscilação diária do ativo transcorreu entre a mínima de R$ 32,03 e a máxima de R$ 32,45. Foram negociadas 12.853 cotas, somando uma liquidez diária de R$ 413.481,01. Olhando para a janela das últimas 52 semanas, o papel transitou entre a mínima de R$ 26,54 e o pico de R$ 38,17, mantendo-se em um patamar estável de consolidação técnica no mercado secundário.
O RECT11 atua primordialmente no segmento de lajes corporativas, investindo em edifícios de escritórios comerciais de padrão institucional situados nos principais eixos econômicos do país. Notícias e comunicados recentes do fundo abordam esforços contínuos da gestão na redução da vacância física de seus edifícios e a prospecção de novos locatários corporativos.
8º – HECTARE CE FDO INV IMOB (HCTR11) | R$ 13,75 ↓0,79%
Descrição: A cotação do HCTR11 encerrou o dia negociada a R$ 13,75, apresentando uma desvalorização de 0,79%, traduzida em um decréscimo de R$ 0,11 quando comparada aos R$ 13,86 do fechamento prévio. Ao longo da sessão, o ativo transitou entre a mínima de R$ 13,66 e a máxima de R$ 13,91. O volume de negócios totalizou R$ 515.198,75, abrangendo 37.469 cotas negociadas no livro de ofertas. No acumulado das 52 semanas anteriores, o fundo marcou mínima de R$ 13,55 e máxima de R$ 21,09, com a cotação corrente posicionada próxima às mínimas anuais, refletindo a volatilidade de ativos de perfil high yield.
O Hectare CE é um fundo de papel que adota estratégia voltada para títulos de crédito imobiliário de maior retorno e perfil de risco elevado (high yield), com ênfase em empreendimentos turísticos e loteamentos. Notícias recentes sobre o HCTR11 envolvem atualizações a respeito de processos de reestruturação de garantias de operações inadimplentes e o fluxo de pagamento de proventos mensais.
9º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,37 ↓0,71%
Descrição: O KCRE11 finalizou o pregão cotado a R$ 8,37, marcando uma ligeira baixa de 0,71% no período diário, correspondendo a uma redução de R$ 0,06 ante a marca de R$ 8,43 obtida no fechamento anterior. As negociações diárias ocorreram integralmente sem dispersão intradiária de preços, marcando mínima e máxima idênticas em R$ 8,37. A quantidade transacionada atingiu 32.903 cotas, perfazendo um giro financeiro de R$ 275.398,11. Os dados de mínima e máxima do período de 52 semanas constam como não informados na base disponibilizada, evidenciando uma liquidez mais restrita e pontual no mercado organizado de bolsa.
O Kinea Creditas FII resulta da parceria entre a gestora Kinea e a fintech Creditas, focando na aquisição de recebíveis imobiliários garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária residencial (home equity). Os informes recentes da gestora destacam a qualidade das garantias da carteira e a originação disciplinada de novos títulos atrelados ao CDI.
10º – FII TELLUS RIO BRAVO RENDA LOG CEF (TRBL11) | R$ 46,59 ↓0,62%
Descrição: Fechando a listagem diária, o TRBL11 estabeleceu sua cotação final em R$ 46,59, o que configurou uma variação negativa de 0,62%, representando uma desvalorização de R$ 0,29 perante o fechamento anterior fixado em R$ 46,88. A oscilação intradiária situou-se entre a cotação mínima de R$ 45,57 e a máxima de R$ 47,00. A sessão contabilizou 26.337 cotas transacionadas, o que movimentou um volume monetário total de R$ 1.227.040,83. No retrospecto de 52 semanas, o fundo operou na faixa entre R$ 45,57 e R$ 82,51, tocando no pregão o seu menor nível de preço observado dentro do período de um ano.
O TRBL11 é um fundo imobiliário de tijolo com foco no segmento industrial e logístico, gerido pela Tellus em conjunto com a Rio Bravo, administrando galpões estratégicos locados para grandes empresas. Notícias recentes do fundo giram em torno de assembleias gerais extraordinárias, tratativas sobre a amortização de passivos e estratégias para readequação do portfólio físico de ativos.