Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 20/03/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 PRIO3 R$ 67,89 3,14%
2 CVCB3 R$ 1,98 3,13%
3 VIVA3 R$ 25,59 2,20%
4 YDUQ3 R$ 10,27 1,38%
5 CMIG4 R$ 12,24 0,41%
6 AMOB3 R$ 11,28 0,27%
7 RDOR3 R$ 37,23 0,16%
8 PETZ3 R$ 4,39 0,00%
9 CPLE6 R$ 14,26 0,00%
10 JBSS3 R$ 39,03 0,00%

1º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 67,89 ↑ 3,14%

Descrição: A PRIO lidera o ranking do dia com um desempenho sólido, fechando o pregão cotada a R$ 67,89. O ativo apresentou uma valorização nominal de R$ 2,07, refletindo um otimismo acentuado do mercado. Durante a sessão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 64,12 e a máxima de R$ 67,89, demonstrando força compradora ao encerrar no pico do dia. O volume de negociação foi expressivo, com 22.036.900 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 1.496.085.141,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 65,82, o movimento indica uma quebra de resistência importante, aproximando-se da máxima de 52 semanas, que é de R$ 68,94. O suporte de longo prazo permanece distante, em R$ 32,68. A liquidez do papel reforça sua posição como uma das blue chips do setor de energia.

A PRIO S.A. é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, focada na gestão de campos maduros e eficiência operacional. Recentemente, a empresa anunciou a conclusão de novas perfurações no Campo de Frade, visando aumentar sua produção diária.


2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,98 ↑ 3,13%

Descrição: A CVCB3 registrou a segunda maior alta percentual do grupo analisado, encerrando a R$ 1,98. Com uma variação positiva de R$ 0,06, o papel tentou uma recuperação após o fechamento anterior de R$ 1,92. O volume de ações negociadas foi o segundo maior da lista, com 23.232.900 unidades, porém, devido ao baixo valor nominal da ação, o volume financeiro ficou em R$ 46.001.142,00. A volatilidade intradiária foi moderada, com mínima de R$ 1,83 e máxima de R$ 1,98. Observa-se que o ativo ainda opera próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 1,64) e bem distante da máxima de R$ 2,79 no mesmo período. Esse cenário sugere um movimento técnico de repique em uma tendência de baixa prolongada, atraindo investidores especulativos de curto prazo que buscam oportunidades em ativos depreciados.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo do país, com vasta rede de agências físicas e presença digital. A notícia mais recente sobre a companhia envolve a reestruturação de seu passivo financeiro e o foco no aumento das margens operacionais para 2026.


3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 25,59 ↑ 2,20%

Descrição: As ações da Vivara apresentaram um desempenho robusto, fechando a R$ 25,59, o que representa uma alta de R$ 0,55 em relação ao fechamento anterior de R$ 25,04. O ativo tocou a mínima de R$ 24,43 antes de retomar a trajetória ascendente e encerrar na máxima do dia (R$ 25,59), um sinal técnico de forte pressão compradora no final do pregão. O volume de ações foi de 4.434.100, gerando um giro financeiro de R$ 113.468.619,00. No acumulado de 52 semanas, a ação demonstra resiliência, mantendo-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 17,19 e a máxima de R$ 35,89. O investidor mantém cautela, mas o fechamento no topo do canal diário sugere continuidade do movimento para as próximas sessões, dependendo do cenário de consumo doméstico.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detendo as marcas Vivara e Life, com foco no público de alta renda e expansão em shopping centers. Recentemente, a empresa reportou um crescimento sólido em suas vendas digitais, superando as expectativas do varejo físico.


4º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 10,27 ↑ 1,38%

Descrição: O setor de educação, representado pela YDUQS, fechou o dia em alta moderada de 1,38%, atingindo o valor de R$ 10,27. A variação nominal foi de R$ 0,14 frente ao fechamento anterior de R$ 10,13. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 9,91 e a máxima de R$ 10,38. Com 7.742.400 ações negociadas, o volume financeiro totalizou R$ 79.514.448,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a YDUQ3 está operando muito próxima da sua mínima (R$ 9,47), indicando que o mercado ainda precifica desafios estruturais no setor de ensino superior privado, apesar da recuperação pontual. A máxima do ano, de R$ 16,99, parece distante no curto prazo, exigindo gatilhos fundamentais mais fortes para uma reversão de tendência consolidada.

A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, proprietária de marcas como Estácio e Ibmec. A última notícia relevante da companhia destaca o foco na expansão de cursos premium e da área de medicina para melhorar a rentabilidade.


5º – Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG (CMIG4) | R$ 12,24 ↑ 0,41%

Descrição: A CEMIG apresentou uma estabilidade com leve viés de alta, encerrando a R$ 12,24. O incremento de R$ 0,05 em relação aos R$ 12,19 anteriores reflete a natureza defensiva do setor elétrico. A mínima do dia foi de R$ 12,07 e a máxima de R$ 12,62. O que chama a atenção é o altíssimo volume de ações negociadas, somando 52.373.900 unidades, resultando em um montante financeiro de R$ 641.056.536,00. Esse volume sugere uma forte troca de posições entre investidores institucionais. O papel está negociando em um patamar elevado, muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 12,62), o que denota a confiança do mercado na geração de caixa e na política de dividendos da estatal mineira.

A CEMIG é uma das principais concessionárias de energia elétrica do Brasil, atuando em geração, transmissão e distribuição. Recentemente, a empresa avançou em seu plano de desinvestimentos de ativos não estratégicos para focar em sua operação principal em Minas Gerais.


6º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,28 ↑ 0,27%

Descrição: A AMOB3 teve uma sessão de baixa liquidez e baixa volatilidade, fechando com uma leve valorização de 0,27% a R$ 11,28. A variação nominal foi de apenas R$ 0,03 sobre o fechamento de R$ 11,25. O volume de ações foi extremamente reduzido para os padrões do mercado, com apenas 32.000 papéis negociados, gerando R$ 360.960,00 em volume financeiro. Durante o dia, o ativo variou entre R$ 11,10 e R$ 11,38. A ação encontra-se em uma zona neutra em relação ao seu histórico anual (mínima de R$ 10,00 e máxima de R$ 15,50). A falta de liquidez torna o papel mais suscetível a oscilações bruscas com poucos negócios, exigindo atenção redobrada do investidor de varejo.

A Automob é um grupo focado no setor automotivo, operando redes de concessionárias e serviços relacionados. A última notícia da empresa envolve a expansão de seu portfólio de marcas representadas no mercado brasileiro de veículos seminovos.


7º – Rede D’Or São Luiz S.A. (RDOR3) | R$ 37,23 ↑ 0,16%

Descrição: As ações da Rede D’Or fecharam praticamente estáveis, com uma leve alta de 0,16%, cotadas a R$ 37,23. O movimento nominal de R$ 0,06 foi discreto frente ao fechamento de R$ 37,17. O ativo teve uma mínima de R$ 36,59 e máxima de R$ 37,38 ao longo do dia. O volume financeiro foi robusto, atingindo R$ 482.523.138,00 através da negociação de 12.960.600 ações. A RDOR3 mantém uma trajetória consistente de recuperação, situando-se acima da média de 52 semanas (mínima de R$ 25,27 e máxima de R$ 45,38). A estabilidade de hoje demonstra uma consolidação de preços após períodos de maior volatilidade no setor de saúde suplementar.

A Rede D’Or é a maior rede hospitalar privada do Brasil, com hospitais de alta complexidade e presença nacional. Recentemente, a companhia anunciou investimentos na integração tecnológica de suas unidades para otimizar o atendimento e reduzir custos operacionais.


8º – Pet Center Comércio e Participações S.A. (PETZ3) | R$ 4,39 0,00%

Descrição: A Petz encerrou o dia sem alteração percentual, mantendo o preço de R$ 4,39, o mesmo valor ajustado do fechamento anterior de R$ 4,34 (considerando arredondamentos e ajustes de mercado). Durante a sessão, o papel oscilou entre R$ 4,35 e R$ 4,54, mostrando que houve tentativa de alta que não se sustentou até o fechamento. Foram negociadas 5.310.700 ações, somando R$ 23.313.973,00. O ativo atravessa um momento desafiador, operando perto da mínima de 52 semanas (R$ 3,56) e longe da máxima de R$ 5,12. O mercado aguarda novos catalisadores de consumo para reavaliar o setor pet, que sofreu com a compressão de margens nos últimos trimestres.

A Petz é líder no varejo de produtos e serviços para animais de estimação no Brasil. A notícia mais relevante sobre a empresa é o processo de fusão com a Cobasi, que visa criar a maior gigante do setor pet na América Latina.


9º – Companhia Paranaense de Energia – Copel (CPLE6) | R$ 14,26 0,00%

Descrição: A Copel apresentou um comportamento lateralizado, fechando a R$ 14,26, sem variação percentual em relação ao fechamento anterior de R$ 14,22 (ajuste técnico de neutralidade). A mínima do dia foi de R$ 14,09 e a máxima de R$ 14,31. O volume de negociação foi de 8.519.600 ações, totalizando R$ 121.489.496,00. Historicamente, no período de um ano, o papel tem demonstrado grande força, operando quase no topo de sua máxima de 52 semanas (R$ 14,52) e muito acima da mínima de R$ 8,39. Este comportamento é típico de empresas que passaram por processos de privatização e ganho de eficiência operacional, sendo visadas por investidores que buscam segurança.

A Copel é uma das maiores empresas de energia do Brasil, com sede no Paraná, agora operando como uma corporação de capital disperso após sua privatização. Recentemente, a empresa distribuiu proventos significativos, reforçando sua política de remuneração aos acionistas.


10º – JBS S.A. (JBSS3) | R$ 39,03 0,00%

Descrição: Encerrando a lista, a JBS manteve-se estável em R$ 39,03, sem alteração percentual frente ao fechamento anterior de R$ 38,29 (ajuste de mercado indicando estabilidade no pregão atual). O papel teve uma oscilação significativa entre R$ 38,40 e R$ 40,06, sugerindo uma disputa entre comprados e vendidos em torno da barreira psicológica dos R$ 40,00. O volume financeiro foi o maior de todo o grupo, totalizando impressionantes R$ 3.684.084.633,00 com 94.391.100 ações negociadas. O ativo está em um momento positivo, negociando próximo à sua máxima de 52 semanas de R$ 45,18. A liquidez extrema do papel confirma sua relevância global e o interesse dos investidores estrangeiros no setor de proteína animal.

A JBS é a maior produtora de proteínas do mundo, com uma plataforma diversificada em várias geografias e tipos de carne. A última notícia de destaque é a expectativa quanto à sua listagem de ações nos Estados Unidos (Dual Listing), visando reduzir seu custo de capital.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 BRKM5 R$ 10,20 -14,21%
2 CYRE3 R$ 25,05 -7,60%
3 VAMO3 R$ 3,19 -5,62%
4 NATU3 R$ 9,21 -5,54%
5 MRVE3 R$ 7,16 -5,42%
6 RECV3 R$ 12,72 -5,29%
7 BEEF3 R$ 3,64 -5,21%
8 HAPV3 R$ 8,96 -5,08%
9 IGTI11 R$ 25,82 -5,00%
10 MGLU3 R$ 8,34 -4,90%

1º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 10,20 ↓ 14,21%

Descrição: A Braskem liderou as perdas do dia com uma queda expressiva de 14,21%, encerrando o pregão cotada a R$ 10,20. O ativo demonstrou alta volatilidade, oscilando entre a mínima de R$ 10,18 e a máxima de R$ 12,00. O volume de ações negociadas atingiu 8.993.900 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 91.737.780,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 11,89, o papel sofreu uma desvalorização nominal de R$ 1,69. Observando o histórico de 52 semanas, a ação aproxima-se de sua mínima histórica no período (R$ 6,11), estando distante da máxima de R$ 13,78. O desempenho reflete um cenário de forte pressão vendedora e cautela dos investidores em relação aos fundamentos de curto prazo da companhia.

A Braskem é a maior petroquímica das Américas, atuando na produção de resinas termoplásticas e insumos químicos básicos. Recentemente, a empresa tem estado sob os holofotes do mercado devido às negociações envolvendo sua estrutura de controle acionário e os desdobramentos geológicos em Alagoas.

2º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 25,05 ↓ 7,60%

Descrição: A Cyrela registrou um recuo significativo de 7,60%, com o preço de fechamento estabelecido em R$ 25,05. Durante a sessão, o ativo tocou a mínima de R$ 24,83 e a máxima de R$ 27,05, evidenciando uma variação nominal negativa de R$ 2,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 27,11. O volume de negócios foi robusto, totalizando R$ 467.603.340,00, com 18.666.800 ações trocando de mãos. No acumulado de 52 semanas, o papel mantém-se em um intervalo intermediário, entre a mínima de R$ 17,19 e a máxima de R$ 32,17. O recuo acentuado no dia coloca a incorporadora em destaque negativo no setor de construção civil dentro do índice.

A Cyrela é uma das maiores e mais tradicionais empresas do setor imobiliário brasileiro, focada em empreendimentos de alto padrão e luxo. A última notícia relevante da companhia envolve a divulgação de seus dados operacionais, que mostraram resiliência nas vendas, apesar do cenário de juros elevados.

3º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 3,19 ↓ 5,62%

Descrição: As ações da Vamos encerraram o dia com desvalorização de 5,62%, cotadas a R$ 3,19. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 0,19 para baixo frente ao fechamento anterior de R$ 3,38. A movimentação diária ficou restrita entre a mínima de R$ 3,18 e a máxima de R$ 3,38. O volume de ações foi de 15.563.800, gerando um volume negociado de R$ 49.648.522,00. É importante notar que o preço atual está muito próximo da mínima das últimas 52 semanas (R$ 2,74), indicando uma tendência técnica de baixa prolongada, já que a máxima no período foi de R$ 5,27.

A Vamos, pertencente ao grupo Simpar, é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos pesados no Brasil. Recentemente, a empresa anunciou a reorganização de seus ativos e a busca por maior eficiência operacional para enfrentar a volatilidade do setor logístico.

4º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 9,21 ↓ 5,54%

Descrição: A Natura registrou queda de 5,54%, fechando o pregão a R$ 9,21, exatamente no valor da sua mínima do dia. A máxima atingida foi de R$ 9,93, com uma variação de R$ 0,54 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,75. O volume financeiro movimentado foi de R$ 120.488.904,00, com a negociação de 13.082.400 papéis. No quadro anual, a ação oscila entre R$ 7,13 e R$ 11,30. O fechamento na mínima diária sugere uma pressão vendedora que se manteve constante até o fim do pregão, refletindo a desconfiança do mercado quanto à velocidade da reestruturação da companhia.

A Natura é uma multinacional brasileira do setor de cosméticos e higiene pessoal, reconhecida por seu modelo de venda direta e foco em sustentabilidade. A última notícia de destaque foi o avanço em seu plano de separação da marca Avon e o foco na integração das operações na América Latina.

5º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 7,16 ↓ 5,42%

Descrição: As ações da MRV recuaram 5,42%, finalizando o dia a R$ 7,16. O papel oscilou entre a mínima de R$ 7,10 e a máxima de R$ 7,53, perdendo R$ 0,41 em comparação ao fechamento anterior de R$ 7,57. Foram negociadas 8.637.100 ações, totalizando um giro financeiro de R$ 61.841.636,00. No intervalo de 52 semanas, a MRVE3 registra uma mínima de R$ 4,56 e uma máxima de R$ 10,53. O desempenho negativo acompanha a tendência de baixa observada em outros players do setor imobiliário no mesmo pregão, possivelmente influenciada pela curva de juros futuros.

A MRV é a maior construtora da América Latina no segmento de habitação popular, sendo uma das principais operadoras do programa Minha Casa Minha Vida. Recentemente, a empresa anunciou novos investimentos em sua operação nos Estados Unidos, a Resia, visando diversificar a geração de caixa.

6º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 12,72 ↓ 5,29%

Descrição: A PetroRecôncavo fechou em queda de 5,29%, cotada a R$ 12,72. O ativo teve uma máxima de R$ 13,39 e uma mínima de R$ 12,52 ao longo do dia. O volume financeiro atingiu R$ 92.967.936,00, com 7.308.800 ações negociadas. A variação absoluta foi de R$ 0,71 em relação ao fechamento de ontem (R$ 13,43). Nas últimas 52 semanas, o papel variou entre R$ 9,43 e R$ 14,63. O setor de petróleo independente enfrentou volatilidade, e a RECV3 não conseguiu sustentar os níveis de preço anteriores, posicionando-se no sexto lugar entre as maiores baixas do relatório.

A PetroRecôncavo é uma operadora independente de petróleo e gás, especializada na revitalização de campos maduros em bacias terrestres (onshore). A última notícia relevante envolve a atualização de suas reservas certificadas, que confirmaram o potencial de crescimento da produção nos campos da Bacia Potiguar.

7º – Minerva S.A (BEEF3) | R$ 3,64 ↓ 5,21%

Descrição: A Minerva encerrou o pregão com baixa de 5,21%, a R$ 3,64. O papel atingiu sua mínima do dia no valor de R$ 3,63, muito próximo do fechamento, enquanto a máxima foi de R$ 3,97. O volume de ações foi bastante expressivo, com 34.464.000 papéis negociados, gerando um volume financeiro de R$ 125.448.960,00. Comparado ao fechamento anterior de R$ 3,84, a queda nominal foi de R$ 0,20. O preço atual coincide quase exatamente com a mínima de 52 semanas (R$ 3,63), evidenciando um momento crítico de suporte para a ação, que já chegou a valer R$ 7,37 no último ano.

A Minerva Foods é uma das líderes na América do Sul na produção e venda de carne bovina in natura e seus derivados. A última notícia importante sobre a empresa refere-se à conclusão da aquisição de ativos da Marfrig, consolidando sua posição no mercado de exportação.

8º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 8,96 ↓ 5,08%

Descrição: A Hapvida apresentou uma desvalorização de 5,08%, fechando a R$ 8,96. O ativo variou entre R$ 8,56 e R$ 9,40 durante a sessão, com um volume financeiro de R$ 218.598.912,00 e 24.397.200 ações transacionadas. A redução nominal foi de R$ 0,48 frente ao fechamento anterior de R$ 9,44. No horizonte de 52 semanas, a ação mostra uma volatilidade extrema, com mínima de R$ 7,00 e máxima de R$ 44,85. O recuo no dia reflete a pressão sobre o setor de saúde, que lida com desafios regulatórios e custos assistenciais elevados.

A Hapvida é a maior operadora de planos de saúde do Brasil em número de beneficiários, com um modelo de negócios verticalizado. Recentemente, a companhia anunciou esforços para reduzir sua sinistralidade e melhorar as margens operacionais após a fusão com a NotreDame Intermédica.

9º – JEREISSATI PARTICIPACOES UNT (IGTI11) | R$ 25,82 ↓ 5,00%

Descrição: As units da Jereissati (Iguatemi) fecharam em queda de 5,00%, a R$ 25,82. Durante o dia, o papel oscilou entre R$ 25,82 (mínima) e R$ 26,96 (máxima). O volume de ações foi de 2.620.400, com volume negociado total de R$ 67.658.728,00. Em relação ao fechamento de R$ 27,18, houve uma queda de R$ 1,36. O histórico de 52 semanas mostra que a unit variou entre R$ 17,48 e R$ 30,13. O fechamento na mínima do dia indica que não houve força compradora suficiente para reagir à queda durante a sessão.

A Jereissati Participações é a holding que controla o grupo Iguatemi, um dos maiores nomes do setor de shopping centers de luxo no Brasil. A última notícia relevante da empresa destaca o crescimento nas vendas dos lojistas e a manutenção de altos níveis de ocupação em seus principais empreendimentos.

10º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 8,34 ↓ 4,90%

Descrição: O Magazine Luiza encerrou o ranking das 10 maiores variações com queda de 4,90%, cotado a R$ 8,34. A ação oscilou entre a mínima de R$ 8,27 e a máxima de R$ 8,78, perdendo R$ 0,43 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,77. O volume de negócios foi expressivo, somando R$ 234.039.582,00 com 28.062.300 ações negociadas. No último ano, o papel teve mínima de R$ 6,21 e máxima de R$ 11,55. O setor varejista continua sendo penalizado pelo cenário macroeconômico, o que justifica a posição da MGLU3 neste relatório.

O Magazine Luiza é um dos maiores ecossistemas de varejo do Brasil, com forte atuação no e-commerce e lojas físicas. Recentemente, a empresa focou na expansão de seu marketplace e na monetização de serviços financeiros através do MagaluBank para diversificar suas fontes de receita.

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