As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RECV3 | R$ 10.18 | 6.04 |
| 2 | NATU3 | R$ 8.50 | 5.59 |
| 3 | UGPA3 | R$ 29.36 | 4.11 |
| 4 | PETR4 | R$ 39.65 | 3.15 |
| 5 | PETR3 | R$ 44.16 | 2.79 |
| 6 | VBBR3 | R$ 31.65 | 2.56 |
| 7 | CMIN3 | R$ 4.66 | 2.42 |
| 8 | BRKM5 | R$ 6.14 | 2.16 |
| 9 | MGLU3 | R$ 4.51 | 2.04 |
| 10 | PSSA3 | R$ 52.50 | 1.94 |
1º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 10,18 ↑6,04%
Descrição: A PetroRecôncavo (RECV3) apresentou um desempenho de destaque no pregão atual, com uma valorização robusta de 6,04%. O ativo, que iniciou o dia na mínima de R$ 9,74, encerrou o período cotado a R$ 10,18, superando seu fechamento anterior de R$ 9,60. Com um volume de 4.393.300 ações negociadas, o papel demonstrou um forte fluxo comprador, mantendo-se em uma zona de recuperação interessante, visto que sua mínima em 52 semanas foi de R$ 9,18 e a máxima alcançou R$ 14,24. O volume financeiro movimentado totalizou R$ 44.723.794,00, evidenciando uma liquidez consistente para o tamanho da companhia. A variação absoluta positiva de R$ 0,58 reflete o otimismo dos investidores em relação à execução do plano de desenvolvimento de campos terrestres da empresa. A volatilidade intradiária foi mantida sob controle, operando dentro de uma faixa estreita de R$ 0,46. O ativo segue atraindo atenção de analistas devido à sua eficiência operacional no segmento onshore.
A PetroRecôncavo é uma operadora independente focada na exploração e produção de petróleo e gás natural, com forte presença na Bacia do Recôncavo e Potiguar. Recentemente, a empresa tem sido foco de discussões sobre a consolidação do setor privado de P&G no Brasil.
2º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,50 ↑5,59%
Descrição: A Natura (NATU3) registrou uma performance expressiva nesta sessão, encerrando o pregão com alta de 5,59%, cotada a R$ 8,50. O papel demonstrou uma recuperação significativa ao longo do dia, saindo de uma mínima de R$ 7,70 para atingir a máxima de R$ 8,72, superando o fechamento anterior de R$ 8,05. O volume de negociação foi bastante expressivo, atingindo 24.787.100 ações e um montante financeiro total de R$ 210.690.350,00. Esse movimento indica uma retomada de confiança por parte do mercado, dado que o ativo ainda negocia abaixo de sua máxima de 52 semanas de R$ 11,15, embora tenha se distanciado de sua mínima de R$ 7,13. A variação positiva de R$ 0,45 reflete ajustes de carteira e expectativas favoráveis sobre a eficiência da nova estrutura corporativa da companhia. O cenário para a Natura permanece complexo, mas o volume negociado sinaliza um apetite renovado dos investidores institucionais pela tese de recuperação e simplificação do grupo.
A Natura &Co é uma multinacional brasileira de higiene pessoal e cosméticos, reconhecida por seu modelo de venda direta e foco em sustentabilidade. Em julho de 2026, a empresa anunciou a entrada de suas marcas na plataforma de e-commerce Shopee para ampliar sua presença no varejo digital.
3º – ULTRAPAR PARTICIPAÇÕES S.A. (UGPA3) | R$ 29,36 ↑4,11%
Descrição: A Ultrapar (UGPA3) fechou o dia com uma valorização de 4,11%, cotada a R$ 29,36, apresentando uma clara tendência de alta após ter operado em uma mínima de R$ 28,30. O volume negociado de 15.750.600 ações resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 462.437.616,00. O papel demonstra solidez, mantendo-se distante de sua mínima em 52 semanas de R$ 14,62 e próximo ao topo do ano, de R$ 30,81. A variação positiva de R$ 1,16 reforça a percepção de valor que o mercado tem atribuído à distribuidora. O desempenho reflete não apenas o momentum do setor, mas também a confiança dos investidores na capacidade da companhia de manter margens operacionais resilientes. A consistência no volume de ações negociadas sugere um posicionamento de longo prazo por parte dos investidores, motivado pelos recentes relatórios positivos de bancos de investimento sobre o setor de distribuição.
A Ultrapar é um dos principais conglomerados brasileiros, com operações em distribuição de combustíveis (Ipiranga), logística química e farmácias. Recentemente, analistas do Itaú BBA revisaram para cima o preço-alvo da UGPA3, refletindo margens mais fortes após o balanço do primeiro trimestre de 2026.
4º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 39,65 ↑3,15%
Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) encerraram o dia com alta de 3,15%, cotadas a R$ 39,65. O ativo mostrou forte liquidez, movimentando 40.095.600 ações e um volume financeiro expressivo de R$ 1.589.790.540,00. A cotação variou entre a mínima de R$ 39,00 e a máxima de R$ 39,75. O valor de fechamento superou o patamar anterior de R$ 38,44, consolidando a alta de R$ 1,21 na sessão. O cenário de 52 semanas mostra que a ação ainda possui espaço para buscar sua máxima de R$ 49,18, enquanto se mantém segura acima da mínima de R$ 27,36. A performance demonstra que, apesar da volatilidade do preço do petróleo no mercado internacional, a Petrobras continua sendo um ativo central nas carteiras, impulsionado pela expectativa de dividendos robustos e pela geração de caixa resiliente da companhia. A confiança do mercado em sua estrutura de capital permanece elevada.
A Petrobras é a maior empresa de capital aberto do Brasil, atuante na exploração, produção, refino e transporte de petróleo e gás. O Morgan Stanley elevou recentemente a perspectiva para a companhia, destacando o papel como um favorito para a entrega de dividendos no segundo semestre de 2026.
5º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 44,16 ↑2,79%
Descrição: As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) registraram valorização de 2,79%, fechando o dia a R$ 44,16. O papel movimentou 11.254.100 ações, totalizando R$ 496.981.056,00. A variação intradiária ocorreu entre R$ 43,34 e R$ 44,49, evidenciando uma pressão compradora constante após o fechamento anterior em R$ 42,96. Com essa alta de R$ 1,20, a PETR3 reforça seu desempenho positivo no ano, consolidando-se acima de sua mínima em 52 semanas de R$ 29,27, aproximando-se de seu teto de R$ 54,64. A valorização das ações ordinárias caminha em linha com o movimento do ativo preferencial, refletindo o sentimento geral do mercado em relação à estatal. A liquidez se manteve dentro dos padrões de normalidade para o ativo, reforçando a atratividade do papel para investidores institucionais que buscam exposição ao setor energético brasileiro com maior peso em decisões corporativas.
A PETR3 representa a classe de ações com direito a voto da Petrobras. Em julho de 2026, a empresa continua no centro das atenções do mercado devido à implementação de sua nova política de dividendos e foco em exploração de novas fronteiras, como a Margem Equatorial.
6º – Vibra Energia S.A. (VBBR3) | R$ 31,65 ↑2,56%
Descrição: A Vibra Energia (VBBR3) encerrou o pregão em alta de 2,56%, atingindo R$ 31,65 após um dia de oscilação entre R$ 30,79 e R$ 31,79. O volume negociado de 11.360.200 ações resultou em um volume financeiro de R$ 359.550.330,00, superando o fechamento anterior de R$ 30,86. A valorização de R$ 0,79 demonstra o otimismo do mercado quanto à execução da estratégia da companhia, especialmente após o recente aumento de preço-alvo por parte de analistas de mercado. O ativo encontra-se em uma zona de valorização, distanciando-se consideravelmente de sua mínima de 52 semanas de R$ 17,51 e aproximando-se da máxima de R$ 33,66. A liquidez do papel permanece alta, o que facilita o posicionamento de grandes investidores. A Vibra tem se beneficiado de revisões positivas em suas projeções de margens, o que tem sido refletido diretamente no desempenho de suas ações.
A Vibra Energia é a líder na distribuição de combustíveis no país, operando sob a marca licenciada da Petrobras. A companhia anunciou, em 08 de julho de 2026, a assinatura de um contrato estratégico com a Arauco para suprir a maior fábrica de celulose do mundo.
7º – CSN Mineração S.A. (CMIN3) | R$ 4,66 ↑2,42%
Descrição: A CSN Mineração (CMIN3) fechou em R$ 4,66, registrando uma alta de 2,42% na sessão, após ter atingido a mínima de R$ 4,41 e a máxima de R$ 4,85. O volume negociado totalizou 15.203.600 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 70.848.776,00, superior ao fechamento anterior de R$ 4,55. A valorização de R$ 0,11 marca um movimento de tentativa de recuperação para o papel, que ainda sofre pressões externas vindas da volatilidade do preço do minério de ferro global. Com uma variação em 52 semanas entre R$ 4,08 e R$ 6,37, o ativo demonstra que está em um nível de preço sensível, sendo fortemente impactado por notícias sobre a demanda chinesa. Investidores têm monitorado de perto a capacidade de geração de caixa da empresa, dada a importância da commodity para suas margens operacionais no trimestre.
A CSN Mineração atua na extração, beneficiamento e comercialização de minério de ferro. Recentemente, a empresa tem enfrentado desafios devido à queda do preço da commodity, que tem pressionado o desempenho das ações, embora mantenha uma política de dividendos atrativa.
8º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 6,14 ↑2,16%
Descrição: A Braskem (BRKM5) encerrou o dia com uma alta de 2,16%, cotada a R$ 6,14. O papel variou entre R$ 5,96 e R$ 6,26, com um volume de 6.902.200 ações e um total financeiro de R$ 42.379.508,00. O fechamento anterior foi de R$ 6,01. Apesar da valorização na sessão, o ativo opera em um patamar de cautela, refletindo as incertezas financeiras da companhia, estando distante de sua máxima de 52 semanas de R$ 13,78 e mais próximo da mínima de R$ 5,83. A alta de R$ 0,13 pode ser interpretada como um movimento técnico de ajuste, mas o mercado continua atento aos desafios de liquidez e às reestruturações de dívida da empresa. A companhia tem enfrentado pressões significativas em seu balanço, o que exige um acompanhamento rigoroso dos desdobramentos sobre sua dívida de longo prazo.
A Braskem é uma petroquímica global, líder em resinas termoplásticas. A empresa atravessa um período delicado de reestruturação financeira e, recentemente, obteve uma tutela cautelar na Justiça para evitar o vencimento antecipado de dívidas bilionárias.
9º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,51 ↑2,04%
Descrição: O Magazine Luiza (MGLU3) fechou a sessão com valorização de 2,04%, cotado a R$ 4,51. O volume negociado foi de 17.175.400 ações, movimentando R$ 77.461.054,00. A ação oscilou entre R$ 4,29 (mínima) e R$ 4,51 (máxima), superando o fechamento anterior de R$ 4,42. Com um ganho absoluto de R$ 0,09, o papel tenta mostrar resiliência em um setor varejista pressionado pelos níveis de juros e desafios macroeconômicos. A cotação atual reflete uma desvalorização acentuada ao longo dos últimos 12 meses, considerando que a máxima no período atingiu R$ 11,44, enquanto a mínima chegou a R$ 4,03. O volume negociado sugere uma busca por entrada em níveis de preço considerados de suporte, contudo, o cenário para o setor permanece volátil e altamente sensível a mudanças na política monetária.
O Magazine Luiza é uma das maiores empresas de varejo do Brasil, com foco em e-commerce e lojas físicas. A companhia tem registrado resultados mistos no primeiro semestre de 2026, com foco em tentar reverter o prejuízo acumulado e otimizar suas operações financeiras.
10º – Porto Seguro S.A. (PSSA3) | R$ 52,50 ↑1,94%
Descrição: A Porto Seguro (PSSA3) encerrou o dia em alta de 1,94%, cotada a R$ 52,50, consolidando uma trajetória positiva em relação ao fechamento anterior de R$ 51,50. O volume de 1.821.600 ações movimentou R$ 95.634.000,00. O ativo operou entre a mínima de R$ 51,33 e a máxima de R$ 52,91. A valorização de R$ 1,00 demonstra a confiança dos investidores na resiliência do modelo de negócio da seguradora, que se mantém em patamares próximos à sua máxima de 52 semanas de R$ 55,18, muito acima da mínima de R$ 42,90. A Porto Seguro tem sido vista como um ativo defensivo de qualidade, que consegue manter margens operacionais estáveis e uma rentabilidade elevada, fatores que atraem investidores em momentos de maior volatilidade no mercado acionário.
A Porto Seguro é um grupo de empresas seguradoras e de serviços, com forte presença no setor de automóveis e residências. Analistas mantêm uma perspectiva favorável para o papel, destacando os múltiplos atrativos de P/L para os próximos anos de 2026 e 2027.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço Atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | AMOB3 | R$ 11.56 | -6.40 |
| 2 | MRVE3 | R$ 4.84 | -5.84 |
| 3 | VALE3 | R$ 72.70 | -4.59 |
| 4 | EMBJ3 | R$ 81.50 | -4.48 |
| 5 | CYRE3 | R$ 21.30 | -4.10 |
| 6 | BRAP4 | R$ 20.93 | -3.95 |
| 7 | AURE3 | R$ 11.69 | -3.15 |
| 8 | VAMO3 | R$ 2.81 | -2.77 |
| 9 | HYPE3 | R$ 20.12 | -2.71 |
| 10 | RAIZ4 | R$ 0.38 | -2.56 |
1º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 11,56 ↓6,40%
Descrição: A ação AMOB3 encerrou o dia cotada a R$ 11,56, registrando uma variação negativa expressiva de 6,40% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 12,35. O papel oscilou entre a mínima de R$ 11,53 e a máxima de R$ 12,52 durante o pregão. Com um volume de 36.900 ações negociadas, o mercado demonstra uma postura de cautela ou ajuste de posições, refletindo um movimento de venda que pressionou o ativo em direção ao piso diário. Observa-se que o preço atual se encontra consideravelmente acima da mínima histórica de 52 semanas (R$ 10,40), mas abaixo do teto anual de R$ 15,76, evidenciando uma volatilidade recente que merece atenção por parte de quem busca pontos de entrada ou saída, dado o volume negociado que, embora presente, não sinaliza uma liquidez extremamente alta frente a outros papéis do setor.
A Automob é uma empresa voltada ao setor de participações, com atuação diversificada no segmento automotivo e de transportes. Em maio de 2026, a empresa divulgou resultados do primeiro trimestre, apresentando receita líquida de R$ 3,1 bilhões, o que representou uma alta de 8% na comparação anual, embora o EBITDA tenha sofrido uma pressão negativa de 6% no mesmo período.
2º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 4,84 ↓5,84%
Descrição: O ativo MRVE3 fechou o pregão cotado a R$ 4,84, apresentando um recuo de 5,84% frente ao fechamento anterior de R$ 5,14. O papel atingiu sua mínima do dia exatamente no preço de fechamento, R$ 4,80, e registrou máxima de R$ 5,13. O volume de 12.588.300 ações indica uma liquidez robusta, típica de uma ação amplamente monitorada no setor de construção civil. A cotação atual encontra-se em um patamar crítico, aproximando-se da mínima de 52 semanas (R$ 4,80), enquanto a máxima anual alcançou R$ 10,53. Esse movimento de queda reflete um sentimento de mercado desafiador para o setor de incorporação, onde a pressão sobre as margens e os custos de financiamento continuam a ser variáveis cruciais que impactam diretamente a percepção de valor e o preço dos ativos listados na bolsa brasileira.
A MRV é uma das maiores construtoras do Brasil, com forte presença no programa habitacional Minha Casa Minha Vida e operações internacionais nos Estados Unidos. Recentemente, a empresa anunciou a venda de empreendimentos no Texas por US$ 139 milhões, movimentação que visa reforçar sua estratégia de capital e otimização de portfólio.
3º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 72,70 ↓4,59%
Descrição: A VALE3, um dos ativos de maior peso no índice, encerrou o dia cotada a R$ 72,70, com desvalorização de 4,59% em relação ao fechamento anterior de R$ 76,20. Com uma oscilação entre R$ 72,35 (mínima) e R$ 75,22 (máxima), o papel movimentou 29.132.400 ações, confirmando sua alta liquidez e relevância sistêmica. O valor negociado de R$ 2,11 bilhões reforça que o fluxo de venda foi expressivo e concentrado, possivelmente motivado por fatores macroeconômicos ou setoriais. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação opera mais próxima da mínima anual de R$ 48,08 do que da máxima de R$ 91,62, o que sugere um ciclo de precificação que sofre impactos diretos das variações nas commodities globais e das tensões geopolíticas internacionais que afetam a demanda por minério de ferro.
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, sendo referência na extração de minério de ferro e logística. Em julho de 2026, a mineradora enfrenta um momento de redefinição em sua governança, com a recente renúncia de Daniel Stieler da presidência do conselho de administração, o que tem gerado debates sobre o futuro estratégico da companhia.
4º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 81,50 ↓4,48%
Descrição: A EMBJ3 fechou a sessão a R$ 81,50, registrando uma queda de 4,48% perante o fechamento anterior de R$ 85,32. A ação variou entre R$ 81,04 e R$ 83,99, com um volume de 5.581.500 ações negociadas. Este movimento de queda ocorre após um período de intensa atenção do mercado, dado que o papel vinha apresentando um desempenho operacional sólido no decorrer do ano. Comparativamente ao intervalo de 52 semanas, o preço atual ainda se mantém distante da mínima de R$ 64,29, mas recuou em relação ao patamar máximo de R$ 105,11, o que sugere uma realização de lucros por parte dos investidores. O volume de negociação mantido indica que o ativo continua no radar do mercado, apesar da pressão vendedora observada neste pregão específico de quarta-feira.
A Embraer é uma empresa aeroespacial global com forte atuação em aviação comercial e de defesa. Em julho de 2026, a empresa obteve votos de confiança de instituições financeiras, como o BTG Pactual, que projeta crescimento contínuo de receita e recomenda a compra das ADRs da companhia, impulsionada por entregas robustas no segundo trimestre.
5º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 21,30 ↓4,10%
Descrição: A CYRE3 encerrou o dia a R$ 21,30, representando uma queda de 4,10% sobre o fechamento de R$ 22,21. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 21,07 e a máxima de R$ 22,00, com um volume de 7.049.500 ações. A variação reflete o sentimento predominante no setor de construção, impactado por ajustes de carteira e incertezas macroeconômicas. O valor negociado de aproximadamente R$ 150 milhões coloca a Cyrela entre os ativos de maior giro no dia entre as analisadas. O preço atual situa-se abaixo da sua máxima de 52 semanas (R$ 32,17) e acima da mínima anual de R$ 18,35, evidenciando uma zona de suporte que vem sendo testada com o aumento da volatilidade nas últimas sessões.
A Cyrela é uma das principais incorporadoras residenciais do Brasil, focada em empreendimentos de médio e alto padrão. A empresa reportou recentemente resultados operacionais considerados modestos no primeiro trimestre de 2026, embora tenha demonstrado uma sólida geração de caixa, o que mantém o interesse de investidores focados em dividendos e estabilidade operacional.
6º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 20,93 ↓3,95%
Descrição: O ativo BRAP4 fechou o pregão a R$ 20,93, com um recuo de 3,95% frente aos R$ 21,79 do fechamento anterior. O volume negociado foi de 3.438.200 ações, em uma sessão que marcou a mínima em R$ 20,77 e a máxima em R$ 21,55. Como holding, a Bradespar reflete diretamente o desempenho de suas investidas, especialmente a Vale, o que explica a correlação com o movimento de queda do setor minerador no dia de hoje. A cotação está situada na metade inferior do intervalo de 52 semanas, que variou entre R$ 13,75 e R$ 25,63. Esse comportamento é típico de um ativo que, embora ofereça exposição aos dividendos da Vale, acaba sendo influenciado pelo sentimento de risco sobre a mineradora controlada.
A Bradespar é uma holding de investimentos que detém participação relevante na Vale S.A. Em meados de 2026, a empresa continua sendo acompanhada por analistas devido à sua política de distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), sendo um veículo comum para investidores que buscam exposição indireta ao setor minerador.
7º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,69 ↓3,15%
Descrição: A AURE3 encerrou as operações de hoje cotada a R$ 11,69, o que corresponde a uma queda de 3,15% em relação ao fechamento anterior de R$ 12,07. O papel manteve um comportamento estável durante o pregão, com mínima e fechamento no mesmo valor (R$ 11,69) e máxima de R$ 12,10. Com um volume de 1.462.200 ações, a empresa segue sendo negociada com volatilidade moderada, situando-se próximo à mínima de 52 semanas (R$ 8,78) e distante da máxima de R$ 14,66. A queda de hoje parece alinhada a um movimento de baixa do índice Bovespa como um todo, que também pressionou outros setores, incluindo o elétrico, diante de um cenário de maior cautela com as taxas de juros no horizonte.
A Auren Energia é uma plataforma de energia renovável com forte atuação em comercialização e geração hídrica, eólica e solar. A empresa aprovou recentemente a fase 2 de sua reorganização societária, que inclui a incorporação da Auren Operações com a CESP, visando maior eficiência operacional.
8º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,81 ↓2,77%
Descrição: O papel VAMO3 fechou o pregão a R$ 2,81, apresentando desvalorização de 2,77% frente aos R$ 2,89 do fechamento anterior. A ação oscilou entre a mínima de R$ 2,77 e a máxima de R$ 2,88. Com um volume de 19.131.500 ações negociadas, o ativo demonstra alta liquidez, porém reflete um desempenho que tem sido pressionado nos últimos meses. O valor atual encontra-se bem próximo à mínima anual de R$ 2,68, longe da máxima de R$ 4,92, o que indica uma tendência de baixa consolidada. O mercado mantém uma postura neutra em relação à estratégia da empresa, avaliando que, apesar do crescimento da receita líquida, o balanço de riscos da companhia ainda não é plenamente favorável ao investidor no momento.
A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, prestando serviços essenciais ao setor de logística e agronegócio. A empresa divulgou um resultado misto no primeiro trimestre de 2026, sendo o volume de vendas de seminovos um dos principais pontos de atenção para o desempenho futuro.
9º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 20,12 ↓2,71%
Descrição: A HYPE3 fechou cotada a R$ 20,12, registrando um recuo de 2,71% em relação ao fechamento de R$ 20,68. A máxima atingida foi de R$ 20,67 e a mínima de R$ 20,07. O volume de 2.484.700 ações movimentadas mostra um interesse constante dos investidores no papel, que se estabilizou próximo ao piso de 52 semanas (R$ 19,64), após ter atingido a máxima de R$ 26,72 no mesmo período. A desvalorização no dia de hoje insere-se num contexto de mercado que observa de perto os movimentos de aumento de capital e pagamento de proventos realizados pela farmacêutica, visando reduzir dívidas e fortalecer sua estrutura de capital após um período de resultados trimestrais de recuperação.
A Hypera é uma das maiores empresas do setor farmacêutico brasileiro, com portfólio diversificado de medicamentos de marca e genéricos. Em junho de 2026, a empresa anunciou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas, ratificando seu compromisso com a remuneração de seus investidores.
10º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,38 ↓2,56%
Descrição: A RAIZ4 finalizou o pregão a R$ 0,38, uma queda de 2,56% em relação ao fechamento anterior de R$ 0,39. O volume negociado foi de 5.397.500 ações. A oscilação diária entre R$ 0,37 e R$ 0,39 reflete uma baixa volatilidade nominal, dado o preço do papel, que se encontra muito próximo à mínima de 52 semanas de R$ 0,33, comparado a uma máxima de R$ 1,71. O mercado tem reagido com grande preocupação às notícias sobre a situação financeira da companhia, o que mantém o preço pressionado. A liquidez, embora mantida por um volume significativo de ações em número absoluto, representa um valor financeiro reduzido, refletindo a desvalorização acentuada que o ativo sofreu no decorrer dos últimos 12 meses.
A Raízen é um dos principais players do setor de energia no Brasil, atuando na produção de açúcar e etanol e na distribuição de combustíveis. A empresa tem sido foco de intensas notícias em julho de 2026, após o mercado repercutir o seu pedido de recuperação extrajudicial, motivado por um nível expressivo de endividamento.