Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 08/07/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 TRBL11 R$ 58.68 2.18
2 KORE11 R$ 64.17 1.91
3 SNCI11 R$ 87.48 1.25
4 VGIP11 R$ 81.25 1.13
5 RBRR11 R$ 78.20 1.02
6 XPIN11 R$ 62.04 0.83
7 SNFF11 R$ 73.30 0.80
8 RBRX11 R$ 8.08 0.75
9 AJFI11 R$ 8.20 0.61
10 BPML11 R$ 85.98 0.60

1º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 58,68 ↑ 2,18%

Descrição: O fundo TRBL11 apresentou um desempenho de destaque na sessão de hoje, fechando a R$ 58,68, com uma valorização expressiva de 2,18% (variação absoluta de R$ 1,25). O volume de ações movimentado atingiu 22.248 unidades, refletindo um interesse comprador sólido e condizente com sua posição de liderança no ranking atual. Observa-se que o ativo oscilou entre uma mínima diária de R$ 57,05 e uma máxima de R$ 59,09, superando o fechamento anterior de R$ 57,43. Analisando o panorama de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, tendo atingido uma mínima de R$ 44,62 e uma máxima de R$ 83,14. O volume financeiro negociado superou R$ 1,3 milhão, confirmando sua liquidez e relevância no mercado. Este comportamento sugere que os investidores estão reagindo positivamente à estratégia de gestão do fundo, que busca capturar oportunidades em ativos de logística de alta qualidade, garantindo, dessa forma, uma posição de destaque nesta análise diária.

O TRBL11 é um fundo imobiliário de tijolo focado no segmento logístico, buscando retornos através da exploração de imóveis destinados a este setor. Recentemente, a gestão tem focado na manutenção da qualidade de seus ativos e na solidez da base de inquilinos para assegurar a perenidade dos rendimentos.

2º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 64,17 ↑ 1,91%

Descrição: O KORE11 encerrou o pregão cotado a R$ 64,17, registrando uma valorização robusta de 1,91% (variação de R$ 1,20). Com um volume de 33.884 ações negociadas, o ativo demonstrou um dinamismo importante durante a jornada de negociações. A cota atingiu sua máxima do dia exatamente no valor de fechamento, enquanto sua mínima foi de R$ 62,22, partindo de um fechamento anterior de R$ 62,97. O histórico de 52 semanas indica uma trajetória compreendida entre R$ 58,23 e R$ 75,23. Com um volume financeiro superior a R$ 2,17 milhões, o KORE11 se posiciona firmemente como um dos ativos mais atrativos do dia. O desempenho positivo reflete a confiança dos investidores na capacidade do fundo de navegar em um cenário de oscilações, mantendo uma alocação que busca retornos consistentes através de oportunidades pontuais identificadas pela gestão.

O KORE11 é um fundo imobiliário de gestão ativa que busca oportunidades em diversos segmentos do mercado imobiliário, com foco em valorização e renda. Em comunicado recente, a gestão destacou a distribuição de rendimentos referentes ao ciclo de maio/26.

3º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 87,48 ↑ 1,25%

Descrição: Finalizando a 8 de julho de 2026, o SNCI11 atingiu a cotação de R$ 87,48, o que representa uma alta de 1,25% sobre o dia anterior, equivalente a R$ 1,08. O volume de negociações foi mais contido, totalizando 3.220 ações, o que demonstra uma base de investidores focada em retenção. O fundo oscilou dentro de um intervalo estreito entre R$ 86,15 (mínima) e R$ 87,50 (máxima), frente ao fechamento anterior de R$ 86,40. Considerando as últimas 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo entre R$ 72,79 e R$ 90,37. O volume financeiro totalizou R$ 281.685,60. Este desempenho demonstra que, mesmo em um dia de menor rotatividade de papéis, o valor da cota continua em uma trajetória positiva, evidenciando o apetite do investidor pelo perfil de risco e retorno entregue pela estratégia do fundo de recebíveis, que segue operando de maneira diligente frente aos desafios macroeconômicos.

O SNCI11 é um fundo de papel, focado predominantemente na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) de alta qualidade. O objetivo é proporcionar aos cotistas rendimentos mensais provenientes dos juros desses títulos.

4º – VALORA CRI INDICE DE PRECO FII CF (VGIP11) | R$ 81,25 ↑ 1,13%

Descrição: Com o fechamento do dia em R$ 81,25, o VGIP11 apresentou uma variação positiva de 1,13%, um ganho de R$ 0,91 por cota. O volume negociado de 18.433 ações indica uma liquidez saudável. O fundo movimentou-se entre R$ 80,34 e R$ 81,50 ao longo da sessão, superando os R$ 80,34 do fechamento anterior. No horizonte das últimas 52 semanas, o ativo variou entre a mínima de R$ 68,16 e a máxima de R$ 81,85, aproximando-se de seu teto anual. O volume financeiro negociado alcançou R$ 1.497.681,25. Este resultado reforça a percepção positiva do mercado sobre a gestão do VGIP11, que consegue converter as condições atuais do mercado de dívida imobiliária em resultados consistentes para o investidor, mantendo-se como um player relevante e estável dentro desta composição de ativos de crédito de alta performance.

O VGIP11 é um fundo de papel que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), indexados predominantemente a índices de inflação, buscando proteção contra a desvalorização monetária.

5º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 78,20 ↑ 1,02%

Descrição: O RBRR11 encerrou o dia cotado a R$ 78,20, com valorização de 1,02% (R$ 0,79). Com um volume expressivo de 87.003 ações negociadas, este fundo demonstra ser um dos mais líquidos da lista. O ativo teve uma variação entre a mínima de R$ 77,50 e a máxima de R$ 78,47, partindo do fechamento anterior de R$ 77,41. No histórico de 52 semanas, apresenta oscilações entre R$ 76,71 e R$ 86,81. O volume financeiro atingiu R$ 6.803.634,60, sendo este o maior volume desta lista, o que ressalta sua importância e alta demanda institucional. O desempenho de hoje confirma a solidez da estratégia “high grade”, que, apesar de ser mais conservadora, atrai o investidor pela segurança e pela capacidade da gestão em entregar resultados dentro do esperado, mesmo em períodos de volatilidade no mercado de papéis.

O RBRR11 é um fundo de papel com foco em CRIs de baixo risco, classificados como “high grade”, buscando atrelar sua rentabilidade majoritariamente à inflação.

6º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 62,04 ↑ 0,83%

Descrição: O XPIN11 fechou o dia a R$ 62,04, uma variação positiva de 0,83% (R$ 0,51). O volume de 42.569 ações negociadas denota um mercado ativo para o fundo. O preço variou entre R$ 60,05 e R$ 63,00, em relação ao fechamento anterior de R$ 61,53. Analisando o período de 52 semanas, a cota variou de R$ 59,93 a R$ 78,28. O volume financeiro negociado foi de R$ 2.640.980,76. A performance de hoje indica uma recuperação ou uma consolidação após períodos de ajuste, sendo um ativo que continua no radar de investidores que buscam exposição ao setor imobiliário industrial, um dos pilares da infraestrutura econômica. A gestão, focada na otimização de galpões e ativos industriais, parece estar alinhada com as expectativas dos cotistas em termos de geração de receita e valorização de ativos a longo prazo.

O XPIN11, sob gestão da XP, concentra-se em ativos industriais e logísticos, visando a geração de renda e ganho de capital através da exploração imobiliária.

7º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 73,30 ↑ 0,80%

Descrição: O SNFF11 encerrou a sessão a R$ 73,30, registrando uma alta de 0,80% (R$ 0,58). O volume de negociações ficou em 4.996 ações, demonstrando estabilidade. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 72,50 e a máxima de R$ 73,40, frente ao fechamento de R$ 72,72. No gráfico das últimas 52 semanas, o fundo operou entre R$ 59,83 e R$ 78,27. O volume financeiro negociado foi de R$ 366.206,80. Este comportamento reflete a natureza do fundo, que por ser um “Fundo de Fundos” (FoF), possui uma dinâmica de negociação que busca acompanhar a média ponderada de seus ativos subjacentes. A valorização de hoje é um reflexo do otimismo disseminado no mercado de FIIs, indicando que a estratégia de alocação diversificada do SNFF11 tem apresentado resultados satisfatórios para o perfil do investidor da Suno.

O SNFF11 é um Fundo de Fundos (FoF) que investe em cotas de outros fundos imobiliários, permitindo uma diversificação ampla e profissional para o investidor.

8º – RBR PLUS MULTIESTRA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,08 ↑ 0,75%

Descrição: O RBRX11 fechou a R$ 8,08, com valorização de 0,75% (R$ 0,06). O volume de negociações foi o mais alto entre os listados, com 302.251 ações movimentadas, o que evidencia uma liquidez muito superior aos demais. A mínima e a máxima do dia foram de R$ 8,06 e R$ 8,08, partindo de R$ 8,02 no fechamento anterior. Devido à sua natureza recente ou estrutural, não foram fornecidos dados de 52 semanas. O volume financeiro negociado totalizou R$ 2.442.188,08. O alto volume de transações sugere uma forte movimentação de investidores aproveitando o preço mais acessível da cota, buscando estratégias multissetoriais. A performance de hoje indica que o mercado vê valor nas operações oportunísticas que este fundo realiza, sendo uma opção interessante de diversificação em uma carteira que busca eficiência tática e reciclagem de portfólio.

O RBRX11 é um fundo multiestratégia que combina investimentos em cotas de outros FIIs, CRIs e ativos imobiliários, focando em valorização de longo prazo.

9º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,20 ↑ 0,61%

Descrição: O AJFI11 encerrou o dia a R$ 8,20, registrando uma variação positiva de 0,61% (R$ 0,05). O volume de negociação foi de 38.273 ações. O preço oscilou entre R$ 7,96 e R$ 8,44, superando o fechamento anterior de R$ 8,15. Nas últimas 52 semanas, variou entre R$ 6,56 e R$ 9,00. O volume financeiro negociado foi de R$ 313.838,60. Este desempenho é consistente com a recuperação do setor de shoppings e varejo, que tem se beneficiado de uma melhora no fluxo de consumo. A estratégia do fundo, voltada para centros comerciais, mostra que a gestão está conseguindo gerir o fluxo de aluguéis e atrair inquilinos de forma eficiente. Para o investidor, este resultado é um sinal positivo de que o fundo consegue entregar valor, mesmo em um ambiente competitivo de shoppings centers de grande porte e relevância regional.

O AJFI11 é um fundo de tijolo especializado no segmento de shopping centers, buscando renda através de aluguéis e valorização patrimonial dos ativos.

10º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 85,98 ↑ 0,60%

Descrição: O BPML11 fechou a R$ 85,98, com uma valorização de 0,60% (R$ 0,51). O volume de negociação foi de 4.756 ações. O ativo oscilou entre R$ 84,78 e R$ 86,00, comparado ao fechamento anterior de R$ 85,47. No período das últimas 52 semanas, o fundo variou entre R$ 67,68 e R$ 96,05. O volume financeiro totalizou R$ 408.920,88. Este desempenho demonstra uma estabilidade característica de fundos geridos por grandes casas, como o BTG Pactual, refletindo a resiliência do portfólio de shoppings do fundo. Embora a valorização tenha sido mais moderada, o BPML11 segue sendo um ativo considerado seguro por muitos investidores que buscam exposição direta ao setor de varejo de alto padrão, mantendo-se como uma peça importante na composição de carteiras que visam longo prazo e distribuição de rendimentos.

O BPML11 é um fundo imobiliário de tijolo focado em shopping centers, gerido pela equipe de Real Estate do BTG Pactual.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 AIEC11 R$ 57.40 -4.01
2 DEVA11 R$ 18.31 -2.40
3 HGRE11 R$ 120.19 -1.73
4 URPR11 R$ 19.45 -1.62
5 VINO11 R$ 4.60 -1.29
6 PVBI11 R$ 71.15 -1.26
7 PATL11 R$ 64.15 -1.26
8 RCRB11 R$ 134.45 -1.23
9 BRCO11 R$ 113.05 -1.22
10 CPTS11 R$ 7.48 -1.19

1º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII (AIEC11) | R$ 57,40 ↓4,01%

Descrição: O AIEC11 encerrou o dia com uma variação negativa de 4,01%, cotado a R$ 57,40, frente ao fechamento anterior de R$ 59,80. Durante o pregão, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 57,04 e a máxima de R$ 59,88. O volume de ações registrado foi de 4.165, movimentando um total de R$ 239.071,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o ativo encontra-se distante de sua máxima de R$ 62,06, aproximando-se de sua mínima anual de R$ 41,30. Esta performance reflete a pressão vendedora atual, comum em momentos de maior volatilidade para fundos de tijolo voltados a lajes corporativas. É fundamental que o investidor acompanhe a capacidade do fundo de manter a ocupação de seus ativos.

O AIEC11 é um fundo de tijolo focado no segmento de lajes corporativas de alto padrão. Recentemente, o fundo foi destaque ao fechar uma nova locação, elevando sua taxa de ocupação para 92%, conforme divulgado em notícias do setor em julho de 2026.

2º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII (DEVA11) | R$ 18,31 ↓2,40%

Descrição: O DEVA11 apresentou uma retração de 2,40%, fechando o pregão em R$ 18,31, após ter encerrado o período anterior em R$ 18,76. A volatilidade do dia foi marcada por uma mínima de R$ 17,76 e uma máxima de R$ 19,00. Com um volume de 32.299 ações, o valor negociado totalizou R$ 591.394,69. Em uma janela de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 15,87 e R$ 29,30, sinalizando uma tendência de desvalorização acentuada no período. Este cenário para o DEVA11, um fundo de papel com gestão ativa, exige cautela redobrada, visto que os dividendos e a cotação estão fortemente atrelados à performance dos CRIs que compõem a carteira e aos índices de inflação.

O DEVA11 concentra seu portfólio majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O fundo tem enfrentado desafios significativos ao longo de 2026, com a cotação acumulando queda e o mercado monitorando de perto a qualidade dos créditos em seu portfólio.

3º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB (HGRE11) | R$ 120,19 ↓1,73%

Descrição: O HGRE11 registrou queda de 1,73% em seu valor de fechamento, atingindo R$ 120,19, comparado ao fechamento anterior de R$ 122,30. As operações do dia oscilaram entre R$ 120,02 (mínima) e R$ 124,49 (máxima). O volume de ações atingiu 30.523, totalizando R$ 3.668.559,37 em valor negociado. Olhando para o horizonte de 52 semanas, o fundo possui uma máxima de R$ 129,61 e uma mínima de R$ 97,89. A pressão sobre as cotas sugere uma reavaliação do mercado quanto à valorização dos imóveis comerciais do fundo ou uma possível resposta a eventos macroeconômicos que impactam o setor de escritórios de alto padrão.

O HGRE11 é um dos fundos de lajes corporativas mais tradicionais e resilientes da bolsa brasileira. Em notícias recentes, o fundo demonstrou movimentação estratégica ao negociar a venda de 15 imóveis, o que deve gerar um impacto positivo no resultado por cota, evidenciando a gestão ativa de seu portfólio.

4º – URCA PRIME RENDA FII (URPR11) | R$ 19,45 ↓1,62%

Descrição: O URPR11 fechou o dia cotado a R$ 19,45, apresentando uma variação negativa de 1,62% em relação aos R$ 19,77 do fechamento anterior. O dia foi de pouca oscilação intra-diária, variando entre a mínima de R$ 19,45 e a máxima de R$ 19,85. Foram negociadas 53.233 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 1.035.381,85. Observando o desempenho de 52 semanas, o ativo mostra uma desvalorização expressiva, situando-se próximo à mínima de R$ 18,73 e longe da máxima de R$ 41,21. Para o investidor de URPR11, o foco deve permanecer na análise de risco dos ativos de crédito que compõem a carteira, dado o ambiente econômico instável.

O URPR11 é um fundo de papel com foco em CRIs de alta rentabilidade e maior risco associado. O fundo tem passado por um período de queda na cotação ao longo de 2026, refletindo o sentimento cauteloso do mercado em relação a fundos que buscam retornos muito elevados através de ativos de crédito.

5º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 4,60 ↓1,29%

Descrição: O VINO11 encerrou o pregão em R$ 4,60, uma variação de -1,29% ante o valor de fechamento anterior de R$ 4,66. A liquidez foi expressiva, com 130.117 ações negociadas e um volume financeiro de R$ 598.538,20. As oscilações do dia foram contidas, entre R$ 4,57 (mínima) e R$ 4,63 (máxima). Em 52 semanas, a cotação oscilou entre R$ 4,41 e R$ 5,38. A performance atual reflete os desafios setoriais para fundos de lajes corporativas de menor porte ou com maior vacância, exigindo que o investidor acompanhe de perto os relatórios gerenciais sobre a ocupação dos edifícios.

O VINO11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em imóveis comerciais de alto padrão em regiões estratégicas. O fundo atua em um segmento que ainda enfrenta desafios de ocupação e precificação, situação acompanhada de perto pelos analistas que observam o setor de escritórios.

6º – FII VBI PRIME PROPERTIES (PVBI11) | R$ 71,15 ↓1,26%

Descrição: O PVBI11 finalizou o dia com queda de 1,26%, cotado a R$ 71,15, frente aos R$ 72,06 do fechamento anterior. A máxima do dia chegou a R$ 72,63, enquanto a mínima coincidiu com o fechamento em R$ 71,15. O volume de 56.569 ações movimentou R$ 4.024.884,35, demonstrando boa liquidez. Em 52 semanas, o fundo operou entre R$ 67,54 e R$ 82,71. O comportamento do PVBI11 está sendo monitorado em função das projeções de vacância, o que pode impactar a distribuição de proventos no curto prazo, conforme sugerido por recentes análises de mercado.

O PVBI11 é um fundo de tijolo focado em escritórios de alta qualidade. Notícias recentes destacam que o fundo enfrenta o desafio de uma vacância física em torno de 17,1%, com projeções de aumento, o que pressiona a performance e a valorização das cotas no curto prazo.

7º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%

Descrição: O PATL11 fechou o pregão em R$ 64,15, uma queda de 1,26% em comparação com o fechamento anterior de R$ 64,97. A mínima do dia foi de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93. O volume negociado foi de 51.942 ações, totalizando R$ 3.332.079,30. No histórico de 52 semanas, o fundo demonstra uma estabilidade relativa, variando entre a mínima de R$ 44,52 e a máxima de R$ 64,93. O setor logístico, embora resiliente, tem passado por ajustes de preço, e o PATL11, sob a gestão da Pátria Investimentos, mantém sua relevância devido à qualidade dos ativos em seu portfólio.

O PATL11 é um importante fundo de galpões logísticos, um segmento que se beneficiou muito do crescimento do e-commerce. A gestão do fundo é reconhecida pelo foco em ativos com localização privilegiada, essenciais para a eficiência logística de seus locatários.

8º – FDO INV IMOB RIO BRAVO RENDA COR (RCRB11) | R$ 134,45 ↓1,23%

Descrição: O RCRB11 encerrou o dia cotado a R$ 134,45, com variação de -1,23% em relação ao fechamento anterior de R$ 136,12. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 134,30 e a máxima de R$ 136,12. O volume negociado foi de 2.570 ações, correspondendo a R$ 345.536,50. Em 52 semanas, a cotação variou entre R$ 110,35 e R$ 141,79. Apesar da queda diária, o fundo demonstra uma trajetória de alta acumulada no ano de 2026, mantendo o interesse de investidores que buscam exposição a imóveis corporativos bem localizados e gestão experiente.

O RCRB11 é um fundo de lajes corporativas gerido pela Rio Bravo. O fundo tem sido notícia ao longo do semestre pela sua capacidade de elevar a receita e manter a distribuição de proventos, o que reflete a resiliência e a gestão ativa do portfólio mesmo em cenários desafiadores.

9º – BRESCO LOGISTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 113,05 ↓1,22%

Descrição: O BRCO11 fechou o dia em R$ 113,05, apresentando variação negativa de 1,22% contra o fechamento anterior de R$ 114,45. A mínima do dia foi de R$ 112,99 e a máxima atingiu R$ 114,78. O volume de 60.102 ações negociadas gerou um total de R$ 6.794.531,10. Em 52 semanas, o ativo operou na faixa entre R$ 97,10 e R$ 119,48. O BRCO11 mantém um volume financeiro robusto, indicando liquidez constante. A queda diária deve ser interpretada dentro da volatilidade comum do mercado de renda variável, sem alterar os fundamentos de longo prazo da tese do fundo.

O BRCO11 é especializado no setor logístico, com portfólio focado em galpões de alta qualidade e localização estratégica (last mile). O fundo é frequentemente elogiado pela qualidade dos ativos e pela gestão focada em valorizar o portfólio através de aquisições criteriosas.

10º – CAPITANIA SECURITIES II FII (CPTS11) | R$ 7,48 ↓1,19%

Descrição: O CPTS11 finalizou o pregão em R$ 7,48, com variação de -1,19% em relação ao fechamento anterior de R$ 7,57. O dia registrou um volume expressivo de 1.139.015 ações, totalizando R$ 8.519.832,20. O intervalo de negociação variou entre R$ 7,45 (mínima) e R$ 7,58 (máxima). Em 52 semanas, a cotação oscilou entre R$ 6,33 e R$ 7,87. O CPTS11 continua sendo um dos fundos de papel com maior liquidez na B3, atraindo investidores que buscam exposição a dívida imobiliária, embora exija monitoramento constante da qualidade dos créditos dada a sua natureza de risco de crédito e mercado.

O CPTS11 é gerido pela Capitânia e foca em uma carteira diversificada de CRIs. O fundo tem um histórico de distribuição de dividendos mensais, sendo um dos ativos mais observados por quem busca renda passiva no mercado de crédito imobiliário brasileiro.

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