Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | WHGR11 | R$ 9,55 | 2,69% |
| 2 | HGPO11 | R$ 154,32 | 2,35% |
| 3 | VIUR11 | R$ 5,65 | 1,62% |
| 4 | GZIT11 | R$ 45,96 | 1,46% |
| 5 | KORE11 | R$ 76,60 | 1,28% |
| 6 | CACR11 | R$ 81,50 | 1,24% |
| 7 | VGHF11 | R$ 7,09 | 1,14% |
| 8 | KNHY11 | R$ 99,73 | 0,85% |
| 9 | KCRE11 | R$ 8,92 | 0,79% |
| 10 | KNHF11 | R$ 98,73 | 0,73% |
1º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,55 ↑ 2,69%
Descrição: O WHG Real Estate liderou o ranking de valorização no período analisado, encerrando o pregão cotado a R$ 9,55. O ativo apresentou uma variação nominal positiva de R$ 0,25 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 9,30. Durante o dia, o fundo operou com relativa estabilidade entre sua mínima de R$ 9,55 e a máxima de R$ 9,57, demonstrando uma pressão compradora resiliente. O volume de negociação registrou 16.240 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 155.092,00. É importante notar que o fundo não possui dados registrados para as mínimas e máximas de 52 semanas na base fornecida, o que sugere uma listagem recente ou reestruturação. A liquidez, embora inferior a outros pares do ranking, foi suficiente para sustentar a alta percentual mais expressiva do dia.
A WHG Real Estate é um fundo imobiliário de gestão ativa que foca em ativos de tijolo e estratégias de valorização imobiliária. A última notícia relevante sobre a gestora WHG envolve a consolidação de sua plataforma de investimentos alternativos, buscando atrair investidores de alto patrimônio para ativos imobiliários estratégicos.
2º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 154,32 ↑ 2,35%
Descrição: O HGPO11 ocupou a segunda posição no ranking, com um fechamento robusto em R$ 154,32, representando uma alta de R$ 3,55 por cota. O fundo demonstrou grande volatilidade intradiária, saindo de uma mínima de R$ 149,52 para atingir o valor de fechamento em sua máxima do dia. Com um volume de apenas 1.257 cotas, o giro financeiro foi de R$ 193.980,24, evidenciando uma liquidez mais restrita que potencializou o movimento de preço. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o ativo encontra-se em seu ápice (R$ 154,32), bem distante da mínima de R$ 130,00, o que sinaliza uma tendência de alta consistente no longo prazo para este fundo de lajes corporativas premium.
O CSHG Prime Offices é um fundo focado em edifícios de escritórios de alto padrão (Triple A) localizados em regiões nobres de São Paulo, como a Faria Lima. Recentemente, a notícia de maior impacto foi a aprovação da venda de todo o portfólio do fundo para o fundo BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11), um dos maiores desinvestimentos do setor.
3º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 5,65 ↑ 1,62%
Descrição: O fundo VIUR11 encerrou o dia em R$ 5,65, consolidando uma alta de 1,62% ou R$ 0,09 em termos nominais. O ativo apresentou um volume expressivo de negociação, com 118.925 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 671.926,25. Durante a sessão, o preço flutuou entre a mínima de R$ 5,50 e o fechamento na máxima de R$ 5,65. O fechamento anterior havia sido de R$ 5,56. Analisando o histórico de um ano, o fundo opera próximo ao ponto médio de sua banda de negociação, que tem mínima de R$ 4,46 e máxima de R$ 6,19, sugerindo que ainda há espaço para recuperação antes de testar seus níveis históricos de resistência.
O VIUR11 é gerido pela Vinci Real Estate e foca em imóveis de renda urbana, como unidades de educação e varejo. A última notícia relevante do fundo destaca o esforço da gestão em manter a vacância próxima de zero através de contratos atípicos de longo prazo com inquilinos institucionais.
4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 45,96 ↑ 1,46%
Descrição: O GZIT11 registrou um fechamento de R$ 45,96, com um incremento de R$ 0,66 sobre o valor anterior de R$ 45,30. Um dado curioso da sessão foi a ausência de variação entre a mínima e a máxima do dia, ambas registradas em R$ 45,96, o que indica que as negociações ocorreram de forma concentrada neste patamar. O volume de ações foi de 11.916 cotas, totalizando R$ 547.659,36 em volume negociado. Assim como o primeiro colocado, o fundo não apresentou dados de 52 semanas na planilha. A performance de 1,46% coloca o ativo em uma posição de destaque no setor de shoppings no dia de hoje.
A Gazit Malls é controlada pela multinacional Gazit-Globe, focada em shopping centers localizados em grandes centros urbanos. A notícia mais recente do grupo refere-se à estratégia de expansão e revitalização de seus principais ativos em São Paulo para aumentar a receita por metro quadrado (Abl).
5º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 76,60 ↑ 1,28%
Descrição: O KORE11 encerrou a sessão cotado a R$ 76,60, o que representa um avanço de 1,28% (R$ 0,97). O fundo teve uma movimentação intensa, com mínima de R$ 75,03 e máxima de R$ 76,98. O volume financeiro foi substancial, atingindo R$ 2.026.223,20 com a negociação de 26.452 cotas. Este nível de liquidez é característico dos fundos da família Kinea. No acumulado de 52 semanas, o valor atual de R$ 76,60 está muito próximo da máxima de R$ 77,89, indicando que o mercado está precificando positivamente as oportunidades de desenvolvimento imobiliário e ganho de capital propostas pelo fundo.
O KORE11 é um fundo de desenvolvimento e renda da Kinea (Itaú), que busca ganhos em diferentes estágios de projetos imobiliários. Recentemente, a Kinea anunciou a conclusão de importantes desinvestimentos em seu portfólio de ativos residenciais, distribuindo lucros extraordinários aos cotistas.
6º – SUPERNOVA FII – RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 81,50 ↑ 1,24%
Descrição: O fundo CACR11, focado em recebíveis imobiliários, fechou o dia em R$ 81,50, uma variação positiva de 1,24% ou R$ 1,00 por cota. O pregão para este ativo foi marcado por uma oscilação entre R$ 80,32 e R$ 81,65. O fechamento anterior foi de R$ 80,50. Foram negociadas 13.720 cotas, gerando um volume financeiro de R$ 1.118.180,00. Em termos anuais, o fundo mostra uma recuperação consistente, saindo de uma mínima de R$ 57,44 para o patamar atual, embora ainda esteja abaixo da máxima de 52 semanas de R$ 89,90, o que pode representar uma oportunidade de entrada para investidores que buscam yield em crédito imobiliário.
O CACR11 é um fundo focado em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) com taxas de retorno geralmente atreladas ao IPCA ou CDI. A notícia mais recente do fundo envolve a diversificação de sua carteira de recebíveis para reduzir o risco de crédito em setores mais voláteis do setor de construção.
7º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 7,09 ↑ 1,14%
Descrição: O VGHF11, um dos fundos mais populares em número de cotistas, fechou a R$ 7,09, alta de 1,14% (R$ 0,08). Este fundo registrou o maior volume quantitativo de cotas negociadas da lista, com 344.190 unidades, resultando em R$ 2.440.307,10 movimentados. O preço oscilou entre a mínima de R$ 7,01 e a máxima de R$ 7,09. O valor de fechamento está posicionado na faixa superior do ano (mínima de R$ 6,48 e máxima de R$ 7,38). A alta liquidez e a baixa barreira de entrada (preço da cota próximo a R$ 10,00) mantêm o ativo como um dos pilares de volume no mercado secundário de FIIs.
O VGHF11 é um “Hedge Fund” imobiliário que investe em uma mistura de CRIs, cotas de outros FIIs e ações do setor imobiliário. A última notícia relevante foi o anúncio de sua mais recente emissão de cotas para captação de novos recursos visando aproveitar as distorções nos preços de ativos de crédito.
8º – KINEA HIGH YIELD CRI FDO INV IMOB FII ETF (KNHY11) | R$ 99,73 ↑ 0,85%
Descrição: O KNHY11 encerrou cotado a R$ 99,73, uma alta de R$ 0,84 (0,85%). O fundo operou com mínima de R$ 98,85 e máxima de R$ 99,85. O volume de negociação foi de 23.366 cotas, totalizando um expressivo volume financeiro de R$ 2.330.291,18. O ativo está operando praticamente em sua máxima histórica de 52 semanas (R$ 100,03), muito acima da mínima de R$ 86,52. Este comportamento reflete a busca dos investidores por papéis de alta qualidade com retornos elevados (High Yield) em um cenário de juros ainda restritivos, consolidando a confiança na gestão de crédito da Kinea.
O KNHY11 foca em CRIs de maior risco e retorno, selecionados criteriosamente pela equipe da Kinea. Recentemente, o fundo ganhou destaque no noticiário financeiro devido à manutenção de seus dividendos em patamares elevados, superando a média do índice IFIX.
9º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,92 ↑ 0,79%
Descrição: O KCRE11 fechou o dia em R$ 8,92, apresentando uma valorização de 0,79%, o que equivale a R$ 0,07. Curiosamente, o fundo registrou negociações apenas no valor de R$ 8,92, tanto para a mínima quanto para a máxima do dia, indicando uma liquidez pontual ou casada. O volume de cotas foi de 30.171, com volume financeiro de R$ 269.125,32. O fechamento anterior foi de R$ 8,85. Não há dados disponíveis para as bandas de 52 semanas na planilha. Apesar da variação percentual mais modesta em comparação aos líderes do dia, o ativo mantém sua trajetória de estabilidade dentro do portfólio de crédito da gestora.
O KCRE11 é um fundo fruto de uma parceria entre a Kinea e a fintech Creditas, focando em empréstimos imobiliários com garantia de imóvel (Home Equity). A última notícia sobre o fundo menciona a expansão da carteira de garantias e a redução da inadimplência nos contratos vigentes.
10º – KINEA HEDGE FUND FDO INV IMOB CEF (KNHF11) | R$ 98,73 ↑ 0,73%
Descrição: Encerrando o Top 10, o KNHF11 fechou em R$ 98,73, com variação positiva de 0,73% (R$ 0,72). O ativo movimentou o maior volume financeiro da lista: R$ 4.531.410,81, proveniente da negociação de 45.897 cotas. Durante o dia, o preço variou entre a mínima de R$ 97,86 e a máxima de R$ 98,93. O valor atual encontra-se muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 99,50), reforçando o interesse institucional pelo ativo. O fechamento anterior foi de R$ 98,01. Este fundo exemplifica a força dos veículos multiestratégia que conseguem atrair grande volume de capital mesmo em dias de volatilidade.
O KNHF11 é o fundo de “Hedge” da Kinea que busca retornos absolutos através de uma alocação dinâmica entre diversos ativos do setor imobiliário. A notícia mais recente destaca a performance superior do fundo em relação ao CDI, impulsionada pela gestão tática em sua carteira de CRIs.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GARE11 | R$ 8,31 | -3,03% |
| 2 | HCTR11 | R$ 21,11 | -1,68% |
| 3 | BRCO11 | R$ 117,32 | -1,38% |
| 4 | VINO11 | R$ 5,00 | -1,19% |
| 5 | URPR11 | R$ 35,62 | -1,08% |
| 6 | XPML11 | R$ 107,60 | -1,02% |
| 7 | PVBI11 | R$ 78,48 | -0,97% |
| 8 | MCRE11 | R$ 9,36 | -0,95% |
| 9 | HFOF11 | R$ 6,78 | -0,88% |
| 10 | HSLG11 | R$ 91,70 | -0,81% |
1º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,31 ↓ 3,03%
Descrição: O fundo GARE11 lidera o volume de movimentações negativas no ranking, fechando o dia cotado a R$ 8,31. Durante a sessão, o ativo apresentou uma oscilação estreita, com mínima de R$ 8,30 e máxima de R$ 8,32, demonstrando uma forte pressão vendedora que o manteve próximo ao piso do dia. O recuo nominal foi de R$ 0,26 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,57. O volume de negociação foi expressivo, somando R$ 12.695.619,12, com mais de 1,5 milhão de cotas trocando de mãos. Curiosamente, os dados de 52 semanas para mínima e máxima não constam na base, sugerindo uma atualização recente de ticker ou listagem. A desvalorização de 3,03% coloca o fundo em uma posição de alerta para investidores que buscam estabilidade no setor logístico, embora o alto volume financeiro indique liquidez robusta mesmo em dias de baixa. O GARE11 é um fundo imobiliário de tijolo focado em ativos logísticos e industriais, buscando renda através da locação de galpões para grandes players. Recentemente, a gestão anunciou a conclusão da aquisição de um portfólio de imóveis da bandeira Grupo Pão de Açúcar (GPA), reforçando sua estratégia de ativos de renda urbana.
2º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 21,11 ↓ 1,68%
Descrição: O HCTR11 registrou uma queda de 1,68% no pregão, encerrando a R$ 21,11. O ativo variou entre a mínima de R$ 21,01 e a máxima de R$ 21,77, mostrando volatilidade intraday considerável. Com um volume de 33.659 ações (cotas) negociadas, o montante financeiro totalizou R$ 710.541,49. Comparado ao fechamento anterior de R$ 21,47, a perda nominal foi de R$ 0,36. O fundo opera atualmente muito mais próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 16,57) do que de sua máxima (R$ 22,73), o que reflete o cenário desafiador para fundos de “High Yield” que enfrentaram problemas de inadimplência em suas carteiras de CRIs nos últimos períodos. A liquidez, embora presente, mostra-se mais contida em comparação aos líderes de volume, exigindo cautela do investidor quanto ao prêmio de risco exigido. O HCTR11 é um fundo de papel (recebíveis imobiliários) que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de projetos de multipropriedade e loteamentos. A última notícia relevante envolve a contínua reestruturação de dívidas de seus devedores para tentar normalizar o fluxo de dividendos aos cotistas.
3º – BRESCO LOGISTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 117,32 ↓ 1,38%
Descrição: O fundo BRCO11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,38%, atingindo o valor de R$ 117,32. O movimento de queda representou um recuo de R$ 1,64 frente ao fechamento anterior de R$ 118,96. Durante o pregão, o ativo alcançou a máxima de R$ 118,80 e a mínima de R$ 116,93. O volume financeiro foi um dos mais altos do dia, atingindo R$ 12.104.256,36, com 103.173 cotas negociadas. O patamar atual de preço situa-se em uma zona intermediária de sua janela anual, cuja máxima é de R$ 123,53 e a mínima de R$ 92,49. A queda de hoje pode ser interpretada como um ajuste técnico, visto que o fundo possui ativos de alta qualidade (AAA) e contratos atípicos com inquilinos de primeira linha, o que costuma conferir maior resiliência ao preço da cota. O BRCO11 é um fundo de tijolo focado no segmento logístico, possuindo propriedades estrategicamente localizadas e alugadas para empresas como Magazine Luiza e Mercado Livre. Recentemente, o fundo informou a renovação antecipada de contratos de locação, garantindo previsibilidade de receita para os próximos anos.
4º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,00 ↓ 1,19%
Descrição: O VINO11 apresentou uma retração de 1,19%, fechando o pregão exatamente na marca de R$ 5,00. O fundo operou entre a mínima de R$ 4,97 e a máxima de R$ 5,10, com uma variação nominal negativa de R$ 0,06 em relação ao fechamento de R$ 5,06. O volume de negociação foi de 150.862 cotas, gerando um giro financeiro de R$ 754.310,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observa-se que o fundo está operando próximo de suas mínimas históricas recentes (R$ 4,33), distante do topo de R$ 5,56. Este desempenho reflete a sensibilidade do setor de lajes corporativas e o impacto da alavancagem financeira do fundo em um cenário de juros ainda elevados, o que pressiona a distribuição de rendimentos e afasta investidores que buscam menor volatilidade no curto prazo. O VINO11 investe em escritórios e lajes corporativas, com foco em ativos boutique e localizações premium. A notícia mais recente do fundo destaca a conclusão da venda de sua participação na sede da Globo em São Paulo, visando reduzir o endividamento do fundo e melhorar o fluxo de caixa.
5º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 35,62 ↓ 1,08%
Descrição: O URPR11 registrou queda de 1,08%, encerrando o dia cotado a R$ 35,62. O ativo teve uma variação nominal de R$ 0,39 abaixo do fechamento anterior de R$ 36,01. Durante as negociações, a mínima registrada foi de R$ 35,50 e a máxima de R$ 36,29. O volume de cotas negociadas foi relativamente baixo, com 9.764 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 347.793,68. Um dado alarmante para o investidor é a distância entre a cotação atual e a máxima de 52 semanas, que chegou a R$ 54,48, evidenciando uma desvalorização acentuada no médio prazo. A mínima do ano está em R$ 30,13. Essa performance sugere que o mercado está precificando riscos maiores na carteira de crédito do fundo ou uma redução esperada no patamar de dividendos distribuídos. O URPR11 é um fundo de papel focado em CRIs com taxas de retorno elevadas (High Yield), atuando principalmente em financiamentos para o setor de loteamentos. Recentemente, a gestão emitiu comunicado sobre a inadimplência pontual de certos ativos da carteira e as medidas judiciais para execução de garantias.
6º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 107,60 ↓ 1,02%
Descrição: O XPML11, um dos favoritos do setor de shoppings, fechou o dia em queda de 1,02%, custando R$ 107,60. A variação negativa foi de R$ 1,11 em relação ao fechamento de R$ 108,71. O fundo apresentou boa liquidez, com 199.416 cotas negociadas e um volume financeiro robusto de R$ 21.457.161,60, o maior da lista apresentada. A máxima do dia foi de R$ 108,96 e a mínima de R$ 107,28. O preço atual está bastante próximo da máxima de 52 semanas (R$ 111,24), indicando que, apesar da queda diária, o fundo mantém uma tendência estrutural positiva no ano. O setor de shoppings tem se beneficiado da recuperação do consumo e do aumento nas vendas, o que reflete diretamente no faturamento e nos dividendos distribuídos pelo fundo aos seus investidores. O XPML11 é um fundo de tijolo que detém participações em diversos shoppings centers em todo o Brasil. Recentemente, o fundo concluiu uma nova emissão de cotas bem-sucedida, captando recursos para a aquisição de fatias adicionais em shoppings da rede JHSF.
7º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 78,48 ↓ 0,97%
Descrição: O PVBI11 encerrou o pregão com uma desvalorização de 0,97%, sendo negociado a R$ 78,48. O recuo nominal foi de R$ 0,77 comparado ao fechamento anterior de R$ 79,25. O ativo tocou a mínima de R$ 78,48 e máxima de R$ 79,25 durante o dia, mostrando que encerrou no seu pior momento da sessão. Com 48.351 cotas negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 3.794.586,48. Em termos de performance anual, o fundo está mais próximo da mínima de R$ 69,00 do que da máxima de R$ 84,50. Sendo um fundo de lajes corporativas premium (Core), essa variação diária pode ser reflexo de movimentações macroeconômicas que afetam fundos de tijolo sensíveis à curva de juros longa, apesar da qualidade indiscutível de seus ativos físicos em regiões nobres de São Paulo. O PVBI11 é focado na aquisição de lajes corporativas de alto padrão, como o edifício Faria Lima 4440. Uma notícia recente importante foi o anúncio da aquisição de 100% de um novo ativo de classe A, expandindo sua presença no eixo financeiro da capital paulista.
8º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,36 ↓ 0,95%
Descrição: O fundo MCRE11 fechou o dia com queda de 0,95%, cotado a R$ 9,36. A variação nominal negativa foi de apenas R$ 0,09 frente ao fechamento anterior de R$ 9,45. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,36 e a máxima de R$ 9,47. O volume negociado foi de 470.975 cotas, resultando em um montante financeiro de R$ 4.408.326,00. O fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 9,65) e bem acima da mínima de R$ 7,13, o que demonstra uma recuperação sólida ao longo do último ano. A queda de hoje não desconfigura a tendência de alta recente, mas sugere uma realização de lucros por parte dos investidores após o ativo testar patamares próximos ao seu teto histórico de negociação. O MCRE11 é um fundo imobiliário que investe em títulos de dívida (CRIs) com perfil de maior risco e retorno (High Yield). A gestão da Mauá Capital reportou recentemente que o fundo tem mantido uma taxa de retorno consistente, superando o CDI no acumulado do ano.
9º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,78 ↓ 0,88%
Descrição: O HFOF11 apresentou uma queda de 0,88%, finalizando o dia a R$ 6,78. O valor representa uma redução de R$ 0,06 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,84. O fundo de fundos (FoF) teve mínima de R$ 6,76 e máxima de R$ 6,84 ao longo do dia. Foram negociadas 367.305 cotas, com volume financeiro total de R$ 2.490.327,90. O ativo está em um patamar intermediário de sua janela de 52 semanas, onde a máxima foi de R$ 7,07 e a mínima de R$ 4,86. Por ser um fundo que investe em outros fundos imobiliários, sua oscilação diária reflete o desempenho médio do IFIX. A queda sinaliza um dia de pessimismo generalizado no setor, impactando a carteira diversificada que o HFOF11 carrega em seu portfólio de investimentos. O HFOF11 é um fundo de fundos gerido pela Hedge Investments, que busca lucrar tanto com dividendos quanto com o ganho de capital em cotas de outros FIIs. Recentemente, o mercado repercutiu a proposta de fusão ou incorporação de alguns fundos da mesma casa, o que gera expectativas sobre a gestão do HFOF11.
10º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,70 ↓ 0,81%
Descrição: O HSLG11 encerrou a lista com a menor queda percentual do grupo, recuando 0,81% para fechar em R$ 91,70. A variação nominal foi de R$ 0,75 abaixo dos R$ 92,45 do fechamento anterior. O ativo foi negociado entre a mínima de R$ 91,68 e a máxima de R$ 92,54, demonstrando baixa volatilidade no dia. O volume de cotas foi o menor entre os dez analisados, com apenas 4.988 cotas, movimentando R$ 457.399,60. No histórico de 52 semanas, o fundo registra máxima de R$ 96,94 e mínima de R$ 69,13. O atual nível de preço mostra que o fundo recuperou boa parte das perdas de períodos anteriores, consolidando-se acima dos R$ 90,00, patamar que reflete a resiliência de seus ativos logísticos e a manutenção de contratos de longo prazo. O HSLG11 é um fundo focado em galpões logísticos de alto padrão, com ativos modernos e bem localizados. A última notícia do fundo menciona a renovação de um contrato importante em seu ativo em Itapevi, o que assegura a ocupação e a distribuição de renda para o próximo ciclo.