Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 31/03/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,55 2,15%
2 VINO11 R$ 5,07 2,01%
3 AIEC11 R$ 61,00 1,77%
4 DEVA11 R$ 23,90 1,36%
5 KCRE11 R$ 8,97 1,36%
6 KISU11 R$ 7,08 1,29%
7 SNCI11 R$ 90,43 1,27%
8 HSLG11 R$ 91,55 1,26%
9 AJFI11 R$ 8,30 1,22%
10 URPR11 R$ 34,60 1,17%

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,55 ↑2,15%

Descrição: O fundo SPXS11 liderou as altas do dia com um desempenho sólido, registrando um preço atual de R$ 8,55, o que representa um incremento de R$ 0,18 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,37. Durante o pregão, o ativo demonstrou resiliência, oscilando entre a mínima de R$ 8,51 e a máxima de R$ 8,56. Com um volume expressivo de 123.077 ações negociadas, o fundo movimentou um total financeiro de R$ 1.052.308,35. Vale notar que, apesar da liderança no ranking atual, os dados de mínima e máxima de 52 semanas não foram disponibilizados nesta base, mas a liquidez do dia reforça o interesse dos investidores por esta estratégia multiestratégia sob gestão da SPX.

Este fundo é um FII de mandato multiestratégia que busca rendimentos através de uma carteira diversificada em ativos imobiliários, incluindo CRIs e outros fundos. Recentemente, a gestora SPX anunciou a conclusão de uma nova rodada de alocação de capital em ativos de crédito imobiliário de alta qualidade.

2º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB (VINO11) | R$ 5,07 ↑2,01%

Descrição: O VINO11 ocupou a segunda posição no ranking de valorização, encerrando o dia cotado a R$ 5,07. O fundo apresentou uma variação nominal positiva de R$ 0,10, subindo 2,01% frente ao fechamento anterior de R$ 4,97. O volume de negociação foi robusto, com 112.609 ações trocando de mãos, totalizando R$ 570.927,63 em volume financeiro. No intervalo intradiário, o fundo tocou a mínima de R$ 4,96 e a máxima de R$ 5,08. Analisando o histórico anual, o preço atual ainda se encontra mais próximo da mínima de 52 semanas (R$ 4,33) do que da máxima (R$ 5,56), sugerindo uma janela de recuperação para o ativo no mercado secundário.

O VINO11 é focado em lajes corporativas, com imóveis localizados em polos de alta demanda, como São Paulo e Rio de Janeiro. A última notícia relevante da Vinci Real Estate aponta para uma renegociação bem-sucedida de contratos de aluguel, mantendo a vacância do fundo em níveis saudáveis.

3º – AUTONOMY EDIFICIOS CORP FII CF (AIEC11) | R$ 61,00 ↑1,77%

Descrição: Na terceira colocação, o AIEC11 fechou o pregão a R$ 61,00, uma alta de R$ 1,06 ou 1,77% sobre os R$ 59,94 anteriores. O fundo operou com uma liquidez consideravelmente menor em comparação aos líderes, registrando apenas 2.850 ações negociadas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 173.850,00. A cotação máxima do dia (R$ 61,00) representou o próprio preço de fechamento, enquanto a mínima ficou em R$ 59,94. O ativo tocou quase seu teto anual (máxima de 52 semanas em R$ 61,10), demonstrando que está operando em seus níveis mais altos de valorização recente, muito acima da mínima anual de R$ 40,97.

Este fundo tem como objetivo o investimento em ativos corporativos de alto padrão (Triple A). A notícia mais recente do setor indica que a Autonomy está monitorando o mercado para possíveis desinvestimentos estratégicos visando a distribuição de ganho de capital aos cotistas.

4º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 23,90 ↑1,36%

Descrição: O DEVA11 registrou uma valorização de 1,36%, fechando o dia a R$ 23,90. O incremento nominal foi de R$ 0,32 comparado ao fechamento de R$ 23,58. Com uma movimentação de 24.605 ações, o volume financeiro totalizou R$ 588.059,50. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 23,48 e a máxima de R$ 23,99. Ao observarmos a janela de 52 semanas, nota-se que o fundo ainda opera distante de sua máxima de R$ 30,84, embora tenha se recuperado significativamente em relação à sua mínima histórica de R$ 21,65, refletindo o cenário desafiador para fundos de papel com perfil de maior risco.

O DEVA11 é um fundo de recebíveis imobiliários (papel) que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Recentemente, o fundo comunicou ao mercado atualizações sobre a reestruturação de alguns ativos de seu portfólio para garantir a continuidade dos fluxos de pagamento.

5º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,97 ↑1,36%

Descrição: O fundo KCRE11 garantiu a quinta posição com uma alta de 1,36%, encerrando o dia a R$ 8,97. A variação em reais foi de R$ 0,12 sobre o valor base de R$ 8,85. O volume de negociação foi de 39.151 ações, gerando um movimento financeiro de R$ 351.184,47. O comportamento dos preços foi bastante estável, com a mínima do dia em R$ 8,97 (exatamente o valor de fechamento) e a máxima em R$ 9,00. Assim como o líder do ranking, este ativo não apresenta dados históricos de 52 semanas na planilha, mas o volume diário indica uma participação ativa dos investidores de varejo.

Gerido pela Kinea, o KCRE11 é um fundo que nasceu da parceria com a fintech Creditas para investir em créditos imobiliários. A última notícia relevante destaca o crescimento da carteira de home equity da Creditas, que serve de lastro para diversos ativos do fundo.

6º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 7,08 ↑1,29%

Descrição: O KISU11 fechou o dia cotado a R$ 7,08, registrando uma variação positiva de 1,29% (R$ 0,09). O fundo teve uma liquidez saudável com 62.889 ações negociadas e um volume de R$ 445.254,12. O preço flutuou entre R$ 6,99 e R$ 7,08 durante a sessão. Comparando com o histórico de 52 semanas, o fundo está em um patamar intermediário, acima da mínima de R$ 6,00 e abaixo da máxima de R$ 7,34. O fechamento anterior foi de R$ 6,99, mostrando que o ativo conseguiu romper a barreira dos sete reais com volume condizente.

O KISU11 é um fundo de fundos (FoF) que replica o índice Suno 30, investindo nos FIIs que compõem essa carteira teórica. A Kilima Asset, gestora do fundo, publicou recentemente seu relatório gerencial enfatizando o aumento na distribuição de dividendos devido ao giro da carteira.

7º – SUNO RECEBIVEIS IMOB FII CEF (SNCI11) | R$ 90,43 ↑1,27%

Descrição: O SNCI11 encerrou o dia em R$ 90,43, o que representa uma valorização de 1,27% ou R$ 1,13 em relação aos R$ 89,30 anteriores. Apesar do valor unitário da cota ser elevado, o volume de ações foi de 3.672, totalizando R$ 332.058,96 negociados. A mínima do dia foi de R$ 89,17 e a máxima de R$ 90,43. O fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 90,44), o que indica um forte otimismo do mercado em relação ao seu portfólio de crédito, estando bem valorizado frente à mínima anual de R$ 75,02.

O SNCI11 é o fundo de papel da Suno Asset, focado em uma carteira de CRIs diversificada. A notícia mais recente envolve a divulgação de rendimentos acima da média do mercado, impulsionados pela gestão ativa de indexadores.

8º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,55 ↑1,26%

Descrição: Oitavo colocado, o HSLG11 fechou em R$ 91,55, com alta de 1,26% (R$ 1,14). O fundo registrou o maior volume financeiro da lista, com R$ 1.269.615,40 movimentados através de 13.868 ações. A amplitude de preços no dia foi de R$ 90,41 (mínima) a R$ 92,16 (máxima). Em relação ao histórico anual, o fundo apresenta certa estabilidade, situando-se entre a mínima de R$ 71,59 e a máxima de R$ 96,94. O fechamento anterior de R$ 90,41 serviu como suporte para a alta do dia.

Este fundo é focado no segmento logístico, possuindo galpões modernos alugados para grandes empresas. Recentemente, a HSI Logística anunciou a expansão de um de seus condomínios logísticos no interior de São Paulo para atender à demanda de e-commerce.

9º – AJ MALLS FDO INVEST IMOB CEF (AJFI11) | R$ 8,30 ↑1,22%

Descrição: O AJFI11 obteve valorização de 1,22%, encerrando a R$ 8,30. O ganho nominal foi de R$ 0,10 sobre o fechamento de R$ 8,20. O fundo movimentou 21.959 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 182.259,70. Os limites do dia foram de R$ 8,20 (mínima) e R$ 8,30 (máxima). No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra uma recuperação consistente, tendo saído de uma mínima de R$ 6,59 para o patamar atual, embora ainda abaixo da máxima de R$ 8,70 registrada no último ano.

O AJFI11 é focado no segmento de shoppings centers, buscando renda através da exploração imobiliária de centros de compras. A notícia mais atual aponta para o crescimento do fluxo de consumidores e das vendas nas lojas âncoras dos empreendimentos controlados pelo fundo.

10º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 34,60 ↑1,17%

Descrição: Fechando a lista dos dez destaques, o URPR11 valorizou 1,17%, terminando a R$ 34,60. A variação foi de R$ 0,40 em relação aos R$ 34,20 do dia anterior. O volume negociado foi de 12.922 ações, com montante financeiro de R$ 447.101,20. O fundo oscilou entre a mínima de R$ 34,25 e a máxima de R$ 34,77. No histórico de 52 semanas, o ativo apresenta uma queda acentuada se comparado à máxima de R$ 54,48, operando agora mais próximo da sua mínima de R$ 30,13, refletindo ajustes no mercado de crédito high yield.

O URPR11 é um fundo de recebíveis imobiliários que foca em ativos de maior retorno (High Yield). A última notícia sobre a Urca Capital indica um monitoramento intensivo das garantias imobiliárias dos seus CRIs para assegurar a proteção do patrimônio dos cotistas frente à volatilidade econômica.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 44,22 -2,38%
2 PVBI11 R$ 76,00 -1,22%
3 HGRE11 R$ 120,50 -1,07%
4 MFII11 R$ 71,70 -0,83%
5 RBRL11 R$ 90,39 -0,81%
6 BLMG11 R$ 33,30 -0,75%
7 MCRE11 R$ 9,41 -0,74%
8 ICRI11 R$ 97,34 -0,65%
9 CCME11 R$ 8,97 -0,55%
10 XPLG11 R$ 100,59 -0,54%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,22 ↓ 2,38%

Descrição: O fundo GZIT11 apresentou a maior queda percentual entre os ativos analisados nesta sessão, recuando 2,38% para fechar em R$ 44,22. O preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia, indicando uma pressão vendedora constante ao longo do pregão, sem sinais de recuperação intradiária, já que a máxima também foi de R$ 44,22. O volume de negociação foi de 7.465 cotas, movimentando um total financeiro de R$ 330.102,30. Um ponto de atenção para o investidor é a ausência de dados históricos de 52 semanas na base fornecida, o que sugere uma listagem recente ou falta de liquidez histórica comparativa. O fechamento anterior estava em R$ 45,30, representando uma perda nominal de R$ 1,08 por cota. Este fundo é focado em propriedades de shoppings centers e faz parte do portfólio da Gazit Brasil, subsidiária da gigante global Gazit-Globe. Recentemente, a empresa tem focado na otimização de seus ativos maduros, como o Shopping Light e o Internacional Shopping Guarulhos, buscando elevar a taxa de ocupação e o fluxo de visitantes após os desafios do setor de varejo físico.

2º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 76,00 ↓ 1,22%

Descrição: O PVBI11, um dos nomes de peso no setor de lajes corporativas, registrou um recuo de 1,22%, encerrando o dia cotado a R$ 76,00. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 76,00 e a máxima de R$ 77,18. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 6.299.792,00 com 82.892 cotas trocando de mãos. Comparado ao fechamento anterior de R$ 76,94, a variação nominal foi negativa em R$ 0,94. O ativo está operando próximo ao meio de sua faixa de 52 semanas, que compreende a mínima de R$ 69,00 e a máxima de R$ 84,50. Este fundo é gerido pela VBI Real Estate e detém participações em edifícios Triple A em São Paulo, como o Faria Lima 4440. A última notícia relevante do fundo envolve a conclusão da aquisição de frações ideais de ativos premium, visando consolidar sua presença no principal eixo financeiro do país e manter a vacância em níveis historicamente baixos.

3º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 120,50 ↓ 1,07%

Descrição: O HGRE11 fechou o pregão em R$ 120,50, o que representa uma desvalorização de 1,07% (queda nominal de R$ 1,30). O fundo teve uma movimentação financeira de R$ 3.637.533,50, com um volume de 30.187 cotas. A mínima registrada foi de R$ 118,05, enquanto a máxima atingiu R$ 122,53, demonstrando uma volatilidade intradiária superior aos pares anteriores. O valor de fechamento está bem posicionado dentro do range anual (mínima de R$ 97,92 e máxima de R$ 131,97). Gerido pela CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo), o HGRE11 é um fundo de lajes corporativas com portfólio diversificado. A gestão tem trabalhado ativamente na venda de ativos menores e não estratégicos para reciclar capital e focar em edifícios de maior qualidade. Recentemente, o fundo anunciou a renovação de contratos de locação importantes, reduzindo o risco de vacância para os próximos períodos e garantindo previsibilidade no fluxo de dividendos.

4º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 71,70 ↓ 0,83%

Descrição: O ativo MFII11 apresentou uma retração de 0,83% no dia, fechando em R$ 71,70, uma variação negativa de R$ 0,60 frente ao fechamento anterior de R$ 72,30. O volume de negociação atingiu 37.350 cotas, gerando um giro financeiro de R$ 2.677.995,00. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 71,60 e a máxima de R$ 72,49. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo negocia próximo ao topo de sua faixa (mínima de R$ 70,30 e máxima de R$ 79,12), o que sugere uma relativa estabilidade de preços no longo prazo. Este fundo atua na incorporação imobiliária, financiando o desenvolvimento de empreendimentos residenciais. Diferente de fundos de renda, seu foco está no ganho de capital sobre as obras. A notícia mais recente do setor indica que a Mérito tem buscado novos terrenos em zonas urbanas adensadas de São Paulo para aproveitar a retomada do crédito imobiliário e os incentivos de novos planos diretores municipais.

5º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 90,39 ↓ 0,81%

Descrição: O RBRL11 registrou uma queda de 0,81%, encerrando a sessão a R$ 90,39. A variação nominal foi de R$ 0,74 em relação aos R$ 91,13 do dia anterior. O volume negociado foi baixo comparado aos líderes da lista, com apenas 5.618 cotas e R$ 507.811,02 em volume financeiro. O preço flutuou entre R$ 90,04 e R$ 91,50. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra uma valorização resiliente, distanciando-se da mínima de R$ 63,35 e aproximando-se da máxima de R$ 93,47. O RBRL11 é focado em galpões logísticos de alto padrão (Classe A), estrategicamente localizados num raio de até 100km de grandes centros consumidores. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a expansão de um de seus principais condomínios logísticos, visando atender à demanda crescente de empresas de e-commerce que buscam eficiência na “última milha” da entrega.

6º – BLUEMACAW LOGISTICA FII CF (BLMG11) | R$ 33,30 ↓ 0,75%

Descrição: O BLMG11 fechou o dia em R$ 33,30, uma queda de 0,75% ou R$ 0,25 nominais. O ativo teve 23.241 cotas negociadas, totalizando R$ 773.925,30. A oscilação diária foi pequena, entre R$ 32,95 e R$ 33,99. É notável que o fundo está operando em um patamar de preço muito inferior à sua máxima de 52 semanas de R$ 37,19, embora acima da mínima de R$ 26,88. O fundo foca na aquisição e gestão de ativos logísticos e industriais. A BlueMacaw, gestora do fundo, tem enfrentado desafios relacionados à alavancagem financeira em um cenário de juros elevados, o que impactou o valor das cotas nos últimos meses. A última notícia do fundo refere-se aos esforços de renegociação de dívidas e a busca por novos locatários para preencher espaços vagos em ativos específicos no interior paulista.

7º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,41 ↓ 0,74%

Descrição: Com o maior volume quantitativo de cotas negociadas (458.705), o MCRE11 fechou em R$ 9,41, uma variação negativa de 0,74%. Apesar do alto número de cotas, o volume financeiro foi de R$ 4.316.414,05, devido ao baixo valor unitário do papel. O fechamento anterior foi de R$ 9,48. Nas últimas 52 semanas, o fundo variou entre R$ 7,13 e R$ 9,65, mostrando que o valor atual está próximo do teto histórico recente. Este fundo é do tipo “papel”, investindo majoritariamente em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) de maior risco e retorno (High Yield). A Mauá Capital, gestora do fundo, destacou em seu último relatório mensal o aumento das taxas de retorno dos novos títulos adquiridos para a carteira, aproveitando o cenário de inflação e juros, o que tem mantido a distribuição de dividendos em níveis atrativos para os cotistas.

8º – ITAU CRED IMOB IPCA FDO INV IMOB CEF (ICRI11) | R$ 97,34 ↓ 0,65%

Descrição: O ICRI11 recuou 0,65% nesta sessão, fechando a R$ 97,34. O volume financeiro foi de R$ 557.660,86 com 5.729 cotas negociadas. O ativo operou entre R$ 96,51 e R$ 97,78. Em comparação com o fechamento anterior de R$ 97,98, houve uma redução de R$ 0,64. O fundo está posicionado na metade superior de seu histórico anual (mínima de R$ 81,39 e máxima de R$ 100,60). Gerido pelo Itaú Asset Management, este é um fundo de recebíveis imobiliários com indexação predominante ao IPCA. Recentemente, a notícia de que a inflação oficial (IPCA) veio levemente acima das expectativas impactou positivamente a expectativa de rendimentos futuros do fundo, embora o preço da cota de mercado tenha sofrido com o ajuste técnico da curva de juros futura no pregão de hoje.

9º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 8,97 ↓ 0,55%

Descrição: O fundo CCME11 fechou o dia em R$ 8,97, apresentando uma queda de 0,55% ou R$ 0,05 em relação aos R$ 9,02 anteriores. Foram negociadas 41.851 cotas, movimentando R$ 375.403,47. A mínima do dia foi de R$ 8,91 e a máxima de R$ 9,04. O ativo encontra-se em um patamar estável frente às suas métricas de 52 semanas (mínima de R$ 7,56 e máxima de R$ 9,56). O Canuma Capital Multiestratégia é um FII híbrido que pode investir tanto em ativos reais (tijolo) quanto em títulos financeiros. A estratégia recente da gestão tem sido aumentar a exposição em ativos de crédito privado de alta qualidade para garantir liquidez e proteger o patrimônio contra oscilações bruscas no mercado imobiliário físico. A última atualização relevante para os investidores foi a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão do portfólio.

10º – XP LOG FDO INV IMOB CF (XPLG11) | R$ 100,59 ↓ 0,54%

Descrição: Fechando a lista dos 10 ativos, o XPLG11 apresentou a menor queda percentual do grupo, com recuo de 0,54%, encerrando a R$ 100,59. Foi o ativo com maior giro financeiro do relatório, totalizando R$ 10.148.927,46 e 100.894 cotas negociadas. O preço variou entre R$ 100,05 e R$ 101,35 durante o dia. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra solidez, com mínima de R$ 84,23 e máxima de R$ 104,28. O XPLG11 é um dos maiores fundos logísticos do Brasil, gerido pela XP Asset. Possui uma base de inquilinos diversificada que inclui gigantes como Amazon e Leroy Merlin. A notícia mais recente do fundo envolve a renovação antecipada de contratos de locação em condomínios logísticos em Minas Gerais e São Paulo, o que garante a manutenção da receita imobiliária e reforça a confiança do investidor na gestão de ativos da XP.


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