Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 01/04/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SPXS11 R$ 8,65 0,033453
2 PVBI11 R$ 77,14 0,02037
3 CLIN11 R$ 92,67 0,020145
4 BROF11 R$ 61,00 0,018364
5 KCRE11 R$ 8,99 0,015819
6 URPR11 R$ 34,72 0,013723
7 TRBL11 R$ 78,10 0,013628
8 KFOF11 R$ 83,86 0,012802
9 VILG11 R$ 99,30 0,012439
10 SNFF11 R$ 73,85 0,01206

1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,65 ↑3,35%

Descrição: O fundo SPXS11 liderou as valorizações do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 8,65, o que representa uma alta expressiva de 3,35% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,37. Durante o pregão, o ativo apresentou uma oscilação contida, com mínima de R$ 8,65 e máxima de R$ 8,71, demonstrando uma pressão compradora constante. O volume de negociação financeira atingiu R$ 560.139,40, com um total de 64.756 cotas transacionadas. É importante notar que o fundo não possui dados registrados de mínima e máxima para o período de 52 semanas nesta base, sugerindo uma listagem recente ou reestruturação. A variação nominal positiva foi de R$ 0,28 por cota, consolidando sua posição no topo do ranking de performance desta data. Este desempenho reflete um otimismo pontual dos investidores quanto à sua estratégia multiestratégia. O SPXS11 é um fundo imobiliário gerido pela SPX Capital em parceria com a Syn, focado em uma estratégia híbrida que permite investir tanto em ativos de tijolo quanto em títulos de dívida imobiliária. Recentemente, o fundo comunicou ao mercado a aprovação de uma nova emissão de cotas para expansão de seu portfólio.

2º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 77,14 ↑2,04% 

Descrição: O PVBI11 apresentou uma sólida performance de alta, fechando o dia a R$ 77,14, um avanço de 2,04% comparado aos R$ 75,60 da sessão anterior. O ativo movimentou um volume financeiro robusto de R$ 10.467.820,86, sendo o mais líquido entre os analisados, com 135.699 ações trocando de mãos. A flutuação diária ocorreu entre a mínima de R$ 75,20 e a máxima de R$ 77,39. Ao observar o histórico de 52 semanas, o fundo negocia em uma faixa intermediária, distante da mínima de R$ 69,00 e aproximando-se da máxima de R$ 84,50. A variação nominal foi de R$ 1,54. A força compradora no PVBI11 geralmente está atrelada à qualidade de seus ativos subjacentes, localizados em regiões nobres. O volume negociado hoje reforça a confiança do investidor institucional na tese de lajes corporativas premium, mesmo diante de um cenário macroeconômico ainda volátil para o setor imobiliário. O PVBI11 é um fundo de tijolo focado em lajes corporativas de alto padrão (Classe A) em São Paulo, gerido pela VBI Real Estate. Uma notícia recente de destaque foi a conclusão da aquisição de participação no Edifício Union Faria Lima, fortalecendo sua presença no principal eixo financeiro do país.

3º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,67 ↑2,01% 

Descrição: O fundo CLIN11 registrou uma valorização de 2,01%, encerrando o pregão a R$ 92,67, contra o fechamento anterior de R$ 90,84. Um dado curioso da sessão foi a ausência de volatilidade intradia, com a mínima e a máxima registradas no exato valor de fechamento (R$ 92,67), sugerindo uma execução de ordens concentrada ou baixa dispersão de preços durante o período. O volume financeiro movimentado foi de R$ 3.677.145,60, correspondendo a 39.680 cotas negociadas. Assim como o líder do ranking, este ativo não apresenta dados de 52 semanas na planilha atual. O ganho nominal por cota foi de R$ 1,83. O fundo mantém um perfil de rendimento atrelado a índices de preços, o que atrai investidores em busca de proteção inflacionária. A manutenção do preço no teto do dia indica uma ausência de força vendedora relevante nesta data específica, consolidando o CLIN11 como o terceiro melhor desempenho do setor. O CLIN11 é um fundo de papel gerido pela Clave Capital, que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados ao IPCA. Recentemente, a gestora destacou em relatório mensal a manutenção de um spread saudável em suas operações de crédito, garantindo dividendos estáveis.

4º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,00 ↑1,84% 

Descrição: O BROF11 encerrou o dia com alta de 1,84%, atingindo o valor de R$ 61,00 por cota. O fechamento anterior havia sido de R$ 59,90, resultando em um ganho nominal de R$ 1,10. Durante o dia, o fundo tocou a mínima de R$ 59,92 e a máxima de R$ 61,60. O volume de negociação foi relativamente baixo, com R$ 281.576,00 movimentados através de 4.616 cotas. No horizonte de 52 semanas, o fundo demonstra estar operando muito próximo de sua máxima (R$ 63,35) e bem acima de sua mínima anual (R$ 41,22), sinalizando uma tendência de recuperação ou consolidação de valor ao longo dos últimos meses. A baixa liquidez diária comparada a outros pares do ranking não impediu a valorização percentual relevante. O interesse por ativos de escritórios corporativos parece sustentar o preço do BROF11 em patamares elevados para o seu histórico recente de negociação na B3. O BROF11 é um fundo de tijolo que detém em seu portfólio edifícios comerciais de alto padrão, originalmente vindos da carteira da BR Properties. A última notícia relevante envolve a renegociação de contratos de locação visando reduzir a vacância física de seus imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro.

5º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,99 ↑1,58% 

Descrição: O KCRE11 ocupou a quinta posição com uma alta de 1,58%, fechando a R$ 8,99. O fechamento anterior foi de R$ 8,85, gerando uma variação positiva de R$ 0,14. O comportamento do ativo foi marcado pela estabilidade absoluta durante o pregão, com mínima e máxima fixadas em R$ 8,99, indicando que todas as negociações ocorreram em um preço único. Foram movimentadas 32.179 cotas, totalizando um volume financeiro de R$ 289.289,21. O fundo não possui registros de 52 semanas detalhados nesta base de dados. Por ser um fundo de menor valor nominal (abaixo de dez reais), pequenas variações centesimais geram impactos percentuais significativos, o que explica sua presença entre os destaques de alta. O volume negociado mostra uma liquidez moderada, adequada para investidores de varejo que buscam diversificação em crédito imobiliário sob a gestão de uma das maiores casas do país. O KCRE11 é um fundo de papel nascido da parceria entre a Kinea Investimentos e a fintech Creditas, focando em CRIs lastreados em empréstimos com garantia imobiliária (Home Equity). Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de rendimentos em linha com a meta de superar o CDI.

6º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 34,72 ↑1,37% 

Descrição: O URPR11 registrou uma alta de 1,37%, finalizando o dia a R$ 34,72. Em relação ao fechamento anterior de R$ 34,25, o fundo teve um incremento de R$ 0,47 por cota. A movimentação diária variou entre R$ 33,89 e R$ 34,72. O volume financeiro foi expressivo, somando R$ 1.247.732,64 com 35.937 cotas negociadas. Ao analisarmos o histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo está operando em um patamar inferior à sua máxima de R$ 54,48, mas acima da mínima de R$ 30,13. Essa métrica sugere que, apesar da alta diária, o ativo ainda enfrenta desafios de precificação a longo prazo ou passou por ajustes recentes em sua estrutura de capital/dividendos. O URPR11 é conhecido por sua exposição a ativos de maior risco e retorno (High Yield), e a performance positiva de hoje pode indicar uma busca por rendimentos mais agressivos por parte dos investidores no mercado secundário. O URPR11 é um fundo de papel que investe em dívidas imobiliárias de loteamentos e multipropriedades, com foco em alta rentabilidade. A última notícia do fundo refere-se ao impacto positivo da deflação em meses anteriores que agora começa a se normalizar, estabilizando a distribuição de proventos aos cotistas.

7º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 78,10 ↑1,36% 

Descrição: O TRBL11 fechou a sessão com valorização de 1,36%, cotado a R$ 78,10. O valor representa um aumento de R$ 1,05 sobre o fechamento de R$ 77,05. Durante o dia, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 77,05 e a máxima de R$ 78,39, com um volume financeiro total de R$ 1.146.820,40 e 14.684 cotas trocadas. Interessante observar que o preço atual de R$ 78,10 está muito próximo da máxima de 52 semanas (R$ 80,57) e significativamente distante da mínima de R$ 48,29, o que demonstra uma forte tendência de recuperação e valorização anual. O setor logístico continua sendo um dos preferidos dos investidores devido à resiliência dos aluguéis e à importância estratégica dos galpões. O volume negociado acima de um milhão de reais reforça a liquidez saudável para o perfil do fundo, que segue performando bem dentro da carteira de ativos logísticos focados na região sudeste. O TRBL11 é um fundo de tijolo do segmento logístico, com ativos focados principalmente em condomínios logísticos de alto padrão. Uma notícia recente importante foi a renovação antecipada de contratos de locação, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa para os próximos anos.

8º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 83,86 ↑1,28% 

Descrição: O KFOF11 apresentou uma alta de 1,28%, encerrando o dia a R$ 83,86. Comparado ao fechamento anterior de R$ 82,80, houve um ganho de R$ 1,06 por cota. A oscilação diária ficou entre R$ 81,93 e R$ 84,29. O volume financeiro atingiu R$ 1.747.642,40, com 20.840 cotas negociadas. No acumulado de 52 semanas, o fundo demonstra solidez, operando perto de sua máxima de R$ 86,06 e bem longe da mínima de R$ 64,86. Por ser um fundo de fundos (FoF), o desempenho do KFOF11 reflete a valorização média das carteiras de outros FIIs, funcionando como um termômetro do mercado. A valorização de hoje, acompanhada de um volume financeiro superior a 1,7 milhão de reais, sugere que o mercado secundário de FIIs de forma ampla teve um dia positivo, beneficiando a carteira diversificada gerida pela Kinea, que busca capturar ganhos tanto em dividendos quanto em ganho de capital. O KFOF11 é um “Fundo de Fundos” que investe em uma carteira diversificada de outros fundos imobiliários, permitindo ao investidor exposição a vários setores com uma única cota. Recentemente, a gestão reportou um aumento na alocação em fundos de tijolo, antecipando uma valorização com a queda dos juros.

9º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 99,30 ↑1,24% 

Descrição: O VILG11, um dos nomes mais conhecidos do setor logístico, subiu 1,24% e fechou a R$ 99,30. O avanço nominal foi de R$ 1,22 em relação ao fechamento de R$ 98,08. Durante o pregão, o fundo demonstrou volatilidade, com mínima de R$ 97,84 e máxima de R$ 99,31. A liquidez foi um dos destaques do dia, com um volume financeiro expressivo de R$ 6.024.630,30 e 60.671 cotas movimentadas, sendo o segundo fundo mais negociado desta lista. No histórico de 52 semanas, o preço de R$ 99,30 está consolidado entre a mínima de R$ 70,00 e a máxima de R$ 104,89. Este desempenho reforça o interesse contínuo em ativos reais de logística que possuem contratos atípicos e locatários de grande porte. A proximidade com a barreira psicológica dos R$ 100,00 mostra um momento de recuperação de valor patrimonial no mercado secundário para este gigante da Vinci Partners. O VILG11 é um fundo imobiliário de logística gerido pela Vinci Real Estate, com um portfólio diversificado de galpões em diversos estados brasileiros. A notícia mais recente do fundo envolve a expansão de um de seus principais ativos em Extrema-MG, para atender a demanda crescente de e-commerce.

10º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 73,85 ↑1,21% 

Descrição: Fechando a lista dos dez destaques, o SNFF11 registrou alta de 1,21%, terminando o dia em R$ 73,85. O ganho nominal foi de R$ 0,88 frente ao fechamento anterior de R$ 72,97. A movimentação no pregão foi estreita, entre R$ 72,97 e R$ 73,87, evidenciando uma subida gradual ao longo do dia. O volume financeiro foi de R$ 346.725,75, com 4.695 cotas negociadas. No período de 52 semanas, o fundo oscila entre R$ 59,76 e R$ 80,59, colocando o preço atual em uma zona de equilíbrio. Como um fundo de fundos, o SNFF11 busca gerar valor através de uma gestão ativa na escolha de outros FIIs subavaliados. O volume de negociação mais baixo em comparação aos líderes de liquidez não impediu que o fundo acompanhasse a tendência altista do mercado imobiliário nesta sessão, fechando positivamente e mantendo sua estratégia de geração de renda e valor para o cotista. O SNFF11 é o fundo de fundos da Suno Asset, focado em investir em outros FIIs seguindo a filosofia de valor da Suno Research. Recentemente, o fundo anunciou uma mudança na composição de sua carteira, aumentando a exposição a CRIs para aproveitar as taxas de juros reais elevadas.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ARRI11 R$ 6,40 -0,058824
2 VGRI11 R$ 7,98 -0,042017
3 GZIT11 R$ 44,22 -0,023841
4 PCIP11 R$ 83,11 -0,023614
5 XPCI11 R$ 82,70 -0,020606
6 KORE11 R$ 72,75 -0,016892
7 VIUR11 R$ 5,47 -0,016187
8 WHGR11 R$ 9,34 -0,015806
9 RBRR11 R$ 84,22 -0,01474
10 KIVO11 R$ 63,13 -0,010812

1º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,40 ↓5,88%

Descrição: O fundo ARRI11 apresentou uma retração significativa em sua última sessão, com o preço atual fixado em R$ 6,40, representando uma queda de R$ 0,40 (-5,88%) em relação ao fechamento anterior de R$ 6,80. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,35 e a máxima de R$ 6,69, movimentando um volume de 155.285 ações e gerando um montante financeiro de R$ 993.824,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel opera próximo às suas mínimas anuais (R$ 5,97), distanciando-se do topo de R$ 7,02 registrado no período. Este fundo imobiliário é do tipo papel, com gestão ativa focada em títulos e valores mobiliários. O Átrio Reit Recebíveis Imobiliários investe majoritariamente em ativos de renda fixa lastreados no setor imobiliário, como CRIs, buscando rentabilidade via juros e correção monetária. Uma notícia relevante recente confirmou a distribuição de rendimentos no valor de R$ 0,09 por cota referente ao mês de março de 2026.

2º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 7,98 ↓4,20%

Descrição: O VGRI11 registrou uma desvalorização de 4,20%, com a cota encerrando o dia a R$ 7,98, ante o fechamento anterior de R$ 8,33. A variação nominal negativa foi de R$ 0,35. O volume de negociação foi expressivo, com 232.761 ações trocando de mãos, totalizando R$ 1.857.432,78. O ativo tocou a mínima de R$ 7,91 e a máxima de R$ 8,31 durante a jornada. No acumulado de um ano, o fundo flutua entre R$ 6,18 e R$ 8,56. O Valora Renda Imobiliária é um FII de tijolo com foco no segmento híbrido, gerido pela Valora Investimentos. A estratégia da empresa foca na aquisição de imóveis comerciais para locação e ganho de capital. Como notícia recente de destaque, a gestão comunicou que o fundo conseguiu zerar sua vacância em 2026 após o aluguel de um imóvel em São Paulo com contrato de 22 anos, reforçando a previsibilidade de caixa.

3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,22 ↓2,38%

Descrição: O GZIT11 fechou a sessão cotado a R$ 44,22, uma queda de R$ 1,08 (-2,38%) comparado aos R$ 45,30 anteriores. Curiosamente, a mínima e a máxima do dia foram idênticas ao preço atual, indicando baixa volatilidade intradiária ou concentração de ordens em um único patamar, com volume de 7.465 ações e giro de R$ 330.102,30. Não há dados disponíveis na tabela para o intervalo de 52 semanas. O Gazit Malls é um fundo que investe em participações de shopping centers de alto padrão, como o Shopping Light e o Morumbi Town em São Paulo. A empresa proprietária, Gazit Brasil, é subsidiária de um grupo global especializado em real estate. Recentemente, o fundo foi destaque em levantamentos de mercado por figurar entre os maiores pagadores de dividend yield do setor de shoppings no fechamento do ano anterior.

4º – FDO INV IMOB VBI CRI ETF (PCIP11) | R$ 83,11 ↓2,36%

Descrição: O PCIP11 teve um fechamento de R$ 83,11, recuando R$ 2,01 (-2,36%) em face do fechamento anterior de R$ 85,12. O ativo teve um volume de 83.779 ações e movimentou R$ 6.962.872,69, o maior volume financeiro desta lista. Durante o pregão, registrou máxima de R$ 84,96 e mínima de R$ 83,11. O histórico de 52 semanas mostra uma amplitude entre R$ 71,24 e R$ 88,16. O Patria Crédito Imobiliário (PCIP11) é um fundo de índice que busca refletir a performance de uma carteira diversificada de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). A gestão foca em ativos indexados à inflação para proteção de poder de compra. Em notícias recentes, o fundo informou ao mercado uma leve redução pontual nos dividendos de fevereiro para ajuste de caixa, mantendo, contudo, um dividend yield acumulado acima de 13% nos últimos 12 meses.

5º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 82,70 ↓2,06%

Descrição: O XPCI11 encerrou o dia valendo R$ 82,70, queda de R$ 1,74 (-2,06%) em relação aos R$ 84,44 do último fechamento. O volume negociado somou R$ 3.002.092,70 através de 36.301 ações. O papel oscilou entre R$ 82,60 e R$ 85,00 ao longo do dia, situando-se em uma faixa intermediária em relação ao seu teto anual de R$ 86,45 e piso de R$ 65,22. O fundo é gerido pela XP Asset e foca primordialmente na aquisição de CRIs, sendo um dos maiores “fundos de papel” do mercado brasileiro em número de cotistas. Sua carteira é diversificada geograficamente com ativos em estados como Mato Grosso e Acre. A última notícia relevante do fundo trata da divulgação de seu relatório gerencial de fevereiro de 2026, onde confirmou a distribuição de R$ 0,88 por cota e detalhou a saúde financeira de seus lastros imobiliários.

6º – KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII (KORE11) | R$ 72,75 ↓1,69%

Descrição: O KORE11 registrou queda de 1,69%, fechando a R$ 72,75 (redução de R$ 1,25 sobre os R$ 74,00 anteriores). O volume diário foi de 51.454 ações, gerando R$ 3.743.278,50 em negócios. A variação diária ficou entre R$ 72,75 e R$ 74,59. Nos últimos 12 meses, o fundo variou de R$ 60,29 a R$ 77,89. O Kinea Oportunidades Real Estate é um fundo focado em ativos de escritórios (lajes corporativas) de alto padrão, buscando ganho de capital e renda. A Kinea é a gestora ligada ao grupo Itaú. Em fato relevante publicado recentemente (fevereiro de 2026), o fundo comunicou a desocupação de um conjunto no Edifício Corporate Plaza pela empresa Eldorado, além de anunciar investimentos em sistemas de reconhecimento facial para modernização de seus ativos em São Paulo.

7º – VINCI IMOVEIS URBANos FII CEF (VIUR11) | R$ 5,47 ↓1,62%

Descrição: O VIUR11 encerrou a R$ 5,47, uma queda de R$ 0,09 (-1,62%) contra o fechamento de R$ 5,56. Com 75.926 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 415.315,22. O ativo trabalhou entre a mínima de R$ 5,47 e a máxima de R$ 5,55. Nas últimas 52 semanas, o fundo transitou entre R$ 4,46 e R$ 6,19. O Vinci Imóveis Urbanos é um fundo de gestão ativa que investe em imóveis de varejo, educação e serviços situados em grandes centros urbanos, visando contratos atípicos de longo prazo. O fundo é gerido pela Vinci Real Estate. Como última notícia, o fundo destacou em seu informe mensal de março de 2026 a manutenção de sua estratégia de renda, tendo distribuído R$ 0,21 por cota em fevereiro, o que representou um expressivo dividend yield mensal sobre a cotação da época.

8º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,34 ↓1,58%

Descrição: O WHGR11 apresentou desvalorização de 1,58%, fechando a R$ 9,34 após recuar R$ 0,15 em relação ao preço anterior de R$ 9,49. O volume foi de 44.559 ações, totalizando R$ 416.181,06. O ativo manteve-se estável em R$ 9,34 tanto na mínima quanto na máxima do registro intradiário. Não há dados históricos de 52 semanas nesta tabela. O WHG Real Estate FII tem como intuito oferecer um portfólio diversificado explorando ciclos econômicos por meio de estratégias de renda e ganho de capital, operando de forma híbrida entre equity e dívida. O fundo iniciou atividades no fim de 2021 e conta com a XP Investimentos como administradora. Notícias recentes de meados de 2024 e atualizações de 2025 focam no anúncio de novas janelas de subscrição para expansão do portfólio.

9º – FII RBR RENDIMENTO HIGH GRADE CF (RBRR11) | R$ 84,22 ↓1,47%

Descrição: O RBRR11 fechou a R$ 84,22, com queda de R$ 1,26 (-1,47%) comparado ao fechamento anterior de R$ 85,48. Foram negociadas 77.915 ações, movimentando R$ 6.562.001,30. O papel oscilou entre R$ 84,15 e R$ 85,10. Em 52 semanas, o ativo variou de R$ 72,78 a R$ 89,52. O RBR Rendimento High Grade é um fundo imobiliário de papel que foca em ativos de crédito (CRIs) de baixo risco de inadimplência (High Grade). A gestão da RBR Asset busca devedores com excelente perfil de crédito e garantias imobiliárias robustas. Em notícia recente de março de 2026, o fundo informou a realização de uma nova etapa de subscrição de cotas para captação de recursos visando novos investimentos, mantendo um histórico de rendimentos mensais estáveis próximos a R$ 0,85 por cota.

10º – KILIMA VOLKANO RECEB IMOB FII (KIVO11) | R$ 63,13 ↓1,08%

Descrição: O KIVO11 encerrou em 10º lugar nesta análise com fechamento em R$ 63,13, queda de R$ 0,69 (-1,08%) frente aos R$ 63,82 anteriores. O volume diário foi de 37.274 ações, com giro financeiro de R$ 2.353.107,62. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 62,78 e a máxima de R$ 64,30. No período de um ano, o valor oscilou entre R$ 52,22 e R$ 68,13. O Kilima Volkano Recebíveis Imobiliários é um FII que investe em títulos de dívida do setor imobiliário, classificado no segmento de Títulos e Valores Mobiliários. A gestão foca em ativos com taxas de retorno competitivas e controle de risco. Notícias recentes indicam que o fundo pagou dividendos de R$ 0,86 por cota ultimamente, mantendo um dividend yield anualizado robusto, mesmo diante da leve correção de preço observada no mercado secundário.

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