Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | SPXS11 | R$ 8,65 | 3,35% |
| 2 | BPML11 | R$ 94,68 | 2,91% |
| 3 | BBIG11 | R$ 7,20 | 2,86% |
| 4 | RBRP11 | R$ 53,38 | 2,07% |
| 5 | CLIN11 | R$ 92,67 | 2,01% |
| 6 | HGRE11 | R$ 121,69 | 1,76% |
| 7 | KCRE11 | R$ 8,99 | 1,58% |
| 8 | BROF11 | R$ 61,79 | 1,30% |
| 9 | XPCI11 | R$ 83,63 | 1,12% |
| 10 | HGPO11 | R$ 153,48 | 0,97% |
1º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,65 ↑3,35%
Descrição: O fundo SPXS11 liderou as valorizações do dia, encerrando a sessão cotado a R$ 8,65. O ativo apresentou uma variação nominal positiva de R$ 0,28 em relação ao fechamento anterior de R$ 8,37. Durante o pregão, a mínima registrada coincidiu com o valor de fechamento, enquanto a máxima tocou os R$ 8,71. O volume de negociação foi expressivo, com 64.756 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 560.139,40. Este fundo atua em uma estratégia multiestratégia, o que permite uma alocação flexível em diferentes ativos do setor imobiliário, buscando capturar valor em diversos ciclos econômicos. A ausência de dados para as mínimas e máximas de 52 semanas sugere uma listagem recente ou reestruturação de dados na plataforma consultada. O desempenho atual reflete um forte apetite dos investidores por ativos que combinam valor de cota acessível com potencial de ganho de capital imediato.
Este fundo é gerido pela SPX Gestão de Recursos em parceria com a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties), focando em uma carteira diversificada de ativos imobiliários, incluindo CRIs e outros FIIs. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para otimizar a distribuição de dividendos.
2º – FII BTG PACTUAL SHOPPINGS CF (BPML11) | R$ 94,68 ↑2,91%
Descrição: O BPML11 ocupou a segunda posição no ranking de valorização, fechando o dia a R$ 94,68, uma alta de R$ 2,68 comparado ao dia anterior (R$ 92,00). O ativo demonstrou resiliência ao longo da jornada, com a mínima em R$ 92,20 e a máxima atingindo R$ 94,87. O volume de ações negociadas foi de 9.986 unidades, resultando em um giro financeiro de R$ 945.474,48. Ao observarmos o histórico de 52 semanas, o fundo operou entre a mínima de R$ 65,38 e a máxima de R$ 99,03, mostrando que o valor atual está próximo do topo histórico anual. Esse movimento indica uma recuperação sólida do setor de shoppings, impulsionada pelo aumento do fluxo de consumidores e melhores índices de vendas nas lojas físicas. A liquidez do fundo permanece constante, sendo uma opção visada por investidores que buscam exposição a ativos reais de alta qualidade e renda passiva recorrente.
O BPML11 é um fundo de tijolo gerido pelo BTG Pactual, com foco exclusivo em participações em shoppings centers brasileiros. Uma notícia relevante recente envolve o aumento nas taxas de ocupação do portfólio, que tem superado os níveis pré-pandemia, favorecendo o fluxo de caixa do fundo.
3º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 7,20 ↑2,86%
Descrição: O BBIG11 apresentou um desempenho sólido, fechando o dia a R$ 7,20, o que representa uma valorização de R$ 0,20 ou 2,86% sobre o fechamento de R$ 7,00. O fundo operou em uma faixa estreita, com mínima de R$ 7,02 e máxima de R$ 7,21, demonstrando baixa volatilidade intradiária. Com um volume de 79.505 cotas negociadas, foi um dos ativos mais movimentados da lista em termos de quantidade, totalizando um volume financeiro de R$ 572.436,00. No acumulado de 52 semanas, o fundo variou entre R$ 5,78 e R$ 7,58, posicionando-se atualmente em uma zona de valorização considerável. A estratégia do fundo em shoppings de perfil “premium” parece atrair investidores que buscam proteção contra a inflação e exposição a um público de alta renda, cujo consumo é menos sensível a oscilações macroeconômicas. O resultado reflete a confiança do mercado na gestão da BB Asset.
Este fundo investe em participações de shopping centers de alto padrão, sendo gerido pela BB Asset Management. Em notícias recentes, o fundo concluiu a captação de recursos em sua última emissão de cotas, visando a aquisição de novas fatias em empreendimentos consolidados.
4º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 53,38 ↑2,07%
Descrição: O RBRP11 encerrou a sessão a R$ 53,38, registrando um incremento de R$ 1,08 em comparação ao fechamento prévio de R$ 52,30. A variação percentual de 2,07% foi acompanhada por um volume de 15.433 cotas e um montante financeiro de R$ 823.813,54. Durante o dia, o preço oscilou entre a mínima de R$ 52,06 e a máxima de R$ 53,40. O histórico de 52 semanas revela uma mínima de R$ 40,09 e uma máxima de R$ 55,73, indicando que o ativo está em uma trajetória de recuperação robusta após períodos de maior pressão sobre os preços das cotas. O mercado tem monitorado de perto a vacância dos ativos do fundo e a capacidade da gestão em repactuar aluguéis. A alta de hoje sinaliza uma percepção positiva quanto à qualidade dos imóveis corporativos localizados em regiões nobres, que compõem a tese principal do veículo.
O RBRP11 é um fundo de tijolo gerido pela RBR Asset Management, focado em lajes corporativas de classe A em São Paulo. Recentemente, a RBR anunciou a venda de ativos específicos para gerar lucro imobiliário e reduzir a alavancagem do fundo, notícia que foi bem recebida pelos cotistas.
5º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 92,67 ↑2,01%
Descrição: O CLIN11 registrou um fechamento a R$ 92,67, subindo 2,01% ou R$ 1,83 frente aos R$ 90,84 anteriores. Curiosamente, a mínima e a máxima do dia foram registradas no mesmo valor do fechamento (R$ 92,67), o que pode indicar uma concentração de ordens no final da sessão ou baixa dispersão de preços durante o horário comercial. O volume financeiro foi o maior desta lista, atingindo R$ 3.677.145,60, com 39.680 cotas negociadas, evidenciando uma liquidez robusta e forte interesse institucional ou de grandes investidores individuais. Por ser um fundo focado em índices de preços (papel), ele se beneficia diretamente de cenários onde a inflação ou as taxas de juros reais permanecem elevadas, protegendo o capital do investidor e garantindo distribuições de proventos atrativas. A ausência de dados de 52 semanas sugere um histórico operacional ainda em consolidação nas bases de dados públicas.
Gerido pela Clave Capital, o CLIN11 é um fundo de papel focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) indexados principalmente ao IPCA. A última notícia do fundo destaca a alocação de novos recursos em operações com garantias imobiliárias de alto padrão, reforçando o carrego da carteira.
6º – HG REAL ESTATE FDO INV IMOB CF (HGRE11) | R$ 121,69 ↑1,76%
Descrição: Um dos gigantes do setor de lajes corporativas, o HGRE11 fechou a R$ 121,69, com alta de 1,76% (R$ 2,11). O ativo teve uma oscilação saudável entre R$ 119,61 e R$ 122,00. O volume de negociação somou 16.180 cotas, com giro financeiro de R$ 1.968.944,20. No último ano, o fundo transitou entre R$ 97,23 e R$ 131,04, mostrando que ainda há espaço para buscar o topo anual. O HGRE11 é conhecido por sua gestão ativa e por possuir imóveis icônicos. A alta reflete o otimismo com a retomada do trabalho presencial e a redução da vacância física em distritos financeiros importantes. Investidores de longo prazo enxergam no valor atual uma oportunidade de exposição a ativos imobiliários de difícil replicação física, mantendo um yield consistente através do recebimento de aluguéis de grandes corporações multinacionais.
O HGRE11 é gerido pela CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo), focado em escritórios comerciais. Recentemente, o mercado repercutiu a venda do Edifício Martiniano de Carvalho para a Vivo, uma transação bilionária que impactou positivamente as projeções de dividendos extraordinários.
7º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 8,99 ↑1,58%
Descrição: O KCRE11 encerrou o dia cotado a R$ 8,99, uma variação positiva de R$ 0,14 ou 1,58% em relação ao fechamento de R$ 8,85. O fundo apresentou estabilidade, com mínima e máxima travadas no valor de fechamento de R$ 8,99, movimentando 32.179 cotas e um volume financeiro de R$ 289.289,21. Este fundo é uma parceria entre a Kinea, uma das maiores gestoras de crédito privado do país, e a fintech Creditas, focando em empréstimos com garantia imobiliária (Home Equity). A estrutura do ativo permite que o investidor acesse o mercado de crédito imobiliário com uma barreira de entrada baixa (valor de cota inferior a R$ 10,00). O desempenho de hoje reforça a tese de que ativos de crédito estruturado continuam sendo um porto seguro para investidores que buscam rentabilidade superior à do CDI com riscos mitigados por garantias reais.
O KCRE11 é um fundo de papel que investe em CRIs originados pela Creditas e geridos pela Kinea. Recentemente, a Creditas anunciou uma nova rodada de captação, o que fortalece indiretamente a operação do fundo ao expandir a originação de novos ativos para a carteira.
8º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,79 ↑1,30%
Descrição: O BROF11 fechou o pregão a R$ 61,79, registrando uma alta de R$ 0,79 em relação aos R$ 61,00 anteriores. O fundo teve uma variação entre a mínima de R$ 60,69 e a máxima de R$ 61,91. O volume financeiro atingiu R$ 699.092,06, com 11.314 cotas transacionadas. Ao analisar as últimas 52 semanas, o ativo teve mínima de R$ 41,22 e máxima de R$ 63,35, indicando que o fundo está negociando muito próximo de seu valor máximo anual. Esse movimento ascendente sugere que o mercado está precificando positivamente a gestão do portfólio de escritórios da BR Properties. A estabilidade dos contratos de locação e a qualidade Triple A de seus edifícios conferem ao fundo uma característica de resiliência, sendo um veículo clássico para quem busca renda através de aluguéis corporativos em mercados de alta demanda.
Gerido pela BR Properties, o BROF11 detém propriedades corporativas de altíssimo padrão. A notícia mais recente do fundo envolve a renegociação de contratos de locação com prazos estendidos, o que garante maior previsibilidade de receita para os próximos anos e reduz o risco de vacância.
9º – XP CREDITO IMOBILIARIO REIT (XPCI11) | R$ 83,63 ↑1,12%
Descrição: O XPCI11 terminou o dia com valorização de 1,12%, fechando a R$ 83,63 (alta de R$ 0,93). O fundo oscilou entre R$ 82,44 e R$ 83,70, com um volume financeiro muito expressivo de R$ 1.982.281,89 e 23.703 cotas negociadas. No período de um ano, o fundo variou entre R$ 64,57 e R$ 85,59. O XPCI11 é um fundo de papel que foca na aquisição de CRIs, oferecendo uma diversificação interna robusta com exposição a diferentes setores e indexadores. O volume financeiro próximo de R$ 2 milhões demonstra que o ativo possui alta liquidez, facilitando a entrada e saída de investidores. Em um cenário de juros ainda elevados, fundos de crédito como este tendem a atrair investidores que buscam rendimentos mensais isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, mantendo o poder de compra do capital investido através da correção monetária.
O XPCI11 é gerido pela XP Asset Management e foca em crédito privado imobiliário. Recentemente, a gestão divulgou um relatório mensal destacando a deflação pontual de alguns meses atrás, mas reafirmou a solidez das garantias dos ativos em carteira, mantendo o guidance de dividendos estável.
10º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 153,48 ↑0,97%
Descrição: Fechando o top 10, o HGPO11 encerrou o dia a R$ 153,48, uma alta de 0,97% ou R$ 1,48. O fundo teve uma variação discreta, entre R$ 151,13 e R$ 153,48, com um volume menor de 1.962 cotas, totalizando R$ 301.127,76 negociados. Apesar do volume menor em comparação aos pares, o valor nominal da cota é o mais alto da lista. Nas últimas 52 semanas, o fundo operou entre R$ 130,29 e R$ 154,32, estando praticamente no seu pico de valorização anual. O HGPO11 é um fundo de nicho, focado em escritórios de altíssimo luxo (boutiques) em localizações extremamente privilegiadas como a região da Faria Lima em São Paulo. A baixa vacância histórica desses ativos justifica o prêmio pago pelos investidores e a valorização constante da cota no mercado secundário.
Este fundo é gerido pela CSHG e foca em ativos corporativos de luxo. A notícia de maior impacto para o HGPO11 foi a proposta de aquisição total do portfólio do fundo por outro player do mercado, o que gerou debates entre os cotistas sobre a liquidação do fundo com prêmio sobre o valor patrimonial.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | VGRI11 | R$ 7,65 | -4,14% |
| 2 | RBFM11 | R$ 10,57 | -3,47% |
| 3 | GZIT11 | R$ 44,22 | -2,38% |
| 4 | WHGR11 | R$ 9,34 | -1,58% |
| 5 | ITRI11 | R$ 86,12 | -1,42% |
| 6 | VINO11 | R$ 4,98 | -1,19% |
| 7 | ARRI11 | R$ 6,33 | -1,09% |
| 8 | RBRY11 | R$ 97,29 | -0,72% |
| 9 | HSAF11 | R$ 79,04 | -0,68% |
| 10 | RBVA11 | R$ 9,76 | -0,61% |
1º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 7,65 ↓4,14%
Descrição: O ativo VGRI11 apresentou a maior queda percentual do pregão analisado, recuando 4,14% e encerrando o dia cotado a R$ 7,65. Durante a sessão, o fundo demonstrou volatilidade, atingindo a mínima de R$ 7,22 e a máxima de R$ 7,96, evidenciando uma pressão vendedora acentuada em comparação ao fechamento anterior de R$ 7,98. O volume de negociação foi expressivo, com 342.427 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro total de R$ 2.619.566,55. Ao observar a métrica de 52 semanas, nota-se que o valor atual está mais próximo da mínima do período (R$ 6,13) do que da máxima (R$ 8,48), sugerindo um momento de correção ou ajuste de expectativas do mercado. O ranking de volume e variação coloca este fundo no topo da atenção dos investidores nesta data, refletindo uma movimentação atípica em relação à sua média histórica recente de oscilação.
Este é um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) gerido pela Valora Investimentos, com foco principal em ativos de crédito imobiliário e recebíveis. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para manter o patamar de dividendos frente às variações da taxa Selic.
2º – RIO BRAVO IFIX FDO INV IMOB ETF (RBFM11) | R$ 10,57 ↓3,47%
Descrição: O RBFM11, um ETF que busca replicar o desempenho do IFIX, registrou uma desvalorização significativa de 3,47%, fechando a R$ 10,57. O ativo abriu o dia sob pressão, com o fechamento anterior estabelecido em R$ 10,95. Durante o pregão, a mínima registrada foi de R$ 10,43 e a máxima de R$ 10,64, demonstrando um intervalo de negociação relativamente estreito, mas consistentemente abaixo do preço de referência. Com um volume de 216.100 ações e um giro financeiro de R$ 2.284.177,00, o ativo ocupa a segunda posição em relevância no relatório. O desempenho anual mostra que o fundo ainda opera acima de sua mínima de 52 semanas (R$ 8,29), mas sofreu um recuo considerável em relação ao seu topo de R$ 11,58. A queda reflete, em grande parte, o sentimento negativo generalizado no setor de fundos imobiliários no dia de hoje, impactando diretamente os veículos de índice.
O RBFM11 é um fundo de índice (ETF) gerido pela Rio Bravo que visa acompanhar a performance do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX). Notícias recentes do setor indicam que a volatilidade dos juros futuros tem pressionado ETFs de renda variável imobiliária, afetando o fluxo de entrada de capital institucional.
3º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,22 ↓2,38%
Descrição: O fundo GZIT11 encerrou a sessão com uma queda de 2,38%, atingindo o valor de R$ 44,22. Um ponto peculiar nesta sessão foi a falta de oscilação intradiária, com a mínima e a máxima registradas exatamente no mesmo valor do fechamento (R$ 44,22), o que pode indicar baixa liquidez ou uma negociação em bloco ao final do dia. O fechamento anterior era de R$ 45,30, resultando em uma variação negativa nominal de R$ 1,08. O volume de cotas foi reduzido, com apenas 7.465 papéis negociados, totalizando um volume financeiro de R$ 330.102,30. Não foram fornecidos dados de mínima e máxima de 52 semanas, dificultando uma análise de longo prazo, mas o ranking o posiciona como o terceiro ativo com maior variação negativa no grupo selecionado. A movimentação financeira discreta reforça a característica de um ativo que, nesta data, não atraiu o grande fluxo de varejo.
O Gazit Malls é um FII focado no segmento de shoppings centers, administrado pela Gazit Brasil, subsidiária de uma gigante global do setor. A última notícia relevante da empresa envolve a estratégia de otimização de custos operacionais e ocupação em seus principais empreendimentos em São Paulo.
4º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,34 ↓1,58%
Descrição: O WHGR11 apresentou uma retração de 1,58% no pregão, com o preço de fechamento ajustado para R$ 9,34. Assim como o ativo anterior, os dados mostram que a mínima e a máxima do dia coincidiram com o preço final, sugerindo uma estabilidade forçada ou baixa movimentação de ofertas durante o horário comercial. O valor de fechamento anterior era de R$ 9,49, representando uma perda de R$ 0,15 por cota. O volume de ações negociadas foi de 44.559, gerando um montante financeiro de R$ 416.181,06. Este fundo imobiliário encontra-se na quarta posição do ranking diário de movimentação. A ausência de dados históricos de 52 semanas impede a verificação de suportes ou resistências históricas, mas a queda de hoje acompanha a tendência de desvalorização dos ativos de real estate no mercado brasileiro frente ao cenário macroeconômico atual.
O WHGR11 é um fundo híbrido gerido pela Wealth High Governance (WHG), com investimentos que transitam entre ativos reais e títulos de dívida imobiliária. Recentemente, a gestora destacou em relatório mensal a resiliência de seu portfólio de CRIs em momentos de inflação persistente.
5º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 86,12 ↓1,42%
Descrição: O ITRI11 registrou uma queda de 1,42%, encerrando a R$ 86,12, após um fechamento anterior de R$ 87,36. O fundo teve uma variação nominal de R$ 1,24. Durante o dia, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 85,04 e a máxima de R$ 87,74, mostrando que houve fôlego comprador no início do dia que não se sustentou até o fechamento. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 1.622.759,16 com 18.843 cotas negociadas. Analisando o histórico de um ano, o fundo está sendo negociado próximo ao seu teto de 52 semanas (R$ 88,52) e consideravelmente acima da mínima de R$ 63,46. Isso indica que, apesar da queda pontual hoje, o ativo mantém uma trajetória de valorização consistente no médio prazo, sendo um dos destaques de liquidez no ranking ocupando a quinta posição geral.
Este fundo é um “Fundo de Fundos” (FOF) gerido pelo Itaú Asset Management, focado em selecionar outros FIIs para compor sua carteira. A última notícia sobre o fundo refere-se ao aumento na distribuição de proventos devido aos ganhos de capital realizados na venda de cotas de fundos de tijolo.
6º – VINCI OFFICES FDO INV IMOB – FII VINC COR ETF (VINO11) | R$ 4,98 ↓1,19%
Descrição: O VINO11, um dos fundos de escritórios mais populares do mercado, fechou o dia com queda de 1,19%, cotado a R$ 4,98. O valor de fechamento anterior era de R$ 5,04. A mínima do dia encostou em R$ 4,96, enquanto a máxima não ultrapassou os R$ 5,04. O volume de negociação foi alto, com 108.578 cotas, movimentando R$ 540.718,44. O patamar atual de preço coloca o fundo próximo de sua mínima de 52 semanas (R$ 4,30), estando bem distante da máxima de R$ 5,52 registrada no último ano. Esse desempenho reflete o desafio contínuo do setor de lajes corporativas em recuperar avaliações pré-pandemia e lidar com as taxas de vacância. A sexta posição no ranking destaca a relevância do ativo, mesmo com um valor nominal de cota mais baixo (abaixo de dez reais), o que costuma atrair investidores de varejo.
O Vinci Offices (VINO11) foca em propriedades corporativas de alto padrão (Lajes Corporativas). A última atualização da gestão mencionou a renegociação de contratos de aluguel em ativos chave, visando reduzir a vacância financeira e física do portfólio.
7º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,33 ↓1,09%
Descrição: O ARRI11 apresentou uma variação negativa de 1,09%, encerrando o dia negociado a R$ 6,33. O fechamento anterior foi de R$ 6,40, resultando em uma perda de R$ 0,07 por cota. O comportamento do preço no dia foi marcado por uma mínima de R$ 6,30 e uma máxima de R$ 6,53. O volume de negociação atingiu 89.999 ações, totalizando um giro de R$ 569.693,67. No histórico de 52 semanas, o fundo transita em uma zona intermediária, com mínima de R$ 5,91 e máxima de R$ 6,95. Ocupando a sétima posição no ranking, o ativo demonstra uma resiliência ligeiramente superior aos fundos de índice puro no dia de hoje, embora a tendência de queda tenha sido dominante. Investidores de papel, como é o caso deste fundo, costumam reagir às expectativas de deflação ou queda nos índices de preços que corrigem seus contratos.
O ARRI11 é um fundo que investe primordialmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com foco em estratégias de valor. Notícias recentes indicam que o fundo passou por uma nova emissão de cotas para expansão de caixa e aquisição de novos títulos de dívida imobiliária.
8º – FD INV IMOB RBR PVT CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 97,29 ↓0,72%
Descrição: O RBRY11 demonstrou uma das quedas mais contidas do relatório, recuando 0,72% e fechando a R$ 97,29. O valor anterior de R$ 98,00 serviu como resistência, com o papel atingindo máxima de R$ 97,97 e mínima de R$ 97,00 durante o pregão. Apesar da queda percentual moderada, o volume financeiro foi o maior de toda a lista, alcançando a marca impressionante de R$ 7.940.517,93 com 81.617 cotas negociadas. Esse alto giro financeiro indica uma forte liquidez e interesse institucional. No período de 52 semanas, o fundo está operando em níveis de preço elevados, muito próximo de sua máxima histórica de R$ 98,20 e longe da mínima de R$ 78,59. Isso sugere que o mercado ainda vê o ativo como um porto seguro dentro do segmento de crédito privado imobiliário, mesmo em dias de correção geral.
O RBRY11 é um fundo de “papel” da RBR Asset que investe em crédito imobiliário de alta qualidade (High Grade). A última notícia do fundo destaca o pagamento de dividendos recorrentes acima da média do mercado, impulsionado pela gestão ativa da carteira de CRIs.
9º – HSI ATIVOS FINANCEIROS FII CF (HSAF11) | R$ 79,04 ↓0,68%
Descrição: O HSAF11 fechou o pregão com uma queda leve de 0,68%, cotado a R$ 79,04. O preço de fechamento anterior era de R$ 79,58. Durante o dia, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 79,04 e a máxima de R$ 79,92, mostrando que o ativo encerrou no seu pior momento do dia. O volume de negociação foi o menor entre os dez ativos listados, com apenas 5.557 cotas e um volume financeiro de R$ 439.225,28. No intervalo de um ano, o preço atual situa-se em uma faixa confortável acima da mínima de R$ 65,92, mas abaixo da máxima de R$ 82,06. Ocupando a nona posição, o fundo apresenta uma volatilidade menor em comparação aos líderes da lista, característica comum em fundos que possuem uma base de cotistas mais estável ou menor liquidez diária.
O HSAF11 é gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos) e foca em ativos financeiros do setor imobiliário, principalmente CRIs. Recentemente, a gestora comunicou ao mercado a aquisição de novas séries de recebíveis com taxas indexadas ao IPCA, visando proteger o capital contra a inflação.
10º – FDO INV IMOB AGENCIAS CAIXA ETF (RBVA11) | R$ 9,76 ↓0,61%
Descrição: Encerrando a lista, o RBVA11 apresentou a menor variação negativa do dia, com queda de 0,61%, fechando a R$ 9,76. O preço anterior era de R$ 9,82. O ativo manteve uma estabilidade relativa, flutuando entre a mínima de R$ 9,72 e a máxima de R$ 9,82. O volume negociado foi relevante, com 178.650 cotas movimentando R$ 1.743.624,00, o que garante uma boa liquidez para o investidor de saída ou entrada. Olhando para os últimos 12 meses, o fundo mostra uma recuperação sólida, estando próximo da máxima de R$ 10,24 e bem acima da mínima de R$ 7,08. Ocupar a décima posição com a menor queda do grupo reforça o perfil defensivo do fundo, que costuma ter contratos de longo prazo com inquilinos sólidos, minimizando as oscilações bruscas de preço em dias de estresse de mercado.
O Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) é um fundo focado em imóveis de varejo, com forte exposição a agências bancárias locadas para a Caixa Econômica Federal. A última notícia relevante trata da estratégia de desinvestimento em algumas agências físicas para focar em imóveis de varejo de rua e atacarejos, diversificando o risco locatício.