Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 08/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 HCTR11 R$ 17,19 2,75%
2 PVBI11 R$ 77,45 2,58%
3 MFII11 R$ 59,48 2,48%
4 BRCR11 R$ 48,00 2,21%
5 RZTR11 R$ 91,75 2,14%
6 BCIA11 R$ 93,97 1,68%
7 RECR11 R$ 83,31 1,55%
8 MCRE11 R$ 9,72 1,46%
9 VGHF11 R$ 6,08 1,33%
10 RBRY11 R$ 93,12 1,31%

1º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 17,19 ↑ 2,75%

Descrição: O fundo HCTR11 encerrou a sessão liderando as altas, com um preço de fechamento de R$ 17,19, o que representou uma valorização nominal de R$ 0,46 frente ao fechamento anterior de R$ 16,73. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade moderada, registrando a mínima de R$ 16,70 e atingindo a máxima justamente no valor de fechamento. O volume de ações negociadas foi de 73.068 unidades, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.256.038,92. Ao observar o histórico de 52 semanas, nota-se que o fundo opera próximo à sua mínima anual (R$ 16,66) e ainda distante da máxima de R$ 22,47, sugerindo um período de recuperação ou consolidação de preços após quedas acentuadas. O rank de desempenho do dia o coloca na primeira posição em termos de variação percentual positiva entre os ativos selecionados na lista.

O HCTR11 é um fundo imobiliário de papel, gerido pela Hectare Capital, com foco principal em investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alto rendimento (High Yield). Recentemente, o fundo esteve sob os holofotes do mercado devido a processos de reestruturação de dívidas de alguns de seus ativos em carteira, o que impactou o valor de suas cotas e a distribuição de dividendos.

2º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 77,45 ↑ 2,58%

Descrição: Na segunda posição, o PVBI11 apresentou um desempenho sólido com alta de 2,58%, fechando o dia a R$ 77,45. O papel iniciou o dia acima do fechamento anterior de R$ 75,50, atingindo uma mínima diária de R$ 75,53 e uma máxima de R$ 77,80. O giro financeiro foi expressivo, somando R$ 5.303.311,30, com 68.474 ações trocando de mãos. Comparando com o intervalo de 52 semanas, o ativo encontra-se em um patamar intermediário, tendo como mínima R$ 68,28 e máxima R$ 83,62. A variação positiva de R$ 1,95 no dia reforça a confiança dos investidores no segmento de lajes corporativas premium, ao qual o fundo pertence, mantendo uma liquidez relevante para o setor.

O PVBI11, gerido pela VBI Real Estate, é um fundo de tijolo focado na aquisição e gestão de escritórios de alto padrão (Classe A+) localizados nos principais eixos comerciais de São Paulo. A última notícia relevante sobre o fundo envolve a sua contínua estratégia de expansão de portfólio e a manutenção de altos níveis de ocupação em seus ativos icônicos, como o Edifício Faria Lima 4440.

3º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 59,48 ↑ 2,48%

Descrição: O MFII11 ocupa o terceiro lugar no ranking, registrando uma valorização de 2,48%. O valor da cota subiu R$ 1,44 em relação ao fechamento anterior de R$ 58,04, finalizando o dia a R$ 59,48. Durante as negociações, o fundo testou a mínima de R$ 57,70 e alcançou a máxima de R$ 59,55. O volume de negociação foi de 36.604 ações, movimentando o montante total de R$ 2.177.205,92. O preço atual está muito próximo da mínima de 52 semanas (R$ 57,70), indicando que o salto de hoje pode representar um repique técnico após tocar um suporte importante. A máxima anual do fundo é de R$ 76,86, mostrando que ainda há um gap significativo de valorização para retornar aos picos anteriores.

O Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11) é um fundo que atua no segmento de desenvolvimento, focando em projetos residenciais e comerciais desde a fase de incorporação. Recentemente, o mercado tem acompanhado os relatórios gerenciais do fundo para monitorar o andamento das obras e as vendas das unidades das incorporações em que o fundo detém participação.

4º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 48,00 ↑ 2,21%

Descrição: O fundo BRCR11, um dos mais tradicionais do mercado, obteve uma variação positiva de 2,21%, encerrando cotado a R$ 48,00. O fechamento anterior foi de R$ 46,96, representando um ganho nominal de R$ 1,04 por cota. O volume financeiro movimentado foi de R$ 1.649.904,00, com 34.373 ações negociadas. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 46,94 e a máxima de R$ 48,00. No contexto de um ano, o valor atual situa-se acima da mínima de R$ 36,89 e abaixo da máxima de R$ 50,28, mostrando uma recuperação consistente nos últimos meses. O desempenho do dia confirma a tendência de valorização do ativo dentro do seu rank setorial.

O BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) é um fundo de tijolo gerido pelo BTG Pactual, especializado em lajes corporativas. É um dos maiores e mais antigos FIIs da B3. Uma notícia recente importante para o fundo foi a conclusão de renegociações de aluguéis e a busca ativa por novos locatários para reduzir a vacância em ativos específicos de sua carteira.

5º – FDO DE INV IMOB RIZA TERRAX CF (RZTR11) | R$ 91,75 ↑ 2,14%

Descrição: O RZTR11 encerrou o dia na quinta posição com uma alta de 2,14%, sendo negociado a R$ 91,75. Este aumento representa R$ 1,92 a mais por cota em relação ao fechamento de R$ 89,83. O fundo teve uma liquidez robusta, movimentando R$ 5.028.358,75 através de 54.805 ações. A oscilação diária ficou entre a mínima de R$ 90,00 e a máxima de R$ 91,99. Observando o horizonte de 52 semanas, o fundo está operando relativamente próximo de sua máxima (R$ 95,19), mantendo uma distância segura da mínima de R$ 79,56, o que demonstra uma resiliência maior comparado a outros fundos da lista em momentos de estresse de mercado.

O Riza Terrax (RZTR11) é um fundo imobiliário focado no setor de terras agrícolas (Agro), utilizando estratégias de Sale-Leaseback e Buy-and-Lease. A última notícia relevante para o fundo envolve a distribuição periódica de dividendos, que tem se mantido atrativa devido à indexação de seus contratos de arrendamento e à solidez do agronegócio brasileiro.

6º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 93,97 ↑ 1,68%

Descrição: O BCIA11 registrou uma valorização de 1,68%, fechando a R$ 93,97. O ganho por cota foi de R$ 1,55 comparado ao fechamento anterior de R$ 92,42. O volume negociado foi o menor da lista, com 9.161 ações, totalizando R$ 860.859,17 em volume financeiro. Durante o dia, o ativo alcançou a mínima de R$ 92,48 e a máxima de R$ 94,00. Em termos anuais, o fundo demonstra estabilidade, com mínima de R$ 73,79 e máxima de R$ 96,34, indicando que está próximo do topo de seu canal de negociação de 12 meses. O rank 6 reflete um crescimento moderado mas constante para os padrões do mercado.

O BCIA11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pelo Bradesco Asset Management, que investe em cotas de outros fundos imobiliários com o objetivo de diversificação. Recentemente, o fundo anunciou a atualização mensal de sua carteira, destacando o rebalanceamento estratégico para aproveitar oportunidades em setores de logística e papel diante da curva de juros.

7º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 83,31 ↑ 1,55%

Descrição: Na sétima colocação, o RECR11 fechou a R$ 83,31, uma alta de 1,55% ou R$ 1,27 nominal. O ativo abriu acima do fechamento anterior (R$ 82,04) e oscilou entre a mínima de R$ 82,50 e a máxima de R$ 83,39. O volume de negócios foi expressivo, somando R$ 3.518.931,09 com 42.239 ações. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra que está recuperando terreno, após ter batido a mínima de R$ 71,89, embora ainda esteja abaixo da máxima anual de R$ 84,20. O desempenho indica uma demanda compradora ativa, mantendo o fundo como um dos destaques de volume no segmento de recebíveis.

O RECR11 é um fundo de papel gerido pela UBS Brasil, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), predominantemente com indexação ao IPCA. A notícia mais recente sobre o fundo destaca a manutenção de uma distribuição de dividendos estável, beneficiada pela inflação e pela gestão ativa de crédito da carteira.

8º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,72 ↑ 1,46%

Descrição: O MCRE11 apresentou uma variação positiva de 1,46%, com a cota custando R$ 9,72 ao fim do pregão. O aumento nominal foi de R$ 0,14 em relação aos R$ 9,58 do dia anterior. O volume financeiro foi de R$ 2.082.578,04, resultado da negociação de 214.257 ações, o que demonstra uma alta liquidez em termos de quantidade de papéis. O fundo operou entre a mínima de R$ 9,59 e a máxima de R$ 9,72. Em relação às 52 semanas, o ativo está muito próximo de sua máxima (R$ 9,80), tendo se valorizado consideravelmente desde a mínima de R$ 7,25, o que sugere um momento otimista para os investidores deste papel.

O MCRE11 é um fundo de recebíveis imobiliários da Mauá Capital, focado em estratégias de crédito com perfil High Yield (maior retorno, maior risco). A última notícia sobre o ativo menciona a estratégia da gestão em reciclar ativos da carteira para garantir a continuidade dos rendimentos mensais em patamares elevados.

9º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 6,08 ↑ 1,33%

Descrição: O VGHF11, conhecido pela sua alta liquidez, registrou uma valorização de 1,33%, fechando a R$ 6,08. O ganho foi de R$ 0,08 frente ao fechamento de R$ 6,00. O volume negociado foi massivo, totalizando R$ 14.486.767,36, o maior valor financeiro de toda a lista, com 2.382.692 ações negociadas. O ativo teve oscilação mínima, variando entre R$ 5,85 (mínima do dia) e R$ 6,09 (máxima do dia). No histórico de um ano, o valor atual de R$ 6,08 está entre a mínima de R$ 5,85 e a máxima de R$ 7,23, indicando que, apesar do alto volume, o preço das cotas tem enfrentado resistência para romper patamares mais elevados.

O VGHF11 é um fundo do tipo “Hedge Fund” imobiliário, gerido pela Valora Investimentos, que possui uma política de investimento flexível, podendo investir em CRIs, cotas de outros FIIs, ações do setor imobiliário e outros ativos. Uma notícia recente aponta para o anúncio mensal de dividendos que continua atraindo uma base recorde de cotistas devido ao seu baixo valor de entrada.

10º – FD INV IMOB RBR PVT CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 93,12 ↑ 1,31%

Descrição: Encerrando o relatório na décima posição, o RBRY11 teve uma alta de 1,31%, finalizando o dia a R$ 93,12. A variação absoluta foi de R$ 1,20 acima do fechamento anterior de R$ 91,92. O volume financeiro movimentado foi de R$ 8.732.048,64, com um giro de 93.772 ações. O fundo registrou mínima de R$ 92,05 e máxima de R$ 93,43 durante a sessão. Comparando com o intervalo anual, o RBRY11 está em uma posição sólida, acima da mínima de R$ 79,06 e próximo da máxima de R$ 97,12, refletindo uma percepção de risco equilibrada por parte do mercado para este fundo de crédito privado.

O RBRY11 é um fundo de papel gerido pela RBR Asset Management, com foco em CRIs de crédito privado (“Prime”). A última notícia relevante sobre o fundo trata do relatório gerencial que detalha a qualidade do colateral das operações de crédito, reafirmando a baixa taxa de inadimplência de sua carteira mesmo em cenários macroeconômicos desafiadores.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 ARRI11 R$ 4,96 -6,94%
2 CACR11 R$ 32,70 -4,58%
3 DEVA11 R$ 22,05 -2,22%
4 GZIT11 R$ 42,50 -1,57%
5 JSRE11 R$ 61,84 -1,09%
6 CPTS11 R$ 7,78 -1,02%
7 PSEC11 R$ 58,80 -0,91%
8 TRBL11 R$ 75,01 -0,83%
9 HSML11 R$ 92,91 -0,77%
10 XPML11 R$ 109,73 -0,77%

1º – ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS (ARRI11) | R$ 4,96 ↓ 6,94%

Descrição: O fundo ARRI11 apresentou o desempenho mais volátil do pregão atual, encerrando o dia com uma desvalorização expressiva de 6,94%, o que o posiciona no topo do ranking de movimentação percentual negativa entre os ativos analisados. O preço atual de fechamento foi de R$ 4,96, situando-se exatamente na mínima registrada nas últimas 52 semanas, o que acende um sinal de alerta para investidores que acompanham suportes históricos. Durante o dia, o papel oscilou entre a máxima de R$ 5,36 e a mínima de R$ 4,95, demonstrando uma pressão vendedora constante, já que o fechamento anterior foi de R$ 5,33. O volume de ações negociadas atingiu 201.661 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 1.000.238,56. Esta variação nominal negativa de R$ 0,37 por cota reflete um ajuste severo frente ao valor de mercado recente. Analisando o histórico de um ano, o fundo já atingiu a máxima de R$ 6,87, mostrando que o valor atual representa um desconto considerável em relação aos picos de preços anteriores.

O ARRI11 é um fundo imobiliário do tipo papel, gerido pela Atrio Reit, focado no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e outros títulos de dívida imobiliária. Recentemente, a gestão tem focado na reciclagem de portfólio para manter o yield em patamares competitivos diante da oscilação dos índices de inflação e juros.

2º – SUPERNOVA FII- RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 32,70 ↓ 4,58%

Descrição: O fundo CACR11 registrou uma queda acentuada de 4,58% no pregão, com suas cotas sendo negociadas ao valor final de R$ 32,70. Esta movimentação representou uma redução nominal de R$ 1,57 por cota em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 34,27. Ao longo do dia, o ativo demonstrou volatilidade, alcançando uma máxima de R$ 33,70, mas sofrendo pressão para fechar próximo da mínima diária de R$ 30,03. É importante notar que o valor de R$ 30,03 também coincide com a mínima das últimas 52 semanas, sugerindo que o fundo atravessa um período de teste de patamares de preço fundamentais. O volume de negociação foi robusto, com 235.250 ações trocando de mãos, totalizando um volume financeiro de R$ 7.692.675,00. No acumulado de um ano, o fundo já chegou a ser cotado a R$ 88,58, o que evidencia uma retração significativa no valor de mercado atual em comparação ao seu teto histórico recente.

O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) é gerido pela Cartesia Capital e atua principalmente no segmento de títulos e valores mobiliários, com foco em CRIs de alta remuneração. Uma notícia relevante recente envolve a distribuição de dividendos do fundo, que continua sendo o foco principal de seus cotistas em busca de renda passiva mensal.

3º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 22,05 ↓ 2,22%

Descrição: O DEVA11 encerrou o dia com uma variação negativa de 2,22%, sendo cotado a R$ 22,05. O fundo apresentou uma variação nominal de R$ 0,50 para baixo em comparação ao fechamento anterior de R$ 22,55. Durante a sessão, o comportamento do ativo foi de estabilidade descendente, com a máxima do dia atingindo R$ 22,69 e a mínima tocando os R$ 22,05 (o valor exato do fechamento). O volume de ações movimentadas foi de 22.924, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 505.474,20. Ao observar o desempenho de longo prazo, o fundo possui uma mínima de 52 semanas em R$ 21,38 e uma máxima de R$ 30,46. O preço atual indica que o fundo está operando muito próximo de suas mínimas anuais, refletindo o cenário desafiador para fundos de papel que possuem exposição a ativos com maior risco de crédito. O volume financeiro diário, embora menor que outros pares, mostra uma liquidez mantida para o perfil do fundo.

O Devant Recebíveis é um fundo que busca auferir rendimentos através do investimento em ativos de renda fixa de natureza imobiliária. Recentemente, a empresa gestora publicou relatórios detalhando a reestruturação de alguns ativos de seu portfólio para mitigar riscos de inadimplência em determinados projetos imobiliários.

4º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 42,50 ↓ 1,57%

Descrição: O GZIT11, fundo focado no segmento de shoppings, registrou uma queda de 1,57% nesta sessão, fechando a R$ 42,50. A variação negativa em termos monetários foi de R$ 0,68 por cota, partindo de um fechamento anterior de R$ 43,18. O ativo apresentou pouca amplitude de negociação durante o dia, com a máxima registrada em R$ 42,50 (coincidindo com o fechamento) e a mínima em R$ 42,38. O volume de ações negociadas foi relativamente baixo, com 13.863 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 589.177,50. Notavelmente, os dados de mínima e máxima de 52 semanas constam como indisponíveis na base de dados fornecida, o que pode indicar uma reestruturação recente ou falta de dados históricos consolidados na plataforma. Contudo, o volume financeiro demonstra que ainda há interesse institucional e de varejo no papel, mesmo em um dia de retração generalizada para os fundos de índice apresentados nesta listagem.

O GZIT11 é um fundo gerido pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe, focado na aquisição e gestão de shopping centers de alto padrão. A última notícia relevante do grupo envolve a estratégia de expansão e revitalização de seus principais ativos em São Paulo para aumentar o fluxo de consumidores.

5º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 61,84 ↓ 1,09%

Descrição: O JSRE11 encerrou o pregão cotado a R$ 61,84, representando uma desvalorização de 1,09%. O decréscimo nominal foi de R$ 0,68 em relação ao valor anterior de R$ 62,52. O fundo teve uma movimentação diária entre a mínima de R$ 61,65 e a máxima de R$ 62,88. Com 44.635 cotas negociadas, o volume financeiro alcançou a marca de R$ 2.760.228,40. Analisando o intervalo de um ano, o JSRE11 demonstra estar em um patamar intermediário de preço, considerando que a mínima de 52 semanas foi de R$ 56,74 e a máxima atingiu R$ 68,88. Esta queda de pouco mais de um por cento coloca o fundo em uma posição de estabilidade relativa comparada aos fundos de recebíveis que sofreram quedas maiores. O volume financeiro negociado reforça a robustez do ativo no mercado secundário, sendo um dos preferidos por investidores que buscam exposição a lajes corporativas de alta qualidade.

O JSRE11 é um fundo imobiliário híbrido gerido pelo Banco J.Safra, com forte alocação em escritórios comerciais (lajes corporativas) de classe A e A+. Recentemente, o mercado repercutiu a movimentação do fundo na renegociação de contratos de aluguel e na redução da vacância física de seus imóveis icônicos.

6º – CAPITANIA SECURITIES II FII CF (CPTS11) | R$ 7,78 ↓ 1,02%

Descrição: O CPTS11 fechou o dia negociado a R$ 7,78, uma queda de 1,02% ou R$ 0,08 em termos nominais. Apesar da queda percentual moderada, o fundo se destacou pelo enorme volume de liquidez, com 2.441.927 cotas negociadas. Isso resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 18.998.192,06, um dos maiores do grupo analisado. Durante o dia, o ativo oscilou entre R$ 7,76 e R$ 7,89, demonstrando uma forte briga de preços entre compradores e vendedores. O fechamento anterior foi de R$ 7,86. No retrospecto de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 6,30 e a máxima de R$ 8,06. O preço atual está próximo do topo histórico do último ano, indicando que, apesar da correção diária, o fundo mantém uma tendência de valorização no médio prazo. A alta liquidez é um fator atrativo para investidores que precisam de facilidade para entrar ou sair de posições volumosas.

O Capitania Securities II é um fundo focado em CRIs, conhecido por sua gestão ativa de carteira e alta liquidez. Uma notícia de destaque recente foi a aprovação de novos investimentos em títulos de dívida imobiliária indexados ao IPCA, visando proteger o poder de compra dos dividendos distribuídos.

7º – VBI REITS FOF – FDO INV IMOB (PSEC11) | R$ 58,80 ↓ 0,91%

Descrição: O fundo PSEC11 apresentou uma retração de 0,91%, encerrando o dia com o preço de R$ 58,80 por cota. A variação nominal negativa foi de R$ 0,54 sobre o fechamento de R$ 59,34. Durante a sessão, o ativo atingiu a máxima de R$ 59,50 e a mínima de R$ 58,38. O volume de ações transacionadas foi de 119.879 unidades, movimentando um montante financeiro de R$ 7.048.885,20. Observando os dados anuais, o fundo operou entre a mínima de R$ 55,29 e a máxima de R$ 63,70 nas últimas 52 semanas. O valor atual de fechamento mostra o fundo em uma zona de consolidação, distante tanto da mínima quanto da máxima anual. Sendo um “Fundo de Fundos” (FoF), seu desempenho é reflexo direto da performance média do mercado imobiliário, e a queda de hoje sinaliza um ajuste de portfólio em linha com o sentimento macroeconômico do setor.

O PSEC11 é gerido pela VBI Real Estate e atua como um fundo de fundos, investindo em cotas de outros FIIs. Recentemente, a gestão informou ao mercado que está aumentando a alocação em fundos de logística e shoppings, buscando diversificar a receita vinda de ganho de capital e dividendos.

8º – FDO INV IMOB SDI LOGISTICA RIO CF (TRBL11) | R$ 75,01 ↓ 0,83%

Descrição: O TRBL11 fechou o dia com uma desvalorização de 0,83%, cotado a R$ 75,01. A queda nominal foi de R$ 0,63 comparada ao valor de fechamento anterior de R$ 75,64. O ativo teve uma variação diária estreita, com mínima de R$ 75,00 e máxima de R$ 76,16. O volume de negociação foi um dos menores do dia, com 9.281 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 696.167,81. Olhando para o histórico de um ano, o fundo apresenta uma grande amplitude: a mínima de 52 semanas foi de R$ 47,22 e a máxima de R$ 87,99. Embora esteja em queda no curto prazo, o valor atual de R$ 75,01 está significativamente acima da mínima anual, o que demonstra uma recuperação sólida ao longo dos últimos meses. O baixo volume financeiro diário sugere um perfil de investidor mais conservador e de longo prazo (buy and hold) para este ativo específico.

O TRBL11 é focado em galpões logísticos, com ativos localizados estrategicamente no estado do Rio de Janeiro. A última notícia relevante envolve a renovação antecipada de contratos de locação em seus condomínios logísticos, garantindo previsibilidade de caixa para os próximos períodos.

9º – HSI MALLS FI IMOBILIARIO ETF (HSML11) | R$ 92,91 ↓ 0,77%

Descrição: O HSML11 registrou uma variação negativa de 0,77%, com a cota finalizando o dia a R$ 92,91. A redução nominal foi de R$ 0,72 em relação aos R$ 93,63 do fechamento anterior. O papel oscilou entre a mínima de R$ 91,76 e a máxima de R$ 94,50 durante o pregão. Com um volume de 338.791 ações, o fundo gerou um dos maiores volumes financeiros do dia: R$ 31.477.071,81. Este dado confirma o HSML11 como um dos ativos mais líquidos do setor de shoppings. No histórico de 52 semanas, a mínima foi de R$ 72,95 e a máxima de R$ 95,64. O preço de fechamento atual está muito próximo da máxima histórica do ano, indicando que o fundo atravessa um momento de otimismo dos investidores, apesar da correção técnica observada na data de hoje. A forte liquidez permite que grandes players institucionais operem o ativo com facilidade.

O HSML11 é gerido pela HSI (Hemisfério Sul Investimentos) e possui um portfólio diversificado de shoppings centers em diversas regiões do Brasil. Recentemente, o fundo anunciou a conclusão da aquisição de uma fatia adicional em um shopping no Nordeste, ampliando sua ABL (Área Bruta Locável).

10º – XP MALLS FDO INV IMOB FII ETF (XPML11) | R$ 109,73 ↓ 0,77%

Descrição: O XPML11 encerrou o dia com uma queda de 0,77%, cotado a R$ 109,73. A variação nominal negativa foi de R$ 0,85 em relação ao fechamento anterior de R$ 110,58. O fundo apresentou uma movimentação de preço entre R$ 108,92 (mínima) e R$ 110,98 (máxima). O volume de negociação foi alto, com 270.383 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro robusto de R$ 29.669.126,59. No panorama de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 91,74 e a máxima foi de R$ 111,84. Assim como o HSML11, o XPML11 está operando muito perto do seu teto histórico anual, o que reflete a resiliência e a atratividade do setor de shopping centers para os investidores de renda variável. A pequena queda de hoje pode ser interpretada como um movimento de realização de lucros, dado que o ativo valorizou-se consideravelmente nos últimos meses.

O XPML11 é um dos maiores fundos de shoppings do Brasil, gerido pela XP Asset Management. Uma notícia de grande impacto recente foi a captação de recursos via nova emissão de cotas (follow-on), visando a redução de alavancagem e novas aquisições de ativos de relevância regional.

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Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço atual Variação (%) 1 KCRE11 R$ 9,35 0,06% 2