Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 23/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 MBRF3 R$ 16,80 9,88
2 CVCB3 R$ 1,32 4,76
3 VIVA3 R$ 21,88 4,64
4 AZZA3 R$ 20,10 3,61
5 RAIL3 R$ 12,90 3,45
6 ASAI3 R$ 7,94 3,12
7 CSAN3 R$ 3,75 2,74
8 AXIA3 R$ 54,22 2,59
9 RENT3 R$ 41,78 2,35
10 IRBR3 R$ 54,25 2,34

1º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 16,80 ↑9,88%

Descrição: A ação MBRF3 destacou-se com a maior valorização entre os ativos analisados, apresentando um avanço expressivo de 9,88% no pregão. Com um preço de fechamento situado em R$ 16,80, o papel atingiu seu patamar máximo do dia, refletindo um forte apetite comprador durante a sessão. O volume financeiro movimentado atingiu R$ 171.092.880,00, com mais de 10 milhões de ações trocando de mãos, o que indica uma liquidez elevada e um movimento sólido de recuperação após um fechamento anterior em R$ 15,29. Observando o horizonte de 52 semanas, o papel ainda possui espaço para buscar patamares superiores, visto que sua máxima anual é de R$ 26,83, enquanto sua mínima se manteve em R$ 14,59. O comportamento desta sessão sugere um otimismo renovado do mercado em relação à tese de investimento da companhia no curto prazo.

A Marfrig Global Foods é uma das maiores empresas de proteína animal do mundo, com presença consolidada em diversos continentes e um portfólio diversificado de marcas de carne bovina, suína e aves. Recentemente, a empresa tem focado na otimização da sua estrutura de capital e na expansão estratégica de suas operações globais.

2º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,32 ↑4,76%

Descrição: O ativo CVCB3 encerrou o dia cotado a R$ 1,32, registrando uma variação positiva de 4,76%. Este movimento reflete um ajuste técnico relevante, partindo de um fechamento anterior de R$ 1,26. A mínima do dia foi de R$ 1,22, o que demonstra uma trajetória de recuperação ao longo da sessão, atingindo seu preço máximo de R$ 1,32 ao final das negociações. O volume de ações transacionado foi significativo, totalizando 11.370.800 unidades, o que gerou um volume financeiro de aproximadamente R$ 15 milhões. Embora o valor nominal da ação seja baixo, o percentual de valorização chama a atenção, considerando a volatilidade histórica do papel, cuja máxima em 52 semanas alcançou R$ 2,79. Investidores devem monitorar se este movimento de alta é sustentável ou apenas uma reação passageira em meio a um cenário de preços pressionados.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo da América Latina, oferecendo uma vasta gama de serviços que vão desde passagens aéreas até pacotes turísticos completos e serviços de hotelaria. A companhia tem passado por um processo de reestruturação operacional e financeira visando a recuperação de margens e a adaptação às novas demandas do setor de viagens pós-pandemia.

3º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 21,88 ↑4,64%

Descrição: Com um fechamento em R$ 21,88, a ação VIVA3 apresentou uma alta consistente de 4,64% em relação ao dia anterior, quando encerrou em R$ 20,91. O desempenho intradiário mostrou resiliência, com a cotação variando entre a mínima de R$ 20,56 e a máxima de R$ 21,93. O volume de ações negociadas foi de 2.528.400, resultando em um volume financeiro total de R$ 55.321.392,00. Esta valorização coloca a Vivara em um patamar interessante, mantendo-se distante da mínima em 52 semanas, que é de R$ 20,04. O mercado parece reagir positivamente a fatores específicos da empresa ou a um melhor cenário para o varejo de luxo e joalheria, dado que o papel ainda busca se aproximar de sua máxima anual de R$ 35,89. A consistência nos níveis de preço ao longo do dia reforça o interesse dos investidores.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, detentora de um portfólio robusto de marcas voltadas para diferentes segmentos de consumo. A empresa tem focado na expansão de sua rede de lojas físicas e no fortalecimento de seu canal digital como pilares de crescimento estratégico.

4º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 20,10 ↑3,61%

Descrição: A AZZA3 fechou o pregão cotada a R$ 20,10, consolidando uma valorização de 3,61% sobre o fechamento anterior de R$ 19,40. O intervalo de negociação no dia foi entre R$ 18,85 e R$ 20,23, indicando uma tendência de alta clara durante a maior parte do período. Com 6.498.700 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 130.623.870,00, demonstrando uma liquidez robusta para o papel. A cotação atual mostra uma recuperação importante desde a mínima registrada em 52 semanas, que foi de R$ 16,10, embora o ativo ainda possua potencial de valorização considerável para alcançar sua máxima anual de R$ 39,71. O movimento de alta sugere um otimismo do mercado quanto às perspectivas de curto prazo para a companhia, com investidores aproveitando o momento para elevar suas posições no ativo.

A Azzas 2154 é uma holding resultante da fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo Soma, constituindo um dos maiores players do setor de varejo de moda e vestuário no Brasil, com uma ampla gama de marcas renomadas. A empresa está em fase de consolidação das operações integradas para capturar sinergias e escalar suas marcas nos mercados nacional e internacional.

5º – Rumo S.A. (RAIL3) | R$ 12,90 ↑3,45%

Descrição: Com uma variação positiva de 3,45%, a Rumo S.A. (RAIL3) encerrou o dia cotada a R$ 12,90, superando o fechamento anterior de R$ 12,47. A oscilação durante a sessão manteve-se entre R$ 12,30 (mínima) e R$ 13,00 (máxima), mostrando uma pressão compradora constante. O volume de ações negociadas foi bastante expressivo, atingindo 11.890.400 unidades, o que se traduziu em um volume financeiro de R$ 153.386.160,00. O papel apresenta um comportamento sólido, estando distante de sua mínima em 52 semanas (R$ 12,16) e mantendo uma trajetória que busca se aproximar de sua máxima anual de R$ 18,87. A liquidez elevada e a valorização consistente sinalizam confiança dos investidores no modelo de negócios da companhia e em sua capacidade de execução operacional.

A Rumo é a maior operadora logística ferroviária independente do Brasil, desempenhando um papel crucial no escoamento de commodities agrícolas e produtos industriais para os principais portos do país. A empresa tem investido continuamente na ampliação e modernização de sua malha ferroviária para aumentar a eficiência e a capacidade de transporte.

6º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 7,94 ↑3,12%

Descrição: A ação ASAI3 encerrou o pregão em R$ 7,94, apresentando uma valorização de 3,12% frente ao fechamento de R$ 7,70 do dia anterior. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 7,59 e a máxima de R$ 8,05, refletindo um dia de negociações ativas com um volume de 11.111.900 ações transacionadas. O volume financeiro total da operação foi de R$ 88.228.486,00. Analisando o histórico de 52 semanas, o papel mostra uma tendência de recuperação, afastando-se da mínima de R$ 6,91, contudo, ainda apresenta um distanciamento relevante da máxima de R$ 11,35. O movimento de hoje reforça a atenção do mercado sobre a capacidade da empresa de manter margens em um cenário de alta competitividade no setor de atacarejo, sendo este um ponto central para os investidores acompanharem nos próximos balanços.

A Sendas Distribuidora, conhecida pelo seu formato de atacarejo Assaí, é uma das maiores empresas de varejo alimentar do Brasil, operando lojas com foco tanto no consumidor final quanto em pequenos transformadores. A companhia segue em um agressivo plano de expansão orgânica com a abertura de novas unidades em diversas regiões do país.

7º – Cosan S.A (CSAN3) | R$ 3,75 ↑2,74%

Descrição: A Cosan (CSAN3) fechou a sessão em R$ 3,75, registrando uma valorização de 2,74% em relação ao fechamento anterior de R$ 3,65. O ativo demonstrou uma dinâmica de negociação muito intensa, apresentando o maior volume de ações negociadas entre os ativos listados, com um total de 43.140.000 papéis trocando de mãos. Isso resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 161.775.000,00. A oscilação intradia ocorreu entre R$ 3,58 (mínima) e R$ 3,81 (máxima). O desempenho do papel mostra uma recuperação importante em relação à mínima em 52 semanas de R$ 3,20, embora o ativo ainda opere distante da sua máxima anual de R$ 8,03. O elevado volume de negociação sugere uma reavaliação do ativo pelos participantes do mercado no curto prazo.

A Cosan é um conglomerado de investimentos com forte atuação nos setores de energia, logística e infraestrutura, controlando empresas como Raízen, Compass e Rumo. O grupo tem buscado otimizar a gestão de seu portfólio de ativos para desalavancar a estrutura financeira e gerar valor para os acionistas através de uma alocação de capital eficiente.

8º – CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS SA ELETROBRAS (AXIA3) | R$ 54,22 ↑2,59%

Descrição: A Eletrobras (AXIA3) encerrou o dia a R$ 54,22, acumulando uma valorização de 2,59% sobre o fechamento de R$ 52,85. Com um volume financeiro substancial de R$ 618.102.578,00 – o maior dentre os ativos analisados – o mercado demonstrou um interesse expressivo pelo papel, negociando cerca de 11,4 milhões de ações. A cotação oscilou entre a mínima de R$ 51,98 e a máxima de R$ 54,35, refletindo uma força compradora consistente durante a sessão. O ativo apresenta uma valorização expressiva desde a mínima de 52 semanas (R$ 27,75) e caminha para tentar retestar níveis próximos à sua máxima anual de R$ 67,84. A liquidez e a volatilidade controlada deste papel o mantêm como um dos principais destaques do setor elétrico para grandes investidores.

A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, atuando principalmente na geração e transmissão de energia em âmbito nacional. Desde o seu processo de privatização, a companhia tem focado em aumentar a eficiência operacional, reduzir custos e reestruturar sua dívida para melhorar a rentabilidade.

9º – LOCALIZA RENT A CAR S.A. (RENT3) | R$ 41,78 ↑2,35%

Descrição: A ação RENT3 encerrou o pregão em R$ 41,78, marcando uma alta de 2,35% frente ao fechamento anterior de R$ 40,82. O papel oscilou entre a mínima de R$ 40,19 e a máxima de R$ 41,82, demonstrando um movimento de valorização estável durante a sessão. O volume de ações transacionado foi de 6.458.000, gerando um volume financeiro de R$ 269.815.240,00, o que reforça a liquidez do ativo entre os investidores institucionais. O preço atual situa-se bem acima da mínima registrada em 52 semanas (R$ 30,36), indicando uma tendência de recuperação, embora ainda apresente espaço para buscar a máxima anual de R$ 53,35. A consistência demonstrada no dia sinaliza uma confiança do mercado nos fundamentos da companhia para o curto prazo.

A Localiza é a líder do setor de aluguel de carros na América Latina, contando com uma das maiores frotas do mundo e uma presença capilarizada em todo o Brasil. A empresa tem investido na modernização de seus serviços e na expansão do modelo de assinaturas, visando consolidar sua dominância no mercado.

10º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 54,25 ↑2,34%

Descrição: O IRB-Brasil Resseguros (IRBR3) fechou a sessão cotado a R$ 54,25, registrando uma valorização de 2,34% em relação ao fechamento anterior de R$ 53,01. Com uma oscilação intradia entre R$ 52,93 (mínima) e R$ 54,65 (máxima), o papel demonstrou um comportamento de alta constante. O volume de ações transacionado foi o menor do grupo analisado, com 832.600 papéis, resultando em um volume financeiro de R$ 45.168.550,00. É importante destacar que, apesar da menor liquidez em comparação aos outros ativos, o movimento de 2,34% reflete uma reação positiva do mercado. O papel encontra-se em patamares superiores à sua mínima em 52 semanas de R$ 41,61, mas ainda distante de sua máxima anual de R$ 65,13, demandando acompanhamento atento dos investidores sobre a sustentabilidade desta trajetória de recuperação.

O IRB-Brasil é uma das maiores empresas de resseguros da América Latina, fornecendo proteção de riscos para diversas companhias de seguros em variados ramos. A empresa tem passado por um intenso processo de reestruturação de sua estratégia de subscrição de riscos e fortalecimento de sua governança corporativa.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 MGLU3 R$ 4,42 -5,15
2 USIM5 R$ 8,66 -4,94
3 HAPV3 R$ 10,28 -3,11
4 COGN3 R$ 2,29 -2,55
5 VALE3 R$ 79,38 -1,89
6 POMO4 R$ 5,81 -1,69
7 CSNA3 R$ 5,27 -1,31
8 PSSA3 R$ 52,19 -1,19
9 PRIO3 R$ 56,10 -1,02
10 MRVE3 R$ 4,90 -1,01

1º – MAGAZINE LUIZA S.A. (MGLU3) | R$ 4,42 ↓5,15%

Descrição: A ação MGLU3 encerrou o pregão cotada a R$ 4,42, apresentando uma desvalorização expressiva de 5,15% em relação ao fechamento anterior de R$ 4,66. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 4,42 e a máxima de R$ 4,64, refletindo uma pressão vendedora acentuada. O volume de negociação atingiu 24.057.200 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 106.332.824,00. Analisando o histórico de 52 semanas, a ação demonstra volatilidade, com uma mínima de R$ 4,42 — atingida justamente neste pregão — e uma máxima de R$ 11,44. Este movimento recente indica que o ativo está testando níveis críticos de suporte no curto prazo, o que exige cautela redobrada por parte dos investidores. O comportamento do volume sugere um forte interesse do mercado, porém com viés negativo prevalecendo sobre a demanda compradora neste momento específico de ajuste de carteiras.

A Magazine Luiza é uma das principais empresas do setor varejista brasileiro, atuando em e-commerce e lojas físicas. Recentemente, a empresa tem focado na reestruturação de sua estratégia digital e na gestão de sua estrutura de capital diante dos desafios do cenário macroeconômico.

2º – USINAS SIDERÚRGICAS DE MINAS GERAIS S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 8,66 ↓4,94%

Descrição: A USIM5 fechou o dia em R$ 8,66, registrando uma queda significativa de 4,94% frente ao fechamento anterior de R$ 9,11. O ativo operou com uma amplitude entre R$ 8,65 (mínima) e R$ 9,06 (máxima) ao longo da sessão. O volume transacionado foi de 22.526.900 ações, totalizando um giro financeiro de R$ 195.082.954,00. Observando a janela de 52 semanas, a ação teve uma variação considerável, com mínima de R$ 3,90 e máxima de R$ 12,18. O desempenho negativo de hoje alinha-se ao movimento setorial, onde a pressão sobre preços de commodities e a demanda industrial impactam o sentimento dos investidores. A liquidez do papel permanece elevada, evidenciando que a movimentação de preço é acompanhada por um volume considerável de negociações, o que caracteriza a importância desta ação para o segmento siderúrgico na bolsa local.

A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas) é referência na produção de aços planos e na prestação de serviços siderúrgicos, atendendo principalmente a indústria automotiva e de bens de consumo. Notícias recentes destacam os esforços da companhia na modernização de seus altos-fornos para aumentar a eficiência operacional.

3º – HAPVIDA PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS S/A (HAPV3) | R$ 10,28 ↓3,11%

Descrição: O papel HAPV3 encerrou o pregão cotado a R$ 10,28, apresentando uma variação negativa de 3,11% ante o fechamento de R$ 10,61. A oscilação intradia ficou entre R$ 10,19 e R$ 10,72. Com um volume de 6.079.300 ações, a empresa movimentou R$ 62.495.204,00 no mercado. Em uma perspectiva de longo prazo (52 semanas), a ação oscilou entre a mínima de R$ 7,00 e a máxima de R$ 42,66. A queda de hoje reflete um movimento de cautela do investidor em relação ao setor de saúde, que enfrenta desafios operacionais e regulatórios. A cotação atual mostra que o papel ainda se encontra distante de sua máxima histórica, consolidando uma trajetória de ajuste após períodos de intensa volatilidade. A manutenção do volume, embora menor que outras blue chips, indica que a liquidez se mantém constante, permitindo movimentações de entrada e saída, apesar do atual ciclo de desvalorização.

A Hapvida é uma das maiores operadoras de planos de saúde e rede de hospitais do Brasil, com atuação verticalizada. A empresa tem buscado consolidar suas recentes aquisições para gerar sinergias operacionais. Notícias recentes citam ajustes na rede de atendimento em regiões estratégicas.

4º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 2,29 ↓2,55%

Descrição: A ação COGN3 fechou o dia em R$ 2,29, uma retração de 2,55% sobre o valor de R$ 2,35 do fechamento anterior. O preço mínimo do dia foi R$ 2,28, com máxima de R$ 2,35. O volume de negociação foi expressivo, somando 20.521.800 ações e um montante financeiro de R$ 46.994.922,00. No horizonte de 52 semanas, a ação operou dentro de um intervalo restrito, com mínima de R$ 2,17 e máxima de R$ 4,73. Este desempenho demonstra uma pressão persistente sobre os papéis do setor educacional, que lidam com a concorrência e mudanças no perfil de financiamento estudantil. O alto volume negociado em comparação com a baixa cotação unitária sublinha a característica de “penny stock” do ativo, mantendo o interesse de traders de curto prazo que buscam aproveitar pequenas oscilações de preço, ainda que a tendência macro de longo prazo permaneça sob desafio.

A Cogna Educação é um dos maiores grupos educacionais privados do país, atuando em ensino superior e educação básica. Recentemente, a empresa tem focado na digitalização do ensino e na otimização de suas unidades presenciais.

5º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 79,38 ↓1,89%

Descrição: A gigante VALE3 finalizou o pregão a R$ 79,38, registrando uma queda de 1,89% em relação aos R$ 80,91 do fechamento anterior. Durante a sessão, o papel oscilou entre R$ 78,82 e R$ 79,98. O volume de negociações foi o mais alto entre as analisadas, com 18.347.100 ações movimentando R$ 1.456.392.798,00. Analisando as últimas 52 semanas, o papel teve uma trajetória entre R$ 45,64 e R$ 91,62. O movimento negativo de hoje reflete as incertezas do mercado internacional de minério de ferro e a demanda da China, que historicamente impacta o valor de mercado da companhia. Sendo a maior empresa da lista em termos de volume financeiro, a Vale atua como um termômetro para o sentimento do investidor estrangeiro e institucional na bolsa brasileira, sendo que a desvalorização hoje está em linha com a instabilidade global de commodities.

A Vale S.A. é uma mineradora global, líder mundial na produção de minério de ferro e níquel. A companhia tem buscado diversificar seu portfólio e implementar práticas de mineração mais sustentáveis. Notícias recentes abordam novas metas de descarbonização em sua cadeia produtiva.

6º – MARCOPOLO S.A. (POMO4) | R$ 5,81 ↓1,69%

Descrição: A ação POMO4 encerrou o dia em R$ 5,81, apresentando uma desvalorização de 1,69% frente aos R$ 5,91 do fechamento anterior. O papel oscilou entre R$ 5,81 e R$ 5,94. O volume transacionado foi de 8.390.200 ações, resultando em R$ 48.747.062,00 de volume financeiro. No acumulado das últimas 52 semanas, o ativo variou entre a mínima de R$ 5,39 e a máxima de R$ 7,95. A queda atual reflete um movimento de correção após um período de alta. A liquidez do papel permanece moderada, indicando uma base de investidores que acompanha o setor de transporte. O preço atual, próximo à mínima das 52 semanas, sugere um momento de suporte, onde o mercado avalia a capacidade de retomada da produção industrial e a demanda por novos veículos, fatores cruciais para o desempenho futuro desta companhia no mercado de capitais brasileiro.

A Marcopolo é uma das líderes mundiais na fabricação de carrocerias de ônibus, fornecendo soluções para transporte urbano e rodoviário. A empresa tem investido fortemente em ônibus elétricos. Notícias recentes destacam contratos de exportação para novos mercados globais.

7º – COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL S. A. (CSNA3) | R$ 5,27 ↓1,31%

Descrição: A CSNA3 fechou o pregão cotada a R$ 5,27, uma variação negativa de 1,31% em relação ao fechamento anterior de R$ 5,34. A mínima do dia foi de R$ 5,17 e a máxima de R$ 5,42. O volume de ações negociadas atingiu 14.505.700, totalizando R$ 76.445.039,00. Observando o histórico de 52 semanas, a ação oscilou entre R$ 5,14 e R$ 11,32. A queda observada hoje está alinhada ao desempenho geral do setor siderúrgico, influenciado pela volatilidade dos preços internacionais do aço e pelo custo dos insumos. O volume de negociação reflete uma liquidez consistente, indicando que, apesar da desvalorização, o interesse dos investidores institucionais no papel permanece. A proximidade com a mínima de 52 semanas indica um nível de preço que tem atraído atenção para possíveis pontos de entrada, dependendo da perspectiva de longo prazo do mercado para o setor industrial.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) atua de forma integrada na produção de aço, cimento, logística e mineração. O grupo tem focado em reduzir seu endividamento líquido através da venda de ativos não estratégicos e otimização operacional.

8º – PORTO SEGURO S.A. (PSSA3) | R$ 52,19 ↓1,19%

Descrição: O ativo PSSA3 encerrou o dia em R$ 52,19, com uma queda de 1,19% frente aos R$ 52,82 do fechamento anterior. O papel oscilou entre R$ 52,03 e R$ 52,81. O volume de negociação foi mais contido, com 1.015.700 ações, gerando um volume financeiro de R$ 53.009.383,00. No histórico de 52 semanas, a ação variou entre R$ 43,32 e R$ 55,72. A performance de hoje mostra uma leve correção, comum em papéis de perfil defensivo, que tendem a apresentar menor volatilidade. Apesar da queda, a ação encontra-se em patamares próximos à sua máxima do ano, o que sugere que o ativo ainda mantém uma tendência de valorização consolidada aos olhos do investidor, que vê na empresa uma opção mais estável em comparação com setores cíclicos do mercado financeiro.

A Porto Seguro é uma das maiores empresas de seguros do Brasil, com forte presença nos segmentos de automóveis e residências. A companhia tem diversificado seus serviços para incluir soluções financeiras e de saúde. Notícias recentes destacam o crescimento de sua divisão de serviços digitais.

9º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 56,10 ↓1,02%

Descrição: A ação PRIO3 fechou cotada a R$ 56,10, apresentando uma variação negativa de 1,02% em relação ao fechamento anterior de R$ 56,68. O papel oscilou entre a mínima de R$ 55,72 e a máxima de R$ 56,50. O volume de negociação foi expressivo, com 11.167.300 ações e um giro financeiro de R$ 626.485.530,00. Em uma janela de 52 semanas, o papel operou entre R$ 34,18 e R$ 72,98. A leve desvalorização de hoje reflete um movimento de ajuste após o forte desempenho acumulado ao longo do ano. O alto volume financeiro corrobora a tese de que o papel é um dos favoritos para investidores que buscam exposição ao setor de petróleo e gás, mantendo liquidez e interesse constante, mesmo em dias de ajuste negativo no preço.

A PRIO (antiga PetroRio) é a maior empresa independente de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, focada na reativação de campos maduros. A empresa tem apresentado um crescimento expressivo em sua produção diária. Notícias recentes mencionam novos projetos de perfuração em campos de alta produtividade.

10º – MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. (MRVE3) | R$ 4,90 ↓1,01%

Descrição: A MRVE3 encerrou o pregão em R$ 4,90, com uma queda de 1,01% frente aos R$ 4,95 do fechamento anterior. A oscilação do dia ficou entre R$ 4,88 e R$ 5,04. Com 6.931.300 ações negociadas, o volume financeiro atingiu R$ 33.963.370,00. No histórico das últimas 52 semanas, a ação variou de R$ 4,83 a R$ 10,53. A queda de hoje reflete a cautela do mercado com o setor de construção civil, impactado pelas taxas de juros e custos de insumos. O preço atual, muito próximo da mínima de 52 semanas, indica que o mercado ainda precifica um cenário desafiador para a empresa, refletindo a dificuldade de repassar custos e a necessidade de melhora nas margens operacionais. O volume de negociações sugere uma estabilidade nas trocas, mas com pouca convicção compradora no momento atual.

A MRV é a maior construtora de imóveis residenciais da América Latina, focada principalmente em programas habitacionais. A empresa tem buscado expandir suas operações para o mercado imobiliário nos Estados Unidos. Notícias recentes comentam sobre a revisão de metas de lançamentos para otimizar o fluxo de caixa.

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