Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 24/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CVCB3 R$ 1.42 0.0758
2 CYRE3 R$ 22.50 0.0417
3 ASAI3 R$ 8.27 0.0416
4 VIVA3 R$ 22.65 0.0352
5 HYPE3 R$ 20.99 0.0325
6 ENEV3 R$ 25.94 0.0294
7 YDUQ3 R$ 8.78 0.0293
8 LWSA3 R$ 3.85 0.0239
9 MRVE3 R$ 5.01 0.0224
10 WEGE3 R$ 46.61 0.0197

1º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,42 ↑7,58%

Descrição: A ação da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) apresentou um desempenho notável no pregão atual, fechando cotada a R$ 1,42, o que representa uma valorização expressiva de 7,58% em relação ao fechamento anterior de R$ 1,32. O volume de negociações atingiu 11.909.900 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 16.912.058. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 1,29 e a máxima de R$ 1,44. Considerando o cenário de 52 semanas, o papel operou entre R$ 1,20 e R$ 2,79, refletindo a volatilidade característica do setor turístico. Este movimento de alta sugere uma reação positiva do mercado às perspectivas operacionais da companhia. Com uma base sólida de investidores atentos ao setor, a CVC busca consolidar sua recuperação financeira através de estratégias agressivas de vendas e gestão de marca, mantendo a atenção voltada para a retomada do fluxo de viajantes domésticos e internacionais.

A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. é a maior operadora de viagens da América Latina, atuando no segmento de turismo de lazer e corporativo. Recentemente, a companhia anunciou a contratação de Danilo Tomazele, ex-Atlantica, como novo gerente regional de Vendas para sua unidade de operadora da CVC Corp, reforçando sua estrutura comercial.

2º – Cyrela Brazil Realty S.A. Empreendimentos e Participações (CYRE3) | R$ 22,50 ↑4,17%

Descrição: A Cyrela Brazil Realty (CYRE3) encerrou o dia com um valor de R$ 22,50, consolidando uma alta de 4,17% frente ao preço de R$ 21,60 registrado no fechamento anterior. A ação registrou uma movimentação de 11.734.600 papéis, gerando um volume financeiro total de R$ 264.028.500, o que demonstra um forte interesse institucional e de varejo. O ativo atingiu sua máxima do dia em R$ 22,71, com a mínima situada em R$ 21,29. Analisando o intervalo de 52 semanas, a empresa demonstrou resiliência, variando entre R$ 18,35 e R$ 32,17. O desempenho positivo reflete a confiança dos investidores na capacidade da companhia de manter margens operacionais robustas em meio aos desafios do setor imobiliário, com um foco contínuo na execução eficiente de seus lançamentos e no controle rigoroso de custos, fatores essenciais para sustentar o crescimento de longo prazo.

A Cyrela é uma das maiores empresas do setor imobiliário brasileiro, com atuação focada em empreendimentos de médio, alto e altíssimo padrão. Em seu mais recente balanço, a companhia reportou um lucro líquido sólido de R$ 682 milhões no quarto trimestre de 2025, evidenciando um crescimento de 37% em relação ao ano anterior.

3º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,27 ↑4,16%

Descrição: Com um fechamento a R$ 8,27, as ações da Sendas Distribuidora (ASAI3) registraram uma valorização de 4,16% comparadas ao fechamento anterior de R$ 7,94. O volume de negociação foi significativo, totalizando 12.096.900 ações e um volume financeiro de R$ 100.041.363. Durante a sessão, o ativo atingiu R$ 8,38 como valor máximo e R$ 7,88 como mínimo. No horizonte de 52 semanas, a cotação variou entre R$ 6,91 e R$ 11,35. O resultado reflete a robustez da estratégia da empresa no segmento de atacarejo, que continua a ser um pilar de resiliência e crescimento no setor varejista. A capacidade da empresa em converter formatos de lojas e otimizar a experiência do consumidor tem sido fundamental para sustentar essa valorização, mantendo a confiança dos acionistas em sua capacidade de geração de caixa e eficiência operacional em um cenário de alta competitividade.

O Assaí, marca controlada pela Sendas Distribuidora S.A., é um dos maiores operadores de atacarejo do Brasil. A empresa tem focado na aceleração da rentabilidade de suas conversões de lojas, utilizando projetos de galerias comerciais para aumentar o fluxo de clientes e diversificar suas fontes de receita, conforme reportado em seus últimos resultados.

4º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 22,65 ↑3,52%

Descrição: A Vivara Participações (VIVA3) encerrou o dia cotada a R$ 22,65, o que significa uma variação positiva de 3,52% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 21,88. Com um volume de 3.750.700 ações negociadas, a empresa atingiu um volume financeiro de R$ 84.953.355. O papel atingiu a máxima diária de R$ 22,66 e a mínima de R$ 21,69. No intervalo de um ano, o ativo oscilou entre R$ 20,04 e R$ 35,89. O mercado reagiu positivamente à estratégia de expansão da companhia no varejo de joias, que demonstra forte resiliência e posicionamento premium. A gestão focada em eficiência, aliada ao fortalecimento da marca em datas comemorativas, posiciona a Vivara como uma das apostas do setor de consumo discricionário, atraindo investidores que buscam crescimento sustentado e boa governança corporativa no médio prazo.

A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil, oferecendo uma ampla gama de produtos. Recentemente, a companhia anunciou um programa de recompra de até 10% de suas ações em circulação, totalizando aproximadamente 12,3 milhões de papéis, demonstrando confiança da diretoria no valor intrínseco da empresa.

5º – Hypera S.A. (HYPE3) | R$ 20,99 ↑3,25%

Descrição: Fechando o pregão a R$ 20,99, as ações da Hypera (HYPE3) apresentaram alta de 3,25%, superando o fechamento anterior de R$ 20,33. Foram movimentadas 6.964.400 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 146.182.756. A cotação atingiu o valor máximo de R$ 20,99 durante o dia, sendo a mínima de R$ 20,09. No período de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 19,88 e R$ 27,05. Este movimento reflete o reconhecimento do mercado sobre a solidez do portfólio da companhia, que mantém uma posição dominante no setor farmacêutico brasileiro, com destaque para a força de suas marcas de consumo. O investidor tem valorizado a capacidade de entrega e a inovação em produtos, elementos cruciais para a expansão do Market Share da Hypera, mesmo diante de pressões regulatórias e de custos no setor de saúde.

A Hypera S.A. é uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, com um portfólio diversificado que abrange medicamentos de prescrição, marcas de consumo e dermocosméticos. A empresa mantém um foco ativo em marketing e inovação, com lançamentos constantes em sua linha de dermocosméticos Mantecorp Skincare.

6º – Eneva S.A. (ENEV3) | R$ 25,94 ↑2,94%

Descrição: Com fechamento a R$ 25,94, as ações da Eneva (ENEV3) registraram valorização de 2,94% comparado ao valor de R$ 25,20 no fechamento anterior. O volume negociado foi de 8.505.100 ações, com um volume financeiro de R$ 220.622.294. A cotação atingiu a máxima de R$ 25,94 no dia, com mínima de R$ 24,97. No histórico de 52 semanas, o papel operou entre R$ 13,00 e R$ 28,12. O mercado demonstra otimismo com o papel da Eneva na transição energética do país, impulsionado pela demanda crescente por energia firme e capacidade de despacho de suas térmicas. A integração entre exploração de gás natural e geração de energia elétrica é o diferencial competitivo que atrai investidores institucionais, buscando exposição ao crescimento do setor elétrico e à estabilidade de receitas de longo prazo que a companhia oferece.

A Eneva S.A. é uma empresa integrada de energia, com negócios que vão desde a exploração e produção de gás natural até a geração de eletricidade. A companhia tem sido historicamente afetada pelas variações nos preços-teto dos leilões de energia elétrica, monitorando de perto a necessidade de capacidade do sistema elétrico nacional.

7º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 8,78 ↑2,93%

Descrição: A ação da YDUQS (YDUQ3) fechou cotada a R$ 8,78, uma alta de 2,93% sobre o fechamento de R$ 8,53. O volume financeiro atingiu R$ 60.819.060, com 6.927.000 ações negociadas. A máxima do dia foi de R$ 8,83 e a mínima de R$ 8,40. Considerando as últimas 52 semanas, a variação foi entre R$ 7,85 e R$ 16,03. O resultado aponta para uma recuperação da confiança do investidor em relação ao setor educacional, que tem buscado eficiência operacional através de processos de digitalização e otimização de sua base de ativos físicos. A estratégia da empresa, que equilibra o ensino presencial com o modelo digital (EAD), tem se provado eficaz para a captura de novos alunos, sendo este um dos motores para a sustentabilidade da cotação frente aos desafios macroeconômicos.

A YDUQS é uma das maiores empresas de educação superior do Brasil, dona de marcas como Estácio e Ibmec. A companhia tem se destacado pelo seu foco em inovação, implementando programas de parceria com startups e estabelecendo metas ambiciosas de ESG (Ambiental, Social e Governança) para alinhar sua operação aos padrões globais de sustentabilidade.

8º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,85 ↑2,39%

Descrição: A LWSA (LWSA3) encerrou o dia em R$ 3,85, com uma valorização de 2,39% frente aos R$ 3,76 do fechamento anterior. Foram movimentadas 3.902.800 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 15.025.780. A máxima do dia foi R$ 3,89 e a mínima R$ 3,72. Em 52 semanas, a variação situou-se entre R$ 3,28 e R$ 4,80. O movimento de alta reflete uma recepção positiva do mercado ao plano de transformação da empresa, focada no ecossistema de soluções digitais para o e-commerce. A capacidade da LWSA de integrar novas tecnologias e expandir seu braço de serviços de software tem sido observada de perto pelos investidores, que buscam lucros consistentes em uma empresa que se posiciona na fronteira tecnológica, essencial para o sucesso de PMEs no ambiente digital brasileiro atual.

A LWSA (antiga Locaweb) é uma empresa de tecnologia voltada para serviços de internet e soluções de e-commerce. Recentemente, a empresa superou expectativas de lucro por ação (LPA) em seu primeiro trimestre de 2026, com um crescimento de 45% em seu lucro líquido, refletindo a aceleração do crescimento no comércio e a expansão do uso de inteligência artificial em suas plataformas.

9º – MRV Engenharia e Participações S.A. (MRVE3) | R$ 5,01 ↑2,24%

Descrição: As ações da MRV Engenharia (MRVE3) fecharam em R$ 5,01, apresentando alta de 2,24% em comparação ao valor de R$ 4,90 do fechamento anterior. O volume negociado foi de 7.371.800 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 36.932.718. Durante o pregão, a ação alcançou a máxima de R$ 5,06 e a mínima de R$ 4,84. No histórico de um ano, o papel variou entre R$ 4,83 e R$ 10,53. O desempenho positivo sugere uma melhora no sentimento dos investidores em relação ao setor de construção civil popular, que depende fortemente das condições de financiamento habitacional e dos programas de moradia do governo federal. A empresa segue focada em equilibrar o volume de lançamentos com uma gestão prudente de seu caixa, buscando superar as dificuldades impostas pelo ciclo de juros vigente.

A MRV & Co é uma das maiores construtoras e incorporadoras do Brasil, com atuação voltada principalmente para o segmento de habitação econômica. A companhia tem um papel relevante no cenário habitacional do país e prevê volumes significativos de lançamentos para manter seu market share e capacidade de vendas em um mercado desafiador.

10º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 46,61 ↑1,97%

Descrição: A WEG (WEGE3) encerrou o dia em R$ 46,61, registrando alta de 1,97% em relação aos R$ 45,71 do fechamento anterior. O volume de negociação foi expressivo, com 9.600.800 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 447.493.288. A máxima atingida foi de R$ 46,62, enquanto a mínima ficou em R$ 45,38. No período de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 33,77 e R$ 54,29. A empresa continua sendo vista pelo mercado como um ativo de alta qualidade (“Blue Chip”), com forte presença internacional e diversificação de produtos, o que garante previsibilidade de resultados. O otimismo dos investidores reside na contínua capacidade da WEG em inovar, crescer organicamente e manter sua eficiência operacional, sendo um player fundamental na eletrificação e automação industrial global, o que justifica sua valorização mesmo em mercados mais voláteis.

A WEG S.A. é uma multinacional brasileira que atua nos setores de bens de capital, com foco em motores elétricos, transformadores e sistemas de automação. Reconhecida globalmente por sua excelência, a empresa conquistou recentemente o primeiro lugar no Prêmio Melhores Fornecedores 2026 da CEMIG, destacando-se em ESG nos pilares social e de governança.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 CSNA3 R$ 5.06 -0.0398
2 AZZA3 R$ 19.31 -0.0393
3 MBRF3 R$ 16.14 -0.0393
4 PRIO3 R$ 54.10 -0.0357
5 PETR3 R$ 42.80 -0.0268
6 PETR4 R$ 38.29 -0.0264
7 BRAP4 R$ 22.11 -0.0225
8 VALE3 R$ 77.73 -0.0208
9 EGIE3 R$ 33.60 -0.0175
10 AURE3 R$ 11.18 -0.0158

1º – Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSNA3) | R$ 5,06 ↓3,98%

Descrição: A Companhia Siderúrgica Nacional apresentou um desempenho de mercado desafiador no período analisado, ocupando a primeira posição entre as maiores quedas percentuais da lista. Com uma variação negativa de 3,98%, a ação fechou o pregão cotada a R$ 5,06. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 5,01 e a máxima de R$ 5,26. O volume de ações negociadas atingiu 22.570.500 papéis, demonstrando uma liquidez relevante para o setor. Considerando o fechamento anterior de R$ 5,27, nota-se uma pressão vendedora acentuada sobre o ativo. Em um contexto mais amplo, observamos que o papel está operando próximo à sua mínima em 52 semanas, que também é de R$ 5,01, enquanto sua máxima no mesmo período atingiu R$ 11,32. O volume financeiro negociado totalizou R$ 114.206.730,00. Investidores devem monitorar se o suporte em R$ 5,01 se manterá firme nas próximas sessões para evitar novas desvalorizações.

A Companhia Siderúrgica Nacional S. A. (CSN) é um dos maiores complexos siderúrgicos integrados do Brasil, atuando também nos setores de mineração, logística, cimento e energia. Recentemente, a empresa tem focado em estratégias de desalavancagem financeira e na otimização de sua estrutura de custos para enfrentar a volatilidade nos preços do aço.

2º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 19,31 ↓3,93%

Descrição: O ativo AZZA3 registrou uma queda expressiva de 3,93% no dia, fechando cotado a R$ 19,31. A movimentação intradiária revelou um cenário de volatilidade, com a cotação atingindo o piso de R$ 19,00 e o topo de R$ 20,16. O mercado absorveu a negociação de 3.870.300 ações. Partindo de um fechamento anterior de R$ 20,10, o ativo sofreu uma desvalorização nominal de R$ 0,79, refletindo o sentimento cauteloso dos investidores em relação ao setor de consumo ou à performance específica da companhia. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, o papel possui um espectro amplo de variação, com a mínima situada em R$ 16,10 e a máxima em R$ 39,71. O volume financeiro total para esta sessão foi de R$ 74.735.493,00. Este comportamento de queda acentuada sugere uma correção de curto prazo ou reação a fatores macroeconômicos que impactam diretamente o segmento de varejo de moda.

A Azzas 2154 S.A. surgiu da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, consolidando-se como uma gigante no varejo de moda e vestuário de luxo e premium no Brasil, detendo um portfólio vasto de marcas consagradas. A empresa tem buscado capturar sinergias operacionais após a fusão para aumentar sua margem de rentabilidade e market share.

3º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 16,14 ↓3,93%

Descrição: A Marfrig Global Foods também enfrentou um pregão de intensa pressão vendedora, registrando uma variação negativa de 3,93%, fechando em R$ 16,14. O ativo apresentou um comportamento atípico, onde o preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia, sinalizando falta de suporte comprador ao final da sessão. A máxima registrada foi de R$ 16,99. Com um volume de 8.297.600 ações negociadas, o mercado financeiro movimentou R$ 133.923.264,00 no papel. Em comparação ao fechamento anterior, que foi de R$ 16,80, percebe-se um ajuste importante na curva de preços. No panorama de 52 semanas, o ativo demonstra uma base sólida em R$ 14,59, com um teto de R$ 26,83, sugerindo que o preço atual se encontra em uma região intermediária, mas com tendência de curto prazo pressionada. O acompanhamento da demanda externa por proteínas é fundamental para projetar os próximos movimentos desta ação.

A Marfrig é uma das líderes globais na produção de carne bovina e produtos processados, com operações diversificadas em diversos países. A companhia tem buscado melhorar sua eficiência operacional e integrar seus negócios para otimizar os fluxos de caixa e reduzir a dependência do ciclo pecuário nacional.

4º – PRIO S.A. (PRIO3) | R$ 54,10 ↓3,57%

Descrição: O setor de petróleo e gás sentiu o peso das negociações no dia, com as ações da PRIO S.A. apresentando queda de 3,57%, encerrando o dia cotadas a R$ 54,10. O intervalo de oscilação foi entre R$ 53,59 (mínima) e R$ 55,48 (máxima). A liquidez do papel foi considerável, com 11.009.400 ações trocando de mãos, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 595.608.540,00. O fechamento anterior havia sido de R$ 56,10, indicando um recuo nominal de R$ 2,00. Ao observar o histórico de 52 semanas, o papel mostra uma trajetória de valorização significativa ao longo do ano, com a mínima em R$ 34,18 e a máxima em R$ 72,98, o que coloca o patamar atual de R$ 54,10 como um ponto de correção dentro de um ciclo de alta mais estrutural. Investidores de longo prazo costumam analisar tais quedas como possíveis pontos de entrada em uma empresa com alto potencial de crescimento em produção.

A PRIO (antiga PetroRio) é uma empresa independente focada na produção de petróleo e gás, reconhecida por sua eficiência na revitalização de campos maduros. A empresa segue com uma estratégia agressiva de crescimento inorgânico através de aquisições de ativos na Bacia de Campos.

5º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR3) | R$ 42,80 ↓2,68%

Descrição: A Petrobras (ações ordinárias – PETR3) fechou em queda de 2,68%, cotada a R$ 42,80, refletindo a volatilidade do mercado de commodities e possíveis incertezas quanto à governança ou ambiente regulatório. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 42,37 e a máxima de R$ 43,41. O volume de negociação atingiu 11.454.200 ações. O fechamento anterior foi de R$ 43,98, resultando em uma perda de valor de R$ 1,18 no dia. No acumulado de 52 semanas, o ativo apresenta um intervalo entre R$ 29,27 e R$ 54,64, demonstrando uma valorização acumulada notável, embora esteja operando abaixo de suas máximas recentes. O volume financeiro total da sessão somou R$ 490.239.760,00. Este movimento de baixa reflete uma pausa na trajetória de valorização que o ativo vinha apresentando, levando investidores a realizarem lucros parciais diante de possíveis ruídos políticos ou mudanças nas expectativas de dividendos.

A Petrobras é a empresa estatal de economia mista, líder na exploração e produção de petróleo no Brasil, com foco estratégico em águas profundas e ultraprofundas. A gestão atual tem debatido novos investimentos em transição energética paralelamente à manutenção da alta eficiência na exploração do pré-sal.

6º – Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) (PETR4) | R$ 38,29 ↓2,64%

Descrição: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam o movimento das ordinárias, fechando com variação negativa de 2,64%, ao preço de R$ 38,29. O papel demonstrou alta liquidez, registrando 59.107.400 ações negociadas, o que gerou um volume financeiro expressivo de R$ 2.263.222.346,00, figurando entre os mais altos da lista. A oscilação intradia ocorreu entre R$ 38,13 e R$ 38,98. Em relação ao fechamento anterior, de R$ 39,33, a queda foi de R$ 1,04. Analisando o período de 52 semanas, a mínima foi de R$ 27,36 e a máxima de R$ 49,18, o que evidencia que o ativo ainda se mantém em patamares elevados de preço, apesar do recuo do dia. A forte liquidez nas preferenciais, comparada às ordinárias, mostra que o mercado institucional continua muito presente neste ativo, reagindo rapidamente a qualquer sinalização macroeconômica ou setorial que possa afetar a tese de investimento em petróleo.

A Petrobras (PETR4) é o ativo preferencial da petrolífera, sendo um dos mais negociados da bolsa brasileira devido à sua liquidez e representatividade no índice Ibovespa. Recentemente, a empresa tem se destacado pelo forte fluxo de caixa operacional, o que tem sustentado o pagamento de dividendos aos acionistas.

7º – Bradespar S.A (BRAP4) | R$ 22,11 ↓2,25%

Descrição: A Bradespar registrou uma queda de 2,25% em suas ações no pregão de hoje, finalizando o dia em R$ 22,11. A movimentação do ativo foi relativamente contida, com oscilação entre R$ 21,94 e R$ 22,45. O volume de negociação foi de 2.024.000 papéis, totalizando R$ 44.750.640,00 financeiramente. Comparado ao fechamento anterior de R$ 22,62, o ativo recuou R$ 0,51. No histórico de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 13,29 e a máxima atingiu R$ 25,63. O desempenho do papel é extremamente dependente da performance de seus ativos subjacentes, especialmente sua participação na Vale. Assim, a queda de hoje reflete, em grande medida, a correlação direta que a holding possui com as oscilações do preço do minério de ferro e o desempenho operacional da mineradora, exigindo atenção dos investidores aos relatórios de produção e preços internacionais de commodities.

A Bradespar é uma holding de investimentos que tem como principal ativo a participação acionária na mineradora Vale S.A., funcionando como um veículo para investidores que buscam exposição indireta à mineração. A empresa tem como foco a gestão eficiente desta participação e o retorno de capital aos seus acionistas.

8º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 77,73 ↓2,08%

Descrição: A gigante da mineração, Vale S.A., apresentou um fechamento negativo de 2,08%, cotada a R$ 77,73. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 77,16 e a máxima de R$ 78,86. A liquidez do papel foi elevada, com 22.533.600 ações negociadas, movimentando R$ 1.751.536.728,00. O fechamento anterior foi de R$ 79,38, significando uma desvalorização nominal de R$ 1,65. Olhando para o gráfico de 52 semanas, vemos um range amplo, com mínima de R$ 45,64 e máxima de R$ 91,62. O preço atual situa-se mais próximo da metade desse caminho, indicando um período de consolidação ou correção após as altas recentes. Como a Vale é uma das maiores empresas da bolsa, seu movimento é fundamental para o direcionamento do índice Bovespa, sendo influenciada diretamente pela demanda de minério de ferro pela China e pelas políticas de estímulo econômico do país asiático.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel, com operações globais. A empresa segue focada em retomar seus níveis de produção máxima, além de investir na descarbonização de suas operações e na logística de transporte ferroviário.

9º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 33,60 ↓1,75%

Descrição: A Engie Brasil Energia fechou com variação negativa de 1,75%, cotada a R$ 33,60. A ação teve uma oscilação intradia entre R$ 33,50 e R$ 34,30. Com um volume de 2.060.000 ações negociadas, o ativo movimentou R$ 69.216.000,00 financeiramente. O fechamento anterior foi de R$ 34,20, representando uma queda nominal de R$ 0,60. No histórico de 52 semanas, o papel mostra uma faixa de variação entre R$ 26,72 e R$ 38,81. O setor de energia elétrica é tradicionalmente considerado defensivo, sendo buscado por investidores em momentos de maior volatilidade no mercado de ações, contudo, o papel não ficou imune ao movimento negativo generalizado de hoje. O desempenho da companhia está atrelado à estabilidade de seus contratos de longo prazo e à expansão de seu portfólio de geração de energia renovável, fator que sustenta o interesse de investidores focados em dividendos e estabilidade.

A Engie Brasil é a maior geradora privada de energia elétrica do país, com um portfólio diversificado que inclui hidrelétricas, parques eólicos e solares. A companhia está em forte processo de transição para fontes renováveis, visando o crescimento sustentável de sua matriz energética.

10º – Auren Energia S.A. (AURE3) | R$ 11,18 ↓1,58%

Descrição: A Auren Energia apresentou uma leve queda de 1,58%, encerrando o dia no valor de R$ 11,18. Durante a sessão, o papel oscilou entre a mínima de R$ 11,16 e a máxima de R$ 11,40. O mercado movimentou 2.187.700 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 24.458.486,00. Em comparação ao fechamento anterior, que foi de R$ 11,36, o papel recuou R$ 0,18. No horizonte de 52 semanas, a ação teve uma variação compreendida entre R$ 8,78 e R$ 14,66. Embora tenha registrado uma variação negativa, o percentual de queda foi o menor entre os dez ativos listados neste relatório, indicando um comportamento mais resiliente diante do pessimismo observado nos outros papéis. Acompanhar a execução dos projetos de geração e a gestão comercial de energia da empresa é crucial para entender a sustentabilidade do preço da ação frente ao cenário competitivo do setor elétrico brasileiro.

A Auren Energia é uma plataforma de energia renovável com forte atuação no mercado livre e em geração de energia limpa, fruto da consolidação de ativos de geração. A companhia tem focado na otimização de seu portfólio de projetos para maximizar a geração de caixa recorrente.

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Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 23/06/2026

Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 23/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 MBRF3 R$ 16,80 9,88

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 23/06/2026

Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 23/06/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram: Rank Código Preço Atual Variação (%) 1 BROF11 R$ 59,00 4,42 2