As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | PCAR3 | R$ 2,48 | 0,13% |
| 2 | BRKM5 | R$ 10,08 | 0,07% |
| 3 | MBRF3 | R$ 21,00 | 0,06% |
| 4 | LWSA3 | R$ 3,96 | 0,04% |
| 5 | CVCB3 | R$ 1,97 | 0,04% |
| 6 | VAMO3 | R$ 4,12 | 0,04% |
| 7 | AZZA3 | R$ 21,53 | 0,04% |
| 8 | EGIE3 | R$ 37,24 | 0,03% |
| 9 | YDUQ3 | R$ 11,75 | 0,02% |
| 10 | VALE3 | R$ 87,36 | 0,02% |
1º – Companhia Brasileira de Distribuição S.A. (PCAR3) | R$ 2,48 ↑ 13,24%
Descrição: A ação do Grupo Pão de Açúcar (GPA) liderou as altas do dia com uma valorização robusta de 13,24%, fechando cotada a R$ 2,48. O papel demonstrou uma volatilidade significativa, operando entre a mínima de R$ 2,16 e a máxima de R$ 2,51. Com um volume de 41.690.300 ações negociadas, o giro financeiro totalizou R$ 103.391.944,00. É importante notar que, apesar da forte alta diária, o ativo ainda se encontra distante da sua máxima de 52 semanas (R$ 4,95), embora tenha se descolado bem da mínima do período (R$ 1,89). O fechamento anterior foi de R$ 2,19, o que representa um ganho nominal de R$ 0,29 por cota. Este movimento sugere um forte fluxo comprador técnico ou reação a notícias setoriais específicas que reavaliaram o valor do varejista alimentar no curto prazo.
O Grupo Pão de Açúcar é um dos maiores nomes do varejo alimentar no Brasil, operando bandeiras icônicas e focando atualmente em um modelo de proximidade e supermercados premium. Recentemente, a empresa concluiu processos de cisão (como do Aliansce e Éxito) para focar em sua operação core e reduzir alavancagem financeira.
2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 10,08 ↑ 7,35%
Descrição: A gigante do setor petroquímico Braskem apresentou um desempenho sólido, com alta de 7,35%, encerrando o pregão em R$ 10,08. O valor de fechamento superou o patamar psicológico dos dez reais, com uma variação positiva de R$ 0,69 em relação ao fechamento anterior de R$ 9,39. Durante o dia, a ação registrou mínima de R$ 9,27 e máxima de R$ 10,16. O volume de negociação foi de 5.235.000 ações, gerando um volume financeiro de R$ 52.768.800,00. No acumulado de 52 semanas, o papel mostra uma amplitude entre R$ 6,11 e R$ 13,78. A valorização de hoje reflete um otimismo que pode estar atrelado tanto aos preços internacionais de resinas quanto a especulações sobre sua estrutura societária, que historicamente movimenta o papel de forma agressiva.
A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Uma notícia recente relevante envolve as negociações contínuas sobre a venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) na companhia, o que mantém investidores atentos a possíveis ofertas de aquisição.
3º – Marfrig Global Foods S.A. (MRBF3) | R$ 21,00 ↑ 5,90%
Descrição: A Marfrig registrou uma valorização de 5,90% neste pregão, fechando exatamente no patamar de R$ 21,00, que também foi a máxima alcançada no dia. O ativo apresentou uma variação nominal de R$ 1,17 em comparação ao fechamento de R$ 19,83. A movimentação financeira foi expressiva, somando R$ 177.531.900,00 através da negociação de 8.453.900 papéis. A mínima do dia foi de R$ 19,88. Ao analisarmos o horizonte de um ano, percebemos que a ação está operando próxima de suas médias superiores, com mínima de R$ 14,59 e máxima de R$ 26,83 nas últimas 52 semanas. O desempenho positivo do setor de proteínas animais costuma estar atrelado ao câmbio e à demanda externa, fatores que parecem ter favorecido a companhia nesta sessão.
A Marfrig é uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo e detém participação majoritária na norte-americana National Beef e na BRF. Recentemente, a empresa recebeu notícias positivas sobre a habilitação de novas plantas frigoríficas para exportação para o mercado chinês, o que impulsiona as projeções de receita.
4º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,96 ↑ 4,49%
Descrição: A LWSA (antiga Locaweb) fechou o dia com alta de 4,49%, cotada a R$ 3,96. O ativo teve uma oscilação entre a mínima de R$ 3,70 e a máxima de R$ 4,02, demonstrando fôlego para testar resistências próximas aos quatro reais. O fechamento anterior foi de R$ 3,79, resultando em um ganho de R$ 0,17 por ação. O volume de ações trocadas foi de 7.566.000, totalizando um giro de R$ 29.961.360,00. No contexto anual, a empresa de tecnologia enfrenta desafios, com o papel variando entre R$ 2,72 e R$ 4,80. A alta de hoje pode representar um ajuste técnico após períodos de desvalorização, comum em empresas de tecnologia que são sensíveis às oscilações das curvas de juros futuros no Brasil.
A LWSA S/A é uma empresa brasileira de tecnologia focada em serviços de hospedagem de sites, serviços de internet e soluções de e-commerce para pequenas e médias empresas. Recentemente, a companhia anunciou uma reestruturação interna focada em integrar suas diversas aquisições para melhorar as margens operacionais.
5º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,97 ↑ 4,23%
Descrição: As ações da operadora de turismo CVC Brasil subiram 4,23%, encerrando o dia em R$ 1,97. A variação nominal foi de R$ 0,08 frente ao fechamento anterior de R$ 1,89. O papel teve um dia de negociação ativa, com a mínima batendo R$ 1,86 e a máxima chegando a R$ 2,00. O volume de ações foi de 17.742.500, gerando um volume negociado de R$ 34.952.725,00. A CVC vem tentando se recuperar de uma mínima de 52 semanas de R$ 1,64, estando ainda distante da máxima de R$ 2,79. Setores de consumo discricionário e viagens tendem a reagir positivamente a melhoras marginais na percepção de risco macroeconômico, o que explica o movimento comprador observado nesta data.
A CVC é a maior operadora de viagens do Brasil, oferecendo pacotes turísticos, passagens e reservas de hotéis. A última notícia de destaque da empresa refere-se ao seu esforço de reperfilamento de dívida e ao fortalecimento do seu braço B2B para diversificar as fontes de receita além do varejo físico.
6º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 4,12 ↑ 3,78%
Descrição: A Vamos (VAMO3) encerrou a sessão com uma valorização de 3,78%, alcançando o preço de R$ 4,12, que foi também o valor máximo atingido no pregão. O papel subiu R$ 0,15 em relação ao fechamento anterior de R$ 3,97. A mínima registrada durante o dia foi de R$ 3,87. O volume de negociações foi intenso, com 17.093.900 ações movimentadas, resultando em R$ 70.426.868,00 financeiros. Em 52 semanas, a ação teve uma máxima de R$ 5,27 e uma mínima de R$ 2,74. O setor de locação de bens de capital é intensivo em capital e a alta de hoje sugere uma aposta do mercado na resiliência do agronegócio e da infraestrutura, principais clientes da companhia.
A Vamos é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas no Brasil, pertencendo ao grupo Simpar. Recentemente, a empresa anunciou a expansão de sua rede de concessionárias e novos contratos de locação de longo prazo, reforçando sua previsibilidade de caixa.
7º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 21,53 ↑ 3,51%
Descrição: A Azzas 2154, nova denominação após a fusão entre Arezzo e Grupo Soma, apresentou alta de 3,51%, fechando em R$ 21,53. A ação variou R$ 0,73 positivamente em relação ao fechamento anterior de R$ 20,80. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 20,38 e a máxima de R$ 22,53. O volume financeiro foi expressivo, atingindo R$ 200.728.496,00 com 9.323.200 ações negociadas. Nota-se que o papel tocou sua mínima de 52 semanas (R$ 20,38) durante o pregão, mas conseguiu reagir fortemente. A máxima do ano foi de R$ 41,49, o que mostra que o ativo ainda passa por um momento de ajuste de preço após a consolidação das operações das duas gigantes do setor de moda.
A Azzas 2154 é a maior plataforma de moda da América Latina, resultado da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, detendo marcas como Arezzo, Schutz, Farm e Hering. Uma notícia recente importante foi a divulgação das primeiras sinergias operacionais pós-fusão, que prometem reduzir custos logísticos e administrativos.
8º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 37,24 ↑ 3,27%
Descrição: A Engie Brasil, um dos portos seguros do setor elétrico, subiu 3,27%, fechando a R$ 37,24. O ganho nominal foi de R$ 1,18 sobre o fechamento anterior de R$ 36,06. O ativo variou entre R$ 35,72 e R$ 37,37 durante o dia, sendo que o fechamento foi muito próximo da máxima anual de 52 semanas, que é de R$ 37,37. Foram negociadas 3.585.000 ações, totalizando R$ 133.505.400,00. A mínima do período de um ano é de R$ 26,58. O setor elétrico costuma atrair investidores em busca de dividendos e segurança, e a performance de hoje reafirma a Engie como uma das preferidas do mercado institucional pela sua consistência operacional.
A Engie Brasil é a maior produtora privada de energia elétrica do país, com forte atuação em geração renovável e transmissão. Recentemente, a companhia anunciou o avanço nas obras de seus novos complexos eólicos e solares, reforçando sua estratégia de descarbonização total do portfólio.
9º – YDUQS Participações S.A. (YDUQ3) | R$ 11,75 ↑ 2,09%
Descrição: A YDUQS encerrou o dia com valorização de 2,09%, sendo cotada a R$ 11,75. O papel teve um acréscimo de R$ 0,24 em relação ao fechamento de ontem, que foi de R$ 11,51. Durante a sessão, as ações oscilaram entre a mínima de R$ 11,38 e a máxima de R$ 11,98. O volume de ações foi de 3.462.900, movimentando R$ 40.689.075,00. No acumulado de 52 semanas, a ação teve seu pico em R$ 16,99 e sua mínima em R$ 9,47. O setor educacional tem sido impactado pelas discussões governamentais sobre o FIES e programas de incentivo ao ensino superior, e a leve alta de hoje pode ser interpretada como um posicionamento defensivo no setor.
A YDUQS é um dos maiores grupos educacionais do Brasil, proprietária de instituições como Estácio e Ibmec. Uma notícia recente relevante foi o foco da companhia na expansão dos cursos de Medicina, que possuem margens mais altas e menor dependência de programas de financiamento público.
10º – VALE S.A. (VALE3) | R$ 87,36 ↑ 2,07%
Descrição: A Vale, peso-pesado do Ibovespa, fechou com alta de 2,07%, atingindo R$ 87,36, exatamente o valor máximo do dia. A variação nominal foi de R$ 1,77 comparado ao fechamento anterior de R$ 85,59. A mínima registrada foi de R$ 84,92. Sendo uma das ações mais líquidas do mercado, movimentou impressionantes R$ 2.152.393.152,00 com 24.638.200 ações negociadas. O papel está operando em patamares elevados, próximo da máxima de 52 semanas de R$ 91,62 e muito acima da mínima de R$ 45,64. A movimentação da mineradora é fortemente influenciada pelo preço do minério de ferro na China e pelo sentimento global em relação a commodities industriais.
A Vale S.A. é uma das maiores mineradoras do mundo, líder na produção de minério de ferro e níquel. A última notícia de grande impacto para a empresa foi o anúncio de um acordo definitivo relacionado à reparação do desastre de Mariana, o que remove uma importante incerteza jurídica que pesava sobre os ativos da companhia.
As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | RECV3 | R$ 13,85 | -0,03% |
| 2 | TIMS3 | R$ 27,18 | -0,03% |
| 3 | VIVT3 | R$ 41,85 | -0,03% |
| 4 | USIM5 | R$ 7,03 | -0,02% |
| 5 | BRAV3 | R$ 21,25 | -0,02% |
| 6 | GOAU4 | R$ 9,30 | -0,02% |
| 7 | COGN3 | R$ 3,13 | -0,02% |
| 8 | WEGE3 | R$ 52,04 | -0,02% |
| 9 | VIVA3 | R$ 26,85 | -0,02% |
| 10 | HAPV3 | R$ 13,07 | -0,01% |
1º – PetroRecôncavo S.A. (RECV3) | R$ 13,85 ↓ 3,15%
Descrição: O ativo RECV3 apresentou a maior desvalorização do dia entre os selecionados, encerrando a sessão cotado a R$ 13,85. Durante o pregão, a ação oscilou entre a mínima de R$ 13,83 e a máxima de R$ 14,64, demonstrando uma pressão vendedora acentuada, já que fechou muito próximo de seu valor mais baixo do dia. O recuo nominal foi de R$ 0,45 em relação ao fechamento anterior de R$ 14,30. O volume de ações movimentadas foi de 3.813.100 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 52.811.435,00. É importante notar que o preço atual está significativamente acima da mínima das últimas 52 semanas (R$ 9,43), mas próximo da máxima do mesmo período (R$ 14,64), sugerindo que o papel vinha testando resistências importantes antes desta correção.
A PetroRecôncavo é uma operadora independente de petróleo e gás, com foco na revitalização de campos maduros em bacias terrestres (onshore). Recentemente, a empresa reportou dados operacionais robustos, mas o mercado segue atento às oscilações do preço do barril de petróleo e possíveis revisões em suas reservas certificadas.
2º – TIM S.A. (TIMS3) | R$ 27,18 ↓ 2,79%
Descrição: A TIM encerrou o dia com uma retração de 2,79%, cotada a R$ 27,18. O movimento representou uma variação negativa de R$ 0,78 por ação frente ao fechamento anterior de R$ 27,96. O ativo teve uma liquidez considerável, com 13.937.500 ações trocando de mãos, totalizando um volume negociado expressivo de R$ 378.821.250,00. A volatilidade intradiária foi marcada por uma mínima de R$ 27,10 e máxima de R$ 28,00. Analisando o histórico de um ano, o papel encontra-se em um patamar elevado, considerando a mínima de 52 semanas de R$ 16,11 e a máxima de R$ 28,57. O fechamento atual reflete um ajuste após o papel flertar com seus níveis recordes anuais.
A TIM S.A. é uma das gigantes das telecomunicações no Brasil, sendo líder na cobertura 4G e 5G. Uma notícia relevante recente envolve o foco estratégico da companhia na expansão da infraestrutura de rede e a manutenção de uma política atrativa de distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP).
3º – TELEFÔNICA BRASIL S.A. (VIVT3) | R$ 41,85 ↓ 2,54%
Descrição: As ações da Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, registraram queda de 2,54%, fechando a R$ 41,85. A variação negativa foi de R$ 1,09 em relação ao preço anterior de R$ 42,94. O volume financeiro movimentado atingiu R$ 291.899.565,00, com 6.974.900 ações negociadas. Durante o dia, a ação tocou a máxima de R$ 43,12 e a mínima de R$ 41,52. O desempenho de longo prazo mostra uma valorização consistente, visto que a mínima de 52 semanas foi de R$ 24,35, enquanto a máxima foi de R$ 43,40. O fechamento de hoje indica um movimento de realização de lucros, dado que o papel operava próximo ao seu teto histórico recente.
A Telefônica Brasil é a maior operadora de telecomunicações do país. Recentemente, a empresa obteve autorização da Anatel para a conversão de sua concessão de telefonia fixa para o regime de autorização, o que deve liberar recursos para investimentos em fibra ótica e redução de custos regulatórios.
4º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 7,03 ↓ 2,50%
Descrição: A Usiminas apresentou baixa de 2,50% nesta sessão, encerrando cotada a R$ 7,03. O recuo nominal foi de R$ 0,18 comparado ao fechamento anterior de R$ 7,21. O ativo registrou um volume expressivo de negociações, com 17.914.000 ações movimentadas, totalizando R$ 125.935.420,00 financeiros. A variação entre a mínima (R$ 6,96) e a máxima (R$ 7,22) do dia mostra que o papel testou o suporte psicológico dos sete reais. No acumulado de 52 semanas, a ação transitou entre R$ 3,90 e R$ 7,78. O fechamento atual indica que o setor de siderurgia enfrentou ventos contrários no pregão, possivelmente ligados ao cenário de preços de commodities e demanda industrial.
A Usiminas é líder no mercado brasileiro de aços planos, com forte atuação nos setores automotivo e de construção civil. Uma das notícias mais acompanhadas pelos investidores é a recente reforma e retomada da operação do Alto-Forno 3 em Ipatinga, visando maior eficiência operacional.
5º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 21,25 ↓ 2,39%
Descrição: O ativo BRAV3 encerrou o dia a R$ 21,25, o que representa uma queda de 2,39%. A desvalorização nominal foi de R$ 0,52 em relação ao fechamento de R$ 21,77. O volume de negócios foi de 15.513.200 ações, resultando em um giro financeiro de R$ 329.655.500,00. Durante o pregão, o papel atingiu a máxima de R$ 22,28, que coincide com a máxima de 52 semanas, e a mínima de R$ 21,07. O fato de o papel ter atingido sua máxima histórica no ano e depois recuar sugere uma forte volatilidade e pressão de venda no topo. A mínima de 52 semanas está registrada em R$ 13,29.
A Brava Energia (fruto da fusão entre 3R Petroleum e Enauta) é uma das maiores produtoras independentes de óleo e gás do Brasil. A notícia mais impactante para a companhia foi a recente conclusão do processo de integração de ativos, visando ganhos de escala e sinergias operacionais nos campos de atuação.
6º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,30 ↓ 2,21%
Descrição: As ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau fecharam em queda de 2,21%, cotadas a R$ 9,30. O recuo de R$ 0,21 em relação ao fechamento de R$ 9,51 ocorreu em um dia de baixo apetite por risco no setor metalúrgico. O volume negociado foi de 8.782.800 ações, somando R$ 81.680.040,00 em volume financeiro. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 9,28 e a máxima de R$ 9,49. Ao observar o intervalo anual, a ação se mantém distante de sua mínima de R$ 5,82, mas abaixo da máxima de R$ 10,62, indicando uma consolidação de preços em patamares intermediários.
A Metalúrgica Gerdau é a holding que controla a Gerdau S.A., principal produtora de aços longos das Américas. Recentemente, a empresa anunciou a continuidade de seus planos de investimentos em modernização tecnológica e destacou-se pela resiliência operacional frente aos desafios do mercado de aço global.
7º – COGNA EDUCAÇÃO S.A. (COGN3) | R$ 3,13 ↓ 2,19%
Descrição: A Cogna Educação registrou uma retração de 2,19%, com o papel encerrando a R$ 3,13. A variação negativa foi de R$ 0,07 frente ao fechamento anterior de R$ 3,20. Notadamente, a Cogna teve o maior volume de ações negociadas nesta lista, com 27.838.000 papéis trocando de mãos, totalizando R$ 87.132.940,00. A volatilidade do dia foi contida, entre a mínima de R$ 3,11 e a máxima de R$ 3,20. No histórico de 52 semanas, o ativo variou entre R$ 1,83 e R$ 4,75. O volume de negociação sugere que, apesar da queda, o papel continua sendo um dos preferidos para especulação e liquidez no setor educacional.
A Cogna é a maior organização educacional do Brasil, atuando desde o ensino básico até o superior. Uma notícia relevante para o grupo é o foco estratégico na plataforma Kroton Med e o crescimento das receitas provenientes do ensino digital (EAD).
8º – WEG S.A. (WEGE3) | R$ 52,04 ↓ 1,59%
Descrição: A WEG encerrou a sessão com queda de 1,59%, cotada a R$ 52,04. O recuo nominal foi de R$ 0,84 em relação ao fechamento de R$ 52,88. O volume negociado foi de 5.525.300 ações, gerando R$ 287.536.612,00. É interessante observar que a mínima do dia (R$ 52,04) coincidiu com o preço de fechamento, indicando que não houve força compradora no final do pregão. A máxima do dia foi de R$ 52,88. O papel segue negociado próximo de sua máxima anual (R$ 54,41) e bem acima da mínima de 52 semanas (R$ 33,85), reforçando seu perfil de ativo resiliente e de alta qualidade.
A WEG é uma multinacional brasileira produtora de equipamentos eletroeletrônicos e energia. A notícia mais recente de destaque foi o anúncio de investimentos vultosos na expansão de sua capacidade de produção de motores elétricos na Europa e no Brasil, reforçando sua liderança global em eficiência energética.
9º – Vivara Participações S.A. (VIVA3) | R$ 26,85 ↓ 1,50%
Descrição: As ações da Vivara fecharam em queda de 1,50%, a R$ 26,85. O ajuste foi de R$ 0,41 em relação aos R$ 27,26 do dia anterior. O volume financeiro foi de R$ 53.614.080,00, com 1.996.800 ações negociadas. O ativo teve uma máxima de R$ 27,51 e fechou em sua mínima diária de R$ 26,85. O histórico anual mostra uma oscilação entre a mínima de R$ 18,12 e a máxima de R$ 35,89. O preço atual reflete uma estabilização após períodos de maior volatilidade causados por incertezas na gestão executiva no início do ano.
A Vivara é a maior rede de joalherias do Brasil. Uma das notícias recentes que movimentou o mercado foi a reafirmação de seus planos de expansão das lojas “Life”, voltadas para um público mais jovem, e a manutenção de sua margem operacional elevada mesmo em cenários de juros altos.
10º – Hapvida Participações e Investimentos S/A (HAPV3) | R$ 13,07 ↓ 1,36%
Descrição: Fechando o ranking, a Hapvida registrou a menor queda proporcional da lista, recuando 1,36% para encerrar a R$ 13,07. A variação negativa foi de R$ 0,18 em comparação ao fechamento de R$ 13,25. O volume de ações foi de 9.323.100, totalizando R$ 121.852.917,00 negociados. O papel oscilou entre a mínima de R$ 13,00 e a máxima de R$ 13,49. Na perspectiva anual, o ativo apresenta um comportamento de recuperação, estando muito distante da mínima de 52 semanas (R$ 7,00), embora a máxima de R$ 44,85 no longo prazo mostre que ainda há um longo caminho para recuperar patamares históricos de anos anteriores.
A Hapvida NotreDame Intermédica é a maior operadora de saúde suplementar do Brasil. A notícia recente de maior relevância envolve o processo contínuo de integração com a NotreDame Intermédica, focando na otimização da sinistralidade e na melhoria da eficiência de custos em sua rede verticalizada.