Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | KCRE11 | R$ 9,24 | 0,044068 |
| 2 | VIUR11 | R$ 2,14 | 0,043902 |
| 3 | VGRI11 | R$ 6,65 | 0,039063 |
| 4 | RBRL11 | R$ 83,78 | 0,025585 |
| 5 | CLIN11 | R$ 93,00 | 0,023778 |
| 6 | URPR11 | R$ 34,34 | 0,018387 |
| 7 | BCIA11 | R$ 95,00 | 0,017784 |
| 8 | BROF11 | R$ 61,96 | 0,01774 |
| 9 | CCME11 | R$ 9,19 | 0,016593 |
| 10 | BRCO11 | R$ 116,68 | 0,016376 |
1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,24 ↑ 4,41%
Descrição: O fundo KCRE11 liderou o ranking de valorização no período analisado, alcançando o preço atual de R$ 9,24. Durante a sessão, o ativo demonstrou uma performance sólida com uma variação nominal positiva de R$ 0,39, o que representa uma alta percentual de 4,41% em relação ao fechamento anterior, que estava fixado em R$ 8,85. É importante destacar que a máxima e a mínima do dia convergiram para o valor de R$ 9,24, indicando uma pressão compradora constante que sustentou o preço no topo. O volume de negociações registrou 34.824 ações, resultando em um volume financeiro total de R$ 321.773,76. Embora não existam dados disponíveis para as métricas de 52 semanas nesta tabela, o desempenho intradia foi o mais expressivo do grupo. Este fundo é focado em certificados de recebíveis imobiliários e crédito estruturado. Recentemente, a Kinea anunciou a distribuição de rendimentos para o mês vigente, mantendo a atratividade para investidores que buscam dividendos recorrentes e exposição ao setor de crédito privado imobiliário.
2º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,14 ↑ 4,39%
Descrição: O ativo VIUR11 ocupou a segunda posição em termos de rentabilidade diária, encerrando o pregão cotado a R$ 2,14. O fundo apresentou uma variação de R$ 0,09, equivalente a uma alta de 4,39%. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 2,05 e a máxima de R$ 2,14, demonstrando uma recuperação robusta frente ao fechamento anterior de R$ 2,05. O volume de ações movimentadas foi bastante expressivo, totalizando 283.853 títulos, o que gerou um volume negociado de R$ 607.445,42. Observando o histórico de 52 semanas, o fundo ainda opera longe de sua máxima de R$ 5,91, estando mais próximo da mínima de R$ 1,91. O Vinci Imóveis Urbanos é um fundo que investe em imóveis de renda urbana, como varejo e serviços. A última notícia relevante sobre a gestão envolve a estratégia de reciclagem de portfólio para otimizar o fluxo de caixa e melhorar a distribuição de proventos aos cotistas em meio ao cenário de juros.
3º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,65 ↑ 3,91%
Descrição: O VGRI11 apresentou um desempenho notável com uma valorização de 3,91%, fechando o dia a R$ 6,65. O incremento nominal foi de R$ 0,25 por cota. O ativo iniciou o dia superando o fechamento anterior de R$ 6,40, variando entre a mínima de R$ 6,39 e a máxima de R$ 6,80. Com 217.838 ações negociadas, o fundo movimentou um montante financeiro de R$ 1.448.622,70, um dos maiores volumes da lista, o que indica alta liquidez e interesse dos investidores. No acumulado de 52 semanas, o valor atual de R$ 6,65 posiciona-se em um patamar intermediário entre a mínima de R$ 6,34 e a máxima de R$ 8,48. Este fundo é gerido pela Valora Investimentos e foca em ativos de crédito imobiliário e cotas de outros FIIs. Em notícias recentes, a Valora destacou a resiliência de seu portfólio de CRIs diante da inflação, mantendo pagamentos de dividendos estáveis acima da média do mercado para o perfil de risco proposto.
4º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 83,78 ↑ 2,56%
Descrição: O fundo focado em logística RBRL11 fechou a sessão cotado a R$ 83,78, registrando uma alta de 2,56% ou R$ 2,09 em termos nominais. O ativo teve uma variação diária entre a mínima de R$ 81,69 (que foi exatamente o valor do fechamento anterior) e a máxima de R$ 83,89. O volume de negociações foi de 10.678 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 894.602,84. Ao analisar o intervalo de 52 semanas, percebe-se que o fundo está sendo negociado em um nível saudável, distante da mínima de R$ 64,08 e aproximando-se da máxima de R$ 92,67. O RBRL11 investe em galpões logísticos de alto padrão (Classe A) localizados em regiões estratégicas. Recentemente, a RBR Asset comunicou ao mercado a renovação de contratos de locação importantes em seu ativo em Extrema-MG, garantindo a manutenção da taxa de ocupação em níveis elevados e a previsibilidade de receita para o fundo.
5º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 93,00 ↑ 2,38%
Descrição: O CLIN11 encerrou o dia com uma valorização de 2,38%, atingindo o patamar de R$ 93,00. O ganho por cota foi de R$ 2,16 em relação ao fechamento anterior de R$ 90,84. Durante a sessão, o ativo não apresentou volatilidade intradia, com a mínima e a máxima permanecendo fixas em R$ 93,00, sugerindo uma execução de ordens concentrada neste valor. O volume de ações foi de 4.975, gerando um movimento financeiro de R$ 462.675,00. Não há dados registrados na tabela para as extremidades de 52 semanas. O fundo da Clave Capital é direcionado para investimentos em títulos de dívida imobiliária atrelados a índices de preços, como o IPCA. A última notícia do fundo refere-se ao encerramento de sua mais recente emissão de cotas, que visou captar recursos para a aquisição de novos ativos de crédito visando expandir a diversificação geográfica e por devedor de sua carteira de recebíveis.
6º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 34,34 ↑ 1,84%
Descrição: O fundo URPR11, conhecido por sua estratégia de High Yield, fechou o dia a R$ 34,34, o que representa uma elevação de 1,84% (R$ 0,62). O ativo oscilou entre a mínima de R$ 33,63 e a máxima de R$ 34,34 ao longo do pregão, superando o fechamento prévio de R$ 33,72. O volume de transações alcançou 15.698 ações, totalizando R$ 539.069,32 negociados no dia. Em relação ao histórico anual, o valor atual encontra-se em uma zona intermediária, considerando a mínima de R$ 29,82 e a máxima de R$ 50,15. O Urca Prime Renda foca em operações de crédito imobiliário estruturado, muitas vezes com taxas de retorno mais agressivas. Notícias recentes indicam que a gestão tem trabalhado intensamente na monitoração de garantias de seu portfólio para assegurar a continuidade do fluxo de dividendos, que historicamente coloca o fundo entre os maiores pagadores do segmento.
7º – BRADESCO CARTEIRA IMOB ATIVA FII OF (BCIA11) | R$ 95,00 ↑ 1,78%
Descrição: O BCIA11 registrou uma valorização de 1,78% no último pregão, encerrando cotado a R$ 95,00. O aumento nominal foi de R$ 1,66 por cota. Durante o dia, o ativo teve uma oscilação entre R$ 93,13 e R$ 95,00, partindo de um fechamento anterior de R$ 93,34. Com um volume de 3.919 ações, o movimento financeiro totalizou R$ 372.305,00. O desempenho de 52 semanas mostra que o fundo está muito próximo de seu topo histórico de R$ 97,16, bem acima da mínima de R$ 73,00, refletindo uma forte recuperação e confiança do mercado. Este é um fundo de fundos (FoF) gerido pela BRAM (Bradesco Asset Management), que busca rentabilidade através de uma carteira diversificada de outros FIIs. A última atualização da gestora reforçou a estratégia de alocação tática em fundos de tijolo, aproveitando o momento de compressão de taxas para captar ganho de capital nas cotas de mercado.
8º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 61,96 ↑ 1,77%
Descrição: O fundo de escritórios BROF11 fechou o dia negociado a R$ 61,96, uma alta de 1,77% ou R$ 1,08. A cotação variou pouco durante o dia, com mínima de R$ 60,93 e máxima de R$ 61,97, partindo de um fechamento de R$ 60,88. O volume de ações foi reduzido, com 2.731 papéis trocando de mãos, somando um volume financeiro de R$ 169.212,76. No panorama de um ano, o fundo está operando próximo à sua máxima de R$ 63,35 e significativamente acima da mínima de R$ 42,29. O BROF11 é focado no segmento de lajes corporativas de alto padrão. Recentemente, a Brookfield, gestora do fundo, informou ao mercado sobre o andamento das negociações para redução da vacância em seus ativos em São Paulo e no Rio de Janeiro, buscando melhorar a receita operacional líquida e, consequentemente, a distribuição mensal aos seus investidores.
9º – CANUMA CAPITAL MULT FDO INV IMOB (CCME11) | R$ 9,19 ↑ 1,66%
Descrição: O CCME11 encerrou a sessão com uma cotação de R$ 9,19, apresentando uma variação positiva de 1,66% (R$ 0,15). O ativo flutuou entre a mínima de R$ 9,04 e a máxima de R$ 9,19, superando o fechamento anterior que também foi de R$ 9,04. O volume negociado foi de 23.206 ações, resultando em um montante financeiro de R$ 213.263,14. O valor atual de R$ 9,19 está próximo da máxima de 52 semanas, que é de R$ 9,47, e bem acima da mínima de R$ 7,76 registrada no período. Este fundo atua de forma multiestratégia, podendo investir tanto em ativos de renda fixa imobiliária quanto em tijolo. A última notícia de destaque do Canuma Capital refere-se à estratégia de diversificação de indexadores em sua carteira de recebíveis, visando proteger o capital dos cotistas contra a volatilidade extrema dos índices de inflação e manter um rendimento real constante.
10º – BRESCO LOGISTICA – FDO INV IMOB (BRCO11) | R$ 116,68 ↑ 1,64%
Descrição: Ocupando a décima posição, o gigante da logística BRCO11 fechou a R$ 116,68, com uma alta de 1,64% ou R$ 1,88 nominais. O ativo variou entre R$ 114,61 e R$ 116,68 durante o pregão, após fechar o dia anterior a R$ 114,80. Este fundo registrou o maior volume financeiro da lista, com impressionantes R$ 8.126.528,64 movimentados através de 69.648 ações. No histórico de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, variando entre a mínima de R$ 94,63 e a máxima de R$ 122,55. O Bresco Logística é um dos fundos mais renomados do setor, detendo propriedades alugadas para grandes empresas como Amazon e Magazine Luiza. A última notícia relevante sobre o BRCO11 envolve a conclusão da venda de um de seus ativos com lucro imobiliário expressivo, o que resultará em uma distribuição extraordinária de dividendos para os cotistas no próximo fechamento mensal, conforme comunicado pela administradora.
Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram
| Rank | Código | Preço atual | Variação (%) |
|---|---|---|---|
| 1 | GZIT11 | R$ 44,59 | -0,015673 |
| 2 | RBRX11 | R$ 8,61 | -0,011481 |
| 3 | CACR11 | R$ 80,38 | -0,007409 |
| 4 | HTMX11 | R$ 136,85 | -0,006173 |
| 5 | KFOF11 | R$ 83,99 | -0,0058 |
| 6 | TGAR11 | R$ 70,53 | -0,00578 |
| 7 | SNEL11 | R$ 8,51 | -0,004678 |
| 8 | ITRI11 | R$ 86,94 | -0,004124 |
| 9 | RBRY11 | R$ 93,65 | -0,003193 |
| 10 | PORD11 | R$ 8,48 | -0,002353 |
1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,59 ↓1,57%
Descrição: O Gazit Malls FII encerrou a sessão cotado a R$ 44,59, registrando uma queda de 1,57% em relação ao fechamento anterior de R$ 45,30. Durante o dia, o ativo apresentou uma oscilação nula entre sua mínima e máxima, ambas fixadas em R$ 44,59, indicando uma pressão vendedora constante que impediu a recuperação intradiária. O volume de ações movimentadas foi de 9.463 unidades, totalizando um volume financeiro negociado de R$ 421.955,17. A variação nominal negativa foi de R$ 0,71 por cota. É importante destacar que, para este ativo, os dados de mínima e máxima das últimas 52 semanas não estavam disponíveis na base consultada, o que sugere cautela na análise de tendência de longo prazo. O fundo, classificado na primeira posição deste ranking de variação negativa, demonstrou uma liquidez moderada para o perfil do papel, mas suficiente para refletir o ajuste de preço do mercado imobiliário no setor de shoppings.
O GZIT11 é um Fundo de Investimento Imobiliário focado no segmento de shopping centers, gerido pela Gazit Brasil, subsidiária da multinacional Gazit-Globe. A empresa foca na aquisição e gestão de ativos de alta qualidade em áreas densamente povoadas. Recentemente, a Gazit Brasil anunciou a conclusão da venda de sua participação majoritária no Shopping Cidade Jardim para a JHSF, focando agora na reciclagem de seu portfólio e otimização de ativos remanescentes como o Morumbi Town e o Mais Shopping.
2º – RBR PLUS MULTIESTRATEGIA REAL ESTATE FII (RBRX11) | R$ 8,61 ↓1,15%
Descrição: O fundo RBRX11 fechou o dia negociado a R$ 8,61, o que representa uma retração de 1,15% sobre o valor de fechamento anterior de R$ 8,71. O impacto financeiro direto foi uma desvalorização de R$ 0,10 por cota. O comportamento do ativo ao longo do pregão foi de baixa volatilidade, com a mínima atingindo R$ 8,61 e a máxima não superando os R$ 8,62. O volume de negociação foi expressivo, com 281.621 cotas trocando de mãos, gerando um giro financeiro de R$ 2.424.756,81. Este volume robusto indica que o mercado absorveu a queda de forma líquida, sem grandes saltos de preço. No contexto das 52 semanas, os dados históricos de teto e piso de preços não foram registrados, dificultando a análise de sobrecompra ou sobrevenda. A queda de hoje coloca o fundo em destaque negativo, refletindo possíveis ajustes na percepção de risco de crédito ou rendimentos da carteira multiestratégia.
Este FII é gerido pela RBR Asset Management e possui uma tese de investimento flexível, podendo atuar tanto em crédito imobiliário quanto em participações diretas em ativos físicos. A estratégia busca alfa através de diferentes ciclos do mercado imobiliário. Em notícias recentes, a RBR Asset destacou em seu último relatório gerencial que está aumentando a exposição em CRIs indexados ao IPCA para proteger a carteira contra a volatilidade da inflação e manter o carrego de dividendos em patamares competitivos.
3º – SUPERNOVA FII – RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 80,38 ↓0,74%
Descrição: O ativo CACR11 finalizou o pregão a R$ 80,38, registrando uma variação negativa de 0,74%. A queda nominal foi de R$ 0,60 comparada ao fechamento anterior de R$ 80,98. Durante a sessão, o papel demonstrou volatilidade, oscilando entre a mínima de R$ 80,23 e a máxima de R$ 81,06. Foram negociadas 17.276 ações, resultando em um volume financeiro de R$ 1.388.644,88. Analisando o histórico de um ano, o fundo está posicionado em uma faixa intermediária, distante de sua mínima de 52 semanas (R$ 56,60) e abaixo de sua máxima (R$ 88,58). O desempenho diário reflete um ajuste pontual, visto que o volume negociado permanece saudável para um fundo de recebíveis. A manutenção do preço acima dos R$ 80,00 é um ponto psicológico importante para o mercado, considerando a trajetória de recuperação que o fundo apresentou desde sua mínima histórica recente de R$ 56,60, consolidando-se como um ativo de crédito imobiliário relevante.
O Supernova FII é um fundo de papel focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O foco da gestão é a originação de operações exclusivas com garantias robustas. A última notícia relevante do fundo envolve a distribuição de dividendos mensais estáveis, que têm atraído investidores de renda recorrente, e a gestão informou recentemente que não possui inadimplência em sua carteira de ativos atual, reforçando a segurança para os cotistas.
4º – FDO INV IMOB FII HOTEL MAXINVEST CF (HTMX11) | R$ 136,85 ↓0,62%
Descrição: O HTMX11 encerrou o dia com sua cotação em R$ 136,85, o que configura uma desvalorização de 0,62% (R$ 0,85 em valores absolutos) perante o fechamento de R$ 137,70. O fundo operou em uma banda estreita, com mínima de R$ 136,85 e máxima de R$ 137,90. O volume de negociação foi relativamente baixo, com apenas 2.298 cotas movimentadas, gerando um volume financeiro de R$ 314.481,30. Observando a janela de 52 semanas, o ativo demonstra resiliência, operando muito mais próximo de sua máxima histórica (R$ 146,90) do que de sua mínima (R$ 121,52). Essa proximidade com o topo anual sugere que a queda de hoje pode ser interpretada como uma realização de lucros natural por parte dos investidores, especialmente após períodos de alta no setor de hospitalidade. O baixo volume financeiro diário reforça que não houve um movimento de pânico, mas sim uma escassez de compradores no preço de fechamento anterior.
O fundo Maxinvest é focado no setor hoteleiro, especificamente em “condo-hotéis” na cidade de São Paulo. É um dos principais veículos de investimento para exposição direta ao setor de turismo de negócios. Recentemente, a notícia de que a ocupação hoteleira em São Paulo atingiu níveis pré-pandemia impulsionou o otimismo sobre o HTMX11, resultando em distribuições de rendimentos que superaram as expectativas médias do mercado de FIIs de tijolo.
5º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 83,99 ↓0,58%
Descrição: O KFOF11 fechou a sessão cotado a R$ 83,99, representando uma baixa de 0,58% em relação ao fechamento de R$ 84,48. A variação negativa foi de R$ 0,49. O ativo teve uma movimentação de 11.416 cotas, totalizando um volume de R$ 958.829,84. Durante o dia, a cotação flutuou entre R$ 83,35 e R$ 84,82. Ao analisarmos o desempenho de 52 semanas, percebe-se que o fundo está operando próximo ao seu limite superior (máxima de R$ 85,24), estando significativamente acima da mínima de R$ 68,46 registrada no período. Este cenário indica que, apesar da leve queda diária, o sentimento geral em relação ao fundo permanece otimista, com o preço consolidado em patamares elevados. A queda de hoje parece ser um ajuste técnico técnico dentro de uma tendência de alta ou estabilidade no topo. O volume financeiro de quase um milhão de reais demonstra que há liquidez constante para os investidores que desejam entrar ou sair da posição.
O KFOF11 é um “Fundo de Fundos” (FoF) gerido pela Kinea Investimentos, uma das maiores gestoras do país vinculada ao Itaú. O objetivo do fundo é investir em cotas de outros FIIs para gerar diversificação imediata. A última notícia relevante do fundo destaca que a gestão está realizando uma rotação estratégica de portfólio, diminuindo exposição em fundos de “papel” e aumentando em fundos de “tijolo” para aproveitar a valorização dos ativos físicos com a expectativa de queda futura dos juros.
6º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 70,53 ↓0,58%
Descrição: O TGAR11 finalizou o dia com valor de R$ 70,53, o que equivale a uma queda de 0,58%, idêntica à variação percentual do ativo anterior nesta lista. A desvalorização nominal foi de R$ 0,41 sobre o fechamento de R$ 70,94. O ativo registrou um volume de ações considerável de 57.559 unidades, movimentando R$ 4.059.636,27, o que o torna um dos mais líquidos deste relatório. A oscilação diária ficou entre R$ 70,53 e R$ 71,40. No período de 52 semanas, a mínima registrada foi de R$ 69,45 e a máxima de R$ 91,86. Atualmente, o fundo negocia perto de suas mínimas anuais, o que pode atrair investidores em busca de oportunidades de desconto (value investing), mas também acende um alerta sobre a tendência de baixa no curto prazo. O alto volume financeiro negociado hoje sugere um embate forte entre compradores e vendedores no patamar dos 70 reais.
O TG Ativo Real é um fundo de desenvolvimento imobiliário e renda, gerido pela TG Core Asset. Ele investe principalmente em empreendimentos residenciais e loteamentos em diversas regiões do Brasil. Recentemente, a TG Core divulgou a aquisição de novos ativos de desenvolvimento em estados do Centro-Oeste, visando expandir o landbank do fundo e garantir o fluxo de caixa para distribuições futuras, apesar da pressão deflacionária momentânea que afetou os rendimentos recentes.
7º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,51 ↓0,47%
Descrição: O SNEL11 encerrou o dia em R$ 8,51, registrando uma leve retração de 0,47%, ou R$ 0,04 em termos nominais, comparado ao fechamento anterior de R$ 8,55. O ativo demonstrou estabilidade durante o dia, com mínima de R$ 8,47 e máxima de R$ 8,51. O volume de negociação foi muito robusto, com 416.812 cotas negociadas e um montante financeiro de R$ 3.547.070,12. Esta alta liquidez é característica de fundos com base de cotistas pulverizada e foco em setores específicos, como energia. Assim como outros fundos novos listados, não há registros de mínima e máxima de 52 semanas no conjunto de dados, sugerindo uma listagem recente ou falta de dados históricos consolidados na plataforma. O fechamento na máxima do dia (mesmo sendo uma queda em relação ao dia anterior) indica que houve força compradora no final da sessão para segurar o preço no nível atual.
O SNEL11 é o fundo de energias limpas da Suno Asset. Ele foca no investimento em usinas fotovoltaicas (energia solar) para geração distribuída. É um produto inovador que traz a tese ESG para o mercado de FIIs. A última notícia do fundo refere-se à energização de novas usinas de seu portfólio em Minas Gerais, o que deve aumentar a capacidade de geração de receita e, consequentemente, impactar positivamente os próximos dividendos a serem distribuídos aos cotistas.
8º – ITAU TOTAL RETURN FDO INV IMOB CEF (ITRI11) | R$ 86,94 ↓0,41%
Descrição: O ITRI11 fechou o pregão cotado a R$ 86,94, uma variação negativa de 0,41% em relação aos R$ 87,30 do fechamento anterior. A queda nominal foi de R$ 0,36. O volume de negociação atingiu 13.877 cotas, resultando em R$ 1.206.466,38 negociados. O fundo apresentou uma amplitude de preço entre R$ 86,90 e R$ 88,47 durante a sessão. Analisando o intervalo de 52 semanas, o ativo mostra uma performance sólida, estando bem posicionado em relação à sua mínima de R$ 66,13 e muito próximo de sua máxima de R$ 89,00. Esse comportamento sinaliza que o fundo goza de boa confiança do mercado, e a queda de hoje pode ser vista apenas como um ruído diário ou ajuste de carteiras institucionais. O fato de ter batido a máxima de R$ 88,47 durante o dia mostra que houve fôlego comprador inicial que acabou não se sustentando até o fechamento.
O ITRI11 é um fundo de mandato total gerido pelo Itaú Asset Management. Ele tem a liberdade de investir em diversos tipos de ativos imobiliários, buscando o melhor retorno total (renda + valorização). Recentemente, o Itaú Asset reportou que o fundo aumentou sua posição em ativos de logística de alto padrão, aproveitando a resiliência do setor de e-commerce, o que contribuiu para a valorização da cota patrimonial observada nos últimos meses.
9º – FD INV IMOB RBR PVT CREDITO IMOB CEF (RBRY11) | R$ 93,65 ↓0,32%
Descrição: O fundo RBRY11 registrou um fechamento de R$ 93,65, o que representa uma queda de 0,32% ou R$ 0,30 nominais sobre o fechamento de R$ 93,95. Este ativo foi o destaque em volume financeiro da lista, movimentando R$ 7.860.044,50 através da negociação de 83.930 cotas. A oscilação do dia ficou entre a mínima de R$ 93,51 e a máxima de R$ 94,39. No histórico de 52 semanas, o fundo apresenta estabilidade, com mínima de R$ 78,99 e máxima de R$ 97,12. Operar na casa dos 93 reais coloca o fundo em um patamar de conforto histórico. A queda discreta, acompanhada de um volume financeiro tão elevado, demonstra uma liquidez excepcional e sugere que grandes players estão ativos no papel, possivelmente realizando ajustes de fim de mês ou rebalanceamento de índices onde o fundo possui participação relevante.
O RBRY11 é um fundo de crédito imobiliário (papel) da RBR Asset que foca em CRIs de crédito privado com garantias reais de alta qualidade. O fundo é conhecido por sua gestão ativa de risco de crédito. A notícia mais recente do RBRY11 destaca o sucesso de sua última emissão de cotas, que captou recursos destinados à aquisição de novos títulos de dívida imobiliária com taxas de retorno superiores ao CDI atual, visando manter o yield do fundo atrativo.
10º – POLO FDO INV IMOB RECEBIVEIS ETF (PORD11) | R$ 8,48 ↓0,24%
Descrição: O PORD11 finalizou o dia com a menor variação negativa deste ranking, recuando 0,24% para fechar em R$ 8,48. A variação nominal foi de apenas R$ 0,02 frente ao fechamento de R$ 8,50. Foram negociadas 48.094 cotas, gerando um volume de R$ 407.837,12. Durante a sessão, o preço oscilou minimamente entre R$ 8,45 e R$ 8,50. Observando os dados de 52 semanas, o fundo está sendo negociado próximo de sua máxima anual (R$ 8,51), mantendo-se bem acima da mínima de R$ 6,84. O fechamento em R$ 8,48, quase colado na máxima histórica de um ano, demonstra que o ativo está em um momento de forte consolidação de valor. O baixo percentual de queda e o volume controlado indicam um dia de baixa volatilidade e manutenção de posição por parte da maioria dos investidores, sem sinais de reversão da tendência de alta de longo prazo.
O PORD11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Polo Capital. Sua estratégia foca em uma carteira diversificada de CRIs com foco em retorno de médio e longo prazo. Recentemente, o fundo anunciou uma melhora na qualidade de seu portfólio após a liquidação antecipada de alguns ativos com maior risco percebido, substituindo-os por títulos de emissoras com melhor classificação de crédito (rating), o que foi bem recebido pelo mercado e reflete no preço atual da cota.