Ações com Maiores Altas e Baixas no IBOVESPA em 30/06/2026

As ações que mais Valorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 NATU3 R$ 8.73 0.051807
2 SMTO3 R$ 15.7 0.022801
3 EMBJ3 R$ 81.85 0.020828
4 EGIE3 R$ 34.83 0.019017
5 MBRF3 R$ 18.03 0.018644
6 AMOB3 R$ 12.61 0.015298
7 POMO4 R$ 5.99 0.015254
8 USIM5 R$ 8.45 0.014406
9 BRAV3 R$ 19.3 0.013123
10 IRBR3 R$ 55.1 0.012123

1º – Natura Cosméticos S.A. (NATU3) | R$ 8,73 ↑5,18%

Descrição: A ação NATU3 apresentou um desempenho de destaque no dia, fechando cotada a R$ 8,73, o que representa uma variação positiva expressiva de 5,18% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,30. O volume total negociado para o ativo superou R$ 124,8 milhões, com um volume de 14.298.600 ações movimentadas no período. Durante o pregão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 8,06 e a máxima de R$ 8,78, indicando uma pressão compradora consistente que sustentou a alta até o fim do dia. Considerando que a mínima em 52 semanas foi de R$ 7,13 e a máxima de R$ 11,30, a cotação atual mostra uma recuperação importante, posicionando o ativo de forma otimista frente ao seu histórico recente. A alta liquidez e a variação percentual robusta sugerem um interesse renovado dos investidores, possivelmente reagindo a novos fluxos de capital ou expectativas de otimização operacional dentro da companhia.

A Natura atua no setor de bens de consumo, especificamente no segmento de cosméticos, higiene e perfumaria, utilizando um modelo de venda direta e varejo. Recentemente, a empresa lançou uma startup de bioingredientes para conectar suas cadeias sustentáveis na Amazônia ao mercado global.

2º – São Martinho S.A. (SMTO3) | R$ 15,70 ↑2,28%

Descrição: A SMTO3 encerrou o pregão em terreno positivo, alcançando a marca de R$ 15,70, uma valorização de 2,28% sobre o fechamento de R$ 15,35. Com uma oscilação diária entre R$ 15,25 (mínima) e R$ 15,88 (máxima), o papel demonstrou estabilidade, sendo negociado um volume total de 1.739.400 ações. O volume financeiro transacionado somou R$ 27,3 milhões, evidenciando um interesse moderado, porém firme, por parte dos agentes de mercado. O histórico de 52 semanas mostra um piso em R$ 12,91 e um teto em R$ 21,70, indicando que a ação se encontra em um patamar intermediário, com espaço para valorização caso o cenário sucroenergético mantenha a trajetória de eficiência observada. O desempenho reflete uma postura de cautela e atenção às métricas produtivas.

A São Martinho é uma das maiores empresas do setor sucroenergético brasileiro, com foco na produção de açúcar, etanol e bioenergia. Recentemente, a companhia fechou um acordo tecnológico com a Solinftec para implementar inteligência artificial no manejo de 27 milhões de toneladas de cana.

3º – EMBRAER S.A. (EMBJ3) | R$ 81,85 ↑2,08%

Descrição: Em um movimento de valorização notável, as ações da Embraer finalizaram o dia a R$ 81,85, alta de 2,08% frente ao fechamento anterior de R$ 80,18. O volume de ações transacionadas foi de 4.428.500, gerando um volume financeiro expressivo de R$ 362,4 milhões, o que demonstra alta relevância do papel no radar dos investidores. A cotação variou entre a mínima de R$ 79,10 e a máxima de R$ 82,62. Com a mínima em 52 semanas em R$ 64,29 e a máxima em R$ 105,11, a ação demonstra uma tendência positiva, sustentada por um forte fluxo de ordens. O resultado reflete a confiança do mercado na capacidade da empresa de manter suas entregas e backlog em patamares elevados, consolidando seu papel como um dos ativos mais dinâmicos do setor industrial e aeroespacial brasileiro neste momento.

A Embraer é uma multinacional brasileira fabricante de jatos comerciais, executivos e de defesa. Recentemente, as ações subiram após o JP Morgan avaliar positivamente o impacto de um novo pedido feito pela Azorra, projetando um cenário sólido para a empresa.

4º – ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. (EGIE3) | R$ 34,83 ↑1,90%

Descrição: A EGIE3 apresentou um desempenho sólido com fechamento em R$ 34,83, uma variação de 1,90% positiva em comparação ao fechamento de R$ 34,18. A oscilação durante o dia foi contida, entre a mínima de R$ 33,77 e a máxima de R$ 34,88. O volume de ações movimentadas atingiu 2.953.800 unidades, totalizando R$ 102,8 milhões em volume financeiro. Comparando com seu histórico de 52 semanas (mínima de R$ 26,72 e máxima de R$ 38,81), a ação mostra um movimento de recuperação consistente, consolidando-se em uma faixa de preço que agrada a investidores que buscam estabilidade no setor elétrico. A demanda pelo papel se manteve ativa, refletindo a percepção de solidez da companhia em um cenário macroeconômico que valoriza ativos de infraestrutura com previsibilidade de receita e fluxo de caixa.

A Engie Brasil é uma empresa de energia focada em geração e comercialização de eletricidade, além de soluções energéticas integradas. Recentemente, a companhia anunciou a incorporação da Companhia Energética do Jari (CEJA) para simplificar sua estrutura administrativa.

5º – Marfrig Global Foods S.A. (MBRF3) | R$ 18,03 ↑1,86%

Descrição: O ativo MBRF3 encerrou o dia em alta de 1,86%, cotado a R$ 18,03, partindo do fechamento anterior de R$ 17,70. A variação intradiária foi marcada por um comportamento positivo, operando entre a mínima de R$ 17,19 e a máxima de R$ 18,03. Com um volume de 4.735.600 ações negociadas e um giro financeiro de R$ 85,3 milhões, a ação demonstrou solidez no fechamento do dia. O histórico do ativo aponta uma mínima de R$ 14,59 e uma máxima de R$ 26,83 nas últimas 52 semanas. Este fechamento reforça a tendência de recuperação do preço do ativo, indicando que o mercado está precificando positivamente a performance operacional da empresa, mantendo o papel em um patamar de atenção para investidores que acompanham a volatilidade do setor de proteínas e exportação.

A Marfrig é uma das maiores produtoras de carne bovina e produtos processados do mundo, com presença global. Recentemente, o setor de frigoríficos tem sido impactado por discussões sobre o acordo Mercosul e movimentações de concorrência global.

6º – Automob Participações S.A. (AMOB3) | R$ 12,61 ↑1,53%

Descrição: A ação AMOB3 finalizou o pregão a R$ 12,61, apresentando uma variação positiva de 1,53% em relação ao fechamento anterior de R$ 12,42. O dia foi de baixa liquidez, com um volume de apenas 7.100 ações movimentadas, resultando em um volume financeiro de R$ 89.531,00. A cotação oscilou entre R$ 12,30 (mínima) e R$ 12,61 (máxima). Considerando o intervalo de 52 semanas (mínima de R$ 10,40 e máxima de R$ 15,76), a ação se encontra em um patamar de estabilidade, embora o baixo volume negociado indique uma menor participação de investidores institucionais no curtíssimo prazo. Esse comportamento sugere que o ativo é menos volátil em dias de calmaria, exigindo cautela e análise de longo prazo por parte do investidor que considera a entrada neste papel específico no momento atual.

A Automob Participações é uma holding com atuação voltada ao setor automotivo, focada na gestão de concessionárias e serviços relacionados. A empresa possui um calendário de eventos que inclui a próxima divulgação de resultados do 2T26 em agosto.

7º – Marcopolo S.A. (POMO4) | R$ 5,99 ↑1,53%

Descrição: Com um fechamento a R$ 5,99, a POMO4 obteve uma valorização de 1,53% frente ao dia anterior, quando fechou a R$ 5,90. O volume negociado foi de 7.666.800 ações, totalizando R$ 45,9 milhões em movimentação financeira. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 5,83 e a máxima de R$ 6,01. O histórico do ativo em 52 semanas mostra que a cotação se situa entre o piso de R$ 5,39 e o teto de R$ 7,95. O desempenho atual reflete a manutenção do interesse comprador, embora o ativo opere em uma faixa de preço consolidada. O volume de transações indica que a ação mantém uma liquidez razoável, sendo um ponto de atenção para investidores que buscam exposição ao setor de transporte e bens de capital sob condições de mercado específicas.

A Marcopolo é uma fabricante brasileira de carrocerias de ônibus, com forte presença internacional. Em maio de 2026, a empresa divulgou um lucro líquido acima das projeções de mercado para o primeiro trimestre, atingindo R$ 264,6 milhões.

8º – Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S/A – USIMINAS (USIM5) | R$ 8,45 ↑1,44%

Descrição: A USIM5 fechou o pregão cotada a R$ 8,45, com uma variação positiva de 1,44% em relação ao fechamento anterior de R$ 8,33. O volume de ações transacionadas totalizou 9.681.100 unidades, movimentando R$ 81,8 milhões no mercado. A variação intradiária ocorreu entre a mínima de R$ 8,21 e a máxima de R$ 8,56. Analisando as últimas 52 semanas, a ação teve uma mínima de R$ 3,90 e uma máxima de R$ 12,18, o que coloca a cotação atual em uma faixa de recuperação após períodos de maior volatilidade. A alta liquidez e o volume de negociação demonstram que o papel continua sendo um ativo de referência para o setor siderúrgico, atraindo investidores que buscam aproveitar as flutuações de preços em linha com as expectativas de retomada da produção industrial.

A Usiminas é um dos maiores complexos siderúrgicos do Brasil, atuando em toda a cadeia do aço. Recentemente, a empresa reportou um lucro de R$ 896 milhões no 1T26, superando as expectativas do mercado.

9º – Brava Energia S.A. (BRAV3) | R$ 19,30 ↑1,31%

Descrição: As ações da Brava Energia encerraram o dia a R$ 19,30, registrando uma alta de 1,31% sobre o fechamento de R$ 19,05. O volume total de ações negociadas foi de 2.404.500, com um volume financeiro de R$ 46,4 milhões. A variação diária do preço ficou entre a mínima de R$ 18,75 e a máxima de R$ 19,30. Olhando para o histórico de 52 semanas, com mínima de R$ 13,21 e máxima de R$ 22,15, observa-se que o papel busca se consolidar em patamares superiores. O movimento de alta sugere um otimismo moderado por parte dos investidores frente aos fundamentos da companhia. A liquidez apresentada é condizente com a relevância do setor de energia e óleo, mantendo o ativo em uma posição de monitoramento constante pelos participantes do mercado.

A Brava Energia, resultante da fusão entre 3R e Enauta, é uma empresa de exploração e produção de petróleo e gás. Relatórios de junho de 2026 apontam que a empresa segue em processo de desalavancagem e aceleração de produção offshore.

10º – IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRBR3) | R$ 55,10 ↑1,21%

Descrição: Finalizando a lista, a IRBR3 fechou o pregão a R$ 55,10, uma valorização de 1,21% frente ao fechamento anterior de R$ 54,44. O volume transacionado foi de 428.800 ações, representando um volume financeiro de R$ 23,6 milhões. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 53,90 e a máxima de R$ 55,14, demonstrando um comportamento estável e sem grandes oscilações agressivas. O histórico de 52 semanas, que registra mínima de R$ 41,61 e máxima de R$ 65,13, mostra que a ação trabalha dentro de um range de preço que reflete o momento atual de recuperação da companhia. O investidor mantém atenção sobre o papel, observando a consistência dos resultados e a capacidade da empresa de manter o fluxo de pagamento aos acionistas em um mercado competitivo.

O IRB (Re) é uma das maiores resseguradoras do Brasil e atua internacionalmente. A empresa tem avançado em seu plano de turnaround e ampliação de atuação direta no mercado de seguros, tendo reportado crescimento no primeiro trimestre de 2026.


As ações que mais Desvalorizaram hoje no IBOVESPA foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RAIZ4 R$ 0.38 -0.05
2 BRKM5 R$ 6.36 -0.037821
3 LWSA3 R$ 3.97 -0.034063
4 ASAI3 R$ 8.74 -0.028889
5 CVCB3 R$ 1.36 -0.028571
6 AZZA3 R$ 17.88 -0.027203
7 VAMO3 R$ 2.81 -0.024306
8 GGBR4 R$ 20.78 -0.023955
9 GOAU4 R$ 9.21 -0.022293
10 RADL3 R$ 16.81 -0.020396

1º – Raízen S.A. (RAIZ4) | R$ 0,38 ↓5,00%

Descrição: A ação RAIZ4 apresentou um desempenho de mercado desafiador no período analisado, fechando o dia cotada a R$ 0,38, o que representa uma variação negativa expressiva de 5,00% em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 0,40. A oscilação diária mostrou um comportamento de baixa volatilidade, com a mínima atingindo R$ 0,38 e a máxima alcançando R$ 0,41. O volume de ativos negociados foi de 8.165.200, resultando em um volume financeiro total de R$ 3.102.776,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observamos que o papel trabalha próximo à sua mínima do período, que foi de R$ 0,33, enquanto a máxima histórica recente se situa em R$ 1,72. Este cenário reflete uma pressão vendedora acentuada sobre o ativo, exigindo cautela por parte dos investidores que buscam pontos de entrada ou manutenção de posição, dado que a tendência de curto prazo aponta para uma desvalorização contínua frente aos patamares de suporte observados no ano.

A Raízen S.A. é uma empresa integrada do setor de energia, atuando na produção de açúcar e etanol, além de distribuição de combustíveis. Recentemente, a companhia tem focado na expansão de suas fontes renováveis e na logística de biogás.

2º – BRASKEM S.A. (BRKM5) | R$ 6,36 ↓3,78%

Descrição: O ativo BRKM5 encerrou o pregão posicionado em R$ 6,36, registrando uma queda de 3,78% frente ao valor de fechamento anterior de R$ 6,61. Durante a sessão, o papel demonstrou um intervalo de negociação entre a mínima de R$ 5,83 e a máxima de R$ 6,50. O volume de ações movimentadas atingiu 14.276.800, gerando um volume financeiro total de R$ 90.800.448,00. Quando comparamos este desempenho com as métricas de 52 semanas, notamos que o preço atual está exatamente na mínima do período (R$ 5,83), enquanto a máxima atingiu R$ 13,78. Este indicador de preço atingindo a mínima anual é um sinal técnico importante que merece atenção, pois sugere uma exaustão do movimento vendedor ou, alternativamente, o início de um novo patamar de suporte a ser testado pelos investidores no curto e médio prazo. A alta liquidez financeira confirma o interesse do mercado, porém a performance negativa destaca a necessidade de monitoramento dos fundamentos da empresa.

A Braskem S.A. é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, sendo líder mundial na produção de biopolímeros. A empresa tem buscado avançar em pautas relacionadas à economia circular e reciclagem química.

3º – LWSA S/A (LWSA3) | R$ 3,97 ↓3,41%

Descrição: A LWSA3 fechou o pregão em R$ 3,97, apresentando uma variação negativa de 3,41% comparada ao preço de fechamento anterior de R$ 4,11. O ativo operou em uma faixa estreita de preço durante o dia, registrando mínima de R$ 3,88 e máxima de R$ 4,09. O volume total de ações negociadas foi de 3.855.500, totalizando um montante financeiro de R$ 15.306.335,00. Ao analisar o comportamento do papel no horizonte de 52 semanas, observamos que o preço atual se mantém afastado da mínima de R$ 3,28 e consideravelmente distante da máxima do mesmo período, que foi de R$ 4,80. Este comportamento reflete um momento de correção dentro da tendência anual. O investidor deve considerar que o volume moderado de negociação indica uma estabilização após picos de volatilidade, sendo prudente observar se o suporte de R$ 3,88 será mantido nas próximas sessões para evitar quedas adicionais significativas no valor de mercado da companhia.

A LWSA (antiga Locaweb) é um ecossistema de soluções digitais voltado para a digitalização de pequenas e médias empresas, oferecendo serviços de e-commerce e infraestrutura tecnológica. A empresa tem investido constantemente na aquisição de ferramentas para escalar seu portfólio de serviços SaaS.

4º – Sendas Distribuidora S.A. (ASAI3) | R$ 8,74 ↓2,89%

Descrição: O ativo ASAI3 encerrou o dia de negociações cotado a R$ 8,74, registrando uma queda de 2,89% em relação ao fechamento anterior de R$ 9,00. A amplitude de preços durante o dia foi definida por uma mínima de R$ 8,61 e uma máxima de R$ 8,94. O mercado movimentou um volume de 9.436.900 ações, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 82.478.506,00. Ao observar o panorama de 52 semanas, nota-se que o valor de R$ 8,74 se posiciona próximo à mínima do período, que foi de R$ 6,91, estando significativamente abaixo da máxima de R$ 11,35. O volume financeiro elevado corrobora a relevância do papel no índice, porém, a queda registrada mostra a dificuldade do ativo em sustentar patamares de preços mais elevados, indicando que o sentimento atual do investidor para o setor de varejo alimentar permanece cauteloso diante do cenário macroeconômico vigente.

A Sendas Distribuidora S.A. opera sob a marca Assaí Atacadista, sendo um dos maiores players do varejo alimentar no formato cash & carry no Brasil. A companhia segue com seu plano de expansão de lojas em diversas regiões estratégicas do país.

5º – CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (CVCB3) | R$ 1,36 ↓2,86%

Descrição: A ação CVCB3 fechou o pregão cotada a R$ 1,36, o que representa uma desvalorização de 2,86% sobre o fechamento anterior de R$ 1,40. Durante o período, o papel oscilou entre a mínima de R$ 1,34 e a máxima de R$ 1,40. O volume total negociado foi de 5.155.400 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 7.011.344,00. Analisando o histórico de 52 semanas, observa-se que a ação negocia perto de sua mínima anual de R$ 1,20, enquanto sua máxima no período atingiu R$ 2,79. A proximidade com o suporte anual é um ponto crítico de monitoramento. Com o setor de turismo sujeito a alta sensibilidade macroeconômica, o volume financeiro apresentado demonstra que o papel mantém liquidez, mas a tendência de baixa indica que os investidores ainda buscam sinais de maior consistência na recuperação operacional da companhia para reverter o cenário atual de preços comprimidos.

A CVC Brasil é a maior operadora de turismo da América Latina, oferecendo uma vasta gama de serviços como passagens aéreas e pacotes de viagens. Recentemente, a empresa tem trabalhado na reestruturação de sua estratégia digital para melhorar a experiência do cliente e retomar o crescimento pós-crise.

6º – Azzas 2154 S.A. (AZZA3) | R$ 17,88 ↓2,72%

Descrição: O ativo AZZA3 encerrou o dia de pregão em R$ 17,88, apresentando uma variação negativa de 2,72% frente ao fechamento anterior de R$ 18,38. A dinâmica intradiária registrou uma mínima de R$ 17,63 e uma máxima de R$ 18,30. O volume de ações movimentadas somou 2.548.900, resultando em um volume financeiro total de R$ 45.574.332,00. Ao examinarmos o desempenho em 52 semanas, identificamos que a cotação atual está situada entre a mínima de R$ 16,10 e a máxima de R$ 39,71. Esta variação mostra que o ativo passa por uma correção acentuada em relação aos topos registrados no ano. O volume financeiro moderado indica que, embora haja liquidez, o apetite pelo papel diminuiu, sendo fundamental para os investidores acompanharem se os níveis atuais servirão como suporte para uma possível retomada, dado o cenário de volatilidade que afeta o setor de consumo discricionário.

A Azzas 2154 S.A. é resultado da fusão entre a Arezzo&Co e o Grupo SOMA, criando uma gigante do setor de moda no Brasil com um portfólio diversificado de marcas de luxo e varejo. A empresa foca na integração das operações para capturar sinergias estratégicas.

7º – Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) | R$ 2,81 ↓2,43%

Descrição: A ação VAMO3 finalizou o pregão sendo cotada a R$ 2,81, registrando uma queda de 2,43% em comparação com o fechamento anterior de R$ 2,88. A oscilação durante o dia compreendeu uma mínima de R$ 2,77 e uma máxima de R$ 2,85. O volume total de ações negociadas foi de 12.370.100, gerando um volume financeiro de R$ 34.759.981,00. Analisando o horizonte de 52 semanas, verifica-se que o papel negocia próximo à sua mínima do período, que foi de R$ 2,68, estando significativamente distante da máxima de R$ 4,92. O volume de negociação é robusto, indicando grande interesse dos participantes do mercado, mas a tendência de baixa exige cautela, pois o ativo demonstra dificuldade em sustentar preços mais altos, possivelmente refletindo o cenário de juros e demanda por locação de equipamentos pesados no país.

A Vamos (Grupo Simpar) é líder no mercado de locação de caminhões, máquinas e equipamentos no Brasil, prestando serviços essenciais para o agronegócio e logística. A companhia tem buscado a diversificação de sua frota e a expansão de seus pontos de atendimento pelo território nacional.

8º – GERDAU S.A. (GBR4) | R$ 20,78 ↓2,40%

Descrição: O ativo GBR4 fechou o dia em R$ 20,78, apresentando uma variação negativa de 2,40% frente ao preço de fechamento anterior de R$ 21,29. Durante o pregão, a ação operou com uma mínima de R$ 20,74 e uma máxima de R$ 21,16. O volume de ativos movimentados atingiu 8.889.700, resultando em um volume financeiro expressivo de R$ 184.727.966,00. Comparando com o intervalo de 52 semanas, observa-se que o preço atual se encontra em patamar superior à mínima de R$ 15,24, mas distante da máxima de R$ 24,65. O alto volume financeiro destaca a liquidez e a importância estratégica desta ação no portfólio de grandes investidores. A desvalorização diária aponta para uma pressão vendedora característica do setor cíclico siderúrgico, sendo recomendável monitorar indicadores globais de demanda de aço para entender a sustentabilidade do atual patamar de suporte.

A Gerdau S.A. é uma das maiores produtoras de aço do mundo, com presença global e foco na sustentabilidade de suas operações. A empresa está investindo fortemente na descarbonização de seus processos produtivos para atender às novas demandas do mercado internacional.

9º – METALURGICA GERDAU S.A. (GOAU4) | R$ 9,21 ↓2,23%

Descrição: A ação GOAU4 encerrou a sessão negociada a R$ 9,21, registrando uma queda de 2,23% em relação ao fechamento anterior de R$ 9,42. O ativo movimentou-se entre a mínima de R$ 9,16 e a máxima de R$ 9,35. O volume total de ações negociadas foi de 5.604.500, totalizando um montante financeiro de R$ 51.617.445,00. Analisando o comportamento no período de 52 semanas, percebe-se que o preço atual está acima da mínima anual de R$ 6,28, mas abaixo da máxima de R$ 10,77. O volume financeiro reflete uma liquidez consistente, típica de um ativo holding, porém o resultado negativo do dia reforça a tendência de cautela que permeia o setor siderúrgico. Investidores devem observar a correlação direta desta holding com a sua controlada, uma vez que o desempenho operacional da siderúrgica impacta diretamente o valor da Metalúrgica Gerdau no mercado de capitais.

A Metalúrgica Gerdau S.A. é a holding controladora do Grupo Gerdau, detendo a maioria das ações ordinárias da produtora de aço. A empresa possui uma estrutura simplificada para gestão de investimentos e alocação de capital em seus ativos estratégicos.

10º – Raia Drogasil S/A (RADL3) | R$ 16,81 ↓2,04%

Descrição: O ativo RADL3 fechou o pregão em R$ 16,81, apresentando uma desvalorização de 2,04% comparado ao fechamento anterior de R$ 17,16. Durante o dia, a ação oscilou entre a mínima de R$ 16,34 e a máxima de R$ 16,95. O volume de ações movimentadas foi de 12.822.200, resultando em um volume financeiro elevado de R$ 215.541.182,00. Ao analisar o desempenho em 52 semanas, nota-se que o preço atual se posiciona acima da mínima de R$ 12,62, estando aquém da máxima de R$ 27,31. O alto volume financeiro negociado confirma a liquidez e o papel de referência que esta empresa possui no setor de varejo farmacêutico. Embora a variação negativa tenha sido registrada, o papel mantém uma estrutura de negociação ativa, sendo monitorado de perto por investidores devido à sua resiliência histórica frente aos ciclos econômicos adversos.

A Raia Drogasil S/A é a maior rede de farmácias do Brasil, consolidada através de um modelo de forte expansão orgânica e eficiência logística. A companhia tem focado na digitalização de seus canais de vendas para consolidar sua liderança no mercado de saúde e bem-estar.

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