Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 30/06/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 XPIN11 R$ 65 0.048556
2 HCTR11 R$ 16.5 0.036432
3 PVBI11 R$ 73.2 0.023061
4 SNEL11 R$ 8.37 0.020732
5 MCRE11 R$ 9.12 0.020134
6 XPLG11 R$ 93.79 0.019457
7 URPR11 R$ 20.38 0.019
8 BBIG11 R$ 6.34 0.017657
9 KISU11 R$ 6.43 0.017405
10 RBRP11 R$ 47.6 0.012766

1º – XP INDUSTRIAL FII CF (XPIN11) | R$ 65,00 ↑4,86%

Descrição: O fundo imobiliário XPIN11 demonstrou uma performance robusta durante o período analisado, ocupando a primeira posição em nossa lista de destaques. Com um preço atual de R$ 65,00, o ativo apresentou uma valorização expressiva de 4,86%, o que representa um ganho nominal de R$ 3,01 em relação ao fechamento anterior de R$ 61,99. Ao longo do pregão, o fundo oscilou entre uma mínima de R$ 62,18 e uma máxima de R$ 65,78, demonstrando força compradora sustentada até o encerramento. O volume total de ações negociadas foi de 16.363 unidades, movimentando um montante financeiro expressivo de R$ 1.063.595,00. Analisando o histórico de médio prazo, o fundo mantém uma perspectiva de recuperação ou valorização, considerando que sua mínima em 52 semanas foi de R$ 59,93 e a máxima atingiu R$ 78,28. Este comportamento indica uma volatilidade positiva que atrai investidores em busca de exposição ao setor logístico e industrial, reforçando sua posição de destaque no ranking atual.

O XP Industrial FII é um fundo focado em ativos logísticos, buscando investir em imóveis industriais e logísticos de alta qualidade para locação. Recentemente, o fundo tem se concentrado na gestão ativa de seu portfólio para otimizar a taxa de ocupação de seus galpões.

2º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 16,50 ↑3,64%

Descrição: O HCTR11 apresenta uma movimentação dinâmica no mercado de fundos imobiliários, fechando o dia cotado a R$ 16,50, o que reflete uma variação positiva de 3,64% frente ao fechamento anterior de R$ 15,92. Esse incremento de R$ 0,58 na cotação demonstra um forte interesse dos investidores neste ativo, corroborado por um volume de 65.824 ações negociadas e um montante financeiro de R$ 1.086.096,00. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 15,97 e a máxima de R$ 16,69, mantendo-se próximo ao topo do dia ao fechar o pregão. Com um histórico de 52 semanas onde oscilou entre R$ 15,01 e R$ 21,78, o fundo mostra resiliência. A análise desses dados sugere uma confiança renovada do mercado na estratégia de alocação do HCTR11. O investidor deve notar a liquidez do ativo, que apesar de não ser a maior da lista, mostra um volume consistente e saudável para a estrutura do fundo, sustentando sua valorização diária e mantendo-o na segunda posição deste ranking de performance.

O Hectare CE é um FII de papel que investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com uma estratégia voltada para crédito de alta rentabilidade. O fundo tem passado por um processo de reestruturação de sua carteira de recebíveis para mitigar riscos de crédito.

3º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 73,20 ↑2,31%

Descrição: O PVBI11 fecha o dia em uma posição de destaque, ocupando o terceiro lugar, com uma valorização de 2,31% e preço de R$ 73,20. O ativo partiu de um fechamento anterior de R$ 71,55, registrando uma variação positiva de R$ 1,65. O comportamento intradiário mostrou consistência, com a mínima do dia em R$ 71,72 e a máxima atingindo R$ 73,23, praticamente igualando o preço de fechamento. O volume de negociação foi significativo, alcançando 49.426 ações e um total financeiro de R$ 3.617.983,20, o que denota alta liquidez e interesse institucional. Em uma janela de 52 semanas, o fundo operou dentro de uma banda de R$ 67,91 a R$ 83,16, sinalizando que a cotação atual encontra-se em um patamar de valorização interessante. Investidores que acompanham o setor de lajes corporativas encontram no PVBI11 uma opção relevante, cujo desempenho financeiro de hoje reflete a solidez dos ativos que compõem o seu portfólio e a percepção positiva do mercado sobre a gestão imobiliária.

O VBI Prime Properties é focado em edifícios de escritórios de alto padrão localizados em regiões estratégicas de grandes centros urbanos. A notícia mais recente destaca o sucesso da gestora em aumentar a vacância física de seus imóveis através de novas locações corporativas.

4º – FDO INV IMOB SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) | R$ 8,37 ↑2,07%

Descrição: O SNEL11 demonstrou um desempenho sólido e consistente, ocupando a quarta posição no ranking, com um fechamento de R$ 8,37, o que representa uma valorização de 2,07% ou R$ 0,17 frente aos R$ 8,20 de fechamento anterior. O volume negociado chama a atenção, com 531.377 ações transacionadas e um valor total de R$ 4.447.625,49, evidenciando uma liquidez muito alta para este ativo. Durante o dia, a cotação manteve-se estável com mínima e máxima em R$ 8,34 e R$ 8,37, respectivamente, sugerindo uma pressão compradora constante que impediu oscilações para baixo. Embora os dados referentes às máximas e mínimas em 52 semanas não tenham sido informados nesta análise, o volume negociado e a valorização diária posicionam o fundo como uma alternativa atrativa no segmento de energia limpa. A performance do dia reforça a tese de que investidores estão buscando diversificação em ativos ligados a fontes renováveis, com o SNEL11 respondendo de forma positiva a essa demanda, mantendo sua relevância no portfólio dos investidores focados em ESG.

O Suno Energias Limpas investe em ativos voltados para a geração de energia renovável, como solar e eólica. Recentemente, o fundo tem expandido sua participação em projetos de energia distribuída em diferentes regiões do país.

5º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,12 ↑2,01%

Descrição: O MCRE11 apresentou um fechamento positivo, atingindo R$ 9,12 e valorizando-se 2,01% em relação ao dia anterior (R$ 8,94), uma alta nominal de R$ 0,18. O ativo, que figura na quinta posição, movimentou 407.642 ações, totalizando R$ 3.717.695,00 em valor financeiro, o que demonstra uma excelente liquidez e participação dos investidores. A amplitude do dia foi estreita, oscilando entre R$ 8,90 na mínima e atingindo a máxima de R$ 9,12 no fechamento, confirmando a força de alta no final do pregão. No histórico de 52 semanas, o fundo demonstrou uma recuperação expressiva, saindo de uma mínima de R$ 7,21 para uma máxima de R$ 9,57. Este movimento mostra que o MCRE11 está em um ciclo de valorização dentro de sua banda operacional, sendo uma opção considerada por investidores que buscam rendimentos dentro do segmento de crédito imobiliário “High Yield”. O volume de negociações corrobora o interesse no fundo, que se mantém firme na preferência do mercado.

O Mauá Capital High Yield é um fundo imobiliário que prioriza a alocação em CRIs com maior risco e, consequentemente, maior retorno. O fundo tem mantido um monitoramento rigoroso sobre a qualidade de crédito dos ativos de sua carteira diante do cenário macroeconômico.

6º – XP LOG FDO INV IMOB CF (XPLG11) | R$ 93,79 ↑1,95%

Descrição: O XPLG11 encerrou o dia cotado a R$ 93,79, apresentando uma valorização de 1,95%, o que equivale a um ganho de R$ 1,79 sobre o fechamento de R$ 92,00. O fundo apresentou um dos maiores volumes financeiros desta análise, totalizando R$ 10.466.307,47 em 111.593 ações negociadas, o que reflete sua importância e relevância no mercado secundário. A cotação oscilou durante o pregão entre a mínima de R$ 92,51 e a máxima de R$ 93,79, atingindo seu ápice justamente no momento do fechamento, um indicador técnico positivo para a continuidade do movimento de alta. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observamos que o ativo transita entre R$ 87,67 e R$ 101,72, indicando que o preço atual está bem posicionado dentro do seu histórico recente. Essa estabilidade, aliada ao alto volume, reafirma o XPLG11 como uma escolha resiliente para investidores que compõem carteiras de longo prazo com foco em logística de alto nível e propriedades de qualidade.

O XP Log é um grande player no setor de galpões logísticos e centros de distribuição. Recentemente, a empresa anunciou a renovação de contratos de aluguel com inquilinos âncoras, garantindo previsibilidade de receita para o fundo nos próximos anos.

7º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 20,38 ↑1,90%

Descrição: O URPR11, ocupando a sétima posição, apresentou uma variação positiva de 1,90%, fechando o dia a R$ 20,38 ante R$ 20,00 do dia anterior, representando um acréscimo de R$ 0,38. O volume financeiro negociado foi de R$ 1.516.536,94 com 74.413 ações trocando de mãos, mantendo um patamar de liquidez saudável. A oscilação intradia foi relevante, com o preço atingindo a mínima de R$ 20,00 e alcançando uma máxima de R$ 21,48, o que indica que o ativo passou por uma volatilidade considerável durante o pregão. Em um recorte de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 19,01 e R$ 41,82, demonstrando uma faixa de preço ampla. A performance de hoje sugere uma tentativa de recuperação de preço após períodos de maior volatilidade. Para o investidor, o acompanhamento dos dados revela um ativo que demanda atenção técnica, visto sua amplitude de preço histórica, mas que demonstrou capacidade de encerrar a sessão com valorização, mantendo a confiança dos investidores de curto prazo.

O Urca Prime Renda foca em ativos imobiliários com foco em renda, especialmente através de CRIs. O fundo tem buscado diversificar seu portfólio para reduzir a exposição a setores específicos do mercado imobiliário que apresentam maior sensibilidade econômica.

8º – BB PREMIUM MALLS FII RES LTD CF (BBIG11) | R$ 6,34 ↑1,77%

Descrição: O BBIG11 fechou o pregão na oitava posição, cotado a R$ 6,34, o que traduz uma variação positiva de 1,77% em comparação ao fechamento anterior de R$ 6,23. Esse movimento gerou uma valorização nominal de R$ 0,11 por cota. O volume de ações transacionadas foi de 71.217, totalizando um montante financeiro de R$ 451.515,78, demonstrando uma liquidez menor em comparação a outros ativos de nossa lista. Durante o dia, o preço oscilou em uma banda estreita, com mínima de R$ 6,27 e máxima de R$ 6,38. Ao observar o comportamento do ativo nas últimas 52 semanas, notamos uma faixa de variação entre R$ 6,11 e R$ 7,43. Esta análise indica que, embora o fundo apresente oscilações contidas, mantém-se operando próximo ao limite inferior de seu histórico recente. A performance do dia, ainda que positiva, sugere uma estabilidade que pode ser atrativa para perfis de investidores mais conservadores que buscam ativos focados no segmento de shoppings centers e varejo premium.

O BB Premium Malls é voltado ao investimento em centros comerciais e shoppings, buscando receitas de locação e participação sobre vendas. O fundo tem investido na modernização de sua infraestrutura para atrair novos lojistas e aumentar o fluxo de consumidores em seus espaços.

9º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,43 ↑1,74%

Descrição: Na nona posição, o KISU11 encerrou o pregão em R$ 6,43, refletindo uma valorização diária de 1,74%, correspondendo a R$ 0,11 sobre o fechamento anterior de R$ 6,32. O volume de negociações atingiu 80.132 ações, movimentando R$ 515.248,76 no período, o que reflete um mercado constante para este fundo de fundos. A variação intradiária foi marcada por uma mínima de R$ 6,35 e uma máxima de R$ 6,46, mostrando que o ativo flutuou de forma moderada até o fechamento. Em uma análise ampliada de 52 semanas, o fundo operou entre R$ 5,85 e R$ 7,12, posicionando o preço atual em um patamar de equilíbrio dentro desta janela temporal. Esse desempenho sólido reflete a natureza do KISU11 como um “fundo de fundos” (FoF), proporcionando aos investidores uma exposição diversificada a uma carteira de outros FIIs. A valorização hoje confirma a confiança dos investidores na seleção de ativos feita pela gestão do fundo, mantendo-o como uma opção viável para compor carteiras diversificadas.

O Kilima Fundo de Fundos investe majoritariamente em cotas de outros fundos imobiliários, visando diversificação. Recentemente, a gestão tem ajustado a exposição do fundo para capturar oportunidades em diferentes segmentos do mercado imobiliário em reação às mudanças na curva de juros.

10º – FDO INV IMOB RBR PROPERTIES CF (RBRP11) | R$ 47,60 ↑1,28%

Descrição: Finalizando nossa lista, o RBRP11 apresentou uma valorização de 1,28%, fechando o dia a R$ 47,60 frente aos R$ 47,00 do dia anterior, representando um acréscimo de R$ 0,60. Com um volume de 11.499 ações negociadas e um valor total de R$ 547.352,40, o ativo demonstrou uma liquidez mais restrita em comparação aos demais, mas manteve um comportamento estável. A oscilação intradia ocorreu entre R$ 46,72 e R$ 47,85. Analisando o histórico de 52 semanas, o fundo variou entre R$ 44,31 e R$ 54,45, indicando que o preço atual encontra-se em uma zona de recuperação dentro da sua faixa de negociação anual. O desempenho de hoje é um reflexo do momento atual do setor de propriedades corporativas e da gestão do portfólio pelo fundo. Investidores interessados no RBRP11 devem considerar tanto a sua estabilidade operacional quanto as condições do mercado de escritórios, dado que o ativo segue demonstrando resiliência ao encerrar o dia em território positivo.

O RBR Properties tem foco em investimentos em imóveis corporativos de alta qualidade, principalmente na cidade de São Paulo. A empresa tem trabalhado ativamente na locação de espaços vagos em seus prédios, visando maximizar o retorno para os cotistas.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 RBRL11 R$ 74.24 -0.050639
2 ARRI11 R$ 4.61 -0.023305
3 WHGR11 R$ 9.09 -0.019417
4 SPXS11 R$ 8.14 -0.018094
5 HABT11 R$ 72.67 -0.01784
6 PATL11 R$ 64.15 -0.012621
7 BTAL11 R$ 85 -0.011973
8 TGAR11 R$ 53.28 -0.011869
9 HTMX11 R$ 140 -0.011299
10 RZAT11 R$ 94.45 -0.007774

1º – RBR LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOB (RBRL11) | R$ 74,24 ↓5,06%

Descrição: O RBR Log Fundo de Investimento Imobiliário encerrou o pregão posicionado no topo do ranking de movimentação de mercado, apresentando um fechamento de R$ 74,24. O ativo demonstrou uma desvalorização significativa de 5,06%, equivalente a uma queda de R$ 3,96 em relação ao fechamento anterior, que havia sido de R$ 78,20. Durante a sessão, o preço oscilou entre a mínima de R$ 74,24 e a máxima de R$ 78,38. O volume de ações transacionado foi de 23.073 unidades, gerando um volume financeiro total de R$ 1.712.939,52. Analisando o histórico de médio prazo, o papel apresenta um suporte de R$ 70,90 na mínima das últimas 52 semanas e uma resistência importante na máxima de R$ 91,35, indicando um período de alta volatilidade e ajuste de preços para os investidores do fundo.

O RBRL11 é um fundo de investimento imobiliário focado no segmento de logística, investindo majoritariamente em galpões logísticos de alto padrão. Recentemente, o fundo tem se destacado pela gestão ativa de seu portfólio para otimizar a distribuição de rendimentos aos cotistas.

2º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 4,61 ↓2,33%

Descrição: Em segundo lugar no ranking, o Fundo de Investimento Imobiliário Atrio REIT apresentou um desempenho negativo na sessão, fechando cotado a R$ 4,61. A variação negativa foi de 2,33%, representando uma perda de R$ 0,11 sobre o valor de fechamento anterior de R$ 4,72. Ao longo do dia, o ativo atingiu o patamar mínimo de R$ 4,51 e um pico máximo de R$ 4,78. A liquidez do mercado para este ativo foi representada por 57.292 ações negociadas, resultando em um volume financeiro de R$ 264.116,12. Comparando com o intervalo de 52 semanas, o fundo possui uma mínima de R$ 4,30 e uma máxima de R$ 6,77. A pressão vendedora observada hoje coloca o papel em um ponto de atenção para os investidores que acompanham a tendência de curto prazo e os fundamentos do fundo frente ao atual cenário de juros.

O ARRI11 é um fundo focado em ativos de recebíveis imobiliários (CRIs), buscando oferecer retornos atrelados à variação dos índices de inflação e taxas de juros. O fundo busca diversificar sua carteira em diferentes setores para mitigar riscos de crédito.

3º – WHG REAL ESTATE FII CF (WHGR11) | R$ 9,09 ↓1,94%

Descrição: O WHG Real Estate FII fechou o pregão cotado a R$ 9,09, configurando a terceira posição no relatório com uma queda de 1,94%. Essa variação negativa equivale a uma redução de R$ 0,18 frente ao preço de fechamento anterior, que era de R$ 9,27. Durante o período de negociação, o preço do ativo oscilou entre o mínimo de R$ 9,05 e o máximo de R$ 9,09. O volume de ações transacionadas totalizou 103.528 unidades, perfazendo um volume financeiro de R$ 941.069,52. É importante notar que, para este ativo, os dados históricos de mínima e máxima em 52 semanas não estão disponíveis, o que sugere um período de listagem recente ou falta de dados consolidados para esse horizonte temporal específico. Investidores devem estar atentos à falta de profundidade histórica ao projetar alocações.

Este fundo é gerido pela WHG e foca sua estratégia em investimentos no setor imobiliário, visando tanto o ganho de capital quanto a distribuição de rendimentos recorrentes. A gestora busca ativos com potencial de valorização a longo prazo.

4º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,14 ↓1,81%

Descrição: O SPX SYN Multiestr encerrou o dia na quarta colocação, com uma cotação de R$ 8,14, registrando um recuo de 1,81% em comparação ao fechamento anterior de R$ 8,29. Esta variação representa uma queda nominal de R$ 0,15. A performance intradia mostrou um comportamento estável, com o ativo operando entre a mínima de R$ 8,14 e a máxima de R$ 8,15. O volume de negociação foi expressivo, alcançando 116.247 ações, que movimentaram um total de R$ 946.250,52 no mercado. Assim como o ativo anterior, não constam dados disponíveis para as variações de mínima e máxima em 52 semanas, o que limita uma análise técnica de longo prazo baseada exclusivamente na volatilidade anual. O investidor deve considerar essa restrição informativa ao avaliar a entrada ou o manejo desta posição no portfólio.

O SPXS11 é um fundo estruturado com uma proposta multiestratégia, permitindo maior flexibilidade na alocação de seus recursos dentro do universo imobiliário. O fundo busca capturar oportunidades em diferentes nichos do mercado para compor sua rentabilidade.

5º – HABITAT II – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO ETF (HABT11) | R$ 72,67 ↓1,78%

Descrição: Na quinta posição do ranking, o Habitat II fechou cotado a R$ 72,67, refletindo uma retração de 1,78% em relação ao último fechamento de R$ 73,99, uma variação negativa de R$ 1,32. A dinâmica intradiária registrou uma mínima de R$ 71,84 e uma máxima de R$ 74,48. O volume de ações negociadas atingiu 36.771 unidades, totalizando um volume financeiro de R$ 2.672.148,57. Ao olharmos para o histórico de um ano, o ativo apresenta suporte consolidado na casa dos R$ 63,19 e uma resistência em R$ 76,83, sugerindo que o preço atual se encontra em uma zona intermediária dentro deste intervalo de 52 semanas. Este cenário exige uma análise criteriosa sobre os próximos suportes, visto que o fundo continua sendo um player relevante em termos de volume financeiro transacionado.

O HABT11 tem como objetivo investir em ativos imobiliários, majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta qualidade. O fundo é reconhecido no mercado por sua estratégia de gestão focada em ativos com boas garantias.

6º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓1,26%

Descrição: O Patria Logística fechou em R$ 64,15, ocupando a sexta posição no levantamento com uma variação negativa de 1,26% (queda de R$ 0,82 ante o fechamento anterior de R$ 64,97). A amplitude do dia variou entre o mínimo de R$ 64,04 e o máximo de R$ 64,93. O volume de ações transacionado foi de 51.942 unidades, somando um volume financeiro de R$ 3.332.079,30, destacando-se como um dos ativos com maior giro financeiro da lista. Em termos de 52 semanas, o ativo possui suporte em R$ 46,46 e resistência em R$ 67,33, operando atualmente próximo à sua máxima anual, o que denota um comportamento de força relativa apesar do recuo observado hoje. A análise técnica sugere monitoramento dos níveis de suporte próximos.

O PATL11 é um fundo de logística gerido pelo Patria Investimentos, um dos maiores players do mercado. O portfólio do fundo conta com galpões de alta qualidade estrategicamente localizados para atender grandes operadores logísticos.

7º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 85,00 ↓1,20%

Descrição: Na sétima colocação, o fundo BTG Pactual Agro Logística finalizou o pregão a R$ 85,00, uma queda de 1,20% em comparação com o fechamento anterior de R$ 86,03, o que corresponde a uma perda de R$ 1,03. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 85,00 e a máxima de R$ 86,77 ao longo do dia. O volume de ações negociadas foi de 3.925 unidades, resultando em um volume financeiro de R$ 333.625,00. Analisando a perspectiva de longo prazo, o papel apresenta suporte de R$ 66,40 e resistência de R$ 89,84, indicando uma tendência de preço que se aproxima de níveis superiores dentro do intervalo das últimas 52 semanas. O desempenho atual reflete um ajuste pontual em uma tendência que se manteve resiliente ao longo do último ano.

O BTAL11 foca no segmento de logística voltada ao agronegócio, investindo em armazéns e estruturas necessárias para o escoamento e armazenamento de produtos agrícolas. O fundo beneficia-se do forte desenvolvimento do setor agro no Brasil.

8º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 53,28 ↓1,19%

Descrição: O TG Ativo Real fechou o dia cotado a R$ 53,28, figurando na oitava posição com uma desvalorização de 1,19%, ou R$ 0,64 abaixo do fechamento anterior de R$ 53,92. O ativo registrou uma mínima de R$ 53,28 e uma máxima de R$ 54,00. Com um volume de 146.366 ações negociadas, o fundo movimentou R$ 7.798.380,48, sendo este o maior volume financeiro entre os listados. No horizonte de 52 semanas, o fundo oscilou entre R$ 50,03 e R$ 89,80, indicando um distanciamento significativo da sua máxima anual. Este volume expressivo de negociação sugere forte interesse do mercado, apesar da pressão vendedora de curto prazo, o que deve ser monitorado pelos investidores para identificar possíveis pontos de reversão.

O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento e renda que investe em ativos imobiliários de diferentes naturezas. A gestão busca projetos com potencial de valorização, participando desde a fase de estruturação até a maturação dos empreendimentos.

9º – FDO INV IMOB FII HOTEL MAXINVEST CF (HTMX11) | R$ 140,00 ↓1,13%

Descrição: O FII Hotel Maxinvest encerrou na nona posição, cotado a R$ 140,00, apresentando queda de 1,13% sobre o fechamento anterior de R$ 141,60, o que representa R$ 1,60 de recuo. A mínima do dia foi de R$ 139,66 e a máxima de R$ 141,90. O volume de ações negociado foi de 3.526, totalizando R$ 493.640,00. Em relação às 52 semanas, o ativo demonstra suporte em R$ 125,31 e resistência em R$ 144,31. Com o preço atual próximo da resistência, a movimentação de hoje pode ser interpretada como uma realização de lucros após uma aproximação aos patamares mais altos do ano. Investidores devem acompanhar se o papel sustentará o suporte atual em meio à volatilidade do setor hoteleiro.

O HTMX11 é um fundo de tijolo focado no setor hoteleiro, proprietário de unidades em hotéis de alto padrão em regiões estratégicas de São Paulo. O desempenho do fundo é diretamente influenciado pela ocupação e diárias do setor hoteleiro.

10º – YAGUARA CAPITAL HIGH YIELD FDO INV IMOB ETF (RZAT11) | R$ 94,45 ↓0,78%

Descrição: Fechando o ranking na décima posição, o Yaguara Capital High Yield encerrou o dia a R$ 94,45, uma queda de 0,78% (R$ 0,74) frente ao fechamento anterior de R$ 95,19. O preço oscilou entre R$ 94,45 na mínima e R$ 95,52 na máxima. O volume de negociação foi de 7.858 ações, movimentando R$ 742.188,10. Ao avaliar o histórico de 52 semanas, nota-se uma variação entre o suporte de R$ 75,66 e a máxima de R$ 96,78, posicionando o ativo próximo ao topo de seu canal anual. A baixa variação percentual de hoje, aliada à proximidade com a máxima, sugere um comportamento de estabilidade relativa, apesar da leve pressão vendedora observada durante o pregão.

O RZAT11 é um fundo focado em estratégias de “high yield” dentro do mercado imobiliário, buscando ativos que ofereçam retornos mais elevados, condizentes com o risco assumido. O fundo busca constantemente novas oportunidades de alocação que maximizem o retorno aos cotistas.

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