Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 21/04/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 KCRE11 R$ 9,32 5,31%
2 VIUR11 R$ 2,26 3,20%
3 SPXS11 R$ 8,67 2,36%
4 BROF11 R$ 62,20 2,19%
5 GARE11 R$ 8,48 2,17%
6 ARRI11 R$ 6,18 1,81%
7 PVBI11 R$ 79,14 1,75%
8 VILG11 R$ 101,15 1,35%
9 KNSC11 R$ 9,30 1,31%
10 MFII11 R$ 70,81 1,16%

1º – KINEA CREDITAS FII CF (KCRE11) | R$ 9,32 ↑ 5,31% 

Descrição: O Kinea Creditas FII (KCRE11) encerrou o pregão como o maior destaque positivo, apresentando uma valorização expressiva de 5,31%. O ativo fechou cotado a R$ 9,32, atingindo sua máxima do dia exatamente no valor de fechamento, após ter registrado uma mínima diária de R$ 9,32, o que demonstra uma pressão compradora constante ao longo da sessão. O fundo movimentou um volume financeiro total de R$ 785.498,92, com 84.281 ações trocando de mãos. Comparado ao fechamento anterior de R$ 8,85, o ganho nominal foi de R$ 0,47 por cota. É importante notar que não foram fornecidos dados sobre as mínimas e máximas das últimas 52 semanas, sugerindo uma listagem recente ou falta de liquidez histórica comparativa nos dados atuais. A estabilidade entre a mínima e a máxima do dia indica um forte suporte no preço atual. O KCRE11 é um fundo de papel gerido pela Kinea, focado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) originados pela fintech Creditas. Recentemente, a Kinea anunciou a distribuição de dividendos em linha com a estratégia de carrego do fundo, mantendo o interesse de investidores que buscam exposição ao crédito imobiliário com a expertise de uma das maiores gestoras do país.

2º – VINCI IMOVEIS URBANOS FII CEF (VIUR11) | R$ 2,26 ↑ 3,20% 

Descrição: O fundo VIUR11 registrou uma valorização sólida de 3,20%, fechando o dia a R$ 2,26. Durante a sessão, o ativo oscilou entre a mínima de R$ 2,20 e a máxima de R$ 2,26, evidenciando uma recuperação robusta frente ao fechamento anterior de R$ 2,19. O volume de negociação foi considerável, com 136.776 ações movimentadas, resultando em um volume financeiro de R$ 309.113,76. Ao analisar o histórico de 52 semanas, observa-se que o fundo está operando bem abaixo de sua máxima anual de R$ 5,91, mas acima da mínima de R$ 1,91. O incremento de R$ 0,07 no valor da cota reflete um otimismo pontual dos investidores. A liquidez do fundo permanece em patamares saudáveis para o seu tamanho, permitindo uma formação de preço eficiente sem extrema volatilidade negativa. O VIUR11, gerido pela Vinci Real Estate, foca em imóveis urbanos de uso misto e varejo. Em notícias recentes, o fundo tem trabalhado na gestão de seu portfólio para otimizar a ocupação de seus imóveis, buscando reduzir a vacância e garantir a sustentabilidade dos dividendos mensais aos seus cotistas.

3º – FDO INVE IMOB SPX SYN MULTIESTR CEF (SPXS11) | R$ 8,67 ↑ 2,36%

Descrição: O fundo SPXS11 apresentou um desempenho positivo de 2,36%, elevando seu valor de mercado para R$ 8,67. Um dado curioso da sessão é que o ativo manteve-se estável entre sua mínima e máxima do dia, ambas registradas em R$ 8,67, indicando que as operações ocorreram em um intervalo de preço muito estreito. O volume financeiro foi de R$ 699.547,62, proveniente da negociação de 80.686 ações. Em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 8,47, houve um aumento nominal de R$ 0,20 por cota. Assim como outros fundos desta lista, não há dados disponíveis para o intervalo de 52 semanas neste conjunto de dados, dificultando uma análise de longo prazo, mas a performance diária supera a média de muitos pares do setor multiestratégia no mesmo período. O SPXS11 é um fundo imobiliário multiestratégia que combina investimentos em diversos ativos do setor, desde CRIs até cotas de outros fundos. Recentemente, a SPX Capital e a SYN (ex-Cyrela Commercial Properties) reforçaram a estratégia de alocação de capital do fundo para aproveitar oportunidades em juros reais elevados.

4º – BRPR CORP OFFICES FDO INV IMOB CEF (BROF11) | R$ 62,20 ↑ 2,19% 

Descrição: O BROF11 demonstrou força no setor de lajes corporativas, com uma alta de 2,19%. O ativo fechou a R$ 62,20, muito próximo de sua máxima de 52 semanas, que é de R$ 62,76, sinalizando que o fundo está em um momento de valorização histórica recente. Durante o dia, o preço variou entre a mínima de R$ 60,82 e a máxima de R$ 62,48. O volume de ações foi de 10.578, totalizando um montante negociado de R$ 657.951,60. O fechamento anterior de R$ 60,87 foi superado em R$ 1,33. A mínima de 52 semanas registrada em R$ 41,90 mostra que o fundo recuperou significativamente seu valor ao longo do último ano, consolidando-se como um dos destaques de valorização patrimonial no segmento de escritórios corporativos de alto padrão. O BROF11 é focado em escritórios corporativos e detém participações em edifícios icônicos. A Brookfield, gestora do fundo, comunicou recentemente movimentações contratuais importantes que visam garantir a estabilidade locatícia de seus principais ativos, impactando positivamente a percepção de risco dos investidores.

5º – GUARDIAN LOGISTICA FII CF (GARE11) | R$ 8,48 ↑ 2,17% 

Descrição: Com um volume financeiro impressionante de R$ 10.063.801,12, o GARE11 foi um dos fundos mais líquidos da jornada, registrando uma alta de 2,17%. O fechamento ocorreu a R$ 8,48, partindo de um fechamento anterior de R$ 8,30. O ativo demonstrou grande movimentação com 1.186.769 ações negociadas. A variação diária de preços ficou entre a mínima de R$ 8,46 e a máxima de R$ 8,48, mostrando que o fundo sustentou os ganhos até o fim do pregão. Este volume financeiro superior a 10 milhões de reais destaca a confiança e o apetite do mercado pelo ativo, sendo um dos principais motores de liquidez no setor logístico no dia de hoje. A variação nominal foi de R$ 0,18, o que, para o valor da cota, representa um movimento técnico significativo. O GARE11 (antigo GALG11) é um fundo focado em imóveis logísticos e de renda urbana. A última notícia relevante do fundo envolve a conclusão de sua transição de nome e estratégia para “Guardian Logística”, buscando ampliar o escopo de atuação e melhorar a rentabilidade através de ativos com contratos atípicos de longo prazo.

6º – FDO. INV. IMOB. ATRIO REIT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS ETF (ARRI11) | R$ 6,18 ↑ 1,81% 

Descrição: O ARRI11 apresentou uma valorização de 1,81%, encerrando a sessão cotado a R$ 6,18. O ativo oscilou entre a mínima de R$ 6,05 e a máxima de R$ 6,19, mostrando uma variação de R$ 0,11 em relação ao fechamento anterior de R$ 6,07. Com um volume de 111.994 ações, o fundo movimentou R$ 692.122,92. Ao observar o horizonte de 52 semanas, o valor atual de R$ 6,18 está posicionado entre a mínima de R$ 5,91 e a máxima de R$ 6,95, indicando que o papel ainda tem espaço para recuperação até atingir seus picos anuais. A consistência no volume de negociação sugere que o ativo mantém um público fiel de investidores interessados na sua carteira de recebíveis, que oferece uma proteção contra a inflação e variações nos juros. O ARRI11 é um fundo de recebíveis imobiliários gerido pela Átrio, com foco em uma carteira diversificada de CRIs. Recentemente, a gestão destacou em seu relatório mensal o foco na reciclagem de ativos para manter o dividend yield competitivo frente aos títulos públicos de curto prazo.

7º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 79,14 ↑ 1,75% 

Descrição: O PVBI11, um dos nomes de referência em lajes corporativas “AAA”, teve uma alta de 1,75%, fechando a R$ 79,14. O valor representa um ganho nominal de R$ 1,36 sobre o fechamento anterior de R$ 77,78. O fundo registrou uma mínima de R$ 77,81 e uma máxima de R$ 79,22 durante a sessão. O volume financeiro movimentado foi de R$ 4.212.622,20, com 53.230 ações trocando de mãos. Comparando com o extremo das 52 semanas, o fundo está mais próximo de sua máxima (R$ 84,06) do que de sua mínima (R$ 68,64), o que reflete a resiliência dos ativos de altíssima qualidade localizados nas regiões prime de São Paulo, como a Faria Lima e o Itaim Bibi, mesmo em cenários de juros altos. O PVBI11 é gerido pela VBI Real Estate e possui um portfólio composto por edifícios de alto padrão. Uma notícia importante recente foi a aquisição de novas participações em ativos premium, reforçando sua estratégia de consolidar um portfólio de imóveis insubstituíveis que garantem vacância mínima e aluguéis elevados.

8º – FII VINCILOG ETF (VILG11) | R$ 101,15 ↑ 1,35% 

Descrição: O VILG11, fundo de logística da Vinci, fechou a sessão com alta de 1,35%, ultrapassando a barreira psicológica dos cem reais e fechando a R$ 101,15. A oscilação diária foi de R$ 99,81 na mínima a R$ 102,37 na máxima, com um volume financeiro robusto de R$ 7.627.215,75 e 75.405 ações negociadas. Este desempenho é notável, pois o fundo aproximou-se significativamente de sua máxima de 52 semanas (R$ 104,02), distanciando-se da mínima de R$ 74,18. O aumento de R$ 1,35 no valor da cota reflete a recuperação do setor logístico e a confiança dos investidores na capacidade de repasse de inflação nos contratos de aluguel dos galpões distribuídos pelo território nacional. O VILG11 é um dos maiores fundos de logística do país, com imóveis estrategicamente localizados. Recentemente, o fundo anunciou o sucesso na renovação de contratos importantes e a venda pontual de ativos para realização de lucro imobiliário, revertendo os ganhos para os dividendos dos cotistas.

9º – KINEA SECURITIES FDO DE INV IMOB CF (KNSC11) | R$ 9,30 ↑ 1,31% 

Descrição: O KNSC11 registrou uma alta de 1,31%, terminando o dia cotado a R$ 9,30. O fundo teve uma liquidez excepcional, com 975.686 ações negociadas e um volume financeiro total de R$ 9.073.879,80. Durante o dia, o papel oscilou entre a mínima de R$ 9,18 e a máxima de R$ 9,32. O fechamento anterior foi de R$ 9,18, resultando em uma variação positiva de R$ 0,12 por cota. É interessante observar que o valor de fechamento diário está encostado na máxima de 52 semanas (R$ 9,32), indicando que o fundo está sendo negociado em seus níveis de preço mais altos do último ano. A força compradora neste nível de preço sugere uma forte demanda por ativos de crédito privado de alta qualidade vinculados ao setor imobiliário. O KNSC11 é um fundo de papel da Kinea que investe em uma mistura de CRIs indexados ao IPCA e ao CDI. A última notícia do fundo destaca a sua gestão ativa em aumentar a exposição ao CDI para aproveitar a manutenção das taxas de juros em patamares elevados, beneficiando o rendimento mensal.

10º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 70,81 ↑ 1,16% 

Descrição: Fechando a lista dos 10 melhores desempenhos, o MFII11 teve uma valorização de 1,16%, atingindo o preço de R$ 70,81. O fundo movimentou R$ 1.658.511,82 através da negociação de 23.422 ações. A variação no dia foi de R$ 69,50 na mínima até R$ 70,99 na máxima. Comparado ao fechamento anterior de R$ 70,00, o ativo ganhou R$ 0,81. Dentro do contexto de 52 semanas, o fundo opera em um patamar intermediário, entre a mínima de R$ 67,80 e a máxima de R$ 77,95. Por ser um fundo focado em desenvolvimento, essa variação positiva indica uma percepção favorável quanto ao andamento de suas obras e projetos imobiliários, que costumam ter um ciclo de maturação mais longo e maior risco associado. O MFII11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário que investe diretamente na construção de empreendimentos para venda posterior. Notícias recentes da gestão Merito indicam o progresso em obras residenciais e a comercialização de unidades que devem impactar o fluxo de caixa do fundo nos próximos trimestres.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram

Rank Código Preço Atual Variação (%)
1 URPR11 R$ 32,92 -2,55%
2 GZIT11 R$ 44,17 -2,49%
3 HSLG11 R$ 91,00 -1,24%
4 BRCR11 R$ 47,44 -1,10%
5 JSRE11 R$ 66,47 -1,06%
6 VGRI11 R$ 6,86 -1,01%
7 VISC11 R$ 110,23 -1,00%
8 VGHF11 R$ 6,91 -0,86%
9 HCTR11 R$ 19,82 -0,85%
10 RECR11 R$ 82,41 -0,76%

1º – URCA PRIME RENDA FII CF (URPR11) | R$ 32,92 ↓2,55%

Descrição: O fundo URPR11 encerrou a sessão cotado a R$ 32,92, apresentando a maior retração percentual do grupo analisado, com uma queda de 2,55%, o que equivale a uma redução de R$ 0,86 em relação ao fechamento anterior de R$ 33,78. Durante o pregão, o ativo registrou uma volatilidade considerável, atingindo a mínima de R$ 32,56 e a máxima de R$ 33,79. O volume de negociação foi de 41.593 cotas, resultando em um volume financeiro total de R$ 1.369.241,56. Ao observar a perspectiva de longo prazo, o fundo se encontra em uma região intermediária de preço, considerando sua mínima de 52 semanas em R$ 29,82 e a máxima de R$ 50,15. A pressão vendedora observada no dia consolidou sua posição no topo deste ranking de movimentação. Este desempenho reflete um ajuste pontual frente ao valor histórico do fundo.

O URPR11 é um fundo imobiliário do tipo papel, focado no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com uma estratégia de gestão ativa voltada para ativos de crédito estruturado. Recentemente, a gestão do fundo tem focado na reciclagem de portfólio para manter a taxa de dividend yield competitiva frente à Selic.

2º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 44,17 ↓2,49%

Descrição: O GZIT11 registrou um fechamento em R$ 44,17, o que representa uma desvalorização de 2,49% ou R$ 1,13 comparado ao fechamento anterior de R$ 45,30. É interessante notar que, ao longo do dia, o ativo manteve uma estabilidade linear absoluta entre sua mínima e máxima, ambas registradas em R$ 44,17, sugerindo uma liquidez concentrada ou uma negociação em bloco. O volume de ações negociadas foi o menor do grupo, com 9.254 cotas, movimentando um montante financeiro de R$ 408.749,18. Devido à ausência de dados sobre as máximas e mínimas de 52 semanas no relatório, a análise técnica fica restrita ao desempenho diário. A queda acentuada posiciona o fundo como o segundo maior destaque negativo em termos de variação percentual nesta análise.

O Gazit Malls é um fundo que investe em participações de shopping centers localizados em regiões de alto tráfego, buscando renda através de aluguéis. Notícias recentes indicam que o grupo controlador, Gazit-Globe, continua otimizando seus ativos no Brasil para melhorar a eficiência operacional dos empreendimentos.

3º – HSI LOGISTICA FDO INV IMOB CF (HSLG11) | R$ 91,00 ↓1,24%

Descrição: O fundo HSLG11 fechou o dia negociado a R$ 91,00, sofrendo uma queda de 1,24%, o que representa uma perda nominal de R$ 1,14 por cota frente ao fechamento anterior de R$ 92,14. O ativo operou entre a mínima de R$ 90,95 e a máxima de R$ 92,74 durante o pregão. Com um volume de 13.441 cotas transacionadas, o volume financeiro movimentado atingiu a marca de R$ 1.223.131,00. Comparando com o histórico anual, o preço atual de R$ 91,00 está mais próximo da máxima de 52 semanas (R$ 96,18) do que da mínima (R$ 72,69), indicando que, apesar da queda diária, o fundo mantém uma sustentação de preço em patamares elevados. A oscilação do dia reflete movimentos típicos de realização de lucros no setor logístico.

Este fundo é focado no segmento de galpões logísticos, possuindo ativos modernos (padrão classe A) e bem localizados. Uma notícia relevante para o fundo foi a recente renovação de contratos de locação que garantem a estabilidade do fluxo de caixa e a baixa vacância do portfólio.

4º – FDO INV IMOB BTG PACTUAL CORP F REIT (BRCR11) | R$ 47,44 ↓1,10%

Descrição: O BRCR11 encerrou o pregão com sua cota valendo R$ 47,44, após uma variação negativa de 1,10%, o que equivale a R$ 0,53 abaixo do fechamento anterior de R$ 47,97. A cotação flutuou entre R$ 47,16 e R$ 48,02 ao longo do dia, demonstrando uma resistência próxima ao patamar dos 48 reais. O volume de negociação foi robusto, com 36.541 cotas trocando de mãos, gerando um volume financeiro de R$ 1.733.505,04. O fundo opera atualmente em uma zona de preço intermediária, visto que sua mínima anual é de R$ 35,99 e a máxima de R$ 50,28. O relatório aponta para um movimento de correção moderada, acompanhando a tendência de outros fundos de lajes corporativas.

O BC Fund (BRCR11) é um dos maiores e mais antigos FIIs de escritórios da B3, gerido pelo BTG Pactual. Notícias recentes destacam o esforço da gestão em reduzir a vacância financeira através de novas locações em ativos premium localizados em São Paulo.

5º – FII JS REAL ESTATE MULTIGESTAO ETF (JSRE11) | R$ 66,47 ↓1,06%

Descrição: O JSRE11 registrou um preço de fechamento de R$ 66,47, apresentando um recuo de 1,06% ou R$ 0,71 em relação aos R$ 67,18 do dia anterior. Durante a sessão, o fundo registrou mínima de R$ 66,27 e máxima de R$ 67,14. O volume de negociação foi de 20.531 cotas, totalizando um montante financeiro de R$ 1.364.695,57. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observa-se que o fundo está negociando próximo ao topo de sua variação anual, que tem teto em R$ 69,40 e piso em R$ 55,81. Esse comportamento sugere que, embora tenha ocorrido uma queda percentual no dia, o ativo preserva boa parte da valorização conquistada nos últimos meses, sendo um dos destaques de liquidez no setor.

O JSRE11 é um fundo de gestão ativa que investe primordialmente em ativos imobiliários de uso comercial, como lajes corporativas. Recentemente, o fundo anunciou a distribuição de dividendos em linha com as projeções do mercado, mantendo a atratividade para investidores focados em renda.

6º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,86 ↓1,01%

Descrição: O fundo VGRI11 encerrou o dia com a cota a R$ 6,86, registrando uma queda de 1,01%, o que representa uma variação negativa de R$ 0,07 comparado ao fechamento anterior de R$ 6,93. O ativo teve uma variação intradia entre R$ 6,78 e R$ 7,04. Um dado extremamente relevante é o alto volume de ações negociadas, somando 138.086 cotas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 947.269,96. No acumulado de 52 semanas, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 6,34 e a máxima de R$ 8,48. Atualmente, o valor de mercado encontra-se mais próximo do piso anual, indicando um período de desvalorização contínua ou pressão setorial específica sobre seus ativos.

O VGRI11 é um fundo gerido pela Valora Investimentos, focado no mercado de crédito imobiliário. Notícias do setor indicam que o fundo tem trabalhado na diversificação de seus devedores para mitigar riscos de crédito em sua carteira de recebíveis.

7º – VINCI SHOPPING CENTERS FDO INVEST IMOB CF (VISC11) | R$ 110,23 ↓1,00%

Descrição: O VISC11 fechou a sessão cotado a R$ 110,23, marcando uma desvalorização de 1,00%, o que corresponde a uma queda nominal de R$ 1,11 em relação ao fechamento de R$ 111,34. Durante o pregão, o ativo alcançou a mínima de R$ 110,14 e a máxima de R$ 111,49. Este fundo se destacou pelo expressivo volume financeiro movimentado, atingindo R$ 10.261.751,62, o maior valor entre os dez ativos listados, fruto da negociação de 93.094 cotas. Em termos de histórico anual, o fundo está operando muito próximo de sua máxima de 52 semanas (R$ 111,93), estando bem distante da mínima de R$ 92,66. Isso demonstra uma forte resiliência e confiança do investidor no ativo, apesar da leve correção diária.

O VISC11 é um fundo focado no segmento de shoppings, gerido pela Vinci Real Estate, com portfólio diversificado em várias regiões do Brasil. Uma notícia recente de grande impacto foi a conclusão da aquisição de fatias em novos shoppings, expandindo sua Área Bruta Locável (ABL).

8º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 6,91 ↓0,86%

Descrição: O VGHF11 encerrou o dia a R$ 6,91, com uma variação negativa de 0,86%, perdendo R$ 0,06 frente ao valor anterior de R$ 6,97. O ativo apresentou uma oscilação estreita entre R$ 6,91 e R$ 6,96. O grande destaque deste fundo é o volume de negociação: foram 462.574 cotas transacionadas, o maior volume quantitativo da lista, gerando um volume financeiro de R$ 3.196.386,34. O preço atual de R$ 6,91 está posicionado entre a mínima de R$ 6,58 e a máxima de R$ 7,31 das últimas 52 semanas. O alto volume indica uma liquidez extremamente elevada, sendo um dos fundos preferidos pelos investidores de varejo devido ao seu baixo valor nominal por cota.

O VGHF11 é um “Hedge Fund” imobiliário que busca retornos através de uma estratégia multiestratégia, investindo em CRIs, cotas de outros FIIs e ações do setor imobiliário. Notícias recentes apontam que o fundo continua mantendo uma distribuição de proventos constante, apesar das variações de mercado.

9º – HECTARE CE FDO INV IMOB REIT (HCTR11) | R$ 19,82 ↓0,85%

Descrição: O fundo HCTR11 fechou a R$ 19,82, registrando uma queda de 0,85%, o que representa R$ 0,17 a menos que o fechamento anterior de R$ 19,99. A mínima do dia foi de R$ 19,76 e a máxima de R$ 20,06. O volume de negociação atingiu 47.792 cotas, movimentando R$ 947.237,44 financeiramente. Analisando o desempenho anual, o fundo apresenta uma situação desafiadora, operando muito próximo da sua mínima de 52 semanas (R$ 18,04) e extremamente distante da máxima (R$ 22,47). A estabilização abaixo do patamar dos 20 reais reflete as incertezas que têm cercado os ativos de maior risco do segmento de papel nos últimos meses.

O HCTR11 é um fundo de recebíveis imobiliários (CRIs) com foco em ativos de maior rendimento (High Yield). Nos últimos meses, as notícias têm focado na reestruturação de alguns ativos de seu portfólio que enfrentaram problemas de inadimplência, o que impactou o valor das cotas.

10º – FDO INV IMOB – FII UBS (BR) RECEB IMOB ETF (RECR11) | R$ 82,41 ↓0,76%

Descrição: O RECR11 encerrou o dia cotado a R$ 82,41, apresentando a menor queda percentual do ranking, com um recuo de 0,76% ou R$ 0,63 comparado ao fechamento anterior de R$ 83,04. Durante a sessão, o fundo teve mínima de R$ 82,32 e máxima de R$ 83,40. O volume de negociação foi de 26.793 cotas, o que resultou em um volume financeiro de R$ 2.208.011,13. Em relação ao seu histórico de 52 semanas, o fundo está operando quase no topo de sua valorização anual, tendo como máxima R$ 83,40 (valor atingido hoje no pico) e mínima de R$ 71,53. O desempenho do dia, embora negativo, mostra uma solidez frente aos demais ativos, fechando com a menor perda do grupo.

O RECR11 é um fundo de papel gerido pela UBS (Brasil) que investe em uma carteira diversificada de CRIs, priorizando ativos com boa classificação de risco. A última notícia relevante sobre o fundo confirmou a manutenção do patamar de dividendos para o próximo mês, o que ajudou a sustentar o preço da cota.

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