Fundos Imobiliários com Maiores Altas e Baixas em 14/05/2026

Os Fundos Imobiliários que mais Valorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 SNFF11 R$ 75,35 0,04%
2 VGHF11 R$ 5,87 0,04%
3 KISU11 R$ 6,70 0,03%
4 VGRI11 R$ 6,44 0,03%
5 TGAR11 R$ 63,79 0,03%
6 PVBI11 R$ 75,04 0,03%
7 MCRE11 R$ 9,69 0,03%
8 KFOF11 R$ 81,74 0,02%
9 HFOF11 R$ 6,55 0,02%
10 OUJP11 R$ 86,40 0,02%

1º – SUNO FUNDO DE FII CF (SNFF11) | R$ 75,35 ↑ 4,29% 

Descrição: O fundo SNFF11 lidera o ranking de valorização no período analisado, apresentando uma performance robusta com um preço atual de R$ 75,35. A variação nominal positiva foi de R$ 3,10, o que representa um crescimento percentual expressivo de 4,29%. Durante o pregão, o ativo demonstrou volatilidade controlada, atingindo a mínima de R$ 72,49 e a máxima de R$ 75,39, fechando muito próximo do seu topo diário. O volume de ações movimentadas foi de 3.935 unidades, gerando um volume financeiro total negociado de R$ 296.502,25. Comparado ao fechamento anterior de R$ 72,25, o fundo reafirma sua tendência de alta. Observando a janela de 52 semanas, o ativo se encontra em um patamar elevado, considerando que sua mínima no ano foi de R$ 61,01 e a máxima de R$ 79,82. Este desempenho sólido atrai investidores que buscam ganho de capital aliado à estratégia de fundos de fundos. O SNFF11 é um Fundo de Investimento Imobiliário do tipo Fundo de Fundos (FoF), gerido pela Suno Asset, com o objetivo de investir em uma carteira diversificada de outros FIIs. Recentemente, a gestão do fundo anunciou a aprovação de sua 4ª emissão de cotas, visando captar novos recursos para expandir seu portfólio em um cenário de queda da taxa Selic.

2º – VALORA HEDGE FUND FDO DE INV IMOB CF (VGHF11) | R$ 5,87 ↑ 3,71%

Descrição: Ocupando a segunda posição, o VGHF11 apresentou um desempenho notável com um fechamento de R$ 5,87, registrando uma valorização de R$ 0,21 (3,71%). Este ativo destaca-se pelo seu altíssimo nível de liquidez, com um volume de ações negociadas atingindo a marca de 865.730, o que resultou em um volume financeiro expressivo de R$ 5.081.835,10. Durante o dia, as negociações oscilaram entre R$ 5,62 e R$ 5,88. O fechamento anterior havia sido de R$ 5,66. No horizonte de 52 semanas, o preço atual demonstra uma recuperação consistente, distanciando-se da mínima de R$ 5,60, embora ainda abaixo da máxima anual de R$ 7,23. A estabilidade operacional e o grande volume transacionado reforçam a confiança do mercado neste veículo de investimento híbrido, que consegue capturar oportunidades tanto em crédito quanto em cotas de outros fundos. O VGHF11 é um fundo imobiliário do tipo “Hedge Fund”, gerido pela Valora Investimentos, que possui uma política de investimento flexível, podendo investir em CRIs, cotas de outros FIIs, FIDCs e outros ativos do setor imobiliário. Em notícia recente, o fundo comunicou ao mercado o pagamento de dividendos referentes ao último mês, mantendo o patamar de rendimentos que o coloca entre os favoritos dos investidores de varejo.

3º – KILIMA FI EM COTAS FDO IMOB SUNO 30 (KISU11) | R$ 6,70 ↑ 3,08%

Descrição: O KISU11 fecha o pódio deste relatório com uma cotação de R$ 6,70, representando uma alta de 3,08% ou R$ 0,20 em termos nominais. O ativo teve um dia de negociações ativo, variando entre a mínima de R$ 6,52 e a máxima de R$ 6,70, consolidando o preço final no ponto mais alto do dia. O volume de negociação foi de 178.735 ações, movimentando um montante financeiro de R$ 1.197.524,50. Ante ao fechamento anterior de R$ 6,50, o salto demonstra um otimismo renovado dos investidores. Ao analisar o histórico de 52 semanas, o fundo transaciona atualmente em uma faixa intermediária, acima da mínima de R$ 5,91 e abaixo da máxima de R$ 7,20. A estratégia de replicar o índice Suno 30 oferece ao investidor uma diversificação automática nos fundos que compõem o referido indicador. O KISU11 é um Fundo de Fundos que busca seguir o Índice Suno 30, sendo gerido pela Kilima Gestão de Recursos. O fundo foca em ativos com boa liquidez e histórico de dividendos. Recentemente, a Kilima destacou em relatório gerencial a resiliência do portfólio frente à volatilidade do mercado de capitais brasileiro.

4º – VALORA RI FDO INV IMOB RESP LTDA CF (VGRI11) | R$ 6,44 ↑ 2,88%

Descrição: Na quarta colocação, o fundo VGRI11 registrou um fechamento de R$ 6,44, após uma valorização diária de 2,88%, equivalente a R$ 0,18. O ativo manteve uma trajetória ascendente consistente ao longo do dia, saindo de uma mínima de R$ 6,27 para uma máxima de R$ 6,45. O volume de ações trocadas foi de 33.988, resultando em um giro financeiro de R$ 218.882,72. O fechamento do dia anterior estava fixado em R$ 6,26. Um dado relevante para este ativo é que sua cotação atual está próxima da mínima de 52 semanas (R$ 6,26), indicando um possível ponto de suporte ou recuperação técnica, visto que sua máxima no mesmo período foi de R$ 8,39. Para o investidor focado em fundamentos, essa variação positiva pode sinalizar uma retomada de valor após um período de pressão vendedora. O VGRI11 é um fundo imobiliário gerido pela Valora Investimentos, focado primordialmente no setor residencial (renda urbana), investindo em empreendimentos para locação ou venda. A última notícia relevante do fundo refere-se à renegociação de contratos em ativos do portfólio visando melhorar a previsibilidade de caixa para os próximos trimestres.

5º – FDO INV IMOB TG ATIVO REAL CF (TGAR11) | R$ 63,79 ↑ 2,87% 

Descrição: O TGAR11, classificado na quinta posição, encerrou o dia cotado a R$ 63,79, apresentando um aumento de 2,87% (R$ 1,78). O ativo demonstrou força compradora, operando entre a mínima de R$ 61,95 e a máxima de R$ 63,96. Com um volume de 119.836 ações, o fundo movimentou um total de R$ 7.644.338,44, sendo um dos maiores volumes financeiros deste levantamento. Comparado ao fechamento anterior de R$ 62,01, o avanço é nítido. No acumulado de um ano (52 semanas), o fundo mostra grande resiliência, operando atualmente próximo à sua mínima histórica do período (R$ 61,95) e bem distante da máxima de R$ 90,89, o que atrai a atenção de analistas para o desconto patrimonial e o potencial de retorno sobre o investimento em desenvolvimento imobiliário. O TGAR11 é um fundo de desenvolvimento imobiliário gerido pela TG Core Asset, com foco em loteamentos e empreendimentos residenciais em diversas regiões do Brasil. Recentemente, o fundo anunciou a aquisição de novas participações em projetos no Centro-Oeste, reforçando sua estratégia de diversificação geográfica e foco em economia real.

6º – FII VBI PRIME PROPERTIES CF (PVBI11) | R$ 75,04 ↑ 2,87% 

Descrição: O PVBI11 ocupa o sexto lugar com um valor de fechamento de R$ 75,04, uma alta percentual idêntica à do quinto colocado (2,87%), o que representa um incremento de R$ 2,09. A oscilação diária ocorreu entre R$ 72,30 e R$ 75,04, fechando exatamente em sua máxima do dia. O volume negociado somou 49.130 ações, perfazendo um total de R$ 3.686.715,20. O preço anterior era de R$ 72,95. Em relação aos últimos doze meses, o ativo mantém uma posição sólida, com mínima de R$ 68,28 e máxima de R$ 83,62. Este fundo é reconhecido pela qualidade “Triple A” de seus imóveis, o que justifica a liquidez e a manutenção de valor mesmo em cenários macroeconômicos desafiadores. A performance de hoje reforça o apetite por ativos de tijolo de alta qualidade no setor corporativo. O PVBI11 é um fundo de tijolo gerido pela VBI Real Estate, focado no segmento de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo. Em notícia de destaque, o fundo concluiu recentemente a locação de uma área vacante no Edifício Park Tower, elevando sua taxa de ocupação e impactando positivamente a distribuição futura de rendimentos.

7º – FII IMOB MAUA CAPITAL HIGH YIELD CF (MCRE11) | R$ 9,69 ↑ 2,76%

Descrição: Na sétima posição, o MCRE11 registrou alta de 2,76% (R$ 0,26), fechando a R$ 9,69. Durante a sessão, o ativo atingiu a mínima de R$ 9,43 e a máxima de R$ 9,69, confirmando uma tendência de alta no intraday. Foram negociadas 285.050 ações, com um volume financeiro de R$ 2.762.134,50. O fechamento anterior foi de R$ 9,43. Analisando as últimas 52 semanas, o fundo apresenta uma performance de recuperação admirável, operando próximo à sua máxima anual de R$ 9,80 e bem acima da mínima de R$ 7,25. Esse comportamento sugere que o mercado está precificando positivamente a gestão de crédito do fundo e a entrega de dividendos robustos, características típicas de fundos com estratégia de “High Yield”. O MCRE11 é gerido pela Mauá Capital e investe majoritariamente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com taxas de retorno mais agressivas. Recentemente, a gestão publicou uma atualização sobre o perfil de risco da carteira, ressaltando a baixa inadimplência e a proteção contra a inflação através de seus indexadores.

8º – KINEA FII ETF (KFOF11) | R$ 81,74 ↑ 2,37% 

Descrição: O KFOF11 aparece na oitava colocação, fechando o pregão a R$ 81,74, um crescimento de 2,37% ou R$ 1,89 por cota. O ativo flutuou entre a mínima de R$ 79,95 e a máxima de R$ 81,78, demonstrando estabilidade. Com um volume de 15.474 ações, o montante negociado foi de R$ 1.264.844,76. O valor de fechamento anterior era de R$ 79,85. No histórico de 52 semanas, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 68,76 e a máxima de R$ 84,85. Como um fundo de fundos da família Kinea, o ativo se beneficia da expertise de uma das maiores gestoras do país, atraindo investidores institucionais e pessoas físicas que buscam exposição diversificada ao mercado imobiliário com menor risco individual por ativo. O KFOF11 é um Fundo de Investimento Imobiliário que atua como Fundo de Fundos, gerido pela Kinea Investimentos (ligada ao Itaú). Notícias recentes indicam que o fundo tem aumentado sua exposição a fundos de papel (CRI) para aproveitar as taxas de juros reais elevadas no Brasil.

9º – HEDGE TOP FOFII 3 FDO INV IMOB CF (HFOF11) | R$ 6,55 ↑ 2,34%

Descrição: Em nono lugar, o HFOF11 fechou a R$ 6,55, com uma valorização de 2,34% (R$ 0,15). O ativo teve um volume de negociação massivo, com 1.163.637 ações trocando de mãos, gerando o maior volume financeiro desta lista: R$ 7.621.822,35. A variação diária ficou entre R$ 6,40 e R$ 6,55, com fechamento na máxima. O valor anterior era de R$ 6,40. No período de 52 semanas, o fundo mostra valorização consistente em relação à sua mínima de R$ 5,17, embora ainda distante da máxima de R$ 6,95. A alta liquidez deste fundo o torna um termômetro importante para o segmento de FoFs, refletindo a visão dos investidores sobre o desconto entre o valor de mercado e o valor patrimonial dos fundos subjacentes. O HFOF11 é um fundo de fundos gerido pela Hedge Investments, focado em adquirir cotas de FIIs com portfólios de alta qualidade. A última movimentação relevante noticiada foi a aprovação, em assembleia, da fusão do HFOF11 com outro fundo da casa, visando otimizar custos e aumentar a liquidez para os cotistas.

10º – OURINVEST JPP FDO INV IMOB CF (OUJP11) | R$ 86,40 ↑ 2,19% 

Descrição: Finalizando o top 10, o OUJP11 registrou o preço de R$ 86,40, com alta de 2,19% ou R$ 1,85 em termos nominais. A movimentação diária variou entre a mínima de R$ 83,67 e a máxima de R$ 86,40. O volume de negociação foi de 8.436 ações, totalizando um volume financeiro de R$ 728.870,40. Comparado ao fechamento anterior de R$ 84,55, o fundo mantém sua trajetória de valorização. No quadro de 52 semanas, o ativo demonstra solidez ao operar muito próximo de sua máxima anual de R$ 87,74 e significativamente acima da mínima de R$ 65,89. O fundo atrai investidores que buscam segurança em ativos de crédito privado imobiliário com garantias reais e gestão ativa de risco. O OUJP11 é um fundo de papel gerido pela JPP Capital em parceria com o Banco Ourinvest, focado em ativos de crédito imobiliário (CRIs). Recentemente, o fundo reportou a conclusão da alocação de recursos da sua última emissão, garantindo uma carteira 100% alocada e gerando previsibilidade de dividendos.


Os Fundos Imobiliários que mais Desvalorizaram hoje foram:

Rank Código Preço atual Variação (%)
1 GZIT11 R$ 41,08 -0,09%
2 CACR11 R$ 35,78 -0,02%
3 PATL11 R$ 64,15 -0,01%
4 CLIN11 R$ 91,89 -0,01%
5 TVRI11 R$ 91,00 -0,01%
6 DEVA11 R$ 19,95 -0,01%
7 MFII11 R$ 54,62 -0,01%
8 HGPO11 R$ 153,58 -0,01%
9 BTAL11 R$ 88,89 -0,01%
10 RECT11 R$ 37,04 -0,00%

1º – GAZIT MALLS FII CF (GZIT11) | R$ 41,08 ↓ -9,32%

Descrição: O fundo GZIT11 liderou as movimentações do dia com uma desvalorização acentuada de 9,32%, encerrando o pregão cotado a R$ 41,08. Esta queda representou uma variação negativa de R$ 4,22 em relação ao fechamento anterior, que foi de R$ 45,30. Durante a sessão, o ativo manteve-se estagnado em seu valor mínimo, não apresentando recuperação para patamares superiores, com a máxima e a mínima registradas no mesmo valor da cotação atual. O volume de ações movimentadas foi de 17.925 unidades, resultando em um volume financeiro negociado de R$ 736.359,00. É importante notar que o relatório não apresenta dados históricos de 52 semanas para este ativo, o que sugere uma listagem recente ou reestruturação. A volatilidade observada coloca o fundo em destaque negativo no ranking de performance do período, exigindo atenção dos investidores quanto aos fundamentos que motivaram tal correção severa no preço de tela.

O Gazit Malls é um fundo focado no setor de shopping centers, gerido pela Gazit Brasil, subsidiária de uma gigante global do setor imobiliário. A última notícia relevante sobre a empresa envolve a estratégia de desinvestimento parcial em ativos maduros para reciclagem de portfólio e redução de alavancagem financeira.


2º – SUPERNOVA FII – RECEB IMOB. (CACR11) | R$ 35,78 ↓ -2,03%

Descrição: O CACR11 apresentou uma retração de 2,03%, com o preço da cota fechando em R$ 35,78. O recuo nominal foi de R$ 0,74 comparado ao fechamento prévio de R$ 36,52. O fundo demonstrou certa oscilação intradiária, atingindo a máxima de R$ 37,95 e a mínima de R$ 35,75, muito próxima do valor de fechamento. Com um volume expressivo de 67.898 ações trocando de mãos, o volume negociado totalizou R$ 2.429.390,44. Ao analisar o horizonte de 52 semanas, observa-se que o ativo está operando mais próximo de sua mínima histórica (R$ 30,03) do que de sua máxima (R$ 88,58), indicando um período de forte pressão vendedora ao longo do último ano. A liquidez do fundo permanece robusta para seu porte, mas a tendência de curto prazo segue baixista.

O Supernova FII é um fundo de papel, focado no investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com lastro em operações de crédito. Recentemente, a gestão comunicou ao mercado a manutenção da estratégia de originação de ativos com taxas IPCA+ para proteger o poder de compra dos dividendos.


3º – PATRIA LOGISTICA FDO DE INV IMOB CF (PATL11) | R$ 64,15 ↓ -1,26%

Descrição: O fundo logístico do Pátria encerrou o dia com queda de 1,26%, cotado a R$ 64,15. A variação negativa foi de R$ 0,82 frente ao fechamento anterior de R$ 64,97. Durante o pregão, o PATL11 oscilou entre a mínima de R$ 64,04 e a máxima de R$ 64,93. O volume de negociação foi de 51.942 cotas, gerando um giro financeiro de R$ 3.332.079,30, o maior volume financeiro entre os fundos analisados nesta lista. No acumulado de 52 semanas, o fundo mostra resiliência, operando próximo da sua máxima de R$ 67,33, tendo se recuperado bem desde a mínima de R$ 42,44 observada no período. O desempenho atual reflete um ajuste pontual dentro de uma trajetória de recuperação consistente no setor logístico.

O PATL11 é um fundo focado em galpões logísticos de alto padrão (Classe A), com imóveis estrategicamente localizados em eixos de consumo. A notícia mais recente do fundo refere-se à assinatura de novos contratos de locação que reduziram a vacância física de seu portfólio em Minas Gerais.


4º – CLAVE INDICES DE PRECOS FII CF (CLIN11) | R$ 91,89 ↓ -1,19%

Descrição: O CLIN11 registrou uma queda de 1,19% na sessão, finalizando o dia a R$ 91,89. A desvalorização em reais foi de R$ 1,11 em relação aos R$ 93,00 do fechamento anterior. O ativo teve uma variação intradiária muito estreita, com mínima de R$ 91,89 e máxima de R$ 91,91, sugerindo baixa força compradora para empurrar o preço para cima durante o dia. O volume de ações foi de 8.738 unidades, com um montante financeiro negociado de R$ 802.934,82. Assim como o primeiro colocado do ranking, o CLIN11 não possui dados registrados de mínima e máxima de 52 semanas nesta base de dados. O comportamento do ativo sugere uma estabilização em patamares inferiores após a perda do suporte dos R$ 92,00.

Este fundo é gerido pela Clave Capital e foca em ativos de crédito imobiliário atrelados a índices de preços (como IPCA). A última movimentação relevante noticiada foi a alocação de novos recursos em CRIs de setores residenciais com garantias reais robustas.


5º – FDO INV IMOB BB PROGRESSIVO II ETF (TVRI11) | R$ 91,00 ↓ -1,08%

Descrição: O fundo TVRI11 fechou a sessão cotado a R$ 91,00, o que representa um recuo de 1,08%. A perda nominal foi de R$ 0,99 em comparação ao fechamento de ontem, que se situou em R$ 91,99. Ao longo do dia, o fundo registrou a máxima de R$ 92,10 e a mínima de R$ 91,00. O volume negociado somou 25.223 cotas, totalizando R$ 2.295.293,00 em transações financeiras. No histórico de um ano, o fundo transita em um patamar intermediário, com mínima de R$ 78,25 e máxima de R$ 100,66. O movimento de hoje indica uma realização de lucros, visto que o preço de fechamento coincidiu com a mínima do dia, sinalizando pressão vendedora no encerramento do mercado.

O TVRI11 é um fundo de tijolo que possui agências bancárias locadas para o Banco do Brasil sob contratos de longo prazo. A notícia recente de maior impacto é o debate sobre a renovação antecipada de contratos e a possível devolução de imóveis não estratégicos pelo locatário.


6º – DEVANT RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FII CF (DEVA11) | R$ 19,95 ↓ -1,04%

Descrição: O DEVA11 encerrou o dia com uma desvalorização de 1,04%, sendo negociado a R$ 19,95. A queda foi de R$ 0,21 sobre o valor anterior de R$ 20,16. O ativo teve uma oscilação pequena, com máxima de R$ 20,16 e mínima de R$ 19,94. Foram movimentadas 42.460 cotas, resultando em um volume financeiro de R$ 847.077,00. Um dado alarmante para o investidor é que a cotação atual está exatamente no nível da mínima de 52 semanas (R$ 19,94), e muito distante da máxima de R$ 30,04 verificada no mesmo período. Esse comportamento reflete o cenário de estresse que o fundo vem enfrentando em sua carteira de recebíveis, impactando severamente o valor patrimonial percebido pelo mercado.

O Devant Recebíveis é um fundo de papel high yield que busca retornos elevados através de CRIs. Recentemente, a empresa esteve nas manchetes devido a inadimplências em alguns certificados de sua carteira, o que motivou uma reestruturação de ativos para normalizar o fluxo de dividendos.


7º – MERITO DESENVOLVIMENTO IMOB I ETF (MFII11) | R$ 54,62 ↓ -0,78%

Descrição: O MFII11 apresentou recuo de 0,78%, fechando a R$ 54,62. A variação negativa foi de R$ 0,43 em relação aos R$ 55,05 anteriores. O fundo teve uma movimentação volátil durante o dia, alcançando a máxima de R$ 55,46 e a mínima de R$ 53,30. O volume de ações foi de 53.217 unidades, gerando um volume financeiro de R$ 2.906.712,54. Interessante notar que o fundo operou próximo à sua mínima de 52 semanas (R$ 53,30) durante a sessão, mas conseguiu fechar ligeiramente acima desse suporte. A máxima anual de R$ 76,86 mostra que o fundo sofreu uma desvalorização considerável ao longo do último ano, refletindo os desafios do setor de desenvolvimento imobiliário em um cenário de juros elevados.

O MFII11 atua no segmento de desenvolvimento, investindo diretamente em projetos de construção civil para venda futura. A última notícia relevante envolve a entrega de um empreendimento residencial em São Paulo, o que deve gerar entrada de caixa extraordinária nos próximos meses.


8º – CSHG PRIME OFFICES FDO INV IMOB CEF (HGPO11) | R$ 153,58 ↓ -0,58%

Descrição: O HGPO11, um dos fundos de maior valor nominal da lista, fechou em queda de 0,58%, cotado a R$ 153,58. O recuo foi de R$ 0,90 comparado ao fechamento de R$ 154,48. O fundo teve baixíssima liquidez nesta sessão, com apenas 481 cotas negociadas e um volume financeiro total de R$ 73.871,98, o menor do grupo. A variação diária ficou entre R$ 153,00 e R$ 153,58. No histórico de 52 semanas, o fundo demonstra solidez, operando muito próximo de sua máxima de R$ 155,48 e bem acima da mínima de R$ 130,29. A queda de hoje parece ser um movimento técnico em um ativo de baixa liquidez e alta qualidade patrimonial.

O HGPO11 foca em lajes corporativas premium (Triple A) localizadas na região da Faria Lima e Itaim Bibi. Recentemente, a empresa gestora (Credit Suisse) comunicou o recebimento de propostas para a venda total da carteira do fundo, o que tem mantido as cotas próximas do valor patrimonial.


9º – FII BTG PACTUAL AGRO LOGISTICA CF (BTAL11) | R$ 88,89 ↓ -0,53%

Descrição: O fundo focado no agronegócio BTAL11 registrou queda de 0,53%, encerrando a R$ 88,89. A variação nominal negativa foi de R$ 0,47 frente aos R$ 89,36 do dia anterior. Durante a sessão, o ativo atingiu a máxima de R$ 89,39 e a mínima de R$ 88,10. Foram negociadas 5.695 cotas, somando R$ 506.228,55 em volume financeiro. No período de 52 semanas, o fundo oscilou entre a mínima de R$ 66,61 e a máxima de R$ 91,88. O valor de fechamento atual mostra que o fundo está em uma tendência positiva de longo prazo, mantendo-se perto do topo de sua valorização anual, apesar do leve recuo observado no fechamento deste pregão.

O BTAL11 investe em ativos imobiliários logísticos e industriais ligados à cadeia do agronegócio. A última notícia relevante do fundo trata da expansão de um terminal de transbordo de grãos no Mato Grosso, visando aumentar a receita de aluguéis atípicos.


10º – FII UBSOFFIC ETF (RECT11) | R$ 37,04 ↓ -0,48%

Descrição: Encerrando a lista, o RECT11 apresentou a menor variação negativa do dia, com queda de 0,48%, fechando a R$ 37,04. O recuo nominal foi de R$ 0,18 em relação ao fechamento de R$ 37,22. Durante o dia, o fundo registrou máxima de R$ 37,27 e mínima de R$ 36,92. O volume negociado foi de 11.619 ações, totalizando R$ 430.367,76. Na análise das últimas 52 semanas, o ativo mostra uma recuperação moderada, estando acima da mínima de R$ 26,22, mas ainda abaixo da máxima de R$ 39,67. O fundo busca estabilidade em um patamar de preços que reflete o desafio da vacância em escritórios, mas demonstra resiliência ao não acompanhar as quedas mais bruscas do setor.

O RECT11 é um fundo de lajes corporativas gerido pela Real Estate Capital, com portfólio diversificado geograficamente. Recentemente, a gestão anunciou a renegociação de aluguéis em ativos no Rio de Janeiro, visando garantir a ocupação e melhorar o fluxo de caixa para distribuição.

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